terça-feira, 7 de outubro de 2008

Steven Pinker bota a culpa na Tábula Rasa


O livro "Tábula Rasa" de Steven Pinker defende que todos os seres humanos nascem com certos traços inatos. Aqui, Pinker fala sobre sua tese, e porque algumas pessoas a acharam revoltante.

Resenha: tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana

Documentário: O que andam a pulverizar pelo Mundo? Chemtrails… os rastos químicos.



Os aviões produzem contrails (rastos de condensação). Libertados por aviões comerciais normais, estes rastos resultam das diferenças de temperatura dos gases emitidos pelas turbinas e desaparecem segundos depois da sua formação. Já a palavra “chemtrail” significa “rasto químico”. Os chemtrails são criados intencionalmente, sendo formados por toxinas e metais pesados, dispersos deliberadamente através de aviões especialmente preparados. Aparecem em altitudes inferiores e permanecem ali durante horas no céu. Os chemtrails contêm metais pesados e outras substâncias prejudiciais para os seres humanos, animais e plantas; frequentemente peixes e pássaros apareceram mortos em grandes quantidades (envenenamento através de chemtrails).

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Sobre publicidade verde e lavagem verde (greenwash)


Exemplo claro de anúncio de lavagem verde: basta visitar o sítio da Rainforest Action Network The Problem with Palm Oil e retirar as conclusões.

A Greenpeace escolheu o Dia da Terra de 2008 para o lançamento do projecto Stop Greenwash, para expor algumas práticas de lavagem verde da indústria. O sítio inicialmente concentra-se em em três casos emblemáticos: a campanha norte-americana a favor do carvão limpo; a General Motors e a indústria nuclear.
A página permite a qualquer um o envio de exemplos de lavagem verde, como anúncios de TV e de revistas, para que seja montada uma biblioteca online. Os subscritores também poderão votar. A página também conta com um fórum de discussão e dicas para promover acções online com o objectivo de atingir essas empresas e pressioná-las a eliminar suas práticas enganadoras. A forma mais comum de lavagem é pela publicidade, mas também pode envolver diversas ferramentas de relações públicas: da formação de grupos de discussão a patrocínio de eventos verdes. A Greenpeace estabeleceu quatro critérios específicos para melhor avaliar um empreendimento e práticas de marketing: 

 1.Publicidade 
Usar publicidade específica ou campanhas de relações públicas para exagerar uma conquista ambiental e desviar a atenção para o real problema, ou ainda gastar mais dinheiro em publicidade para divulgar conquistas ambientais do que na solução do problema. 

 2. Negócio sujo 
Anunciar um programa ou produto ambiental enquanto que o produto da empresa ou seu negócio principal é essencialmente poluente ou insustentável. 

 3. Jogo político 
Anunciar, falar sobre ou usar grupos de pressão para divulgar compromissos verdes da empresa enquanto faz lóbi nos bastidores contra leis ou regulamentação ambientais.

4. Leis 
 Anunciar produtos como sendo conquistas ambientais quando eles são obrigatórios por lei. 
 A Greenpeace usou pela primeira vez o termo lavagem verde (greenwash, em inglês) em 1990, quando o uso de publicidade verde começou a crescer nas empresas, devido à pressão feita sobre elas sobre questões como destruição das florestas tropicais, destruição da camada de ozono, aquecimento global e depósito ilegal do lixo tóxico. 

domingo, 5 de outubro de 2008

As alterações climáticas estão a um ritmo 100 vezes mais elevado que a adaptação de muitas espécies


Os intervalos de adaptação das espécies terão que mudar drasticamente como resultado da mudança climática entre agora e 2100, porque o clima vai mudar 100 vezes mais rápido que a velocidade com que as espécies podem se adaptar, de acordo com um estudo recém-publicado por pesquisadores da Universidade de Indiana. O estudo, que incide sobre as cascavéis norte-americanas, considera que a taxa de mudança no futuro habitat adequado será de duas a três ordens de magnitude maior do que a variação média ao longo dos últimos 300 milénios, uma vez que incluiu três grandes ciclos glaciares e variação significativa no clima e temperatura.

Pleistocene Climate, Phylogeny, and Climate Envelope Models: An Integrative Approach to Better Understand Specie' Response to Climate Change 

sábado, 4 de outubro de 2008

A Domesticação da Sociedade, por José Gil


Excelente artigo de José Gil na Visão de 2 de Outubro de 2008, que passo a transcrever.

