quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cartoonista da semana : Biratan Porto


Nascido em Belém do Pará, Biratan é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Pará, cartunista profissional e bandolinista nas horas vagas. Ele já conquistou vários prémios no Brasil e no exterior, publicou sete livros e trabalha como free-lancer na área do humor e artes gráficas.

Biratan publica seus cartoons em países como França, Itália, Bélgica, Holanda, EUA e México.




segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Fotógrafo do dia: Dinis Cortes

O Céu na Terra

Zerynthia rumina sobre Aristolochia longa

Melro-de-água

O  trabalho e olhar do meu amigo Dinis Cortes é perfeito, de uma angular e luz que respeita o espaço e corpo e diria comportamento da ave, da borboleta, do réptil...além das fotos cinematográficas !

Manuel Dinis Gaspar Cardoso Cortes nasceu em Vila Real em 1955. Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Coimbra em 1980, é Assistente Graduado Senior de Clínica Geral/Medicina Familiar (Chefe de Serviço), e do Instituto da Droga e da Toxicodependência ( I.D.T.) da Delegação Regional do Alentejo. É ainda Terapeuta Familiar pela Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar e Subdelegado Regional e Responsável Clínico Regional do I.D.T. Alentejo.

Onde encontrar mais trabalhos fotográficos:
Flickr
Olhares

domingo, 30 de janeiro de 2011

Llorenç Vidal e o Dia Escolar da Não Violência e da Paz


Mais Leituras:

Dia Escolar da Não Violência Escolar

Lorenzo Vidal, uma vida dedicada à poesia, à Educação para a Não-violência e a Paz
Mais bio aqui e aqui






A un cazador que pomposamente se autocalificaba de amante de la naturaleza

Amante de la natura te dices tú, cazador...
No sé donde está el amor de cazar
en la espesura la viviente criatura
que, herida, siente dolor e, impotente,
en su estertor grita toda la amargura
que concentra en su agonía a la hora de expirar.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Pink Floyd vs Depeche Mode : Another brick in the wall * I feel loved & Mahatma Gandhi




Oração que Mahatma Gandhi ensinou aos seus discípulos


Senhor,
Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda, não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito, dá-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender ás pessoas, dá-me coragem para desculpar-me e se as pessoas me ofenderem, dá- me grandeza para perdoá-las.
Senhor, se eu me esquecer de ti, nunca te esqueças de mim.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lista nacional de 'blogues de cidades'



Meus caros

Aproveitando o facto de 2011 ser o ‘ano Europeu do Voluntariado para promover mais cidadania activa’ (http://europa.eu/volunteering/), o ‘Cidades pela Retoma’ (http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma ) entendeu lançar o desafio de criar uma lista nacional de ‘blogues [ou sites] de ruas, bairros, vilas ou cidades’.

Esta lista não pretende ser mais do que uma sistematização dos vários espaços virtuais (blogues ou sites) promovidos por cidadãos e grupos de cidadãos que gostam de pensar de forma colectiva sobre o futuro das suas cidades.

A lista provisória pode ser consultada aqui: http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/30748.html. Os contributos e sugestões de blogues/sites podem ser enviados para cidadespelaretoma@gmail.com.
Agradecemos a colaboração.

Cumprimentos
José Carlos Mota
site/blogue http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/
facebook http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma
mailing-list http://groups.google.pt/group/cidadespelaretoma

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Documentário da semana: "A história secreta da obsolescência programada"



Ver también:  Especial  Comprar, tirar, comprar en RTVE.es

Baterías que se 'mueren' a los 18 meses de ser estrenadas, impresoras que se bloquean al llegar a un número determinado de impresiones, bombillas que se funden a las mil horas... ¿Por qué, pese a los avances tecnológicos, los productos de consumo duran cada vez menos?
La 2 de Televisión Española y RTVE.es emiten  "Comprar, tirar, comprar" un documental que nos revela el secreto: obsolescencia programada, el motor de la economía moderna.

