sábado, 13 de setembro de 2014
A noite
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Bagaço da azeitona pode virar matéria-prima para biocombustível
Cientistas e engenheiros da Universidade Tecnológica de Viena estão trabalhando numa brilhante estrutura de aço de quase dois andares. Trata-se de uma "usina de gasificação" de nova geração, tecnologia em que a universidade foi pioneira, algumas décadas atrás. Ela transforma biomassa em gás, usado na produção de eletricidade na Áustria e em outros países europeus.
O problema atual dessa fonte energética é a aquisição da biomassa para alimentar as usinas. Devido ao contínuo aumento dos preços de madeira e das plantas empregadas na produção de biocombustível, a tecnologia não consegue competir com outros combustíveis renováveis ou com os fósseis. Assim, a União Europeia está patrocinando um projeto para transformar em biocombustível o bagaço resultante do fabrico de azeite de oliva.
O pesquisador Stefan Müller integra a equipe da Universidade Tecnológica que explora esse potencial energético. Ele alinha sobre sua mesa garrafas com resíduos de azeitonas: alguns são facilmente identificáveis como restos dos frutos, outros mais parecem areia de praia escura. Essa "areia", que Müller denomina "olivina", é a matéria-prima das centrais de gasificação.
"O operador do moinho de azeite quer tirar o que puder da azeitona. Ele faz de tudo para extrair o máximo possível", comenta o pesquisador. "No final, sobram esses resíduos, onde quase não há mais nenhum óleo. É como o lixo dos moinhos de azeitonas, mas ainda contém uma grande quantidade de energia."
Fonte: Deutsche Welle 23.05.2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Música Bioterra- Todo cambia (original Julio Numhauser e Francisco Ibarra)
Cambia lo superficial
Cambia también lo profundo
Cambia el modo de pensar
Cambia todo en este mundo
Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia el más fino brillante
De mano en mano su brillo
Cambia el nido el pajarillo
Cambia el sentir un amante
Cambia el rumbo el caminante
Aunque esto le cause daño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia, todo cambia
Cambia, todo cambia
Cambia el sol en su carrera
Cuando la noche subsiste
Cambia la planta y se viste
De verde en la primavera
Cambia el pelaje la fiera
Cambia el cabello el anciano
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Pero no cambia mi amor
Por mas lejos que me encuentre
Ni el recuerdo ni el dolor
De mi tierra y de mi gente
Y lo que cambió ayer
Tendrá que cambiar mañana
Así como cambio yo
En esta tierra lejana.
Ouvir também com Mercedes Sosa
Homenagem a Mercedes Sosa - Todo cambia
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Encontros Improváveis: Rick Robin- Tempest e Eugénio de Andrade - Fragmento do Homem
Fragmento do Homem
Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi transformando o homem num objecto com preço marcado. Estrangeiro a si próprio, surdo ao apelo do sangue, asfixiando a alma por todos os meios ao seu alcance, o que vem à tona é o mais abominável dos simulacros. Toda a arte moderna nos dá conta dessa catástrofe: o desencontro do homem com o homem. A sua grandeza reside nessa denúncia; a sua dignidade, em não pactuar com a mentira; a sua coragem, em arrancar máscaras e máscaras.
Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi transformando o homem num objecto com preço marcado. Estrangeiro a si próprio, surdo ao apelo do sangue, asfixiando a alma por todos os meios ao seu alcance, o que vem à tona é o mais abominável dos simulacros. Toda a arte moderna nos dá conta dessa catástrofe: o desencontro do homem com o homem. A sua grandeza reside nessa denúncia; a sua dignidade, em não pactuar com a mentira; a sua coragem, em arrancar máscaras e máscaras.
E poderia ser de outro modo? Num tempo em que todo o pensamento dogmático é mais do que suspeito, em que todas as morais se esbarrondam por alheias à «sabedoria» do corpo, em que o privilégio de uns poucos é utilizado implacavelmente para transformar o indivíduo em «cadáver adiado que procria», como poderia a arte deixar de reflectir uma tal situação, se cada palavra, cada ritmo, cada cor, onde espírito e sangue ardem no mesmo fogo, estão arraigados no próprio cerne da vida?
Desamparado até à medula, afogado nas águas difíceis da sua contradição, morrendo à míngua de autenticidade - eis o homem! Eis a triste, mutilada face humana, mais nostálgica de qualquer doutrina teológica que preocupada com uma problemática moral, que não sabe como fundar e instituir, pois nenhuma fará autoridade se não tiver em conta a totalidade do ser; nenhuma, em que espírito e vida sejam concebidos como irreconciliáveis; nenhuma, enquanto reduzir o homem a um fragmento do homem. Nós aprendemos com Pascal que o erro vem da exclusão.