A DOMESTICAÇÃO DA SOCIEDADE
O que é que se está a passar? Nada. Vivemos entre dois países opostos. Num, existe uma sociedade dinâmica, em franco progresso, em mudança sempre para melhor em todos os domínios, educativos, laboral, económico, administrativo, tecnológico. No outro, o quotidiano parece cada vez mais duro e insuportável, há insegurança, assaltos,degradação da qualidade de vida, corrupção, ameaças de crise financeira. Criou-se uma clivagem entre os dois, ou há um que é real e o outro imaginário? Colocar assim a questão é construir um quadro artificial relativamente ao nosso vivido. É certo que vivemos um pouco esquizofrenicamente, mas naquele nada que separa os dois mundos algo se passa subterraneamente. Acontece, antes de mais, que o português voltou à inércia e à passividade face ás transformações inelutáveis que abalaram a sua existência como destino. A esse estado de espírito acrescentou-se recentemente um processo de interiorização do novo modo de vida a que a modernização o vai condenando. Um grupo social tornou-se emblemático desta conjuntura: o dos professores. A sua situação não mudou. Justificaria ainda a saída à rua de 100 mil pessoas. Mas, precisamente, uma tal manifestação seria hoje impensável. O Governo e o ME ganharam. Os espíritos estão parcialmente domados. Quebrou-se-lhes a espinha, juntando ao desespero anterior um desespero maior. O ambiente das escolas é agora de ansiedade, com a corrida ao cumprimento das centenas de regulamentações que desabam todos os dias do Ministério para os docentes lerem, interpretarem e aplicarem. Uma burocracia inimaginável, que devora as horas dos professores, em aflição constante para conciliar com uma vida privada cada vez mais residual e mesmo com a preparação das lições, em desnorte com as novas normas (tal professor de filosofia a dar aulas de baby sitting em cursos profissionalizantes), tudo isto sob a ameaça da despromoção e do resultado da avaliação que pode terminar no desemprego. COMO FOI ISTO POSSIVEL? Como foi possível passar da contestação à obediência, da revolta à servidão voluntária como lhe chamava La Boétie? Indiquemos um só mecanismo que o Governo utiliza: a ausência total de resposta a todo o tipo de protesto. Cem mil pessoas na rua? Que se manifestem, têm todo o direito. Quanto a nós, continuaremos a enviar-lhe directivas, portarias, regulamentos a cumprir sob pena de…(existe a lei). Ausentando-se da contenda, tornando-se ausente, o poder torna a realidade ausente e pendura o adversário num limbo irreal. Deixando intactos os meios da contestação mas fazendo desaparecer o seu alvo, desinscreve-os do real. É uma técnica de não-inscrição. Ao separar os meios do alvo, faz-se do protesto uma brincadeira de crianças, uma não–acção, uma acção não performativa. Esta reduz-se a um puro discurso contestário, esvaziado do conteúdo real a que reenviava (é o avesso, no plano da acção, do enunciado performativo de Austin: um acto que é um discurso). Resultado: o professor volta à escola, encontra a mesma realidade, mas sofre um embate muito maior. É essa a força da realidade. É essa a realidade única. E é preciso ser realista. Assim começa a interiorização da obediência (e, um dia, do amor à servidão). NO PROCESSO de domesticação da sociedade, a teimosia do primeiro-ministro e da sua ministra da Educação representam muito mais do que simples traços psicológicos. São técnicas terríveis de dominação, de castração e de esmagamento, e de fabricação de subjectividades obedientes. Conviria chamar a este mecanismo tão eficaz, a desactivação da acção. É a não-inscrição elevada ao estatuto sofisticado de uma técnica politica, à maneira de certos processos psicóticos.


Foto: Apresentação/Debate do livro: Portugal Hoje - O Medo de Existir , Évora, Abril, 2005

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Repensar EUA e seu lugar no mundo


Lia-se no blogue de António Cerveira Pinto , numa postagem de 15 de Agosto de 2008, que os Estados Unidos e Europa têm que mudar de vida quanto antes, tornando-se mais eficientes no uso da energia, menos consumistas e mais produtivos. Para aí chegar terão que abandonar alguns famosos instrumentos outrora cruciais ao seu exercício imperial, mas que já hoje são caros e irrelevantes, ou caminham para a falência: G8, FMI, Banco Mundial e Organização Mundial de Comércio. Para poder retomar a paridade estratégica que está a caminho de perder, Estados Unidos e Europa só dispõem de uma alternativa: voltar ao proteccionismo comercial, ainda que seguindo modelos selectivos, porventura originais.(...)
Numa palavra, a estratégia da supremacia imperial praticada pelos Estados Unidos faliu e só poderá dar desgostos a quem a seguir. A Europa de Leste foi entalada pela sua própria estupidez e pela falta de tino e capacidade de decisão da União Europeia.



quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Música do BioTerra: Amália Rorigues - Grito

"Grito" foi a canção que Amália quis que fosse tocada no seu funeral.


