sábado, 27 de junho de 2026
Slowdive - Sugar for the Pill
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Radiohead - Nude
quarta-feira, 10 de junho de 2026
I am the Shadow - Pain Come Close
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Placebo - Bruise Pristine RE:CUT
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Steve Jansen and Thomas Feiner - Sow the Salt
terça-feira, 3 de março de 2026
Galaxie 500 - When Will You Come Home
When, when will you come home?
Watchin' TV all alone
Watchin' Kojak on my own
[Chorus]
Staring at the wall
And waiting for your call
When, when will you come home?
Oh, oh-oh
[Verse 2]
Now, I'm crawlin' on the floor
Makin' noises like a dog
Makin' noises you can't hear
[Chorus]
Staring at the wall
And waiting for your call
When, when will you come home?
Oh, oh-oh-oh
[Instrumental Outro]
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Apocalyptica - 'Seemann' feat. Nina Hagen (Rammstein Cover)
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Encontros Improváveis - somos todos parte de um mesmo planeta
The Psychedelic Furs - Angels Don't Cry
- Psychedelic Furs - Angels don't cry (1986 Single version)
- The Psychedelic Furs - Angels Don’t Cry (Early Version 1986) Live (bem diferente na letra e composição)
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Murray Head - Dust in the wind
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Sérgio Godinho - A vida é feita de pequenos nadas
sábado, 29 de novembro de 2025
Rising at Fall - Into The Dark
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Brian Eno - Garden of Stars
Archive - Look At Us
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Imre Van Opstal e Batsheva Dance Company exploram a resiliência humana através da dança
domingo, 18 de setembro de 2022
Música do BioTerra: Xana - Manual de Sobrevivência
terça-feira, 24 de novembro de 2020
Jónsi - Sumarið sem aldrei kom
sexta-feira, 9 de março de 2018
António Lobo Antunes - Bolero do Coronel Sensível Que Fez Amor em Monsanto
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| Gustave Courbet - “La Bacchante” (1844-1847) |
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Música do BioTerra: EX-RZ feat Fenne - Seventeen Seconds (Cure cover)
Seventeen seconds a measure of Life.
A letra descreve um momento de transição — o intervalo exato entre algo que existia e algo que deixou de ser. O título refere-se à brevidade do tempo e à forma como tudo pode mudar, ou terminar, num piscar de olhos. Estes "dezassete segundos" simbolizam a fragilidade da vida e das relações, sugerindo que a felicidade ou a estabilidade são estados efémeros que podem ser medidos em segundos antes que a realidade se torne fria e vazia novamente.
A composição é económica e fragmentada, focando-se na imagem de alguém que está parado, a observar o tempo passar e a sentir que "nada acontece" (nothing happens). Existe um sentimento de paralisia emocional e tédio, onde o indivíduo se sente desligado do mundo ao seu redor. Na versão de EX-RZ e Fenne, este significado é amplificado pela sonoridade downtempo, que prolonga a sensação de melancolia, transformando a música numa reflexão sobre a solidão e a aceitação inevitável de que o tempo é um recurso que se esgota silenciosamente.


