Te vinnig Te veel Ek sal al my beloftes breek as jy my net 'n kans kan gee Wie sal vir my liefde maak? Wie sal vir my liefde maak? As die somer so lekker is, hoekom voel ek so fucked?
Ek skyn Ek skyn heilig Onder die straatlig Onder die maanlig Sê vir my as die rewolusie verby is
Geliefdes Ons weet 'n Hond sal altyd na sy braaksel toe terugkeer Moenie so verbaas wees nie Gooi net 'n bietjie vet op die vuur Doos siek en melancholies
Ek skyn Ek skyn heilig Onder die straatlig Onder die maanlig Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek bly verveeld En my bene is seer Ek staan voor jou deur En my kop klop
Genade onbeskryflik groot Ek is die Hel in Bibber en beef die boere bedriëer Die wêreld gaan jou haat, my seun As jy die waarheid praat gaan hulle jou wil doodmaak
Ek skyn Ek skyn heilig Onder die straatlig Onder die maanlig Sê vir my as die rewolusie verby is
Ek bly verveeld En my bene is seer Ek staan voor jou deur En my kop klop
Curiosidade: O nome da banda traduz-se literalmente como "Fck Off Police Car" o que gerou muita controvérsia na África do Sul na época da sua formação em 2003.
A canção "Ek Skyn(Heilig)" é uma das obras mais profundas e críticas do Fokofpolisiekar. Para entender o seu significado, é preciso olhar para o trocadilho no título e para o contexto cultural da banda.
1. O Jogo de Palavras: "Ek Skyn(Heilig)"
O título é um trocadilho brilhante em língua africâner:
"Ek skyn": Significa "Eu brilho".
"Skynheilig": Significa "Hipócrita" (literalmente, alguém que "brilha como um santo" mas não o é).
Ao colocar o "Heilig" (Santo) entre parênteses, a banda sugere que, enquanto tentam "brilhar" ou ser autênticos, a sociedade ou a religião os rotula como hipócritas — ou vice-versa.
2. O Significado e Temas Principais
A letra é um desabafo contra as expectativas da sociedade conservadora sul-africana e a desilusão com a religião institucionalizada.
A Luta contra a Hipocrisia: A música critica as pessoas que mantêm uma aparência de santidade ("brilham") mas vivem vidas vazias ou julgadoras. A banda questiona as normas morais impostas pela geração anterior.
Crise de Identidade: O refrão explora a sensação de estar perdido. Eles cantam sobre não se sentirem em casa e sobre a dificuldade de encontrar a "luz" (verdade) num mundo cheio de falsidade.
Desespero Existencial: Há um tom de cansaço. A música pergunta se vale a pena tentar ser "bom" segundo os padrões de outros quando isso parece inalcançável ou falso.
3. Impacto Cultural
Lançada no álbum Swanesang (2006), esta música tornou-se um hino para a juventude africâner que se sentia alienada pela Igreja Reformada Holandesa e pelo peso histórico do Apartheid. A canção diz, essencialmente: "Eu prefiro admitir que sou imperfeito do que brilhar com uma santidade falsa."
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