terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Joan Baez - Txoria Txori


Hegoak ebaki banizkioNeria izango zenEz zuen alde egingo
Hegoak ebaki banizkioNeria izango zenEz zuen aldegingo
Bainan, honelaEz zen gehiago txoria izangoBainan, honelaEz zen gehiago txoria izango
Eta nikTxoria nuen maiteEta nikTxoria nuen maite
Hegoak ebaki banizkioNeria izango zenEz zuen aldegingo
Bainan, honelaEz zen gehiago txoria izangoBainan, honelaEz zen gehiago txoria izango
Eta nikTxoria nuen maiteEta nikTxoria nuen maite

Tradução

Pássaro Pássaro
Se eu tivesse cortado as asas dele
Teria sido meu
Não teria voado

Se eu tivesse cortado as asas dele
Teria sido meu
Não teria voado

Mas, assim
Não seria mais pássaro
Mas, assim
Não seria mais pássaro

E eu
Amava o pássaro
E eu
Amava o pássaro

Se eu tivesse cortado as asas dele
Teria sido meu
Não teria voado

Mas, assim
Não seria mais pássaro
Mas, assim
Não seria mais pássaro

E eu
Amava o pássaro
E eu
Amava o pássaro

Liberdade e identidade em "Txoria Txori", letra de Joxean Artze, cantado por Mikel Laboa e lançada em 1974, no álbum Bat-Hiru

A música "Txoria Txori", de Mikel Laboa, usa a imagem do pássaro para discutir a relação entre amor e liberdade. O verso “Hegoak ebaki banizkio / Nerea izango zen / Ez zuen aldegingo” (Se eu tivesse cortado suas asas / Seria meu / Não teria ido embora) mostra o conflito entre querer prender quem se ama e respeitar sua autonomia. A canção foi composta durante o regime franquista, período em que o idioma basco era proibido. Por isso, o pássaro também simboliza a identidade basca, que só pode existir plenamente se for livre.

A repetição de “Eta nik / Txoria nuen maite” (E eu amava o pássaro) reforça a ideia de que o verdadeiro amor está em aceitar o outro como ele é, sem tentar limitar sua liberdade. O poema, que Mikel Laboa  encontrou por acaso e transformou em músicae transformou em música, traz uma mensagem universal sobre liberdade, autenticidade e respeito. "Txoria Txori" se tornou um símbolo de resistência cultural e um lembrete de que tentar controlar alguém ou uma cultura leva à perda do que há de mais precioso.
(concerto ao vivo em 1988, em Bilbao)

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