sábado, 15 de novembro de 2008
Palestra: Ernst Götsch - O universo, a sucessão ecológica e as agroflorestas
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Uncontacted Tribes - Breve documentário da Survival 2007
Parte 1/2
Parte 2
Muitos deles estão a viver em permanente fuga, fugindo de invasões de suas terras pelos colonos, madeireiros, fazendeiros petrolíferas e criadores de gado. Eles têm muitas vezes visto os seus amigos e famílias morrer às mãos de forasteiros, em massacres não denunciados ou epidemias.
Esta é sua história.
Saber mais, consultando o projecto e acompanhando as campanhas em:
Uncontacted Tribes
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Campanha 1 milhão de sementes para o Vale do Coa
Datas: 15 de Outubro de 2008 a 15 de Março de 2009 (iguais períodos entre 2009 e 2013)
Mais informações aqui
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Educação Ambiental no Youtube - Smithsonian National Museum of Natural History
Contudo, o Museu pretende o aumento de público, divulgando os seus projectos, exposições e seminários noutras formas de comunicação. Neste caso, abrindo um canal no Youtube, inaugurado a 2 de Maio de 2007.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Dia Mundial da Ciência pela Paz e o Desenvolvimento
Direito Ambiental e Política- curso ministrado por Holly Doremus
Embora incidindo, em parte, sobre o direito ambiental nos EUA (National Environmental Policy Act, Clean Air Act, and Clean Water Act) é interessante a forma como Holly Doremus perspectiva uma interacção com o federalismo ambiental e diferentes níveis de regulação da autoridade e sistema político na aplicação da lei.
Vídeo completo de todas as lições , cerca de 1h 15 min., realização UCBerkeley Youtube
Ler mais
Artigos científicos de Holly Doremus
Blogue recomendado
Biolaw
domingo, 9 de novembro de 2008
120 mil professores, 120 mil Portugueses na rua
E voltou-se a fazer história. Depois de em Março, 100.000 professores terem descido a Avenida da Liberdade, Lisboa foi hoje invadida por 120.000, naquela que será a maior manifestação de professores jamais realizada em Portugal.[Fonte: Expresso Multimedia]
sábado, 8 de novembro de 2008
Musica do BioTerra: Paulo Bragança- Remar, Remar (versão em fado dos Xutos & Pontapés)
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Playing For Change - Stand By Me
"Stand By Me", gravada originalmente por Ben E. King em 1961 e composta em parceria com Jerry Leiber e Mike Stoller, é um dos maiores clássicos da história da música contemporânea. No seu cerne, o significado da canção gira em torno da fidelidade, do apoio incondicional, da amizade e do amor verdadeiro, funcionando como um hino à resiliência humana através dos laços afetivos.
A letra utiliza metáforas grandiosas e apocalípticas ligadas à natureza para demonstrar que nenhum obstáculo é insuperável quando se tem alguém de confiança por perto. Ao cantar que não chorará mesmo que o céu desabe ou que as montanhas desmoronem no mar, desde que a outra pessoa permaneça ao seu lado, o narrador expressa como a presença de um companheiro - seja um parceiro romântico, um amigo ou um familiar - confere a força necessária para enfrentar as maiores crises e incertezas da vida sem medo.
A génese da canção encontra-se fortemente enraizada na tradição gospel norte-americana, tendo sido inspirada num hino religioso clássico chamado "Lord, Stand by Me". Ben E. King pegou nessa base espiritual, que originalmente pedia o amparo de Deus nos momentos de provação, e adaptou-a para um contexto secular, focando-se na solidariedade e no amor terreno entre os seres humanos.
Este significado expandiu-se e ganhou uma nova camada de leitura em 1986, com o lançamento do filme homónimo realizado por Rob Reiner (intitulado Conta Comigo em Portugal), baseado numa obra de Stephen King. Ao acompanhar a jornada de crescimento e as provações de quatro jovens amigos, a música tornou-se o símbolo definitivo da amizade pura, da lealdade e do companheirismo que marcam a transição para a vida adulta. Em última análise, "Stand By Me" permanece como um apelo universal à ligação humana, relembrando-nos de que a vulnerabilidade faz parte da vida, mas que o apoio mútuo é o escudo mais poderoso que possuímos.
Cartoon- Quero entrar na política
John Perkins. “Portugal está a ser assassinado, como muitos países do terceiro mundo já foram”
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Obama e o Ambiente
Obama venceu! Parabéns a Obama e ao povo norte-americano! No presente é já uma eleição Histórica.
