quarta-feira, 9 de junho de 2010
Não podemos permitir uma nova década de caça às baleias
terça-feira, 8 de junho de 2010
Comemore o Dia Mundial do Oceano!
A maioria das principais formas de vida vivem no oceano.
A maior parte da actividade vulcânica ocorre no oceano.
Existem mais de 6.000 espécies conhecidas de coral no oceano.
A Grande Barreira de Coral é a maior estrutura viva na Terra e pode ser vista do espaço.
O fundo do mar é o maior habitat da Terra.
O Oceano Ártico cobre mais de cinco milhões de milhas quadradas.
Mais de 71% da superfície da Terra é oceano.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Estudo: Comprar no mercado reduz os resíduos em 70%
Segundo um estudo da Fundación para la Prevención de Residuos y el Consumo Responsable, comprar nos mercados gera até 69% menos resíduos que faze-lo em supermercados e grandes superfícies,.
Com o título “Analises da produção de resíduos associada à compra” o estudo apresentado conclui que consumir embalagens reutilizadas reduziria em 40% a produção de resíduos do carrinho de compras, e em 10% se os consumidores tiverem a possibilidade de comprar avulso produtos frescos.
Segundo um responsável pelo estudo, o aumento de resíduos – sobre tudo de embalagens– deve-se a novos modos de consumo derivado do aumento da compra em supermercados, à compra de produtos em embalados e ao uso de produtos pré-confeccionados.
Segundo o coordenador do estudo, Victor Mitjans, 5% do peso da compra corresponde às embalagens, que são 25% dos 4 milhões de toneladas de resíduos que produzidos somente na Catalunha.
Fonte: EcoticiasStefano Mancuso: A raíz da inteligência das plantas
domingo, 6 de junho de 2010
Baleias a morrer de fome!
sábado, 5 de junho de 2010
Conselhos da Quercus no Dia Mundial do Ambiente

No ano em que comemora os seus 25 anos Quercus elege os 25 conselhos mais importantes para a sustentabilidade. |
A Quercus – ANCN comemora, em 2010, um quarto de século de existência. Aproveitando o facto de dia 5 de Junho ser o Dia Mundial do Ambiente, a Quercus identificou os principais 25 conselhos ambientais que devem acompanhar qualquer cidadão preocupado com a sustentabilidade.
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| Os conselhos gerais 1. Considerando a rapidez com que o conhecimento evolui no presente, um elemento fundamental para se ser um cidadão sustentável é a informação. Manter-se informado sobre a legislação mais actual e sobre os desenvolvimentos científicos e técnicos mais recentes é fulcral para que possa direccionar as suas escolhas para as soluções e situações mais sustentáveis. 2. Ao contrário do que muitos advogam, a culpa pelo estado em que o Planeta se encontra não é só “dos outros”, é também nossa e por duas vias: porque nos demitimos de fazer melhor e de pressionar quem de direito no mesmo sentido. Apoie organizações cívicas, associe-se, participe e faça ouvir a sua voz. Não está sozinho e em conjunto com todos os outros que pensam da mesma forma é possível dar passos muito significativos. O importante é trabalhar em conjunto. 3. Procure retirar os melhores ensinamentos da crise. Analise bem as suas opções e procure perceber o que é fundamental para que se sinta bem e tenha qualidade de vida. Elimine o que é supérfluo e vai ver que não só estará a ser mais ecológico, mas também a ter maior bem-estar económico e a garantir o equilíbrio emocional. 4. Aprenda a analisar as suas opções quotidianas, pois têm um impacto enorme na sua pegada ecológica, na do país e do mundo. Não é a mesma coisa ir de carro ou de transportes colectivos, comprar a fruta mais barata que encontra ou procurar fruta nacional e/ou de agricultura biológica. Se percebermos que com as nossas opções podemos dar um contributo directo e quotidiano para a sustentabilidade, rapidamente sentiremos que esta é a única forma aceitável de agir. 5. Sempre que um conselho dirigido a proteger o planeta lhe parecer exigente, lembre-se que somos nós – espécie humana – que precisamos do planeta e não o contrário. O Planeta vive bem sem nós, já o contrário não é verdade. Ser sustentável não é, no essencial, uma questão de altruísmo e sim de sobrevivência pura e dura. Seja mais sustentável por si e pelas gerações futuras. 