Eugénio de Andrade, in 'Os Afluentes do Silêncio'
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Alex Hershaft: Sobreviveu ao Holocausto para defender os animais
Neste documentário com quase uma hora, Alex Hershaft estabelece a relação entre o Holocausto e os direitos dos animais. É mais do que a voz da experiência de um judeu que sobreviveu à ‘limpeza’ do Gueto de Varsóvia, é um dever: “Eu tenho o dever de chamar a atenção da sociedade para esta tragédia”.
O polaco Alex Hershaft tem 81 anos e é famoso por ser um dos mais idosos ativistas da causa animal, mas menos famoso é o motivo que o levou a defender quem não tem voz.
Em 1950, ainda antes de completar 6 anos de idade, Alex Hershaft foi um dos poucos judeus que conseguiu escapar à ‘limpeza’ do Gueto de Varsóvia, feita pelo regime nazi. Este menino foi dos poucos, entre os mais de 380 mil judeus do gueto, a conseguir evitar a deportação para o campo da morte de Treblinka.
E é precisamente na condição de sobrevivente do Holocausto que Alex Hershaft, o fundador da FARM (uma das maiores associações de defesa dos direitos dos animais nos EUA) em 1981, estabelece uma relação direta entre o horror do genocídio e os direitos de quem não tem voz para se defender: os animais.
“O uso de comboios de carga para transporte, as caixas de madeira rudimentares como abrigo, o tratamento cruel e a deceção de impedir o assassinato, a eficiência de processamento e o distanciamento emocional dos agressores e as pilhas de membros do corpo são testemunhos mudos das vítimas das quais um dia fizeram parte”, argumentou Hershaft.
Em From the Warsaw Ghetto to the Fight for Animal Rights , este sobrevivente do Holocausto responde ainda a quem o critica por comparar as vítimas humanas, como os judeus, com os animais.
“A reação negativa geralmente deve-se à percepção de que as vidas [humanas] teriam igual valor às de porcos e vacas. E nada é tão verdadeiro. O que nós estamos fazendo é usar o senso comum para denunciar a crueldade do pensamento opressor, que permite que os humanos perpetuem atrocidades sobre outros seres vivos, sejam eles judeus, bósnios, tutsis ou animais”, explicou.
"Apesar da minha idade avançada”, Alex Hershaft não hesitou em realizar este testemunho corajoso: “Eu aceito riscos porque, como um sobrevivente do Holocausto, eu tenho o dever de chamar a atenção da sociedade para esta tragédia".
Documentário da Semana- All Wars Are Bankers' Wars
A parte escrita, em Inglês e muito bem documentada, encontra-se em "What Really Happened"
Também encontrei a tradução aqui
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Conheça o chip que pode acabar de vez com os testes em animais
Tecnologia ‘Órgãos-em-Chips’ reproduz o funcionamento de órgãos humanos e deve se tornar uma opção eficaz para testes de remédios e de cosméticos
| Fonte: Revista Galileu, 31/7/14 |
Há tempos os cientistas vêm buscando uma alternativa aos testes em animais – além da questão ética derivada do sofrimento das cobaias, a própria comunidade científica reconhece sua ineficiência. O motivo? Na maior parte das vezes, o funcionamento do organismo de um rato ou de um coelho se mostra diferente do metabolismo humano. Mesmo sendo parecidos estruturalmente com outros mamíferos, nós somos muito mais complexos. A recém-criada startup Emulate promete aposentar de vez a técnica, por meio de um chip que reproduz com fidelidade a fisiologia dos órgãos humanos.
Até o momento, os cientistas conseguiram reproduzir com sucesso pulmão, fígado, intestino, rim e medula óssea, mas garantem que os microchips são adaptáveis a todos os órgãos. A meta é, eventualmente, recriar o corpo humano inteiro com os chips, integrados em um sistema que contenha fluido com células imunológicas. Assim, será possível avaliar efeitos bioquímicos, metabólicos e genéticos de um novo fármaco em células específicas e também suas consequências no organismo como um todo.A tecnologia recebeu o nome de Organs-on-Chips (Órgãos-em-Chips), e foi desenvolvida por uma equipe de bioengenheiros do Instituto Wyss, ligado à Universidade de Harvard. Basicamente, são dispositivos miniaturizados que contêm minúsculos canais preenchidos com células e tecidos humanos vivos, cultivados em um fluido que garante as mesmas condições do corpo humano. “A plataforma fornece, pela primeira vez, uma janela para dentro do funcionamento interno dos órgãos humanos, sem a necessidade de invadir um corpo vivo”, disse em comunicado James Coon, CEO da nova empresa e também um dos membros do grupo de Harvard.
