quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nature Picture Library- fotografias e educação ambiental em acção!


O Nature Picture Library foi lançado em 2002 e é uma agência fotográfica especializada representa o melhor a natureza do mundo e fotógrafos da vida selvagem.

O acervo é especialmente forte em retratos de animais e de comportamento, mas inclui também as paisagens e as viagens, as plantas, os povos tribais e imagens que ilustram as questões ambientais.



Se quiseres restringir a busca desta gigante livraria só à Europa, clica aqui



terça-feira, 23 de novembro de 2010

Música do BioTerra: PJ Harvey - Send His Love To Me


[Verse 1]
Lover had to leave me
'Cross the desert plain
Turned to me, his lady
Tell me, "Lover, wait"

[Chorus]
Calling Jesus, please
Send his love to me

[Verse 2]
Oh, wind and rain they haunt me
Look to the North and pray
Send me, please, his kisses
Send them home today

[Chorus]
I'm begging, Jesus, please
Send his love to me

[Verse 3]
Left alone in desert
This house becomes a hell
This love becomes a tether
This room becomes a cell

[Chorus]
Mummy, daddy, please
Send him back to me

[Verse 4]
How long must I suffer?
Dear God, I've served my time
This love becomes my torture
This love, my only crime
Oh, lover, please release me
My arms too weak to grip
My eyes too dry for weeping
My lips too dry to kiss

[Chorus]
Calling Jesus, please
Send his love to me
I'm begging, Jesus, please
Send his love to me

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Frans Lanting - LIFE: A Journey Through Time

Frans Lanting has been hailed as one of the great nature photographers of our time. His influential work appears in books, magazines, and exhibitions around the world. For more than two decades he has documented wildlife and our relationship with nature in environments from the Amazon to Antarctica. He portrays wild creatures as ambassadors for the preservation of complete ecosystems, and his many publications have increased worldwide awareness of endangered ecological treasures in far corners of the earth.

Zona Ecos Humano

A propósito de paixões/escolhas do companheiro/platonismos/segurança emocional e financeira/ segurança e confiança nos braços do(a) companheiro(a), deixo-vos um vídeo de Rufus Wainwright (neste vídeo, além da música, gosto da escultura) e um poema de Pablo Neruda . Falo com muitos jovens e estão desacreditados, por vezes ingénuos, por vezes adiando as uniões e uma vida independente e com falta de vivências na Natureza. Multiplicaram-se imenso o painel de "famílias", o turismo massificado, a cultura do medo (imposto por jornais tablóides e telejornais) e do reality shows, o desrespeito pelos peões, a conversa e o debate nas ruas, nos cafés...Tantas fracturas, tanta precariedade, tudo tão fast...será bom? Estarão os jovens entre os 25-35 anos mesmo felizes e realizados? Em menos de 30 anos, será que aceitamos com resignação uma juventude sub-18 bloqueada? Foi para isso que valeu a pena o neo-liberalismo?



Talvez

 Pablo Neruda
Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,


E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos.

domingo, 21 de novembro de 2010

Kiem -The Moneyman

"Não estimes o dinheiro nem mais, nem menos do que ele vale: é um bom servidor e um péssimo amo."~ Alexandre Dumas


Here comes the moneyman 
Moneyman, number one 
Here comes the moneyman

© ANDY SINCLAIR
A canção "The Moneyman", lançada em 1987 pelo grupo holandês Kiem, funciona como uma sátira feroz ao consumismo desenfreado e à ética corporativa que dominava os anos 80. O texto da música constrói a figura de um personagem quase mítico e desumanizado, o "homem do dinheiro", que atua como o mestre de marionetas de uma sociedade obcecada pelo lucro e pelo status. Através de uma sonoridade mecânica e industrial, a banda descreve um mundo onde os sentimentos e a criatividade são suprimidos em favor da acumulação de capital, transformando o sucesso financeiro na única métrica de valor humano.