6. Se acha que os produtos ou serviços mais sustentáveis (agricultura biológica; rótulos ecológicos; comércio justo, etc.) são caros, desengane-se. Ao comprar estes produtos ou serviços está a apoiar a produção com preocupações ambientais e sociais. No que toca aos produtos ou serviços convencionais, podemos pagar pouco no momento da aquisição, mas todos acabamos por pagar muito mais pela poluição e destruição ambiental, bem como pelo desrespeito dos direitos sociais. 7. Se tem restrições orçamentais, procure ir substituindo alguns produtos ou serviços convencionais por soluções sustentáveis. Por exemplo, no caso da agricultura biológica comece pelas frutas ou pelos legumes e, progressivamente e na medida das suas possibilidades, avance para outras áreas. Optar pela sustentabilidade é um passo importante para identificarmos o que é de facto fundamental e supérfluo nas nossas vidas, permitindo-nos aplicar melhor o nosso rendimento. 8. Um dos problemas recorrentes em Portugal é a deficiente implementação da legislação em vigor. Torne-se um eco-cidadão e esteja atento a situações incorrectas do ponto de vista ambiental. Sempre que detectar uma infracção contacte a linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 ou aceda ao portal do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR. Ler aqui os 17 Conselhos Temáticos. |
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Lista dos melhores blogues sobre Evolução

Biology and Evolution, Culture, Genomics
- DNA and You: Dr. Matt Mealiffe talks about the “intersection of genetics and your health.”
- Gene Sherpas: Personalized Medicine and You: This blog explores genetics as a medical tool and as a personal lifestyle choice.
- Geneforum: Geneforum is a nonprofit affiliate of the Portland State University Foundation created in 1998 to “promote dialogue at the intersection of genetics, ethics, and public values.”
- Genomeboy: Read as this blogger chronicles the “dawn of personal genomics, that is, people obtaining their genomic information for whatever reason(s) and figuring out what to do with it.”
- Genomicron: T. Ryan Gregory is an evolutionary biologist specializing in genome size evolution at the University of Guelph in Canada.
- Genomics, Evolution, and Pseudoscience: This is Steven Salzberg’s blog on what he believes are the abuses and distortions of science, especially pseudoscience.
- Greg Laden’s Blog: It seems creationists and Harvard haters don’t like Dr. Laden. Who does? Perhaps intelligent archaeologists and/or anthropologists who are into biology and evolution?
- John Hawks Weblog: This blog was created to share information about paleoanthropology that is not well covered in the mainstream science press.
- Next-Gen Sequencing: Dr Brown is an author of 28 peer reviewed publications in biomedical journals. His research is primarily in the area of genomics.
- Pathogens: Genes and Genomes: A heady mix of bacterial pathogenomics, next-generation sequencing, type-III secretion, bioinformatics and evolution.
- The Hyphal Tip: This blog highlights some of the interesting happenings and scientific progress that is being made in the world of fungi.
- The Tree of Life: Jonathan A. Eisen is an evolutionary biologist, Open Access advocate, Professor at UC Davis and Academic Editor in Chief of PLoS Biology.
- Virtual Genome Project Blog: The VGP was established as a resource for people interested in the process of horizontal gene transfer (HGT) and its ecological and evolutionary significance.
- Yann Klimentidis’ Weblog: Follow this student to learn more about evolution, genetics, human diversity, evolutionary ecology, physiology and more
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Jan Garbarek & The Hilliard Ensemble - Parce mihi domine
Spare me, Lord, for my days are as nothing.
What is Man, that you should make so much of us?
Or why should you set your heart upon us?
You visit us at dawn,
and put us to the test at any moment.
Will you not spare me and let me be,
while I swallow my saliva?
