Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

O BioTerra apoia a Plataforma Anti-Guerra, Anti-Nato


http://antinatoportugal.wordpress.com/

Afinal quem é favorável à guerra? Ninguém é a favor da guerra!

A PAGAN – Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO convida os autores de blogues a visitar o nosso blogue, a fim de conhecerem os objectivos anti-militaristas que movem esta plataforma e a tomarem parte activa nesta campanha, integrando e participando nas acções desenvolvidas.

Caso estejam de acordo com esta causa anti-militarista, podem enviar o vosso contacto e o vosso acordo para o nosso mail

antinatoportugal@gmail.com

ou deixando um comentário neste post com o link do blogue apoiante.

O blogue ANTI-GUERRA, ANTI-NATO passa então a integrar um link para o vosso blogue e este poderá exibir o logo da PAGAN e o nosso link no banner.

Os objectivos programáticos e plano de actividades — serão discutidos na nossa próxima Assembleia, na qual vos convidamos desde já a participar (por favor deixem um comentário caso tenham interesse em estar presentes):

Assembleia PAGAN
1º de Dezembro 2009, com início às 15 h. no Ateneu Libertário de Lisboa,
R. do Salitre, 139 1º Lisboa

Metro: Rato ou Avenida



Uso de telemóveis, linhas de muito alta tensão e as antenas, o cancro e outros efeitos- o relatório Bioiniciative de 2007



O relatório do Bioinitiative Working Group (consultar o pdf), um grupo internacional que reúne cientistas, investigadores e profissionais de saúde pública, datado de finais de Agosto e 2007 manifesta sérias preocupações científicas sobre os limites que actualmente regulam os campos electromagnéticos admissíveis de linhas eléctricas, telemóveis e muitas outras fontes de radiação presentes na vida quotidiana, que considera inadequados para proteger a saúde humana.

Os investigadores apresentam informação detalhada sobre os efeitos nefastos na saúde quando as pessoas estão expostas a radiação electromagnética centenas ou mesmo milhares de vezes abaixo dos limites actualmente estabelecidos pela Comissão de Comunicações Federal (norte-americana) e pelo Comité Internacional europeu para a Protecção de Radiações Não-Ionizantes (ICNIRP, na sigla inglesa).

Os autores analisaram mais 2.000 estudos científicos e concluíram que os limites de segurança existentes são desadequados.

O relatório documenta preocupações crescentes relacionadas com a leucemia em crianças (devido a linhas eléctricas), tumores cerebrais e neuromas acústicos (tumores do nervo auditivo), relacionados com telemóveis e telefones sem fios, e doença de Alzheimer.

Existem evidências de que os campos electromagnéticos (CEM) são um factor de risco para o desenvolvimento de cancro em crianças e adultos, salienta o documento.

O especialista em saúde pública e co-autor do relatório David Carpenter, director do Instituto de Saúde e Ambiente da Universidade de Albany, afirmou que o estudo é um alerta para os efeitos da exposição a longo prazo aos campos electromagnéticos. É necessário um bom plano de saúde pública para prevenir o cancro e as doenças neurológicas ligadas à exposição a linhas eléctricas e outras fontes de CEM.

As questões relacionadas com CEM e linhas eléctricas surgiram pela primeira vez em 1979, quando quando uma especialista em saúde pública e um engenheiro eléctrico constataram que as crianças que viviam em áreas próximas de linhas eléctricas e postos de transformação tinham duas a três vezes mais probabilidade de desenvolver leucemia .

Lennart Hardell, professor do hospital universitário de Orebro (Suécia) e especialista em tumores cerebrais afirmou que a evidência de riscos associadas ao uso prolongado de telemóveis ou telefones sem fios já é muito forte, quando se analisam as pessoas que usam estes aparelhos há dez ou mais anos e quando são usados, sobretudo, num só lado da cabeça.

Um resumo dos vários estudos sobre tumores cerebrais mostra um aumento de 20 por cento dos riscos relacionado com dez anos de utilização. Mas o risco aumenta para 200 por cento quando os aparelhos são essencialmente usados num só lado da cabeça

Outro alerta vai para as tecnologias sem fios que usam radiofrequência para enviar e-mails e comunicações de voz e que são milhares de vezes mais fortes do que os níveis identificados estando associados a sintomas físicos, incluindo dores de cabeça, fadiga, sonolência, tonturas, alterações da actividade cerebral e falta de memória e concentração.

Os cientistas revelam que estes efeitos podem ocorrer mesmo com pequenos níveis de exposição, se acontecer numa base diária, sendo as crianças mais vulneráveis.

