
Domingo, 31 de Janeiro de 2010
Portugal em Fotos, por Concelhos

David Sylvian - Let the happiness in
I'm waiting on the empty docks
Watching the ships come in
I'm waiting for the agony to stop
Oh, let the happiness in
I'm watching as the gulls all settle down
Upon the empty vessels
The faded whites of their wedding gowns
The songs of hopeless selflessness
The cold December Sun
A cold that blisters
The hands of a working man
Wasted
I'm waiting on the empty docks
Watching the ships roll in
I'm waiting for the agony to stop
Oh, let the happiness in
Listen to the waves against the rocks
I don't know where they've been
I'm waiting for the sky to open up
And let the happiness in
Oh, let the happiness in
Oh, let the happiness in
'Cause it's coming
Coming home
Let the happiness in
Oh, let the happiness in
Sábado, 30 de Janeiro de 2010
Environmental Performance Index 2010 - Portugal desceu um lugar

A última vez que falámos do Environmental Performance Index (EPI), foi em Janeiro de 2008 no post intitulado Portugal e o Environmental Performance Index (Índice de Desempenho Ambiental) 2008 e mais tarde, em Julho do mesmo ano no post Portugal em 18.º lugar no mundo do ambiente. Por essa ocasião, Portugal ocupava a posição 18 na lista daqueles que mais respeitam o ambiente, num ranking de 149 países. Este ano, de acordo com o Environmental Performance Index 2010, divulgado ontem no Fórum Económico Mundial de Davos, Suíça, Portugal desceu uma posição, passando para a 19.ª posição, sendo que desta vez o ranking diz respeito a 163 países.
Portugal acabou por ficar atrás de países como a Islândia (1), a Costa Rica (3), Colômbia (9) ou Chile (16), mas à frente da Espanha (25), Dinamarca (32), Luxemburgo (41) ou Estados Unidos da América (61).
O EPI é um índice de desempenho ambiental que avalia 25 parâmetros diferentes agrupados em dez categorias que incluem a saúde ambiental, a qualidade dos ar, a gestão da água, a biodiversidade e o habitat, as florestas, pescas, agricultura e as mudanças climáticas. Os efeitos na saúde humana e nos ecossistemas em cada uma destas categorias são também avaliados pelo EPI.
De acordo com a notícia avançada pelo Diário de Notícias (ver notícia na integra) consubstanciada pelos dados que podem consultar no Environmental Performance Index 2010 , é nas políticas da floresta e das pescas que Portugal apresenta os melhores resultados, com notas de 100 e 97,3 respectivamente, numa escala de 0 a 100.
Também nas políticas da água, com uma nota de 98,6, o País marca pontos. Acesso à água e saneamento básico são áreas fortes de Portugal.
Já os impactos da poluição do ar nos ecossistemas e a protecção da biodiversidade e dos habitats apresentam piores resultados, com o País a ocupar, respectivamente, os lugares 136 e 89 no ranking dos países em relação a estes parâmetros específicos.
Em relação ao anterior EPI, divulgado em 2008, o nosso país caiu uma posição no relatório de 2010, mas manteve-se no grupo dos segundos melhores (entre 70 e 85), com uma nota global de 73, num máximo de cem.
Neste relatório de 2010, a Islândia lidera o ranking dos 163 países. Para os peritos de Yale e Colúmbia, é o país que melhor gere os problemas de poluição e os recursos naturais.
A sua posição de topo fica a dever-se sobretudo ao bom desempenho na área da saúde pública, no controlo das emissões de gases com efeito de estufa e nas suas actividades de reflorestação, de acordo com o relatório.
Costa Rica, Suécia, Noruega e Suíça são outros exemplos de países com boas notas em políticas e resultados ambientais.
Em contraste com estas boas práticas, estão os desempenhos ambientais dos cinco últimos países na lista. Estão neste grupo o Togo, Angola, a Mauritânia, a República Centro-Africana e a Serra Leoa, todos do continente africano.
[via Saúde Ambiental, 29 de Janeiro]
The Smiths - Barbarism Begins at Home (Live1985)
Unruly boys
Who will not grow up
Must be taken in hand
Unruly girls
Who will not settle down
They must be taken in hand
A crack on the head
Is what you get for not asking
And a crack on the head
Is what you get for asking
A crack on the head
Is just what you get
WHY ? Because of who you are !
And a crack on the head
Is just what you get
WHY ? Because of what you are !
A crack on the head
Because of :
Those things you said
Things you said
The things you did
Comentário: Em menos de 30s um homem/mulher pode cometer um acto criminoso... a paz começa dentro de nós.
In less 30s a man/woman can make a criminal act...peace is in ourselves.
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Hölderlin- Estar unido com tudo o que vive!