If I have sinned, how have I hurt you,
O guardian of mankind?
Why have you set me up as your target,
so that I am now a burden to myself?
Why do you not forgive my sin
and why do you not take away my guilt?
Behold, I shall now lie down in the dust:
if you come looking for me I shall have ceased to exist.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Nuclear: novo executivo britânico encontrou um buraco financeiro de 4 biliões de libras!
A revelação coloca um fardo inesperado sobre o orçamento de seu departamento de £3 biliões anuais gastos à frente das negociações difíceis neste verão.
Como você pode imaginar, este é um problema bastante existencial. Os custos são de tal forma que meu departamento não é tanto o Departamento de Energia e alterações climáticas, como o departamento do legado nuclear e pedaços de outras coisas", Huhne disse o guardião.Os custos adicionais decorrentes do aumento gradual das despesas de desmantelamento nuclear, e da renda devido ao fechamento de usinas de envelhecimento, Huhne disse.
Huhne revelou que no exercício financeiro em curso o desmantelamento nuclear orçamento da Autoridade deverá ser balance.From em 2011-12, o déficit de repente sobe para £850 milhões, em 2012-13 o fosso aumenta ainda mais a £950 milhões e, em seguida, para £ 1,1 bilião em nos dois anos subseqüentes. O buraco negro é equivalente a aniquilar um sexto dos cortes gerais nos gastos públicos identificados pelo Tesouro com alarde como na semana passada.Mas Huhne insistiu: "Eu não acho que é possível para qualquer pessoa responsável para ficar de lado e dizer que não vamos lidar com isso. Nós apenas temos que, mas o que estamos efetivamente pagando por aqui é de décadas de electricidade nuclear barata para que temos de repente tenho uma conta pré-datados maciça. "
A revelação também a mão mais munição para aqueles que dizem que uma nova geração de centrais nucleares na Grã-Bretanha estações vai acabar por ser mais caro do que as reivindicações da indústria.Huhne - um democrata liberal e cético nuclear - se recusou a fazer este argumento diretamente, dizendo que em vez disso, apenas sublinhou a necessidade de assegurar que as novas estações nucleares tinham acordos estanques que excluir todas as subvenções públicas. Em qualquer caso, há sinais crescentes de que o nuclear novas construções calendário está deslizando como os custos aumentam.
Se o Tesouro se recusa a assumir a totalidade dos custos, o departamento Huhne teria inevitavelmente de fazer cortes, com possíveis implicações para a eficiência energética e programas de mudança climática.Huhne revelou que, tão logo ele descobriu o problema, ele viajou para a usina nuclear de Sellafield em Cumbria e concluiu: "Não há nenhuma maneira de lidar com isso, mas por ter certeza que esta despesa vai em frente." Desde o NDA foi formada em 2004, o clean-up do legado de instalações nucleares já tenha sido pago com um mix de fundos - cerca de metade em subsídios governamentais diretos e meia gerados comercialmente pela NDA - e distribuídas em ciclos de três anos.
Huhne disse: "Meus antecessores evitar tomar decisões difíceis, quando deveria ter feito eo resultado é que ele é muito mais caro tratar do que se tinha tratado com ele em tempo hábil para trás na década de 70 e 80. Um lote de que é gasto de combustível, e não foi tratado na época. É um exemplo clássico do curto prazo. Eu não posso pensar em um melhor exemplo de uma falha de tomar uma decisão a curto prazo custar ao contribuinte um inferno de muito mais no longo prazo. "
O Partido Liberal Democrata opor novas estações, mas disseram que vão se abster de qualquer Commons votos chave sobre o assunto, enquanto seus parceiros de coligação conservadores garantir que não goza de qualquer estação ostensiva ou subsídios públicos escondido.
Huhne disse: "Nova construção é claramente mais eficiente, há menos resíduos e do desmantelamento pode e deve ser concebida dentro, mas nós precisamos de certificar-se de todas as despesas são adequadamente tratados."
