sexta-feira, 12 de junho de 2026
November Ultra - Silencio (feat. Patrick Watson)
segunda-feira, 23 de março de 2026
IKON - The Garden of the Lost
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Aiko Sakamoto
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Belgrado - Jeszcze Raz
sábado, 17 de janeiro de 2026
Agent Side Grinder - This is Us
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Fever Ray - Keep The Streets Empty For Me
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
José González - Against the Dying of the Light
domingo, 11 de janeiro de 2026
Night in Athens - Words Unspoken
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
Blonde Redhead com David Sylvian - Messenger
No wonder you are always lost
If a messenger you must be known
Then with messages you must return
To be seen by demanding hands
And touches of jealous men
Invisible and forgivable
To all their secret hands
Be it so be quick
Don’t run just walk and walk and walk
Don’t loose yourself to decorate
Somewhere on your wall
Cause somewhere in your mind
You know you are doing fine
Holding secret hair locks
You’ll pluck before you hide
So how can I keep anything to myself
So how can I keep any of these to myself
So how can I keep anything to myself
Behind those clouds
I’m almost home
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Darkwood - Vieil Armand
- Memória e luto histórico: a música parece querer preservar a lembrança dos soldados caídos, resistindo ao esquecimento. A letra lamenta que “depois de cem anos ninguém mais sabe” — ou seja, a maioria das vítimas e sacrifícios foram esquecidos com o tempo.
- Crítica ao horror da guerra e à futilidade da morte em massa: ao associar “paz”, “vida” e “silêncio eterno”, a canção transmite o absurdo da guerra — vidas perdidas, dor repetida, paisagens marcadas por destruição.
- Reflexão sobre sacrifício e memória coletiva: usar o nome real de um campo de batalha famoso dá peso simbólico; transforma a música numa homenagem histórica, quase ritualística — um lembrete de que muitas mortes anônimas moldam a história e, sem memória, correm o risco de serem apagadas.
- Ligações com identidade, dor e natureza: Darkwood, conforme descrito por fãs e sites, costuma lidar com “temas históricos ou psicológicos”, traumas de guerra, a influência de eventos extremos na psique individual — hanseando entre passado, tradição, natureza e tragédia.
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Cocteau Twins - How to Bring a Blush to the Snow
A canção “How to Bring a Blush to the Snow”, dos Cocteau Twins, faz parte do álbum Victorialand (1986), um dos trabalhos mais etéreos e contemplativos da banda. Gravado sem o baixista Simon Raymonde, o disco apresenta uma sonoridade leve, dominada por guitarras cristalinas e ambientes sonoros quase imateriais, que criam a sensação de um espaço gelado e luminoso, entre a melancolia e o sonho. A faixa em particular destaca-se pelo seu clima de fragilidade e pela forma como as guitarras parecem “tremeluzir”, acompanhando a voz de Elizabeth Fraser — uma voz que não narra, mas se transforma num instrumento emocional.
Como em quase todas as canções dos Cocteau Twins, as letras são enigmáticas, por vezes ininteligíveis, e o significado é mais sugerido do que dito. O título, “How to Bring a Blush to the Snow” (“Como fazer a neve corar”), evoca a ideia de dar cor, calor ou vida a algo frio e imaculado. Pode ser lido como uma metáfora para o despertar da emoção num ambiente de silêncio e distância, ou como a tentativa de introduzir humanidade e ternura num mundo de gelo — literal ou simbólico. Há quem veja na canção uma meditação sobre o renascimento e a delicadeza, uma paisagem sonora onde o frio se dissolve aos poucos pela presença de algo vivo.
Em Victorialand, as referências à neve, ao vento e às paisagens árticas são recorrentes, e esta faixa parece representar o momento em que a natureza começa a mudar, quando o gelo ganha um leve rubor — o presságio da primavera ou do afeto. Mais do que transmitir uma mensagem concreta, a canção convida o ouvinte a uma experiência sensorial: é sobre sentir a beleza efémera do calor que toca o frio, do silêncio que ganha voz. O seu significado, como o próprio mundo dos Cocteau Twins, reside menos nas palavras e mais na emoção que provoca.
No no no no no (I did everything) (I want a banana) But it’s driving me bonkers (I did everything) (I want a banana) Every beddie time he cries (I want a banana) (I want a banana) They mostly never soothe them (Oh wonderful food-ah) (Oh wonderful food-ah) I did everything I did everything No no no no no (I did everything) (I want a banana) But it’s driving me bonkers (I did everything) (I want a banana) Every beddie time he cries (I want a banana) (I want a banana) They mostly never soothe them (Oh wonderful food-ah) (Oh wonderful food-ah) I did everything (The fold-over, proper cheeks, I got …) I did everything (… Be firm, I said “It’s very fattening!”) (oh) Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Rotondedissima Rotondo tondo tondo rotondo Don’t know, hurry, hurry (Oh wonderful food-ah) Siss, I miss your commentary (Oh wonderful food-ah) Any time he cries (You ate a banana) (You ate a banana) They mostly never soothe them (You ate a banana) (You ate a banana) Oh wonderful food-ah Oh wonderful food-ah Someone hurry, hurry (Oh wonderful food-ah) Siss, I miss your commentary (Oh wonderful food-ah) Any time he cries (You ate a banana) (You ate a banana) They mostly never soothe them (You ate a banana) (You ate a banana) Oh wonderful food-ah (The fold-over, proper cheeks, I got …) Oh wonderful food-ah (… Be firm, I said “It’s very fattening!”) Tondo Bravo Rota, did ya see you move a mondo Tondo Bravo Rota, did ya see you move a mondo
terça-feira, 4 de novembro de 2025
I Am The Shadow - The Wide Starlight
domingo, 12 de outubro de 2025
Poema aos Jovens da Geração Alfa
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| Foto: Greg Ponthus |
sexta-feira, 20 de junho de 2025
Palavras Que Não Ferem
terça-feira, 17 de junho de 2025
O avanço da Intorelância e o Silêncio da Empatia
sexta-feira, 23 de maio de 2025
A Suécia e o Desmantelamento Silencioso
terça-feira, 8 de outubro de 2024
Seis Lobos – Elegia no Gerês
Seis lobos uivam,
Seus ecos perdidos,
Entre as montanhas e o vento cruel.
Caçadores de lua,
Olhos faiscando como brasas,
Correndo pela vida,
Liberdade desenhada nas patas.
Mas o aço feito por 3 homens cortou o silêncio,
Como trovão no céu sem estrelas,
Chacina sem piedade,
Manchando a terra que outrora os nutria.
Seis corpos sem voz,
E o Gerês em luto,
Folhas murmuram canções tristes,
Rios choram a sua perda.
Quem escutará o lamento da montanha?
Quem lembrará o uivo perdido?
Seis lobos, caídos,
Agora parte da terra,
Elegia que o tempo jamais esquecerá.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
PJ Harvey: Tiny Desk Concert
sexta-feira, 28 de julho de 2023
Música do BioTerra: James Blake - I Never Learnt To Share
But I don't blame them
But I don't blame them
My brother and my sister don't speak to me
But I don't blame them
But I don't blame them



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