A ironia central da obra reside no facto de ser uma música extremamente dançante, com uma batida hipnótica e sintetizadores marcantes, que esconde uma mensagem profundamente cínica. Ao utilizar sons de metais percutidos — uma herança das raízes industriais da banda em Roterdão — o Kiem cria uma atmosfera que remete para uma linha de montagem, sugerindo que o capitalismo transformou a própria existência numa produção em série. Assim, a letra não é apenas um retrato do yuppie da época, mas um aviso sobre a alienação provocada pelo poder, onde o "Moneyman" não é apenas uma pessoa, mas um sistema que tudo compra, tudo vende e tudo consome, reduzindo a experiência humana a uma simples transação comercial.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Novo Estudo Eurobarómetro: Transgénicos são mal vistos pelos portugueses

Os alimentos geneticamente modificados nunca estiveram tão desacreditados em Portugal como agora. Segundo o Eurobarómetro publicado hoje com o título Europeus e Biotecnologia em 2010: Ventos de Mudança?, só 37 por cento dos portugueses encorajam esta tecnologia, longe dos 63 por cento de 1996.

"O apoio para os alimentos geneticamente modificados não tem tendência a subir na Europa. E cada vez mais está associado com dimensões éticas, não só de segurança", explicou ao PÚBLICO Paula Castro, professora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e das Empresas (ISCTE), que fez parte do grupo de trabalhos que elaborou este relatório.

O relatório avaliou o optimismo e pessimismo que as populações dos vários países europeus têm para oito grupos de tecnologias: energia solar, eólica, computadores e tecnologias da informação, o cérebro e o aumento da capacidade cognitiva, a biotecnologia e a engenharia genética, a exploração espacial, a nanotecnolgia e a energia nuclear. Em média, os europeus estão optimistas, tendo uma avaliação positiva de 4,9 em 8 tecnologias. Portugal está com 4,3.

A tecnologia é bem vista, mas as tendências variam com cada aplicação e é aqui que estão "os ventos de mudança". Paula Castro sintetizou o que se está a passar: "Há três dimensões, as tecnologias que poupam o ambiente, que são vistas como muito positivas, as tecnologias relacionadas com a saúde, que, a não ser que haja objecções muito grandes, são vistas como positivas, e depois há as tecnologias relacionadas com a alimentação, que são vistas como negativas."

A preservação do ambiente está na ordem do dia, 57 por cento dos portugueses defendem que é necessário repensar a forma como vivemos para travar as alterações climáticas, mesmo que isso se traduza num menor crescimento económico. O valor está abaixo da média dos 27 países da UE, que é de 64 por cento e longe da Finlândia - 83 por cento da população defende o mesmo.

Isto prediz mudanças? "As opiniões são preditivas do comportamento, mas, além do que as pessoas pensam e gostariam, há muitos factores de contexto que se intrometem. Não são perfeitas, mas não deixam de ter alguma relação com a acção", respondeu a investigadora. Uma grande diferença é que, ao contrário de Portugal, os finlandeses acreditam que o seu governo já levou a sério a questão dos estilos de vida.

O relatório mostra que há um grande desconhecimento sobre as tecnologias emergentes, como a nanotecnologia ou a biologia sintética. Segundo Paula Castro, em Portugal deixa-se a discussão dos novos temas para os círculos científicos e não se lança o debate na esfera pública. Os países mais desenvolvidos, além de discutirem as questões de segurança, abordam vertentes éticas e de regulamentação. "Não estamos habituados ao debate, há pouca informação, há especialistas a favor e contra os temas, ponham-nos a debater." [Fonte: Público, 9/11/10]

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O Educador e a Paz




 

Há quem venda e compre estes sentimentos, narrados no vídeo,  há quem pratique tráfico deles e há quem lucre com a cultura do medo e das guerras.

Mas nada é mais digno, elevado e belo que um bom educador, educador do Bem, seja biológico, adoptivo ou formal!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Chaos * Caos


Estava a ver as imagens do funeral de um menor vigarista, Malcom McLaren, mas parei nesta foto. "Chaos" nos cabelos de Vivianne e de facto, por vezes derroto-me com tanta impunidade, tantos vigaristas de raia grossa a furar a teia do ecos humano e levar-nos não sei bem para onde...Uma foto, para mim, espectacular.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Zona Animal



Que fofinhos estes ornitorrincos!

O Dia Nacional do Mar



O Dia Nacional do Mar celebra-se a 16 de novembro.

Neste dia decorrem várias iniciativas em Portugal tendo em vista mostrar a importância do mar para a economia e para o desenvolvimento nacional.
Importância do mar

O mar assume uma importância estratégica para Portugal, sendo um setor vital para a economia portuguesa e para o produto interno bruto (PIB).

De acordo com dados divulgados em 2013, o mar português dá trabalho a 100 mil pessoas e representa uma riqueza anual de 8 mil milhões de euros.