Rodado en España, Francia, Alemania, Estados Unidos y Ghana, Comprar, tirar, comprar, hace un recorrido por la historia de una práctica empresarial que consiste en la reducción deliberada de la vida de un producto para incrementar su consumo porque, como ya publicaba en 1928 una influyente revista de publicidad norteamericana, "un artículo que no se desgasta es una tragedia para los negocios".
El documental, dirigido por Cosima Dannoritzer y coproducido por Televisión Española, es el resultado de tres años de investigación, hace uso de imágenes de archivo poco conocidas; aporta pruebas documentales y muestra las desastrosas consecuencias medioambientales que se derivan de esta práctica. También presenta diversos ejemplos del espíritu de resistencia que está creciendo entre los consumidores y recoge el análisis y la opinión de economistas, diseñadores e intelectuales que proponen vías alternativas para salvar economía y medio ambiente

Una bombilla en el origen de la obsolescencia programada
Edison puso a la venta su primera bombilla en 1881. Duraba 1500 horas. En 1911 un anuncio en prensa española destacaba las bondades de una marca de bombillas con una duración certificada de 2500 horas. Pero, tal y como se revela en el documental, en 1924 un cártel que agrupaba a los principales fabricantes de Europa y Estados Unidos pactó limitar la vida útil de las bombillas eléctricas a 1000 horas. Este cártel se llamó Phoebus y oficialmente nunca existió pero en Comprar, tirar, comprar se nos muestra el documento que supone el punto de partida de la obsolescencia programada, que se aplica hoy a productos electrónicos de última generación como impresoras o iPods y que se aplicó también en la industria textil con la consiguiente desaparición de las medias a prueba de carreras.

Consumidores rebeldes en la era de Internet
A través de la historia de la caducidad programada, el documental pinta también un fresco de la historia de la Economía de los últimos cien años y aporta un dato interesante: el cambio de actitud en los consumidores gracias al uso de las redes sociales e Internet. El caso de los hermanos Neistat, el del programador informático Vitaly Kiselev o el catalán Marcos López, dan buena cuenta de ello.

África, vertedero electrónico del primer mundo
Este usar y tirar constante tiene graves consecuencias ambientales. Tal y como vemos en este trabajo de investigación, países como Ghana se están convirtiendo en el basurero electrónico del primer mundo. Hasta allí llegan periódicamente cientos de contenedores cargados de residuos bajo la etiqueta de 'material de segunda mano' y el paraguas de una aportación para reducir la brecha digital y acaban ocupando el espacio de los ríos o los campos de juego de los niños.
Más allá de la denuncia, el documental trata de dar visibilidad a emprendedores que ponen en práctica nuevos modelos de negocio y escucha las alternativas propuestas por intelectuales como Serge Latouche, que habla emprender la revolución del 'decrecimiento', la de la reducción del consumo y la producción para liberar tiempo y desarrollar otras forma de riqueza, como la amistad o el conocimiento, que no se agotan al usarlas.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Filmes sobre resíduos - Love Canal




"Love Canal" é um documentário acerca de uma urbanização construída sobre um aterro de resíduos industriais, nos EUA dos finais da década de 70 do sec.XX, que se tornou um símbolo do falhanço do sentido de consideração pelas gerações futuras.

*Love Canal* is a neighborhood in Niagara Falls, New York which became the subject of national and international attention, controversy, and eventual environmental notoriety following the discovery of 21,000 tons of toxic waste that had been buried beneath the neighborhood by Hooker Chemical.
Love Canal officially covers 36 square blocks in the far southeastern corner of the city, along 99th Street and Read Avenue. Two bodies of water define the northern and southern boundaries of the neighborhood: Bergholtz Creek to the north and the Niagara River, one-quarter mile (400 m) to the south. In this area, Grand Island is situated on the south shore of the Niagara River.
Hooker Chemical sold this site to the Niagara Falls School Board with a deed explicitly detailing the danger contained within the site, and including a liability limitation clause about the contamination. The construction efforts of housing development, combined with particularly heavy rainstorms, released the , leading to a public health emergency and an urban planning scandal. Hooker Chemical was found to be negligent in their disposal of waste, though not reckless in the sale of the land, in what became a test case for liability clauses. The dumpsite was discovered and investigated by the local newspaper, the Niagara Gazette, from 1976 through the evacuation in 1978.
Potential health problems were first raised by reporter Michael H. Brown in July 1978.Ten years after the incident, New York State Health Department Commissioner
David Axelrod stated that Love Canal would long be remembered as a "national symbol of a failure to exercise a sense of concern for future generations."
The Love Canal incident was especially significant as a situation where the inhabitants "overflowed into the wastes instead of the other way around."

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Objectivo 2015: Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves


A falta de saúde reduz a produtividade e o rendimento, o que por sua vez agrava os problemas de saúde, porque as pessoas não têm rendimentos para uma alimentação, habitação e tratamento adequados. A SIDA em particular tem um impacto de grande alcance, modificando o tecido social e económico da sociedade africana, dado que as suas vítimas se encontram frequentemente nos seus anos mais produtivos.

