Por outro lado, a atenção para a preservação do ambiente, sobre a eficácia dos sistemas governativos com menor impacto ambiental e para o (in)cumprimento de normas/leis/convenções internacionais sobre ambiente, tem de fazer parte do nosso comportamento social habitual.
Entre as muitas encruzilhadas, há que ter a coragem de privilegiar a qualidade global à quantidade rentável, fácil e imediata e há que apostar em medidas a médio e longo prazo, pois são as que mais se coadunam com a correcção de erros ambientais gravíssimos que temos assistido ao longo destes últimos 40 anos!!
Será que desejamos caminhar para o ecocídio? Haverá em todos nós um espectro de esperança, ou desejamos realmente mudar este estrago todo antes que seja muito tarde??
Os ambientalistas (incluindo educadores, investigadores, empresários, cientistas, filósofos, etc) há muito que debatem estas questões e esperam por uma resposta menos ténue da sociedade política e financeira nacional e global.
Reforma Fiscal Ecológica
Guia para Gestores de Turismo Sustentável

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