Por vezes nem um excelente artigo científico cruzando dados ou simulando modificações num ecossistema ou pareceres técnicos cinzentos permite encontrar ainda o travão ajustado à destruição e à extinção antropogénica. Acho que a POESIA mais nobre ou textos filosóficos podem trazer uma ajuda essencial. Porque estou convencido de que a compreensão da unidade humana com todas as formas de vida é a chave do segredo de um possível êxito nos esforços de conservação,fica aqui um trecho de Hölderlin (1770-1843), o enorme poeta alemão, em Hipérion ou o eremita da Grécia.
Mas tu brilhas ainda, sol do céu! Tu ainda verdejas, sagrada terra! Os rios ainda vão dar ao mar e as árvores frondosas dão sombra ao meio-dia. O prazenteiro canto da primavera abarca os meus mortais pensamentos. A plenitude do mundo infinitamente vivo nutre e sacia com embrieguez o meu indigente ser.
Feliz natureza! Não sei o que se passa comigo quando elevo os olhos perante a tua beleza, mas nas lágrimas que choro perante ti, a bem amada das bem amadas, está toda a alegria do céu.
Todo o meu ser cala e escuta quando as doces ondas do ar brincam à volta do meu peito. Perdido no imenso azul, levanto frequentemente os olhos ao Éter e inclino-os para o sagrado mar, e é como se um espírito familiar me abrisse os braços, como se se dissolvesse a dor da sociedade na vida da divindade.
Estar unido a tudo, essa é a vida da divindade, esse é o céu do homem.
Estar unido com tudo o que vive, voltar, num feliz esquecimento de si mesmo, ao todo da Natureza, este é o cume dos pensamentos e das alegrias, este é o sagrado cume da montanha, o lugar do repouso eterno onde a melodia perde o seu calor sufocante e o trono a sua voz, e o fervente mar se assemelha aos trigais ondulantes.
Estar unido com tudo o que vive!
(Fala de Hipérion a Belarmino)
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
O algodão que, afinal, é muito pouco orgânico...

Uma notícia com mais profundidade sobre esta matéria em Ecouterre.
Nicholas Hulot e o filme Le Syndrome du Titanic

As mudanças que fazemos nos nossos modos de vida não estão à escala dos desafios. O que está em causa, sem rodeios, é o nosso sistema económico. (Le Monde, 3 de abril 2009)
<- Clica na imagem para visitares a Fundação Nicolas HulotSinopse (em francês)
Je n'étais pas écologiste quand j'ai commencé, il y a 30 ans, à voyager de par le monde. J'ai vu la planète se rétrécir sous mes yeux, je suis passé de la conviction insouciante de vivre dans un monde infini et immuable à la conscience d'un monde fini et vulnérable. Depuis presque 20 ans, je me bats avec d'autres pour alerter mais surtout mobiliser face à la menace. Aujourd'hui, le cinéma m'apparaît comme le moyen essentiel pour que chacun puisse à son tour, en France et à l'étranger, s'approprier le constat et partager mes sentiments. Que chacun puisse voir la Terre et l'Humanité telles qu'elles sont et telles que je les ai vues. Que l'Homme retrouve sa propre échelle dans le temps et l'espace. Ce film est un cri d'alarme, ne laissons pas le temps nous dicter le changement, mais aussi un cri d'espoir, saisissons l'occasion pour nous retrouver, mobilisons le génie humain en donnant enfin du sens au progrès
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Novo vídeo BioTerra- Saudade
Um video que fiz, após reflectir neste pensamento de Eduardo Lourenço:
~Na verdade, não temos saudades, é a saudade que nos tem, que faz de nós o seu objecto. Imersos nela, tornamo-nos outros. Todo o nosso ser ancorado no presente fica, de súbito, ausente.
Cartaz do dia: não se consuma
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Tectónica do sismo do Haiti e outras interrogações


Quanto ao criticismo da preponderância de apoio militar mais do que apoio humanitário por parte dos EUA, a Europa também não foi exemplar :
EU foreign and development ministers and top officials from the European Commission, the EU’s executive, met in a bid to coordinate the bloc’s reaction to the quake, although it came a week after the disaster struck and as Haitians were begging for more immediate assistance. We wanted to send a signal that we are there and committed as the EU, Spanish Foreign Minister Miguel Angel Moratinos said. [24 de Janeiro, notícia aqui ]
The 4 Day Work Week – A Simple Solution To A Happier Planet & Population

Typical eco and lifestyle aspirations for 2010 run the gamut from eating less meat and ridding plastic from our households to walking more frequently and embracing the concept of personal resource conservation. Every little bit helps, but we could kill two birds with one stone by overhauling the way that our country works. Ever since the Fair Labor Standards Act was passed in 1938, our population has been toiling away a standard 5 days each week. Decades ago, that change was admittedly a vast improvement over prior working conditions in which people were expected to act like Energizer Bunnies with virtually non-existent breaks, but today, it bears re-examination. By working ten hour days from Monday through Thursday, demeanors will improve, energy/resources will be saved and far less carbon dioxide will be pumped into our atmosphere.