Tanto os países ricos como os países pobres estão mais seguros e são mais saudáveis quando previnem as doenças transmissíveis de fácil propagação transfronteiriça. Embora lutar contra estes fenómenos de saúde globais seja um desafio tremendo, o esforço concertado dos doadores e beneficiários de Ajuda Pública para o Desenvolvimento (APD) mostrou-se eficaz no passado: a varíola foi erradicada e a poliomielite já não assola a América Latina e as Caraíbas.

Situação actual
Todos os dias, cerca de 7.500 novas pessoas são infectadas pelo vírus VIH e 5.500 morrem de SIDA, sobretudo devido à falta de tratamentos para a doença. Estima-se que no final de 2007, 33.2 milhões de pessoas estavam infectadas pelo VIH, o que demonstra uma redução de 16% comparada com a estimativa de 2006: 39.5 milhões; deram-se 2.7 milhões de novas infecções e observaram-se 2 milhões de mortes relacionadas com a SIDA, sendo que 96% dos novos casos ocorreram nos países em desenvolvimento. Apenas uma em cada cinco pessoas é abrangida por programas de prevenção e, embora a terapêutica anti-retroviral dê esperança aos infectados, cinco a seis milhões de pessoas em países de baixo ou médio rendimento ainda necessitam de tratamento. A epidemia está a aumentar em certas zonas da Ásia.

Em 2006 observaram-se 247 milhões de casos de malária em todo o mundo, a maioria dos quais em África, contabilizando 86% de todos os casos mundiais ( no restante, 9% no Sudeste Asiático e 3% no Leste Europeu mediterrânico). Estima-se cerca de 881 mil mortes devido à malária em 2006, das quais 90% foram em território africano e 4% no Sudeste Asiático e outros 4% nas regiões do leste mediterrânico. Há mais progressos na prevenção da malária do que no seu tratamento. Estima-se que 85% das mortes vitimou crianças com menos de cinco anos de idade. Numa análise a 22 países da África Subsariana, contabilizando-se quase metade da população da região, verificou-se que a proporção de crianças que receberam tratamentos anti-malária caiu de 41% em 2000 para 34% em 2005.

Em 2006, a tuberculose causou a morte a 1,7 milhões de pessoas e as taxas de infecção estão a aumentar quase 1% por ano. No mesmo ano, 14.4 milhões de pessoas estavam infectadas, incluindo 9.2 milhões de novos casos. Estes aumentos são justificados, em parte, pelo aumento da população mundial. Nas regiões em desenvolvimento, o número de novos casos de tuberculose por 100 mil habitantes aumentou em 2004, e depois caiu 0.7% entre 2005 e 2006. Se esta tendência se mostrar constante globalmente, a incidência da tuberculose pode ser parada e invertida antes de 2015.

O que falta fazer
A melhoria da saúde mundial requer a cooperação de todos. Os países pobres devem combater o estigma, melhorar o rigor dos dados relativos a taxas de infecção e ainda conceber estratégias agressivas de prevenção e de tratamento. Falta ainda:

1. implementar uma abordagem multissectorial a longo prazo e que assente em planos nacionais contra a SIDA;
2. reforçar as ligações entre as intervenções relacionadas com o VIH/SIDA e os cuidados de saúde sexual e reprodutiva, a fim de reduzir os comportamentos de risco e as infecções sexualmente transmissíveis;
3. aumentar o acesso aos preservativos, tanto masculinos como femininos;
4. garantir um financiamento previsível e sustentável;
5. executar programas de prevenção do VIH em grande escala e garantir o acesso universal ao tratamento do VIH/SIDA por parte dos homens e das mulheres;
6. criar sistemas de saúde nacionais viáveis, que garantam uma cobertura universal dos cuidados básicos, que prestem serviços de qualidade e que retenham pessoal de qualidade;
7. aumentar substancialmente os fundos destinados à investigação e ao desenvolvimento de medicamentos;
8. aumentar o financiamento aos programas da OMS para combater a tuberculose e a novas actividades de investigação sobre uma vacina;
9. assegurar um financiamento de intervenções fundamentais no contexto da parceria “Fazer Recuar a Malária”, a fim de pôr termo à mortalidade imputável a esta doença até 2010, em África;
10. atribuir fundos suplementares à parceria mundial a favor de medicamentos essenciais a custos acessíveis.

domingo, 23 de janeiro de 2011

ACADEMIA OPENSOURCE: Acesso gratuito aos periódicos da Palgrave Macmillan

A Palgrave Macmillan publica periódicos académicos de grande qualidade em todas as disciplinas das ciências sociais e humanas, comércio e administração.