Silêncio
Do silêncio faço um grito
O corpo todo me dói
Deixai-me chorar um pouco

De sombra a sombra
Há um céu tão recolhido
De sombra a sombra
Já lhe perdi o sentido

Ao céu
Aqui me falta a luz
Aqui me falta uma estrela
Chora-se mais
Quando se vive atrás dela

E eu
A quem o sol esqueceu
Sou a que o mundo perdeu
Só choro agora
Que quem morre já não chora

Solidão
Que nem mesmo essa é inteira
Há sempre uma companheira
Uma profunda amargura

Ai, solidão
Quem fora escorpião
Ai, solidão
E se mordera a cabeça

Adeus
Já fui pra além da vida
Do que já fui tenho sede
Sou sombra triste
Encostada a uma parede

Adeus
Vida que tanto duras
Vem morte que tanto tardas
Ai, como dói
A solidão quase loucura

Adeus
Vida que tanto duras
Vem morte que tanto tardas
Ai, como dói
A solidão quase loucura

Dia Internacional da Resistência Não Violenta

“Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem”. Frase de Bertold Brecht.
Dia Mundial da Resistência Não Violenta celebra-se a 2 de Outubro. Dia da Resistência Não Violenta pretende mostrar que se pode lutar pelo que se acredita sem recorrer à violência.

De acordo com os defensores da resistência não violenta, a luta deve ser baseada no diálogo e em manifestações pacíficas. Nunca em circunstância alguma recorrer à violência.

A Resistência Não Violenta (ou Ação Não Violenta) é a prática de exercer uma força para atingir uma meta sociopolítica através de um protesto simbólico, de não cooperação económica ou política, de desobediência civil e outros métodos, sem o uso da violência.
A Resistência Passiva é uma variedade de resistência não violenta, e é um termo usado, às vezes, de forma imprecisa como um sinónimo da mesma. Isto implica a resistência por inércia ou de conformidade não enérgica, em oposição à resistência por atividade de antagonismo. Satyagraha é uma refinada variedade de resistência não violenta desenvolvida por Mohandas Gandhi. Trata-se de uma iniciativa voltada para a educação para a paz, solidariedade e respeito pelos Direitos Humanos.
Como celebrar o Dia da Resistência Não Violenta
Este é uma oportunidade para dialogar com os seus alunos acerca da violência, o que é, como se desenvolve, os diversos tipos de violência, quais as formas e mecanismos que a podem parar, etc. Dê especial ênfase ao bullying, algo que lhes pode ser mais familiar e compreensível.
Proporcione debates, faça dinâmicas de grupo sobre este tema, promova jogos de cooperação e de trabalho em equipa.
Entretanto, trabalhar pela cultura da Não Violência nas escolas é um objetivo fundamental da ONU visando que as crianças e adolescentes possam aprender a valorizar princípios como o respeito, a tolerância, o diálogo e a solidariedade, porque a cultura da Paz faz-se nas pequenas ações do dia a dia.
Outro objetivo é fazer desta causa e ideal uma referência nas sociedades através de pequenas ações individuais mais pacíficas, lembrando que ser pacífico não é ser passivo, é agir de forma coerente e firme, norteados pelos ideais de rejeição de qualquer forma de violência.
Como outras estratégias de mudança social, ações de não violência podem surgir de diversos modos e graus. Elas podem incluir, por exemplo, uma variedade de formas como a guerra de informações, protesto artístico, lóbi, resistência à impostos, boicotes ou sanções, combate legal/diplomático, sabotagem de materiais e equipamentos,etc.
Alguns especialistas em não violência referem que muitos movimentos adotaram métodos de ação não violenta pragmáticos como uma maneira eficaz conseguir objetivos sociais ou políticos, distinguindo os métodos da ação não violenta daqueles de características morais da não violência ou dos outros de não dano.
Frases de Mahatma Gandhi sobre a Paz
  1. "Verdade, pureza, autocontrole, firmeza, coragem, humildade, unificação, paz e renúncia. Essas são as qualidades herdadas de uma pessoa que resiste." 
  2. "O mais perfeito acto do homem é a Paz. E por ser tão completo, tão pleno, em si mesmo, é o mais difícil."
  3. "As pequenas boas coisas parecem não ser nada, mas elas trazem a paz. Assim são as flores do campo que acreditamos não terem perfume, mas que, juntas, perfumam..."
Em 30 de Janeiro, na data do falecimento de Mahatma Gandhi, celebra-se o Dia Escolar Não-Violência e da Paz, um dia criado em 1964 pelo poeta e educador espanhol Llorenç Vidal.