O relatório conclui que os dados actuais, embora limitados, são suficientemente preocupantes para questionar a fundamentação científica dos limites de segurança em vigor.

A Agência Europeia do Ambiente (AEA), que foi parceira neste estudo, recomenda igualmente a adopção do princípio de precaução.

Existem muitos exemplos em que o princípio de precaução não foi assumido no passado e que resultaram em danos sérios e, muitas vezes, irreversíveis para a saúde e o ambiente, declarou Jacqueline McGalde, directora executiva da AEA, recomendando a adopção de acções para evitar ameaças sérias, potenciais e plausíveis, para a saúde devido a presença de campos electromagnéticos.
[Lusa, 4 de Outubro de 2007; notícia incluída num artigo da revista Corpo e Mente]

Resume in English by Devra L. Davis, PhD MPH

The Biointiative Report came out in 2007 and sent shock waves through parts of the research community. The product of Cindy Sage, an experienced environmental consultant, and David Carpenter, a distinguished researcher and former dean of public health at State University of New York, this report by more than two dozen expert scientists provided a concise overview of studies ranging from experimental work in cell cultures and animals to the evolving and contradictory efforts of epidemiologists. The sheer volume of evidence was daunting. Their work reviewed more than a thousand studies, many of which showed that radiofrequency exposures just like those released by phones could damage cells, impede neurotransmitters, cause leakage into the brain, and even worsen performance, insomnia, and memory loss. However, there was no denying that most published studies of RF found no effect at all. Henry Lai of the University of Washington—a pioneer in the field—identified a peculiar sort of publication bias at work. When he produced break-through studies in 1994 showing that RF could damage the DNA of rat brain cells, industry tried to get him fired and block publication of his research. They also funded what is now termed advocacy research: giving money to scientists with the explicit intent of undermining suspicions that had been raised about the safety of RF. As funding for his own work on RF dried up, Lai left the field for a while. Sensing that what had happened to him was no accident, Lai turned his own scientific microscope on the funding for RF research over all and produced a simple finding—in looking at all the studies conducted on RF, he determined that the chances that any study would find that cell phones were harmful depended on who had paid for the work. If a study was funded by industry (as most were) the chances they would find any risk was about .2. But if studies were independently funded (and a few were)the chance that results would be positive was .8. Still, the majority of scientists, including Nobel Laureate Robert Weinberg, who, like other scientific luminaries with no training in RF science, has been a consultant to the cell phone industry, hold to the dogma that without warming nothing can happen biologically. This view has been carefully nurtured. Public relations firms have ensured that Lai’s work was deliberately targeted and war-gamed, employing others to launch critical attacks on findings that RF could be harmful. Science became simply a tool in the public relations strategy. The notion that without generating a change in temperature there could be no biologic effect became widely bandied about as scientifically implausible, a violation of the basic laws of physics.



Domingo, 29 de Novembro de 2009

Johan & Djuret - Kom & Köp


Dogma cut, pirate-arty, anti-commercialism music video with the swedish hiphop and reggae band Johan&Djuret. Some people where possibly hurt doing the recording while others got a bit of stamina exercise. Dont try this at home!




Denez Prigent and Lisa Gerrard - An Hini A Garan



An hini a garan (The One I love)

An hini a garan, gwechall bihan er gêr
Pa oamp tostig an eil, an eil ouzh egile
Va c'halon ne gare, gare nemet unan
Pa oan bihan er gêr an hini a garan

An hini a garan, 'm eus kollet da viken
'Mañ degouezhet pell ha ne zistroio ken
Ha setu ma kanan, kanan keti ketañ
Ha setu ma kanan d'an hini a garan

An hini a garan, un deiz 'n eus va losket
Aet eo d'ar broioù pell, d'ur vro n'an'vezan ket
Aet eo d'ar broioù pell da c'hounit e vara
Kollet, kollet un deiz, an hini a garan

In English:

The one I love, before, when we were little at home
when we were so near to each other
My heart was loving ony one
When I was little at home, the one I love

The one I love, I lost forever
Gone far away and will never come back
And this is what I sing for the one I love

The one I love one day left me
For a far away land
A land that I don't know
Lost, lost one day, the one love

Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Anti-consumo: salta da gaiola trabalho-consumo ::: anti-consumption: work less, consume less






Dia Sem Compras: amanhã, Sábado 28 Nov - Lista de Acções


No próximo sábado, 28 de Novembro, é celebrado o Dia Sem Compras. Durante este dia celebrado todos os anos a nível mundial, como um manifesto contra o consumismo desmedido e insustentável tão presente na maioria das sociedades, pessoas de todo o Mundo decidem *não comprar nada!*

É incentivada a reflexão sobre o modo de consumo na actuais sociedades capitalistas. Promove-se uma postura de *consumo responsável*, alertando-se a sociedade para a escassez dos recursos naturais e para a necessidade de todos nós, enquanto consumidores, termos consciência da pegada ecológica originada pela produção e transporte dos produtos que temos à nossa disposição nas superfícies comerciais. Defende-se a *sustentabilidade do planeta*, promovendo o consumo consciente e local, o comércio justo e a reutilização e troca de bens.

