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segunda-feira, 1 de junho de 2026
TR/ST - Shoom
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domingo, 29 de março de 2026
clubdrugs - Heart 2 Break
A banda clubdrugs é um duo originário de Chicago, nos Estados Unidos, composto pelos músicos Maria Reichstadt e John Regan. Fundado oficialmente por volta de 2019, o projeto consolidou-se rapidamente na cena underground norte-americana. O seu estilo musical é uma fusão magnética de Goth Pop, Darkwave e Synthpop, caracterizado pelo uso de sintetizadores densos, batidas eletrónicas pulsantes e vocais etéreos que evocam uma nostalgia sombria dos anos 90.
Após alguns anos a lançar singles independentes e a construir uma base de fãs sólida em festivais de música alternativa, a banda atingiu um marco importante na sua carreira no início de 2026. Com o lançamento do seu álbum de estreia, "Lovesick", em março desse mesmo ano pela editora Artoffact Records, os clubdrugs afirmaram-se como uma das vozes mais promissoras da música eletrónica gótica contemporânea, equilibrando temas de melancolia e desejo com uma estética visual e sonora polida.
Melhor som do álbum Lovesick (2026) aqui
Curiosidade (e talvez crítica social por parte da banda)
O termo "club drugs" é muito utilizado para se referir a substâncias recreativas comuns em raves (como MDMA ou Ketamina)
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domingo, 15 de março de 2026
Jiddu Krishnamurti - a reforma que vale é a reforma do indivíduo
Por Tito Lopes
Quando os modelos estão experimentados e falham gradualmente na criação multilateral e igual de abundância e prosperidade, uma sociedade informada, sensata e consciente, deve começar a procurar novos sistemas e modelos, para que prevaleça e prospere .Ou neste caso concreto, ir buscar os exemplos onde está a sabedoria maior , na Natureza, que em muitos bilhões de anos já fez todas as experiências difíceis e criou modelos tão complexos e eficientes, que com toda a nossa tecnologia e estudo empírico, ainda só afloramos superficialmente.
A sabedoria da Natureza está em tudo o que acompanha o nosso quotidiano. Não inventamos nada, só vamos conseguindo ler e reproduzir , com o engenho e criatividade.
Este processo, seja na escala de consciência individual ou colectivo, transversalmente a tudo, deveria ser a base da nossa conduta, aceitando humildemente aquilo que não sabemos e aceitar a sabedoria da natureza, reproduzindo então com estas nossas capacidades que são o que de melhor temos.
Não somos sábios, mas a criatividade e engenho são dos nossos melhores atributos, como espécie .
Estes mesmos atributos trouxeram a um ponto que podemos construir ou destruir a escalas globais. Resida aqui a tal encruzilhada de escolhas .
Não querendo ser pessimista, porque não o sou, mas se não conseguirmos interiorizar isto primeiro e depois aplicar, temo que possa ser cheio de incertezas e perigos, o nosso futuro enquanto espécie neste maravilhoso e fascinante planeta e cosmos .
E que cada um vá dando o seu contributo, na sua escala e realidade, pode ser muito mais significativo do que se pensa .
Seguindo uma frase que diz que o pior erro é não fazer nada por acharmos que é pequeno ou os outros o farão.
Parece-me claro que estamos cada vez mais próximo de uma encruzilhada determinante .
E parece também que ao invés de aprendermos, só reproduzimos os mesmos erros e cada vez com mais consequências drásticas. É exponencial a capacidade que temos de destruir ou construir .
É uma escolha feita de muitas escolhas.
E-Livros de Jiddu Krishnamurti
Todos os livros traduzidos aqui
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Helen Marnie - The Hunter
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Hinfort - No Way Out
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Idadismo? Nunca
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| Uma mulher idosa a caminhar livremente - Porto, Portugal |
Bom primeiro dia de Ano Novo! Happy first day of the New Year!
"Sente-te livre por seres idosa,
ramo de sorrisos e rugas.
O que importa não envelhece na pele,
nem repousa nos lábios.
Não tomes isso como castigo divino.
ramo de sorrisos e rugas.
O que importa não envelhece na pele,
nem repousa nos lábios.
Não tomes isso como castigo divino.
Não rebentes em lágrimas.
O melhor do mundo humano és tu:
acende a lembrança no peito
e fixa o teu rosto na claridade do tempo.
O melhor do mundo humano és tu:
acende a lembrança no peito
e fixa o teu rosto na claridade do tempo.
Os sábios sabem:
não há motivo para luto.
A beleza não é um recipiente,
é o fogo que tremula dentro dele.
A tua alma luminosa
deixa-a inteira à vista,
assim eu te amo ainda mais.