Who in their right mind would protest this suggestion - after all, what's two extra measly hours in your workday if the reward at the end of it all is a blissful three-day-weekend? Imagine having ample time to recharge your batteries and actually being able to return to the office the following Monday with a genuine pep in your step? The state of Utah ran their own year-long "thank God it's Thursday" experiment in 2008 using 17,000 state employees as guinea pigs and found that in addition to spending 13% less on energy, they were able to cut their CO2 by well over 12,000 metric tons...plus workers saved an estimated $6 million in fuel expenses. That's just ONE office complex in the Beehive State - multiply those numbers by the gazillions of workplaces across the country and you have a recipe for eco-peep elation. Not surprisingly, when asked if they'd like to continue working their daily 10 hour schedules, 82% of Utah's state employees responded with an enthusiastic "yes!"
Climate Progress says that we are responsible for 29% or 328,000 million metric tons of the cumulative global CO2 emissions produced throughout the past 150 years - more than what any other country in the world has generated, China included. Is there any question that America needs to go on a serious greenhouse gas diet? As we've been seeing in ourselves, friends and neighbors, old habits such as letting go of our penchant for hyper consumerism and saying buh-bye to our cushy gas guzzlers generally dies hard, but the advent of a 4 day work week could very well be a relatively easy new eco-concept to embrace that would gain widespread acceptance with little to no resistance. With one less day to commute (a definite crowd pleaser), there would be potentially fewer incidents of road rage and traffic accidents, employees wouldn't call in sick as often since they'd be able to take care of personal business on their weekday off, and productivity would likely be higher since there would be more of a positive attitude and better quality of life.

Let us not forget the Organization for Economic Co-Operation and Development (OECD)'s 2009 report of the world's most happy places. 140 countries were assessed regarding a number of basic factors including work-life balance and they determined that the lower the average work week, the higher the general level of contentment. Americans who are taking their first steps on a greener path would undoubtedly feel inspired that through the simple act of working just 4 days each week, they would automatically contribute to a reduction in air pollutants and crude oil imports, in turn prompting them to consider making even more do-able green lifestyle changes. The greatest impetus to change is the realization that lifestyle alterations don't have to be nearly as challenging as we make them out to be. So, what's your take on this proposal? Yay or nay and why?
Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
Movimentos Independentes de Professores tomam posição contra o acordo de princípios
O “Acordo de Princípios para a Revisão do Estatuto da Carreira Docente e do Modelo de Avaliação dos Professores dos Ensinos Básicos e Secundário e dos Educadores de Infância” agora assinado entre o ministério da Educação [ME] e algumas estruturas sindicais, entre as quais a Fenprof e a FNE, que, entre outros efeitos deletérios, também serviu para desfazer uma importante unidade sindical na luta contra as políticas educativas erradas dos governos de Sócrates, não passa de um novo “memorando de entendimento” que colide, quer com uma parte substantiva das reivindicações que os professores afirmaram, escola a escola e nas ruas, forçando a agenda sindical e resistindo à prepotência e às medidas absurdas da anterior equipa ministerial, quer com o essencial daquilo que os sindicatos afirmaram e defenderam nestes dois últimos anos.
Genericamente considerado, o acordo traduz a validação, por parte dos sindicatos, de quase todos os pilares que sustentavam as medidas que Maria de Lurdes Rodrigues procurou impor e que os professores rejeitam incondicionalmente e que os sindicatos reputavam de inaceitáveis. Referimo-nos, em concreto, ao seguinte:
- manutenção da prova de ingresso na carreira, apesar de os professores contratados e entretanto avaliados serem dispensados da mesma;
- manutenção de um sistema de quotas aplicado ao ensino, num momento em que a sua rejeição é transversal a todos os partidos da oposição, maioritários no Parlamento;
- manutenção, quase intacta, do modelo de avaliação de Maria de Lurdes Rodrigues, massivamente recusado pelos professores.