Origem da data

A celebração do Dia Nacional do Mar teve origem na "Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar", que entrou em vigor a 16 de novembro de 1994. Portugal ratificou o documento em 1997.

Esta convenção é muito importante, pois é a partir dela que são estabelecidos, entre outros, os limites marítimos inerentes à Zona Económica Exclusiva e à Plataforma Continental.

Portugal é um país fortemente ligado ao mar, ficando marcado para a posterioridade como o país dos Descobrimentos marítimos.

Neste dia pode visitar Belém e o Museu da Marinha, por exemplo, onde se realizam iniciativas especiais ligadas à data.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Conheça o maior projeto ambiental do Brasil

Escrito por: Ariani

Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente, cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral para plantar árvores.

O aquecimento global, responsável diretamente pelas mudanças climáticas e por desastres ambientais incontroláveis, traz à tona a urgência de todos brasileiros se mobilizarem para a preservação dos recursos essenciais à vida.
O projeto Plante Árvore sobre Rodas, idealizado pelo Instituto Brasileiro de Florestas, é uma oportunidade para que todos possam colaborar de uma maneira efetiva. Essa mobilização nacional integra meio ambiente, esporte e responsabilidade social.
Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral.
A aventura começará na cidade de Chuí, extremo sul do Brasil, e envolverá três ações principais: o plantio de árvores nativas para o reflorestamento, coleta de 2 milhões de assinaturas sobre “O Direito das Gerações Futuras” para ser entregue na ONU e a locomoção por meio de um veículo ecologicamente correto, a bicicleta.
Os fomentadores do projeto, que irão levá-lo a todas as cidades, são dois dos diretores do Instituto, Wiliam e Higino Aquino. Toda comunidade será convidada a participar dessa ação e levar o projeto adiante, contribuindo com o meio em que vive.
O projeto teve inicio em Londrina, com distribuição de mudas e mobilização com escolas. Uma dessas mobilizações aconteceu sábado, 10 de abril, juntamente com a AIESEC, programa de intercâmbio. O projeto tem duração de três anos, termina na cidade de Oiapoque, extremo norte do país, após ter reflorestado 118 hectares, sendo compensados do ambiente aproximadamente 34 milhões de toneladas de CO2.

domingo, 14 de novembro de 2010

Oppenheimer Analysis - Under Surveillance


Andy Oppenheimer - Oppenheimer Mk II [formerly of Oppenheimer Analysis]


[verso 1]
I walk the streets and reach my home
I call a friend up on the phone
One click, they're listening in
Everything I do is heard and seen

I can't escape their prying eyes
I wish I'd never told those lies

[Refrão]
My life is held in a [?}
Maybe it's true
It could be happening to you
My life is under surveillance
They'll think you're in [?]
It could be happening to you

I have to meet you far away
But they'll still find me anyway
Cause I can run but I can't hide
Fear and pain I feel inside

I can't еscape their prying eyеs
They always see through my disguise

[Refrão] 2X

[verso 1]
I walk the streets and reach my home
I call a friend up on the phone
They never leave me on my own
I know I never walk alone
I can't escape their prying eyes
I wish I'd never told those lies

[Refrão] 

I wish I'd never told those lies (2X)

A canção "Under Surveillance", lançada em 1982 pelo duo britânico Oppenheimer Analysis, é um reflexo perfeito da paranoia, do controle estatal e do medo tecnológico que marcaram o auge da Guerra Fria. Através de uma atmosfera densa e claustrofóbica, a letra aborda a opressão de se viver sob a constante vigilância de forças invisíveis ou agências de inteligência do governo, ecoando diretamente as distopias literárias como o livro 1984, de George Orwell. O vocal propositalmente monótono e robótico de Andy Oppenheimer reforça essa sensação de desumanização, transformando o cidadão comum em apenas mais um dado monitorado pelo sistema.

O grande trunfo da música, especialmente em sua versão para as pistas de dança, reside no forte contraste que ela apresenta. Enquanto a temática lírica lida com a perda absoluta de privacidade e o medo do monitoramento, a linha de sintetizadores analógicos e a batida eletrônica minimalista criadas por Martin Lloyd são contagiantes e dançantes. Essa dualidade era uma marca do movimento minimal wave, funcionando como uma válvula de escape para os jovens da época, que encontravam na música uma forma de exorcizar e dançar sobre suas próprias paranoias e angústias existenciais diante da constante ameaça de um conflito nuclear.