Vale a pena verificar que a LCV é claramente pró Obama.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A Crise no seu Labirinto
O Ambiente vai ser vítima da crise financeira? No desenrolar do novelo confuso e emaranhado, deste desmoronar de sonhos especulativos à escala planetária, ouvem-se recados e sentenças, embora poucas soluções duradouras. E algumas vozes, declaram já a necessidade de recentrarmos tudo na economia. Agora temos que pensar no que é prioritário bradam políticos e empresários. Nem o facto de terem sido incapazes de prever ou prevenir o que quer que fosse, embalados que estavam na bonomia do crescimento mundial alimentado pelas bolsas eufóricas, priva essas personagens graves de uma aura de autoridade, gurus perplexos com pouca vontade de revelar culpas e fraquezas. E o ambiente passa a secundário! Nessa linha, é reveladora a decisão dos ministros da economia da União Europeia, solicitando à Comissão que aligeire, ou esqueça, as quotas de emissões de gases atribuídas à indústria, primeiro passo para enterrar o plano europeu contra as alterações climáticas. Admiram-se?
Contemos com mais iniciativas do género nos próximos tempos!
Trata-se de miopia, da irremediável. Existe uma crise económica (ou só financeira) que é conjuntural, muito embora contendo traços que denunciam qualquer coisa de mais profundo. E existe uma crise ecológica, global também e indesmentível. Estrutural.
Muitos analistas acusam o capitalismo bolsista globalizado de se ter desligado totalmente da economia real. O entusiasmo dos especuladores baseou-se durante décadas, alegremente, em produtos que verdadeiramente não existiam e em créditos sem condições reais de retorno. Os mercados de futuros inventavam dinheiro sobre operações e inovações que nem sequer existiam…nem estavam para existir! A banca de investimentos mundializada esqueceu o presente e desvalorizou o trabalho e a produção efectiva de bens. Quer dizer, perdeu-se do chão que pisava. Mas verdade (inconveniente?) é que a própria economia, há muito tempo se desconectou também da sua base real, daquilo que temos por recursos naturais, subavaliando e gastando o capital natural finito— base última de toda a economia.
Desse capital natural dever-se-ia retirar, com parcimónia, parte dos juros que nos oferece, em água, em atmosfera, em solos, em biodiversidade, em minerais, em florestas, em sistemas que asseguram o suporte da vida. Só que a ideologia do crescimento» assim não viu…consumindo mais do que a Terra pode dar e comprometendo equilíbrios dinâmicos sem os quais o progresso da Humanidade não é possível. Vivemos assim e de forma bem concreta …acima das nossas posses. Que o agora tão condenado (mas incentivado por governantes e pensadores económicos durante anos) "capitalismo de casino", tenha dado de si e encravado numa curva sinuosa de hipotecas e empréstimos duvidosos, não pode ser motivo de pasmo. Se a própria definição técnica da riqueza das nações ignora os serviços dos sistemas naturais e até promove como activos os actos predatórios sobre esses sistemas ecológicos!
Recuar no combate às causas das alterações climáticas, no combate à perda de biodiversidade, na alteração dos rumos em energia, terá efeitos trágicos. Lembrem-se ao menos do que diz o Relatório Stern sobre o que pode vir a ser a crise económica real provocada pelas mudanças do clima— não são (tranquilizem-se!) conclusões de ecologistas militantes! Mais uma vez: precisa-se de conciliação e ligação entre Economia e Ecologia. Também para evitar as lógicas de curto prazo, visões do lucro trimestral (de uns poucos) avassalando tudo o resto. Não foi essa, afinal de contas, a causa do buraco onde agora nos encontramos?
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Animais salvam o Planeta - Fábulas em vídeo, amigas do ambiente
Podem visualizar os vídeos no Youtube
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
A Geração dos Pais Confusos
sábado, 1 de novembro de 2008
Sobre o 1º de Novembro, por Paulo Borges
Celebra-se hoje o Halloween ou o céltico Samhain, conectado com o Dia de Todos os Santos e com o Dia de Finados da cultura cristã. Tradicionalmente esta é uma noite onde se abrem as portas que separam os mundos visíveis e invisíveis e estes comunicam entre si, permitindo que seres e forças estranhas rompam os frágeis muros do mundo e da racionalidade humana, sempre em busca de se fechar e isolar por medo de conviver com as potências cósmicas do sagrado selvagem, manifestas na forma de animais, demónios e deuses. Hoje foi também o dia em que a maioria dos deputados eleitos pelos portugueses, esquecidos de que nos representam e não aos partidos nem às corporações económico-financeiras, abriram as portas à maior violência fiscal da nossa história e deram mais um passo para a destruição do país. Hoje muitos andarão disfarçados de bruxas, demónios e vampiros, mas as verdadeiras forças das trevas reuniram-se na Assembleia da República, vestidas de fato e gravata, chegando e partindo em BMWs e Audis, para antecipar a votação e fugir dos protestos da tarde. Este foi o verdadeiro horror deste dia. Não o desejo, porque sou pela não-violência, mas temo que estejam a juntar achas para a grande fogueira que um dia destes, num imenso Halloween, vai incendiar este sistema podre.