Além de tornar obsoletos os testes em animais e garantir resultados muito mais rápidos e seguros, a tecnologia pode também proporcionar avanços significativos na área de medicina personalizada. “Isso vai abrir novos caminhos para desenharmos tratamentos com células-estaminais verdadeiramente personalizados, baseados no perfil genético único de cada paciente, contido em seus próprios e individualizados Órgãos-em-Chips”, disse Shlomo Melmed, do hospital Cedars-Sinai, um dos financiadores da iniciativa.
Neste vídeo em inglês, os bioengenheiros falam sobre a tecnologia e seus potenciais. Confira no sítio da revista.
domingo, 7 de setembro de 2014
Massive Attack ft. Tracey Thorn (Brian Eno Mix) - Protection
sábado, 6 de setembro de 2014
Música do BioTerra: Haruko - Carousel
Haruko com a sua guitarra cria um mundo doce e inocente, ligando-nos através da sua voz aos sentimentos mais puros e íntimos do nosso ser. Lembra-nos como podemos viver em paz em torno de uma música simples e bela.
sleep, sleep my little baby
moonlight on the apple-trees
glow-worms on the little daisies
they light your sweet dreams
you're in the carousel, you're in the carousel, in the carousel of dreams now
you're in the carousel, in the carousel, in the carousel of dreams
where shiny ponies carry your sleepy, your sleepy little soul to moon
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Mais doenças, mais lucro
À medida que o mundo moderno continua a consumir doenças – toxicidade ambiental, alimentos geneticamente modificados, gordura TRANS, excesso de sódio, açúcar, farináceos industrializados, conservantes, agrotóxicos, corantes etc. – as consequências à saúde se tornam mais prevalecentes e difíceis de se ignorar. Para a indústria farmacêutica , entretanto, não poderia ser melhor. A escalada de doenças colocou as fabricantes de remédios como uma das mais rentáveis do planeta. Com dúzias de escolhas de drogas para cada tipo de sintoma existente ou doença crônica, a indústria se equilibrou no fato de produzir bilhões de dólares mesmo com a saúde continuando a declinar vertiginosamente. O mais irônico de tudo isso é que a imensa maioria dos medicamentos fabricados é designada para tratar doenças que podem ser corrigidas por simples mudanças no estilo de vida, tais como adoção de métodos corretos de exercícios físicos e dieta alimentar.
No caso do Diabetes, por exemplo, a indústria farmacêutica tem estudos que prevêem faturamento de mais de 23 bilhões de dólares nos próximos 20 anos nos tratamentos dos estimados 280 milhões de novos pacientes diagnosticados com a doença.
Um estudo da American Heart Association estima que em 2030, cerca de 40% dos adultos americanos apresentarão algum tipo de doença cardíaca, incluindo comprometimento de artérias coronárias (angina, infarto), hipertensão arterial e acidente vascular cerebral (derrame), entre outras. O estudo não leva em conta mudanças no estilo de vida e que poderiam ser suficientes para evitar o surgimento dos problemas. O custo dos procedimentos médicos (medicamentos, cirurgia, tratamentos específicos etc) serão três vezes maiores do que os de hoje, no mínimo. A estimativa é que doenças cardíacas passem a custar cerca de US$ 1 trilhão por ano. Não é difícil se imaginar para onde vai a maioria desses recursos. Logicamente os principais premiados são os fabricantes dos remédios.
Não surpreendentemente, existe forte ligação entre doenças coronarianas e diabetes do tipo II. Estudos já bem documentados mostram que adultos portadores de diabetes são de duas a quatro vezes mais propensos a desenvolverem doenças cardíacas do que a população sem diabetes. Os principais fatores de risco para o desenvolvimento desses problemas incluem o tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta alimentar desregrada. Ora, se a indústria alimentar produz grandes “venenos” para se comer, usando a media para incentivar o aumento de peso, a indústria do tabaco continua a todo o vapor e nada se faz para educar a população quanto à adoção de hábitos de vida salutar, como imaginar que a SAÚDE venha a prevalecer? É claro que muitos lucram com a indústria da doença. …e que se danem os outros.