Para mais informações poderá consultar o sítio: www.palgrave-journals.com

Aqui fica um livro de excepcional qualidade: Global Warring, editado pela referida editora académica, em que a autora publica textos e revisões no blogue homónimo Global Warring  

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Donald Brown - An Ethical Analysis of the Cancun Climate Negotiations Outcome

The Cancun Agreements of the 2010 UN Climate Summit do not represent a success for multilateralism; neither do they put the world on a safe climate pathway that science demands, and far less to a just and equitable transition towards a sustainable model of development. They represent a victory for big polluters and Northern elites that wish to continue with business-as-usual. (IBON, 2010)
Climate change is an ethical problem because: (a) it is a problem caused by some people in one part of the world that puts people and the natural resources on which they depend in other parts of the world at great risk, (b) the harms to these other people are not mere inconveniences but in some cases catastrophic losses of life or the ability to sustain life, and (c) those who are vulnerable to climate change cant petition their government to act to protect themselves but must rely upon a sense of justice and responsibility of those causing the problem. Because climate change raises civilization challenging ethical questions, any proposed climate change regime must be examined through an ethical lens.
This post reviews the Cancun outcome through an ethical lens in light of the overall responsibility of those nations who are exceeding their fair share of safe global emissions in regard to their duties: (a) to reduce greenhouse gas emissions to levels necessary to prevent harm to others, (b) to reduce greenhouse gas emission to levels consistent with what is each nation's fair share of total global emissions, and (c) to provide financing for adaptation measures and other necessary responses to climate change harms by those who are most vulnerable and least responsible for climate change.
To understand the significance of what happened in Cancun, it is necessary to briefly review the history of international negotiations leading up to Cancun. That is, it is not sufficient to simply examine what happened in Cancun without seeing Cancun in the context of twenty-year negotiating history that had as its goal the prevention of dangerous climate change and the harms that each year of delay in agreeing to a global deal exacerbate.

II. The Path To The Cancun Agreement
The Cancun conference took place from November 29 to December 10, 2010. The Cancun goals were modest in light of the failure of COP-15 in Copenhagen the year before to achieve an expected global solution to climate change. Copenhagen was expected to produce a global solution to climate change pursuant to a two-year negotiating process that was agreed to in Bali, Indonesia, two years before Copenhagen in December 2007.
To understand the ethical significance of the Cancun, it is necessary to review the twenty-year history of climate change negotiations that led to Copenhagen and Cancun. This history constitutes a mostly failed attempt over two decades to adopt a global solution to climate change.
Negotiations on a global climate change deal began in 1990 that led in 1992 to the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC). (Bodansky,2001) The negotiation process began in December 1990, when the UN General Assembly established the Intergovernmental Negotiating Committee for a Framework Convention on Climate Change, to negotiate a convention containing "appropriate commitments" in time for signature in June 1992 at the United Nations Conference on Environment and Development in Rio de Janeiro. This treaty itself did not contain binding greenhouse gas (ghg) emissions limitations for countries but nevertheless included numerous other binding national obligations. Among other things, for instance, the parties to the UNFCCC agreed that:
(a) They would adopt policies and measures to prevent dangerous anthropogenic interference with the climate system; (b) Developed countries should take the first steps to do this; (c) Nations have common but differentiated responsibilities to prevent climate change; (d) Nations may not use scientific uncertainty as an excuse for not taking action; and, (e) Nations should reduce their ghg emissions based upon "equity." (UN, 1992)
In the early UNFCCC negotiations, the European Union and Association of Small Island States (AOSIS) advocated establishing a target and timetable to limit emissions by developed countries in the UNFCCC, while the United States and the oil-producing states opposed this idea. (Bodanksy, 2001). Other developing states generally supported targets and timetables, as long as it was clearly understood that these targets and timetables would apply only to developed states. (Bodanksy, 2001)
The UNFCCC has 192 parties, a number that includes almost all countries in the world including the United States which ratified the UNFCCC in 1993.
The UNFCC is a "framework" convention because it has always been expected that additional requirements would be added to the initial framework in updates that are known as "protocols" or in annual decisions of the conferences of the parties (COPs).
Each year as the parties to the UNFCCC meet in COPs , decisions were made that affect the responsibilities of the parties. The UNFCCC COPs were as follows:
• 1995 - COP 1, The Berlin Mandate
• 1996 - COP 2, Geneva, Switzerland
• 1997 - COP 3, The Kyoto Protocol on Climate Change
• 1998 - COP 4, Buenos Aires, Argentina
• 1999 - COP 5, Bonn, Germany
• 2000 - COP 6, The Hague, Netherlands
• 2001 - COP 6 (Continued), Bonn, Germany
• 2001 - COP 7, Marrakech, Morocco
• 2002 - COP 8, New Delhi, India
• 2003 - COP 9, Milan, Italy
• 2004 - COP 10, Buenos Aires, Argentina
• 2005 - COP 11 Montreal, Canada
• 2006 - COP 12, Nairobi, Kenya
• 2007 - COP 13 Bali, Indonesia
• 2008 - COP 14, Poznań, Poland
• 2009 - COP 15, Copenhagen, Denmark
• 2010 - COP-16, Cancun.
Each year nations have meet in COPs to achieve a global solution to climate change and each COP for the most part continued to add small steps toward the goals of the UNFCCC. Yet in all COPs some nations have resisted calls from some of the most vulnerable nations to adopt a solution to climate change that would prevent dangerous climate change.
As the international community approached Cancun, no comprehensive global solution had been agreed to despite the fact that the original negotiations on the UNFCCC began in 1990 with a goal of achieving a global climate change solution. For this reason, Cancun must be understood as the latest attempt in a twenty year history of mostly failed attempts to structure a global solution to climate change.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