São de vária ordem as razões que nos levam a rejeitar um acordo que em nada beneficia os professores e que demonstram a imprudência com que alguns sindicatos tratam a representação dos docentes e a facilidade com que abdicam das suas reivindicações nucleares (das 31 exigências da Fenprof para assinar o acordo, a esmagadora maioria não foi acolhida):
1) a transição para a nova estrutura da carreira docente é penalizadora para os professores, uma vez que a sua grande maioria regride no seu posicionamento e demorará muito mais tempo a atingir o topo da carreira;
2) o tempo de serviço de dois anos e meio extorquido aos professores não foi reposto;
3) não foi abolida a prova de ingresso para quem quer leccionar pela primeira vez, depois de uma certificação universitária e do respectivo estágio com orientações pedagógicas e científicas;
4) prevalece o sistema de quotas e a contingentação administrativa de vagas, por meras razões economicistas (quando o estado esbanja dinheiro em futilidades, em Bancos e em escritórios de advogados) que nada têm a ver com reconhecimento do mérito, condenando a maioria dos professores a uma permanência de sete anos em alguns escalões;
5) em termos de estrutura da carreira docente, substituiu-se um filtro no acesso a professor titular por dois estrangulamentos no acesso aos 5º e 7º escalões;
6) o modelo de avaliação de Maria de Lurdes Rodrigues é viabilizado quase intocado, com uma porta escancarada para a sua versão “complex” e que, estamos certos, a maioria dos professores irá transpor, candidatando-se às menções de “muito bom” e de “excelente” (num ciclo avaliativo de dois anos estaremos a falar de cerca 120 mil professores que vão requerer meio milhão de aulas assistidas, o que é uma barbaridade que paralisará as escolas);
7) na sequência do número anterior, os princípios agora aprovados no quadro do modelo de avaliação, mantêm todos os dispositivos que fomentaram, nas escolas, a competitividade doentia, a barafunda e a burocracia, nomeadamente os ciclos de dois anos com avaliação em permanência de todos, a decisão individual de definir objectivos individuais e de requerer aulas assistidas, a proliferação e o entrecruzar de Comissões de Avaliação e Relatores ou, ainda, as dimensões de avaliação consideradas e o contributo em aberto de cada docente para as mesmas, abrindo caminho às disputas de tralha, papelada e projectos folclóricos. A confluência de tudo isto arruinará o ambiente e a cooperação nas escolas e dificultará o investimento dos professores na sua função de ensinar, passando cada um a estar mais focado na sua própria avaliação;
8) aceitam-se, e reforçam-se, as consequências decorrentes do 1º ciclo de avaliação em termos de progressão, validando-se uma avaliação que os sindicatos qualificaram de “farsa” e de “faz de conta”, além de que os docentes foram incentivados pelos sindicatos a não entregarem os objectivos individuais e a não viabilizarem o modelo integral através da candidatura ao “muito bom” ou ao “excelente”, sendo agora retaliados por essa ousadia, nomeadamente os professores dos 4º e 6º escalões que não estariam sujeitos ao sistema de vagas para os 5º e 7º escalões, assim como os do 10º escalão que se vêem, hoje, impedidos de aceder ao 11º escalão;
9) as implicações anti-democráticas que o novo modelo de gestão terá na constituição da Comissão de Coordenação de Avaliação, promovendo o aparecimento dos apaniguados do(a) director(a), retirará transparência, imparcialidade e seriedade ao processo de avaliação.
Permitimo-nos afirmar, sem qualquer ambiguidade e com toda a frontalidade, que não podemos deixar de lamentar a imagem enganadora que os sindicatos passaram para a opinião pública, ao fazerem da discussão do estatuto da carreira docente e do modelo de avaliação, uma mera questão de quotas e contingentes de vagas, que em nada condizem com a postura que a classe docente sempre manteve ao longo destes anos de luta, onde as suas reivindicações foram sempre além das questões salariais, preocupando-se, isso sim, com questões de exigência, seriedade, transparência, justiça e qualidade da escola pública, onde se integrava, sobretudo, a exigência de acabar com o modelo de avaliação em vigor, algo que os sindicatos desrespeitaram em absoluto.
Um capital de contestação e de concomitante força negocial foi completamente decapitado e desperdiçado por representantes que demonstraram não estar à altura do respeito que lhes deviam ter merecido a mobilização e os imensos sacrifícios de que os professores deram provas ao longo destes quatro anos.
Os Movimentos Independentes de Professores admitem desencadear, em breve, a construção de uma grande Convergência de Contestação às medidas que os professores continuam a rejeitar neste acordo (e pela defesa de outras que ficaram ausentes), procurando reunir na mesma os sindicatos que não assinaram o acordo, os professores que se destacaram na blogosfera e núcleos de professores, organizados escola a escola.
Contem connosco, porque isto não pode ficar assim!
APEDE,
MUP,
PROmova
Filme Zéro tolérance, por Michka Saäl, 2004, 75 min 51 s
Domingo, 24 de Janeiro de 2010
Petição- Salvemos a Quinta Terapêutica e Biodinâmica da Casa de Santa Isabel, Seia !

A Casa de Sta. Isabel é uma Comunidade sócio-terapêutica , situada em S. Romão, Seia, e que foi fundada há 30 anos com a finalidade de acolher crianças, adolescentes e adultos com necessidades especiais.
Hoje a Comunidade conta com mais de 80 alunos, uns residentes outros não, acompanhados por uma larga equipa de terapeutas e colaboradores,e que vivem harmoniosamente em casas cuidadosamente integradas na paisagem da Serra Estrela.