Este Dia foi proclamado através da Resolução 61/271 adotada na Assembleia Geral da ONU a 15 de junho de 2007.
Documentos
Resolução 61/271 sobre o Dia Internacional da Não Violência adotada na Assembleia Geral da ONU [en]

terça-feira, 30 de setembro de 2008

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Exposição Cerâmica Terras de Argila, próximo sábado, Matosinhos

Peça de Teresa Freitas

Terras de Argila
Exposição de Cerâmica
Teresa Freitas e Manuela Bravo

Convidam V. Exª a assistir à inauguração da exposição de cerâmica que terá lugar no Espaço Ana Santos, no dia 4 de Outubro pelas 16h00.
A exposição estará aberta ao público até 31 de Outubro das 10h00 às 19h00.
Espaço Ana Santos, Rua Álvaro Castelões, 72 , Matosinhos.
(junto do Mercado de Matosinhos; paragem do Metro Mercado de Matosinhos)

Peça de Manuela Bravo

Música do BioTerra: Laurence Revey - De L'Atri La (Pastourelle)



Laurence Revey usa a palavra falada como um instrumento, transformando várias emoções em sons audíveis, às vezes suaves, às vezes guturais, e integra-os na sua música até as palavras e a música se tornar um, criando uma experiência musical única. Mesmo que a cantora seja originária do cantão de Valais, trabalhou com grandes produtores, como Arto Lindsay (David Byrne dos Talking Heads, Laurie Anderson), do Islandês Valgeir Sigurdsson (Björk), Dr. Das (Asian Dub Foundation), Hector Zazou (Real World), e especialmente Bardi Johansson (Gang Bang) , mas nunca perdeu a ligação da sua música ao mais tradicional de Valais nativa.

sábado, 27 de setembro de 2008

Resultados do 1º Desafio Intermodal no Porto


(clique na imagem para ampliar)
No dia 22 de Setembro, o Dia Sem Carros, deu-se a primeira corrida intermodal no Porto, organizada pelo GAIA.
A corrida intermodal ou desafio intermodal pretende avaliar,de um modo lúdico, a eficiência em tempo, consumos de energia e de emissões de gases poluentes (e de efeito de estufa) os diferentes modos de mobilidade urbana.
No caso do Porto, inicialmente estavam previstos quatro concorrentes: Bicicleta, Carro, Transporte Público e A Pé. Depois foram acrescentados mais dois: a Mota e a combinação Bicicleta+Metro.
Os participantes reuniram-se no local de partida, a rua António Bernardino Almeida em frente ao Instituto Português de Oncologia. O início estava previsto para as 18h mas foi adiado devido ao atraso do concorrente Carro.
Este ainda teve que estacionar a sua viatura num local adequado e dirigir-se a pé para o local de partida, segundo as regras do concurso.
A partida deu-se as 18h15.
Os concorrentes Bicicleta e Mota partiram com os seus veículos directamente do local, pois os tinham consigo. Isso pareceu adequado para a Bicicleta, embora duvidoso no caso da Mota.
Os concorrentes Transporte Público e Metro+Bicicleta rumaram para a estação de Metro logo ali ao lado onde pouco depois passou uma composição. Tiveram sorte com este percurso, por não terem que recorrer a autocarros. De notar que desde há pouco tempo é possível levar a bicicleta no metro a qualquer hora.
O concorrente Carro dirigiu-se para o local onde o tinha estacionado, na rua da Circunvalação e começou a descer as ruas do Porto.
O local de chegada era a Casa da Horta, outro dos organizadores do evento. Como fica junto ao rio, sabia-se do inicio que a força da gravidade iria ajudar a bicicleta. Mas há muitos outros factores em jogo.
A Bicicleta, imune ao trânsito da hora de ponta, chegou em primeiro lugar, com 18 minutos. Em segundo lugar chegou o concorrente Transporte Público, que saiu na estação de metro de São Bento e continuou o caminho a pé.Demoraram 24 minutos.
Em terceiro chegou o Metro+Bicicleta, com 26 minutos. A aparente contradição
entre estes e o anterior deveu-se ao facto de este ter perdido tempo a comprar o bilhete andante para o metro.
Em quarto chegou a Mota logo seguida do Carro, ambos com 27 minutos. O Carro passou em frente à Casa da Horta antes do terceiro classificado mas depois ainda teve que procurar um lugar para estacionar, e regressar a pé.
Finalmente em sexto chegaram os concorrentes A Pé, que fizeram um passeio agradável pela cidade quase a esquecer que tinham um objectivo. Demoraram 99 minutos mas isso também se deve ao facto de terem feito paragens pelo caminho.
Cada percurso foi acompanhado com um GPS de bolso, para uma averiguação do caminho percorrido. Ver o mapa.
Alguns depoimentos:
Mara, A Pé: Para quem foi a pé, o caminho foi agradável! Exceptuando as partes onde os passeios são estreitos para os peões e o fumo dos carros entranha-se nas conversas, foi agradável passear pelos jardins, encontrar pessoas conhecidas, parar para ver a arquitectura do prédio, ou o pormenor da esquina....No final fica o sentimento de este meio de transporte, os pés, são os que melhor contemplam o espaço por onde se caminha e ao mesmo tempo, mais interactivo com o meio social. No entanto, não é conveniente para grandes distâncias e com horários para cumprir!