Não te entristeças! Não dês ouvidos
às sentenças dos espelhos!
Tu és a mais bela!
João Soares, 01.01.2026
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
Selah Sue - Reason
- saúde mental, especialmente ansiedade e depressão
- autenticidade e autoaceitação
- direitos humanos e igualdade, incluindo justiça social
Ela tem sido bastante transparente sobre a própria experiência com problemas de saúde mental, ajudando a reduzir o estigma em torno do tema.
Reason é o segundo álbum de estúdio da artista belga Selah Sue. Distribuído pela Warner Music Group, foi editado pela Because Music a 26 de março de 2015.
Reason look at her
(Reason look at her)
And tell her what to do
(What to do)
So she can come back to life
(So she can come back to life)
And won't feel sad no more
(And won't feel sad no more)
She feels lost in her.. darkness
She feels bad in her.. darkness
Give her the reason
Just give her the reason to hold on
Give her the reason
Just give her the reason to hold on
Reason come back to her
Please tell her where to go
So she can find find a place
So she can find a place
Where she won't feel bad no more
She feels lost in her darkness
She feels bad in her darkness
Give her the reason
Just give her the reason to hold on
Give her the reason
Just give her the reason to hold on
In the end she should know
That she is drowning in sorrow, oh
Alone
So let's change her faith
And make all
She feels lost
(In her darkness)
She feels bad
(In her darkness)
Give her the reason
just give her the reason to hold on
Give her the reason
Just give her the reason to hold on
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
Pensamento e Filosofia de Desmond Tutu
![]() |
| "Esperança é conseguir ver que há luz apesar de toda a escuridão." - Desmond Tutu |
Desmond Tutu (07/10/1931
26/12/2021) foi uma das figuras morais mais relevantes do século XX, articulando de forma original a filosofia africana, a teologia cristã e a ética política. O seu pensamento desenvolveu-se sobretudo como resposta a contextos históricos concretos de injustiça estrutural, em particular o regime do apartheid na África do Sul, o que confere à sua reflexão um carácter marcadamente prático e aplicado. Mais do que construir um sistema filosófico abstrato, Tutu propõe uma ética orientada para a transformação social e para a reconstrução da humanidade ferida pela opressão.
26/12/2021) foi uma das figuras morais mais relevantes do século XX, articulando de forma original a filosofia africana, a teologia cristã e a ética política. O seu pensamento desenvolveu-se sobretudo como resposta a contextos históricos concretos de injustiça estrutural, em particular o regime do apartheid na África do Sul, o que confere à sua reflexão um carácter marcadamente prático e aplicado. Mais do que construir um sistema filosófico abstrato, Tutu propõe uma ética orientada para a transformação social e para a reconstrução da humanidade ferida pela opressão.No centro do seu pensamento encontra-se o conceito africano de Ubuntu, que funciona simultaneamente como fundamento ontológico e ético. Segundo esta conceção, o ser humano não é um indivíduo isolado, mas um ser relacional, cuja identidade se constrói no interior da comunidade. A ideia de que “eu sou porque nós somos” expressa uma ontologia relacional que contrasta com modelos individualistas predominantes na tradição filosófica ocidental. Para Tutu, a realização pessoal só é possível quando as relações humanas são justas, solidárias e reconhecedoras da dignidade de todos. O Ubuntu sustenta, assim, uma ética comunitária em que o bem individual não pode ser separado do bem comum.
A noção de dignidade humana ocupa um lugar central nesta perspetiva. Tutu defende que a dignidade é intrínseca e universal, não dependendo de raça, estatuto social, cultura ou reconhecimento jurídico. Nenhum sistema político ou económico pode legitimamente negar a humanidade de um grupo sem, ao mesmo tempo, desumanizar toda a sociedade. Esta convicção fundamenta a sua crítica moral ao apartheid, entendido não apenas como um erro político, mas como uma violação profunda da condição humana, tanto das vítimas como dos opressores. A partir daqui, o pensamento de Tutu aproxima-se das éticas dos direitos humanos, rejeitando qualquer relativismo cultural que pretenda justificar a exclusão ou a violência.
Um dos contributos mais relevantes de Desmond Tutu para a reflexão ética e política contemporânea é a defesa da justiça restaurativa. Esta abordagem ganhou expressão institucional na Comissão da Verdade e Reconciliação da África do Sul, que Tutu presidiu após o fim do apartheid. Ao contrário da justiça retributiva, centrada na punição do culpado, a justiça restaurativa procura reconhecer a verdade, responsabilizar moralmente os perpetradores e, sobretudo, reparar as relações sociais destruídas pela violência. A justiça deixa de ser entendida apenas como aplicação da lei e passa a ser concebida como um processo de cura social, no qual a memória, o reconhecimento do sofrimento e o diálogo desempenham um papel fundamental.