Chris Huhne, the new energy secretary, said: 'What we are effectively paying for here is decades of cheap nuclear electricity.'Britain is facing a £4bn black hole in unavoidable nuclear decommissioning and waste costs, Chris Huhne , the energy and climate change secretary disclosed tonight.The decommissioning costs over the next four years revealed by officials to Huhne are so serious that he has already flagged the crisis up to the cabinet.The revelation places an unexpected burden on his department's £3bn annual budget ahead of difficult spending negotiations this summer.
"As you can imagine, this is a fairly existential problem. The costs are such that my department is not so much the department of energy and climate change, as the department of nuclear legacy and bits of other things," Huhne told the Guardian. "The additional costs derive from slowly rising expenditure on nuclear decommissioning, and falling income due to the closure of ageing power plants, Huhne said.
Huhne disclosed that in current financial year the Nuclear Decommissioning Authority's budget is expected to be in balance.From 2011-12, the deficit suddenly rises to £850m, in 2012-13 the gap increases further to £950m and then to £1.1bn in the two subsequent years.The black hole is equivalent to wiping out one-sixth of the overall cuts in public spending identified by the Treasury with such fanfare last week.
But Huhne insisted: "I do not think it is possible for anyone responsibly to stand aside and say we are not going to deal with it. We just have to, but what we are effectively paying for here is decades of cheap nuclear electricity for which we have suddenly got a massive postdated bill."
The revelation will also hand further ammunition to those who say a new generation of nuclear power stations in Britain will end up being more expensive than the industry claims.Huhne – a Liberal Democrat and nuclear sceptic – refused to make that argument directly, saying instead it just underlined the need to ensure that any new nuclear stations had watertight agreements that debar all public subsidy.In any case there are growing signs that the nuclear new-build timetable is slipping as costs rise.
Huhne, already in talks with the Treasury about the black hole, said it was very hard to avoid the expenditure: "There are genuine nuclear safety issues here that means it has to be paid for."
If the Treasury refuses to shoulder the full costs, Huhne's department would inevitably have to make cuts with possible implications for energy efficiency and climate change programmes.
Huhne revealed that as soon as he discovered the problem, he travelled to Sellafield nuclear plant in Cumbria and concluded: "There is no way of dealing with this, but by making sure this expenditure goes ahead."Since the NDA was formed in 2004, the clean-up of legacy nuclear facilities has been paid for with a mix of funds – roughly half in direct government grants and half generated commercially by the NDA – and allocated in three-year cycle.Huhne said: "My predecessors avoided taking tough decisions when they should have done and the result is that it is much more expensive to deal with than if we had dealt with it in a timely manner back in the 70s and 80s. A lot of it is spent fuel, and was not dealt with at the time. It is a classic example of short-termism. I cannot think of a better example of a failure to take a decision in the short run costing the taxpayer a hell of a lot more in the long run."The Liberal Democrats oppose new stations, but have said they will abstain in any key Commons votes on the issue so long as their Conservative coalition partners ensure no new station enjoys any overt or hidden public subsidy.
Huhne said: "New build is clearly more efficient, there is less waste, and the decommissioning can and should be designed in, but we need to make sure all the costs are properly dealt with."
terça-feira, 1 de junho de 2010
Dia Mundial da Criança - A Carta da Terra

A Carta da Terra se preocupa com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico eqüitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis. Consequentemente oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável.
A Carta da Terra é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.
A redação da Carta da Terra envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional. Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.
À luz desta legitimidade, um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra está adquirindo um status de lei branca (soft law). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado, que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o desenvolvimento de uma lei stritu senso (hard law).
Neste momento em que é urgentemente necessário mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Iniciativa Carta da Terra aprovada pelo nosso Parlamento!!