O caso do nosso país é ainda mais agudo, pois *em Portugal consumimos 3 vezes mais do que o adequado para ter um planeta sustentável*, disse-o publicamente o Presidente da Oikos (www.oikos.pt) em 2007. Pensemos, por exemplo, nos pratos abastados das ementas portuguesas, na comida que se costuma deixar no prato no fim da refeição ou nas acelerações desnecessárias dos carros, que consomem combustível a mais.

Em vários pontos o GAIA promove *Acções para o Dia Sem Compras*:

No *Centro de Convergência do GAIA no Alentejo*, nada melhor para assinalar o Dia Sem Compras que uma *Feira de Trocas*! No próximo Sábado acontecerá uma no Centro Social da Aldeia das Amoreiras, por isso já sabes, se não tiveres o que fazer com um montão de coisas que se estão a amontoar lá em casa, trá-las e pode ser que regresses com um montão de coisas novas! Dia 28 às 15h, na aldeia das Amoreiras. Mais informação em http://gaia.org.pt/node/15182

Em *Lisboa* o Dia Sem Compras é celebrado com uma *Marcha* a sair da Praça da Figueira às 14h até ao Largo Camões. Vamos passar pela Rua Augusta onde vai ser montado um* Teatro de Rua*, pela Rua do Carmo e Rua Almeida Garret até ao Largo do Camões onde representaremos de novo uma peça de Teatro do Oprimido. Na marcha praticipam também dois grupos de percussão: os Ritmos de Resistência (percussão samba) e a Nação do Bairro (percussão maracatú).
*Concentração / Início da Marcha* Praça da Figueira (Baixa) , às 14h
*Teatro de Rua* Rua Augusta (cruzamento com Rua da Vitória), entre as 15h30 até às
16h
*Final da Marcha e Teatro de Rua* Largo do Camões (Chiado), das 16h30 até ao
pôr-do-sol
Mais informação em http://gaia.org.pt/node/15181

No *Porto* está a ser realizado um *ciclo de debates e cinema* sobre consumismo e alternativas no espaço *Casa da Horta*. No dia sem compras um grupo de activistas estão a organizar algumas acções de sensibilização que se irão manter em segredo até o dia da acção.
Para mais informação sobre o ciclo sobre consumismo e alternativas ver em: http://gaia.org.pt/node/15170

*Divulga* aos teus contactos!
*Contamos contigo!*

+++++++++++++++++++++++++++++++++
GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental
http://gaia.org.pt

Travessa da Nazaré, 21, 2º
Lisboa, 15 1000-234
Portugal


Ligações de interesse sobre o Buy Nothing Day:

Adbusters
Ecologistas en Accion
Buy Nothing Day (UK)
Buy Nothing Day (Dk)
Alaosta (Fi)
Buy Nothing Day (D)
Koopniets (Nl)
Adbusters (N)
Buy Nothing Day (Se)




Cartaz do Dia- A evolução da comunicação























Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Selos- uma forma de homenagem e amizade e de reconhecimento entre blogueiros


FJ Santos
Letrinhas do Gil (As)
Ondas


Ferrão

Ecosofia


Vade Retro

Bilros e Berloques

O Valor das Ideias

O António Maria

Geocrusoe

Todos estes selos são também maneiras incentivar e manter unidos parceiros de luta. Assim, comunico que fui agraciado pela Liete Alves com mais um selo Ajude-me a viver, que agradeço a generosa escolha do meu blogue BioTerra!

Assim cabe-me cumprir a indicação dos seguinte blogues para os selos Dardos, Lemniscata, Blog Solidário, Thinking Blogger e Ajude-me a viver

Pimenta Negra


Ambio

Estrago da Nação


Ondas3

E esse tal Meio Ambiente?


