Após a dissolução de A Life in the Day, Shields e Ó Cíosóig formaram My Bloody Valentine no início de 1983 com o vocalista principal David Conway. Conway, que se apresentou sob o pseudónimo de Dave Stelfox, sugeriu uma série de nomes de bandas em potencial, incluindo Burning Peacocks, antes de o trio escolher My Bloody Valentine.[4] Shields, desde então, alegou que não sabia que My Bloody Valentine era o título de um filme canadiano de terror quando o nome foi sugerido.[2]
É importante notar que, nos My Bloody Valentine, a voz (neste caso, de Bilinda Butcher e Kevin Shields) é tratada como um instrumento adicional e não como o centro da mensagem.
As vozes estão propositadamente baixas na mistura, enterradas sob as guitarras.
O significado reside mais na textura e no sentimento (vulnerabilidade, sussurros, hipnose) do que nas palavras exatas. A ideia é que o ouvinte sinta a música antes de a compreender intelectualmente.
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