Ao povo do Sahara e a todos os que estão solidários, neste momento de grande dor..e aqui tão perto.


Quia natura mutari non potest, idcirco verae amicitiae sempiternae sunt. [Cícero, De Amicitia 9.32] Como a natureza não pode ser mudada, portanto as verdadeiras amizades são eternas.

Fonte: aqui


O ritual do chá saharaui é beber três copos de chá,  primeiro amargo (como a vida), o segundo doce (como o amor) e o  terceiro suave (como a morte).

sábado, 13 de novembro de 2010

Arquivado processo de classificação da Linha do Tua como património nacional

Vale do Tua

O processo de classificação da linha ferroviária do Tua como “património de interesse nacional” foi arquivado pelos serviços do Ministério da Cultura, segundo um despacho publicado dia 11 de Novembro em Diário da República.
A centenária linha férrea será parcialmente submersa, numa extensão total de 16 quilómetros, por uma barragem que a EDP pretende construir na foz do Tua, próximo da sua junção com o rio Douro.

Uma petição pela classificação da linha tinha sido entregue em Março passado ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). O processo foi formalmente aberto no princípio de Setembro, instituindo, desde então, um perímetro de protecção de 50 metros em torno do eixo da linha férrea, em toda a sua extensão.

Passados dois meses, o processo foi agora arquivado, com base num parecer da Secção do Património Arquitectónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura, segundo o anúncio do Igespar hoje publicado.

A decisão não surpreendeu Daniel Conde, do Movimento Cívico pela Linha do Tua. “Ainda tínhamos esperança de que houvesse alguma voz de razão e alguma decência neste país”, disse ao PÚBLICO. “Mas este país está moralmente falido, não me causou surpresa”, completou.

A campanha pela classificação era mais uma tentativa de travar a barragem da EDP, cuja construção a empresa quer adjudicar ainda este ano. Este projecto é um dos dez contemplados no Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico, que tem vindo a ser contestado por várias organizações ambientalistas.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um estudo científico de elevado interesse: Estamos realmente adaptados às alterações climáticas?


November 1, 2010
Download the PDF press release here
Find the scientific article in Global Environmental Change here
Download the scientific article as a Word document here


McGill Study Asks “Are We Adapting to Climate Change?”

Delegates from around the world are preparing for the UN climate change talks that kick off in Mexico at the end of the month. While debate over emissions targets continues to rage in the wake of last year’s talks in Copenhagen, there is one area where nations agree: we’re going to have to adapt.

Yet despite the newfound interest in adaptation, it remains unclear if adaptation is possible or what challenges we will face. A study released last week in the prestigious scientific journal Global Environmental Change, led by Dr Berrang-Ford at McGill University, sheds light on these questions. Posing the question, Are we adapting to climate change?, the study highlights that adaptation is already taking place and is possible but is piecemeal and ad hoc in nature.
“Human beings will have to adapt to climate change, but there is little evidence of a coherent strategy for adaptation efforts. A strategy or framework for adaptation is clearly needed at international to local levels,” says Dr. Lea Berrang Ford, Assistant Professor of Geography at McGill University. “While we have highly developed methods and frameworks for assessing greenhouse gas emissions within the climate change debate, our ability to track and monitor adaptation is underdeveloped. In the face of the climate changes scientists say we’re already locked into, this is a problem. If we’re to adapt successfully, we have to start taking action now.”
“Most scientific work on adaptation looks at prescriptions or takes a theoretical approach, looking at what needs to be done,” explains the study’s co-author Dr. James Ford. “In this study we actually looked at what has been done to adapt.” The authors will continue to refine their study’s methodology in order to track adaptation progress over time.
“We wanted to take a snapshot of what adaptation is actually occurring, so we developed a technique to rigorously track adaptation progress. One big surprise was that there are fewer reports of adaptation taking place in North America than there are in Africa,” says Ford. However, Ford notes that there is more attention shifting to adaptation and that more reports are now being published that were not ready in time to be included in the McGill review.
“If we are to adapt to climate change, then we need to consider how this can be accomplished as seriously as we debate mitigation,” says Berrang Ford. “What does adaptation look like? Where are our time and money best spent with respect to adaptations? What targets should we aim for?”
“We should be talking not just about ‘Should we mitigate and who should pay?’ but also ‘How do we move forward with the changes that we are locked into?’ and ‘Can we identify new environmental and economic opportunities through adaptation?’. “