Iniciou-se a recolha de assinaturas contra o projecto de estrada planeado para atravessar a Quinta do Formigo, a Quinta terapêutica da Casa de Sta Isabel, onde colaboradores, terapeutas e alunos investiram para criar um lugar em harmonia com a natureza ,necessária ao bem estar individual e a integração comunitária.. Hoje, este
investimento e pioneirismo terapêutico com provas dadas no que respeita a qualidade de vida desses 80 alunos, como exemplo social de futuro que representa na sua área de intervenção, está a ser posto em causa em nome da modernização rodoviária, da mobilidade dos nossos automobilistas, em suma em nome do egoísmo!
Mais, a quinta é uma quinta biodinâmica que pratica uma agricultura sustentável e profundamente respeitadora do meio ambiente, um outro marco e exemplo social de futuro nesta zona do país. Ultimamente a quinta foi dotada de Trilhos Didácticos (Trilho das Árvores e Trilho Solar) para os caminhantes que querem usufruir deste percurso pedestre público que atravessa a Casa de Santa Isabel de S. Romão até
Seia.
Comunidade da Casa de Sta Isabel precisa da nossa ajuda, da nossa indignação frente a um projecto que não olha a meios para chegar ao seu fim. E podemos ajudar muito, assinando a Petição em linha(online) ou a petição em papel nos seguintes locais:
Petição em papel que devem ser enviadas para a Casa de Sta Isabel até
final de Janeiro 2010!
Casa Santa Isabel
Apartado 537
6270-956 São Romão SEIA
The Smiths - The Headmaster Ritual (Live1985)
The Headmaster Ritual O Ritual do Director
| Belligerent ghouls | Fantasmas beligerantes |
| Run Manchester schools | Dirigem as escolas de Manchester |
| Spineless swines | Porcos imorais |
| Cemented minds | Mentes cimentadas |
| Sir leads the troops | O senhor lidera as tropas |
| Jealous of youth | Invejoso da juventude |
| Same old suit since 1962 | O mesmo terno velho desde 1962 |
| He does the military two-step | Ele faz dois passos militares |
| Down the nape of my neck | Na minha nuca |
| I wanna go home | Eu quero ir para casa |
| I don't wanna stay | Eu não quero ficar |
| Give up education | Desista da educação |
| As a bad mistake | Como um mau engano |
| Mid-week on the playing fields | Meio da semana nos campos de treino |
| Sir thwacks you on the knees | O senhor golpeia você nos joelhos |
| Knees you in the groin | Dá uma joelhada na sua virilha |
| Elbow in the face | Acotovelada no seu rosto |
| Bruises bigger than dinner plates | Hematomas maiores que pratos de jantar |
| I wanna go home | Eu quero ir para a casa |
| I don't wanna stay | Não quero ficar |
| La-la-la... | La-la-la... |
| Belligerent ghouls | Fantasmas beligerantes |
| Run Manchester schools | Dirigem as escolas de Manchester |
| Spineless bastards all | Todos uns bastardos covardes |
| Sir leads the troops | O senhor lidera as tropas |
| Jealous of youth | Invejoso da juventude |
| Same old jokes since 1902 | A mesma velha piada desde 1902 |
| He does the military two-step | Ele faz marcha militar |
| Down the nape of my neck | sobre a minha nuca |
| I wanna go home | Quero ir para casa |
| I don't want to stay | Não quero ficar |
| Give up life | Desista da vida |
| As a bad mistake | Como um mau engano |
| Please excuse me from gym | Por favor me dispense da ginástica |
| I've got this terrible cold coming on | Eu sinto um terrível resfriado chegando |
| He grabs and devours | Ele me agarra e devora |
| He kicks me in the showers | Me bate nos chuveiros |
| Kicks me in the showers | Me bate nos chuveiros |
| And he grabs and devours | E me agarra e devora |
| I want to go home | Quero ir para casa |
| I don't want to stay | Não quero ficar |
| La-la-la ... | La-la-la... |
Sábado, 23 de Janeiro de 2010
Benefit Verde Eufémia - Antes verde eufémia que amarelo transgénico

Benefit solidário com os acusados de Silves
Na sequência do corte de cerca de um hectare de milho transgénico, há dois anos, em Silves, há seis arguidos no processo que decorre na Justiça portuguesa. E há um movimento de pessoas que se solidarizam com os acusados deste processo e com a acção do Movimento Verde Eufémia.
O Algarve foi a primeira região portuguesa a declarar-se Zona Livre de Transgénicos. Em contrapartida, a Herdade da Lameira foi a primeira propriedade da região a cultivar milho transgénico, no caso da variedade MON810, violando a declaração e desrespeitando a vontade da população.
A 17 de Agosto de 2007, cerca de 150 pessoas dirigiram-se à Herdade da Lameira, perto de Silves, para protestar activamente contra o cultivo de transgénicos, num acto simbólico que ceifou menos de um hectare dos 51 hectares de milho transgénico da propriedade. Na ocasião, os activistas ofereceram ao agricultor, publicamente, sementes para recultivar todo o terreno com milho biológico. A proposta foi rejeitada, a herdade continua a cultivar milho transgénico.