Pedro Gonçalves, Transporte Público: Quem foi de transportes públicos, teve a sorte de apanhar logo o metro no IPO. O metro estava consideravelmente cheio. Engraçado verificar que encontramos vários revisores, em várias paragens. Estavam, com certeza, a tentar apanhar alguém que tivesse a ousadia que no dia sem carros os transportes públicos seriam de graça. A câmara do Porto mostra mais uma vez quais são as suas prioridades. Nem transportes de graça, muito menos cidade sem carros. Engraçado também verificar, no entanto, que na fantástica, e não muito ecológica, corrida do red bull algumas ruas foram cortadas ao transito. Irónico.

Joana Cruz, Metro+Bicicleta: O uso do metro, neste caso específico, não se revela vantajoso... no entanto se o caminho fosse o inverso o metro seria, seguramente, a opção mais fácil, menos cansativa e mais relaxada! nas horas de ponta, por experiência, em quase qualquer parte do porto, não é muito agradável levar a bicicleta porque há um grande número de pessoas e torna-se mais incómodo e mais
stressante, do que ir, com calma, mm numa subida, em cima da bicicleta, ou a empurrá-la no passeio, encontrando pessoas conhecidas, respirando um ar mais
leve (apesar de tudo), e vendo um sem número de coisas agradáveis pelo caminho.

João, Bicicleta (e primeiro classificado) : Para quem foi de bicicleta, vários benefícios teve: o tempo, fresco, ajuda bastante a pedalar; o caminho, grande parte a descer, permite descansar em cima do selim. Acrescenta-se ainda a sorte com os semáforos, que foram todos cumpridos, e o estacionamento à porta, fica em aberto um desafio para o sentido contrário de forma a tirar as dúvidas. [Fonte:Gaia]

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Do Telégrafo para a Internete: 80 associações e ONG de caridade aderentes aos Programas Informáticos Livres ( Open Source Software)


Jason, que possui um blogue formidável, como aprender na internete de forma gratuita, deu-me a conhecer esta hiperligação The Top 80 Charities for Open Source and Open Access Advocates. Explica ele na sua postagem: You should go right this very second and check out all the open goodness! (Deve ir já imediatamente e ver com os seus olhos toda esta bondade, genuínamente livre e gratuita!). Está tudo dito.



quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O genoma da demosponja A. queenslandica oferece a pista sobre as origens dos seres multicelulares

NATURE the A. queenslandica Genome and the Evolution of Animal Complexity


As Esponjas são um antigo grupo de animais que divergiram de outros metazoários mais de 600 milhões de anos atrás. Aqui apresentamos a seqüência do genoma projecto de Amphimedon queenslandica, uma demosponge da Grande Barreira de Corais, e mostrar que ela é extremamente semelhante ao genoma outro animal na estrutura, conteúdo e organização. Análise comparativa possibilitada por esses quencing do genoma de esponja revela eventos genómicos ligados à origem e evolução inicial dos animais, incluindo o surgimento, expansão e diversificação do pan-metazoários fator de transcrição, via de sinalização e genes estruturais. Este "kit de ferramentas" diversificado de genes correlaciona-se com os aspectos críticos de todos os planos corporais dos metazoários, e compreende o controle do ciclo celular e crescimento, desenvolvimento somático e de células germinativas especificação, adesão celular, imunidade inata e alorreconhecimento. Notavelmente, muitos dos genes associados com o surgimento de sare animal também implicado no cancro, que surge de defeitos em processos básicos associados a multicelularidade metazoários