* Sergio Vaisman é médico especialista em Cardiologia e Nutrição, formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
As ditaduras tecnológicas futuras por ALDOUS HUXLEY, entrevista em 18.05.1958
Aldous Huxley (1894 — 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley. Passou parte da sua vida nos Estados Unidos, e viveu em Los Angeles de 1937 até à sua morte, em 1963. Huxley produziu um total de 47 livros ao longo de sua vida entre os quais está o famoso "Brave New World"
Fonte: Movimento de Democracia Directa
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Antonio Turiel Documental Decrecimiento
It looks like we learned nothing from the 21st century, as the powers that be are approaching looming civilisational collapse by cranking up the gears on the very machine which caused it. We’re re-entering a period of dog-eat-dog in a resource scarce world, which could result in the return of serfdom.
That’s the warning from Antonio Turiel, physicist and a mathematician who works as an environmental scientist at the Institute of Marine Sciences at the CSIC in Spain. On this big picture episode, we cover everything from fossil fuel production to re-armament to male supremacy, with Antonio cutting through noisy data to reveal exactly how resource scarcity is driving the violent shift in global politics, and what we can expect to happen in the coming years including military colonisation, food shortages, oil crashes, and rampant inequality.
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Encontros improváveis : The Chameleons e Albert Einstein - A Necessidade do Desarmamento
A Necessidade do Desarmamento
"A realização do plano de desarmamento tem sido prejudicada principalmente por ninguém se dar verdadeiramente conta da enorme dificuldade do problema em geral. A maior parte dos objectivos só são atingidos a passos lentos. Basta pensar na substituição da Monarquia absoluta pela Democracia! É um objectivo que convém atingir depressa.
Com efeito, enquanto não for excluída a possibilidade de guerra, as nações não prescindirão de se prepararem militarmente o melhor possível, para poderem enfrentar vitoriosamente a próxima guerra. Nem tão-pouco se prescindirá de educar a juventude nas tradições guerreiras, de alimentar a comezinha vaidade nacional aliada à glorificação do espírito guerreiro, enquanto for preciso contar com a possibilidade de vir a fazer uso desse espírito dos cidadãos na resolução dos conflitos pelas armas. Armar-se significa precisamente afirmar e preparar a guerra e não a paz! Portanto, não interessa proceder ao desarmamento gradual mas radicalmente, de uma só vez, ou nunca.
A realização de tão profunda modificação na vida dos povos tem como condição um enorme esforço moral e o abandono de tradições profundamente enraizadas. Quem não estiver preparado para, em caso de conflito, fazer depender o destino da sua pátria incondicionalmente das decisões dum tribunal internacional de arbitragem, não está verdadeiramente decidido a impedir a guerra. Aqui só há uma solução: ou tudo ou nada.
Não se pode negar que os esforços até agora realizados para garantir a paz não foram coroados de êxito por aspirarem a compromissos insuficientes.
Desarmamento e segurança só se podem alcançar se ambos forem considerados interdependentes. A segurança só estará garantida quando, todas as nações se comprometerem a cumprir as decisões internacionais.
Encontramo-nos, portanto, numa encruzilhada. De nós depende seguirmos o caminho da paz ou continuarmos trilhando o da força bruta, indigno da nossa civilização. Dum lado esperam-nos a liberdade dos indivíduos e a segurança das comunidades, de outro lado ameaçam-nos a servidão para os indivíduos e o aniquilamento da nossa civilização. O nosso destino será tal qual nós o merecermos."
E-Livro: Como Vejo o Mundo
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
Bioplástico feito por cascas de banana
Conheça Elif Bilgin, vencedora do Scientific American Science in Action Award e também premiada pelo Voter's Choice Award for the Google Science Fair 2013.
Querendo reduzir a poluição na sua cidade natal, Istambul, Elif fabricou um novo bio-plástico amigo do ambiente que usa casca de banana - um material orgânico - em vez de fontes de petróleo tradicionais.
Bio-Based Plastics from Agricultural Waste - Andrea Kruse
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014
A tempestade da bondade

Rick Robin, artista visual neo-futurista, lança mão das novas tecnologias computorizadas e traz-nos neste vídeo uma arquitectura dinâmica de imagens oníricas e surreais que nos falam dum porvir abençoado.
Concordantemente sublime a interpretação em “arpeggio” da vocalista romena Adda Kaleh.
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