Nos dias que seguiram à acção, a vasta atenção mediática que o Movimento Verde Eufémia recebeu instigou uma grande polémica, com ressonância no público em geral, no próprio movimento ambientalista, no governo e nos meios académicos. Nunca uma acção ambientalista recebeu tanta atenção na história recente em Portugal.
Face à mediatização da acção, o governo, responsável por uma política favorável aos organismos geneticamente modificados (OGM), reagiu com agressividade, numa tentativa de isolar os activistas do Movimento Verde Eufémia, através da mesma estratégia de amedrontamento e criminalização que toda a União Europeia reserva para qualquer movimento contestatário. Nesse sentido, chegou-se ao ridículo de rotular a acção como um acto terrorista (Europol EU Terrorism Situation and Trend Report, 2008). Há pessoas relacionadas com caso pela polícia que foram constituídas arguidas e que podem ser julgadas e punidas. Tornou-se mais difícil agir contra os OGM em Portugal. Os indivíduos, ou organizações que o fazem, correm o risco de ficar sob suspeita e vigilância das autoridades.
Com este benefit pretende-se:
1. Mostrar solidariedade com as pessoas acusadas no processo Verde Eufémia;
2. Obter fundos monetários para o processo judicial do caso;
3. Mostrar a todos os actores envolvidos no debate que a acção do Movimento Verde Eufémia não é um caso isolado no contexto histórico português e muito menos no actual contexto internacional, onde este tipo de acções são comuns, em particular contra o cultivo de OGM;
4. Promover a discussão sobre o tema dos transgénicos em Portugal;
5. Promover o debate sobre o conceito de desobediência civil, do seu valor como uma forma de participação activa e empenhada da sociedade civil e da sua necessidade para salvaguardar as pessoas e o ambiente. Defender a liberdade de expressão.
Convidamos, por isso, todos os que se sintam identificados com os objectivos deste grupo a promover acções de solidariedade em volta deste tema.
Info da conta para donativos no apoio judicial da acção:
Conta 0006 0947 8355
NIB 0007 0000 00609478355 23
IBAN PT50 0007 0000 0060 9478 3552 3
SWIFT/BIC BESCPTPL
[Mais informações: bandas, cinema e outras actividades]
Peter Broderick - Below it
in the sound of screaming girls
in the sight of black black black
in the view of ground ground ground
ground ground ground
below, below me
beneath, beneath me
in the sight of red red red
red blood
in the thought of getting caught
caught under the water
under the water
below, below it
beneath, beneath it
and with his fingers he would push
and with his fingers he would pull
and with his fingers he would push
to come back up
below, below it
beneath, beneath it
Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Década 2010-2020 essencial para para atingir o pico das emissões de GEE- reforça um estudo recente de Hans Schellnhuber


Muito recentemente, num impressionante estudo que procura aliar ciência dura e diplomacia, o Conselho Federal Alemão para a Mudança Global (WBGU), dirigido pelo eminente físico Hans Joachim Schellnhuber, explicava as razões pelas quais temos de aproveitar ao máximo o período de 2010-2020. Será uma década essencial para atingir o pico das emissões de gases com efeito de estufa, começando depois a declinar, de modo a não ultrapassar o limite de concentração de 450 ppmv COe., que se considera corresponder ao limiar de 2 graus já referido.
[crónica completa aqui]
A química do amor e do sexo
Madalena M. M. Pinto é Professora Catedrática desde 1993 na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (FFUP), onde tem leccionado disciplinas da área de Química Orgânica e Química Farmacêutica e Medicinal e orientado várias gerações de doutorandos e mestrandos. Coordenadora do Centro de Química Medicinal da Universidade do Porto (CEQUIMED-UP) e responsável pelo Serviço de Química Orgânica, foi ainda Presidente do 1.º Encontro Nacional de Química Terapêutica da Sociedade Portuguesa de Química (Novembro 2008).
Os seus interesses de investigação incluem a obtenção e estudo de substâncias bioactivas de origem natural e sintética e respectivos mecanismos de acção a nível molecular, assim como as suas aplicações terapêuticas, áreas onde se têm centrado as suas principais publicações.
Interessa-se ainda por fenómenos de reconhecimento molecular artificial e suas aplicações em cromatografia.
[via UP Notícias]
Nicholas Hulot é entrevistado sobre o filme Le Syndrome du Titanic
Nicolas Hulot et le syndrome du titanic
Une autre interview de Nicolas Hulot par Terra EcoDécouvrez l'intégralité de l'interview de Nicolas Hulot dans
Terra Eco N°2 - Avril 2009 - Disponible chez votre marchand d
e journaux L’animateur et patron de la fondation qui porte son
nom lève, pour « Terra eco », un coin de voile sur ce film.
Et appelle à un changement radical et immédiat de
notre consommation. Extrait de l’interview.
TERRA ECO : « Brûler les étapes » : est-ce le but de
votre long-métrage Le Syndrome du Titanic ?