Neste contexto, o perdão assume uma dimensão ética e política central. Para Tutu, perdoar não significa esquecer nem negar a gravidade do mal cometido. O perdão pressupõe a verdade e a responsabilização, mas recusa a perpetuação do ressentimento como base da vida coletiva. Trata-se de um ato moral exigente, que rompe ciclos de vingança e cria condições para uma convivência futura. O perdão é, assim, entendido como uma forma de práxis transformadora, capaz de libertar tanto as vítimas como os ofensores da lógica da violência contínua.
A relação entre religião, ética e política é outro eixo fundamental do pensamento de Tutu. Embora profundamente enraizado na tradição cristã, ele rejeita uma separação absoluta entre fé e esfera pública. A religião, na sua perspetiva, deve funcionar como consciência crítica da sociedade, denunciando estruturas de injustiça e interpelando o poder quando este viola a dignidade humana. A sua célebre frase resume bem esta posição:“Se és neutro em situações de injustiça, escolheste o lado do opressor.” A neutralidade perante a injustiça é, para Tutu, uma forma de cumplicidade moral, o que levanta importantes questões filosóficas sobre responsabilidade ética, compromisso cívico e o papel das convicções morais na vida pública.
Em síntese, o pensamento de Desmond Tutu pode ser compreendido como uma ética da interdependência humana, fundada no Ubuntu, na dignidade universal e na convicção de que a justiça deve restaurar, e não apenas punir. A sua reflexão permanece particularmente актуada em contextos de pós-conflito, nos debates sobre memória histórica, reconciliação e direitos humanos, bem como na educação para a cidadania democrática. Trata-se de uma filosofia que, partindo de uma experiência histórica concreta, propõe princípios com clara relevância universal, convidando à construção de sociedades mais justas, solidárias e humanas.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
School of Seven Bells - I Got Knocked Down (But I'll Get Up)
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sábado, 6 de dezembro de 2025
Freak Slug - Friday
segunda-feira, 21 de julho de 2025
Ane Brun - To Let Myself Go
To let myself flow
Is the only way of being?
There′s no use telling me
There's no use taking a step back
A step back for me
A música "To Let Myself Go" de Ane Brun trata, de forma poética e emocional, da libertação interior e do processo de aceitação de si mesmo. A canção fala sobre o desafio de baixar as defesas, permitir-se sentir, e abandonar o controlo — não como sinal de fraqueza, mas como um passo necessário para encontrar paz ou amor verdadeiro.
Libertar-se emocionalmente
O refrão "To let myself go, to let myself flow" sugere o desejo de se libertar de amarras internas — de expectativas, medo ou dor — e simplesmente "fluir" com a vida, aceitar o que vem.
Dor e Cura
Há uma nota de vulnerabilidade: a letra expressa a dificuldade de se entregar emocionalmente, especialmente após experiências dolorosas. Isso pode ser interpretado como alguém que aprendeu a se proteger demais, e agora tenta reaprender a confiar e se abrir.
"To just be me" (ser apenas eu) mostra que a música também fala de autenticidade — parar de se esconder atrás de máscaras e permitir-se ser quem se é, sem medo. É um tipo de transformação espiritual ou pessoal.
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domingo, 18 de setembro de 2022
Música do BioTerra: Xana - Manual de Sobrevivência
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sábado, 10 de abril de 2021
I am the Shadow - On Winter Leaves Embrace
domingo, 30 de agosto de 2015
Música do BioTerra- The Avener: "To Let Myself Go ft. Ane Brun"
To let myself go...free!
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sexta-feira, 13 de março de 2015
Rubem Alves - O corpo amoroso é o corpo onde mora um jardim
Há terapeutas que dizem àqueles que os procuram: “é preciso que se ame mais a si mesmo…”. E o pobre entrega-se, então, à impossível tarefa de se tornar objecto de amor para si mesmo. Esse foi o terrível erro de Narciso… Só há uma forma de nos amarmos a nós mesmos: quando perdemos a consciência de nós mesmos por estarmos totalmente cheios com a beleza do mundo. ~ Rubem Alves
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Quandos as abelhas inspiraram o músico: A. Pasculli: Le Api para oboe e pianoforte (1874)
Um bom dia para tod@s. Procuremos a paz dentro de nós para estarmos em paz e paciência, e assim emergir a criatividade e o colectivo mais forte.
domingo, 19 de junho de 2005
Encontros Improváveis: This Mortal Coil e Clarice Lipector
"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: - E daí? Eu adoro voar! Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre" ~ Clarice Lispector
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| Foto por Nosalai |
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