A Carta da Terra constitui uma espécie de Código de Ética direccionada para a sustentabilidade, a paz e a justiça económica e dela constam princípios e valores de natureza universal que deverão ser tidos em conta no momento de tomada de decisões políticas.
domingo, 30 de maio de 2010
Sobre a British Petroleum e o desastre ecológico no Golfo do México
Última Hora Público, 30 de Maio BP reconhece falhanço da manobra “top kill” para estancar derrame no golfo do México
Is BP Oil Catastrophe ‘Unprecedented’? Hardly
Numerous politicians and oil industry officials have claimed the BP oil catastrophe growing in the Gulf of Mexico is “unprecedented.” From BP CEO Tony Hayward, who called his company’s environmental crime an “unprecedented accident,” to Admiral Thad Allen, U.S. Coast Guard, who called it an “unprecedented anomalous event,” officials and pundits have given the impression that the consequences of this catastrophe could not have been predicted. In a Congressional oversight hearing on the apocalyptic disaster on Thursday, Rep. Doc Hastings (R-WA) even argued the country should respond to this “unprecedented” event by making sure “that we continue to produce oil here in the states.”
Watch a compilation prepared by ThinkProgress:
On Thursday, May 27, Rep. George Miller (D-CA) responded to the myth that this catastrophe was unprecedented and thus unforeseeable:
Every time we have a catastrophic event like this involving British Petroleum or other parts of the oil and gas industry, we’re told that this is an unpredictable cascade of unforeseeable errors, that this is unprecedented, that nobody could have foreseen this. This is sort of like the bankers on Wall Street. Nobody could have foreseen the risks that they engineered themselves, so nobody’s responsible. I don’t believe this was some “black swan” or “perfect storm” event. There wasn’t something that could not have been foreseen. And I don’t think this is something you can promise will never happen again.
Like the rest of the oil industry, BP has a long record of tragic, extraordinary environmental disasters, stretching from Alaska to Nigeria. And this particular disaster is not unprecedented in size, in the kind of accident, nor in the methods used to respond. There have been dozens of oil well blowouts in the Gulf of Mexico, including 39 since 2007, and the worst oil blowout in history in 1979. What makes this catastrophe new is its location in the fertile and fragile ecosystem of the northern Gulf, and the depth at which the well was drilled, increasing the dangers. But this event is yet another tragic reminder of the truth of George Santayana’s dire maxim: “Those who cannot remember the past are condemned to repeat it.”
Cross-posted on the Wonk Room.
On Wednesday,26 of May, Rachel Maddow described on her MSNBC show how the 1979 Ixtoc I blowout in the Gulf of Mexico -- the largest accidental oil spill in history -- was eerily similar to today's Deepwater Horizon blowout. However, the Ixtoc's failed cofferdam effort was called a "sombrero," a totally different kind of headgear from BP's failed "top hat."
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Aquaduct- bicicleta transportadora de água filtrada
Aquaduct utiliza a capacidade humana para pedalar, filtrar e armazenar potável e água para cozinhar, dando esperança para aqueles que no mundo em desenvolvimento que lutam por acesso a água potável ou o seu transporte. Aquaduct é uma criação de Adam Mack, Brian Mason, John Lai, Paul Silberschatz, e Eleanor Morgan e foi recentemente anunciado como o vencedor do Grande Prêmio da Innovate or Die
A bomba peristáltica ligado ao pedal puxa água de um tanque de grande porte, através de um filtro de carbono, para um pequeno tanque limpo. O tanque limpo é removível e fechado para armazenamento e uso doméstico , livre de contaminação. Uma embraiagem engata e desengata a correia de accionamento do pedal de marcha, permitindo ao piloto filtrar a água, enquanto viaja ou enquanto estiver parado.

quarta-feira, 26 de maio de 2010
Vitivinicultura: 700 pessoas núas pelo clima (Greenpeace França 2009)
Partout dans le monde, les impacts des changements climatiques se font sentir. En France, les terroirs et les vignes en souffrent déjà... Si nous n'agissons pas - ici et maintenant !-, l'homme et l'ensemble de son patrimoine culturel sont à terme condamnés. Ensemble, Greenpeace et l'artiste américain, Spencer Tunick, ont réalisé à une mobilisation artistique unique et originale pour symboliser les impacts des changements climatiques.