Nicolas Hulot : Ce film sans concession est ma façon de franchir
un cap. Le temps des écogestes est révolu. Il faut fermer le ban
et précipiter l’étape suivante. Le film part de ma conviction que
les crises écologique, alimentaire, énergétique et financière, qui
se combinent pour former une crise systémique, ont une seule et même origine : une profonde crise culturelle. Le plus petit dénominateur commun de ces crises est notre incapacité chronique à nous fixer des limites, c’est-à-dire notre goût absolu pour la démesure. Il n’y a pas besoin d’être prix Nobel d’économie pour le comprendre. Par ailleurs, les changements que nous faisons dans nos modes de vie relèvent de l’épaisseur du trait. Ils ne sont pas à l’échelle des enjeux. Ce qui est en cause, c’est bel et bien notre système économique. Les recettes du passé ne fonctionnent plus. Pire, elles sont les poisons d’aujourd’hui.
TERRA ECO : Le propos de votre film semble donc bien davantage économique et sociétal qu’écologique…
Nicolas Hulot : La crise écologique est là. On ne peut plus le nier et ceux qui ne veulent pas recevoir cet argument-là aujourd’hui ne le recevront pas plus demain. Partant de là, mon propos n’est pas de faire le énième film environnemental. Ce qui m’intéresse c’est la suite : ce qui est en cause, de façon positive et négative, ce sont nos modes de production et de consommation individuels. Nous assistons à une forme de déni, car l’évidence nous gêne : soit on subit les changements, parce que la nature ne nous demandera pas notre avis et parce qu’elle a déjà entamé une forme de « régulation » ; soit on décide de prendre la main et on anticipe les problèmes. Mais alors, nous devons changer radicalement. Cela ne compromettra ni le fonctionnement de notre monde ni notre bien-être. Mais nous devons agir dans un délai très court. Il faut faire sauter les verrous culturels du nationalisme, du positivisme et de la confiance absolue dans la science et les technologies.
TERRA ECO : Pensez-vous que nous soyons prêts à entendre un tel discours ?
Nicolas Hulot : Je cite souvent cette pensée d’Einstein : « Notre époque se caractérise par la profusion des moyens et la confusion des intentions. » Nous ne manquons pas de moyens mais il nous faut préciser nos intentions, exercer notre choix. Or, choisir c’est renoncer : nous ne pourrons pas être sur tous les fronts. Pouvons-nous, par exemple, continuer de mettre chaque année dans les budgets militaires des sommes 30 fois supérieures à ce qui permettrait de sortir l’humanité de la misère ?
TERRA ECO : Ces propos ont déjà été entendus maintes fois depuis les années 1970.
Nicolas Hulot : Oui. Mais s’ils avaient été écoutés, nous n’en serions pas là. Même les esprits chagrins reconnaissent que notre système économique et social s’effondre. Dès les années 1970, des penseurs du Club de Rome soulignaient qu’il n’était pas tenable à long terme. Si on les avait écoutés, la résolution de nos problèmes serait moins compliquée.
Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
As populações que residem na área do Parque Nacional Peneda Gerês manifestam-se, sábado - pelos vistos querem-no transformado em megacidades???
HIT THE NORTH- TODOS OS PORTUGUESES EM DEFESA DO PARQUE NACIONAL PENEDA-GERÊS
As populações que residem na área do Parque Nacional Peneda Gerês manifestam-se, sábado, contra o plano de ordenamento do território, cuja consulta pública terminou a 2 de Dezembro e que deverá entrar em vigor no final do mês de Abril.[Ver notícia]
Comentário por José Carlos Marques
O único parque nacional português precisa do apoio de todos os portugueses. Que não consiga ter o apoio claro das populações residentes ou de parte substancial delas é desde logo lamentável.
Admitindo que o plano é bom, algo terá falhado na forma como foi concebido. Se é bom e tem contra si quem seria natural que o apoiasse, algo há de certo a corrigir, de parte ou de outra. Sem negar que os residentes devam ter uma palavra importante a dizer, também não se terão decerto esquecido que o parque é em todo o caso património nacional (e até mais do que isso) e não apenas local. Se o plano é mau ou defeituoso, haverá que corrigi-lo mas sem prejudicar os seus objetivos de conservação consequente do que á património de todos.
Assino por baixo!
Curta-metragem: Kitchen à la Carte
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Oceans in a +2 ºC Warmer World by iLCP
Oceans in a +2C Warmer World from iLCP on Vimeo.
The Center for Ocean Solutions and iLCP joined forces to create a multimedia production about the effect of climate change on the world's oceans. We worked with some of the leading scientists and leading conservation photographers to illuminate ocean carbon absorption, how that affects the chemistry of the oceans and ultimately how the change in chemistry alters the ocean ecosystem in ways that are irreversible.
This piece had been displayed in Copenhagen for COP15 at the COS booth!