BBC + Burial



Uma perfeita neo-etnobotânica...o homem sonha e a obra nasce!

Continue a divulgar e assinar a petição Defendam os rios da Amazónia! 

Já somos 320.000! Mil flores tão lindas como estas para todos os signatários. 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Design sustentável na habitação: mais um apartamento flex



design sustentável

O arquiteto Guto Requena testa na prática um jeito contemporâneo de morar. Seu apartamento, próximo à avenida Paulista, em São Paulo, perdeu paredes para ganhar flexibilidade e inaugurar uma vocação mutante que é a cara das metrópoles, onde o espaço é disputado. Ali, com um simples arrastar de móveis, ele prepara a casa para trabalhar durante o dia ou receber os amigos à noite

Mayra Navarro e Silvia Gomez
Especial Casa Sustentável – 09/2010

O apartamento de Guto Requena tem nome e sobrenome: atende por Bohemian Cyborg, um viés de sua pesquisa sobre modos de morar, desenvolvida no Núcleo de Estudos de Habitares Interativos (Nomads), da Universidade de São Paulo. "Ele é fruto de meu mestrado, uma chance de aplicar o conceito de flexibilidade nos espaços contemporâneos", diz. Na prática, Guto derrubou as paredes internas do imóvel de 79 m2, o que permitiu aproveitar a área ao máximo. As vigas de concreto no teto denunciam os cômodos existentes antes da reforma. "São cicatrizes que contam a história da obra", nota o arquiteto. Assim, ele criou uma espécie de loft reconfigurável, ou seja, os ambientes se definem pela disposição dos móveis e pelo uso do momento. "Organizei a parte mutável em U em torno de um cubo central que concentra banheiro, cozinha e lavanderia."

Nas metrópoles, onde deslocamentos exigem tempo, paciência e combustível, só reduzir as saídas de casa já evita poluição e gasto de energia. Ao acordar, Guto arruma o loft para um dia de trabalho e para receber os sócios, Maurício Arruda e Tatiana Sakurai, e a arquiteta Fabiana Silveira. "A cama vira sofá, e a mesa de jantar, local de reunião", diz Guto, sentado na cadeira preta. Assinado por ele, o mobiliário compõe nove tipos de planta, da distribuição convencional ao modelo festa. Rodízios facilitam a movimentação da cama e das mesas com desenho interativo, o que possibilita vários encaixes. A placa na parede, comprada de um mecânico da região, é mais uma prova da originalidade do arquiteto.

Veja mais fotos do projeto aqui.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O silêncio é a minha maior tentação, por Eugénio de Andrade


"O silêncio é a minha maior tentação. As palavras, esse vício ocidental, estão gastas, envelhecidas, envilecidas. Fatigam, exasperam. E mentem, separam, ferem. Também apaziguam, é certo, mas é tão raro! Por cada palavra que chega até nós, ainda quente das entranhas do ser, quanta baba nos escorre em cima a fingir de música suprema! A plenitude do silêncio só os orientais a conhecem." ~ Eugénio de Andrade