Our mission is to further environmental and cultural conservation through ethical photography.
We believe that awe-inspiring photography is a powerful force for the environment, especially when paired with the collaboration of committed scientists, politicians, religious leaders and policy makers. We plan to replace environmental indifference with a new culture of stewardship and passion for our beautiful planet.
Preocupações ambientais na arte de Sofia Beça e mais alguns ceramistas
Livro Contemporary Ceramics
Chegou-me finalmente à mãos o livro Contemporary Ceramics de Emmanuel Cooper da editora Thames & Hudson. Para este livro foram escolhidos 500 ceramistas de todo o mundo. Todos têm um pequeno texto sobre a sua obra e uma imagem. Sobre mim escreveram:
A powerfull sense of environmental concerns informs the works of artists Satoru Hoshino and Sofia Beça. Hoshino creates a convincing sense of growth in installations that seem to invade and take over gallery space to evoke a sense of the organic without replicating anyparticular aspect. Beça´s work makes allusions to such things as standing stones, objects that may be the result of natural activity or carefully created and placed by human endeavour. The use of earth colours, such as terracota and burnt brown, are the colours of earth, the reassuring, quiet tones of land.
Neste livro, para além de encontrar vários ceramistas meus conhecidos, foram também escolhidos Rafael Pérez e Thomas Weber, que participaram comigo nos Encontros Internacionais de Ceramistas em Boassas.
Parabéns, Sofia!
Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Concurso de cartazes "Dia da Europa 2010": Eu ♥ Europa- Jovem Portuguesa em Concurso - vote (até 31 de Janeiro)

O concurso "I Love Europe", organizado pela Comissão Europeia, destina-se a conceber um cartaz para ilustrar o dia da Europa em 2010.
De 1700 projectos internacionais submetidos foram seleccionados apenas 10 finalistas, entre os quais está o projecto desenvolvido em aula e submetido pela aluna Portuguesa da ESAD - Escola Superior de Artes e Design (Matosinhos) Diana Jung (ver imagem).
Estes 10 finalistas serão votados online e será assim feita a escolha do trabalho vencedor.
Serão publicadas milhares de cópias do cartaz Dia da Europa 2010 vencedor em todas as línguas oficiais da UE e exibidas por toda a União Europeia em Maio de 2010.
Jornalismo ambiental e consumo sustentável (o aquecimento global também tem origem no consumismo desenfreado)

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a parcela da sociedade que está francamente inserida no consumo forma uma classe mundial estimada em 1,7 bilhão de adeptos fiéis, com renda anual média de US$ 7.000. E, provando que a concentração da renda é o maior de todos os males do mundo moderno (HOBSBAWM,1995, p. 393, 395 e 397)13 , mais da metade desses consumidores estão nos países em desenvolvimento. Nessas “lhas de riqueza do Terceiro Mundo, a palavra chave é imitar os padrões de consumo da Europa e dos EUA (o que Roberto Campos chama de crescimento imitativo)14, a tal ponto que o Brasil é o segundo maior comprador de aviões executivos do mundo, logo após os EUA, e São Paulo tem uma das maiores frotas de helicópteros do planeta. Ora, se a mídia é mantida pelo capital das elites e se as elites estão de costas para o Brasil, geralmente voltadas para os grandes negócios internacionais, então resulta claro que a mídia, no Brasil, é um negócio das elites, por isto, não está interessada em notícias menores que tratam de cooperativas, projetos comunitários, críticas ao modelo consumista, ou líderes carismáticos que enfrentam o poderio americano, como fazem os ambientalistas.15
13 A história mundial dos 20 anos após 1973 é a de um mundo que perdeu suas referências e resvalou para a instabilidade e a crise..A maioria das pessoas se tornou mais pobre na década de 1980 que foi de severa depressão.No Brasil, monumento de injustiça social, campeão mundial de desigualdade econômica, os 20% mais pobres da população dividiam entre si 2,5% da renda total da nação, enquanto os 20% mais ricos ficavam com quase dois terços dessa renda conforme dados do início da década de 1990.
14 Entre um terço e a metade da renda dos países periféricos é apropriada pelos que reproduzem os padrões de vida dos países cêntricos, e a outra parte (entre metade e dois terços) divide-se de forma mais ou menos desigual com a massa da população; nesse caso, a minoria privilegiada não pode ir muito além de 5% da população do país”. (Cf. FURTADO, C. O Mito do Desenvolvimento Econômico, 1974, p. 84).
15 A primeira entidade ambiental nasceu em 1948, quando foi criada a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) integrando agências governamentais e órgãos não - governamentais,com o objetivo de garantir os recursos naturais. Com a criação da UICN, os movimentos conservacionistas, inclusive aqueles pela criação de parques nacionais, difundiram-se pelo mundo e foram criadas inúmeras entidades não-governamentais. (Cf. PRADO, N., Bons Ventos
Fonte: Pedro Celso Campos