Minha Casa Meu Mundo

Sustentabilidade É Acção

Eco Reporter Eco

Polegar Verde

Hortelã Verde

Os Ambientalistas

Quinta do Sagarçal

Discutindo Ecologia


Bill Russell e os 3R para a redução de testes em animais


Já são muitos os cientistas que são totalmente a favor da não exploração de nenhum ser senciente, e entre eles destaca-se Michael Festing, que cerca de 1995 para cá tem feito um trabalho digno de nota sobre esta matéria. Aliás já existe também os 3R para melhorar a eficiência de desenhos experimentais, tendo em vista a redução do uso de animais, baptizados por William Moy Statten Russell (Bill Russell): Replacement (Substituição), Reduction (Redução) e Refinement (Eficiência). Bill Russell inclusive cantava ele várias vezes a sua canção em várias palestras (ver vídeo)!
Ver a seguinte listagem de artigos científicos que confirmam a regra dos 3R
Eis 2 pdf de Michael Festing comprovando que é possível fazer estudos toxicológicos, farmacêuticos recorrendo a estatísticas e a uma maior eficácia factorial nos desenho experimentais, limitando o uso de animais.
Reducing the use of laboratory animals in biomedical research
Using of factorial designs to optimize animal experiments




Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Assinaturas da RAN- barreira psicológica das 4.000 assinaturas ULTRAPASSADA hoje mesmo

Estamos de parabéns! ;))))))
Agora só falta conferir as assinaturas. Para já temos 4.023. Mais algumas
seria importante para eliminar alguma margem de erro.
Continuemos, pois!!
Portanto continuem a passar entre vossos amigos (com texto mais apelativo, ex: Assina esta petição, Pela Reserva Nacional Agrícola, URGENTE)

http://www.peticao.com.pt/reserva-agricola-nacional

e/ou coloquem a ligação como assinatura nos vossos ecorreios (emails)

P.S. Não sei se sabem mas a petição também se encontra disponível na Wikipedia



Nesta Semana Europeia da Prevenção da Produção de Resíduos: Capannori, pioneira no “lixo zero”

terraviva: Capannori, pioneira no “lixo zero” Ver Vídeo Capannori, pioneira no “lixo zero”

Capannori, na Toscânia, em Itália, é um lugar onde o lixo é um verdadeiro activo. Isto porque a vila adoptou a política lixo zero: graças à recolha a domicílio e às políticas de redução dos detritos, conseguiu-se chegar à impressionante taxa de reciclagem de 82%. O objectivo é chegar aos 100% em 2020. Neste esforço, participam quase todos os 46.000 habitantes da vila.

Todos os dias, 40 veículos a gás e electricidade percorrem os vários bairros da vila para recolher o lixo. Esta actividade emprega 40 pessoas. Os habitantes foram formados para utilizar as políticas do lixo zero e têm uma redução de 20%no imposto sobre os detritos. Todos os dias, recolhem um tipo de lixo diferente.

Graças à triagem, foram poupadas 100.000 árvores e a emissão de mais de 9000 toneladas de CO2, no ano passado. Capannori recebeu 340.000 euros da reciclagem de papel. A reciclagem de outros materiais é feita a custo zero e a de materiais orgânicos faz-se a 80 euros por tonelada.

De 2004 a 2007 foram recicladas 56.000 toneladas de lixo e, só em 2007, o número atingiu as 16.000 toneladas. Esta política é eficaz, em termos de custos, como explica um vereador de Capannori. O gasto com a incineração teria sido muito maior.

Com a redução do lixo foram criados, por exemplo, equipamentos que permitem às pessoas encher garrafas com detergente nas próprias lojas. O mesmo acontece com o leite. Um produtor local criou um ponto de distribuição, em que o leite se vende a um euro por litro. É mais barato para os consumidores, ajuda a economia local e reduz o número de garrafas.

A cadeia de reciclagem fica completa com uma rede de centros, onde as pessoas podem levar os objectos mais pesados ou volumosos e em troca recebem um cheque, cujo montante depende da quantidade de lixo que reciclam ao longo do ano. Aqui, cada um tem o seu papel.


O que é a Semana Europeia da Prevenção dos Resíduos (EWWR)?


A nível nacional a Semana Europeia da Prevenção da Produção de Resíduos EWWR é promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e pelo Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto (LIPOR).





Mapa europeu da exposição ao ruído





A Agência Europeia do Ambiente (EEA), com o suporte do ETC LUSI , lançou um mapa europeu da exposição ao ruído.
A iniciativa está disponível em linha e tem o objectivo de revelar até que ponto os cidadãos europeus estão expostos ao excesso de poluição sonora.










Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Reserva Agrícola Nacional- faltam menos de 40 assinaturas!!! Por favor assinem e divulguem


Ver filme da Quercus, Minuto Verde, clicando aqui As Reservas Nacionais

Número de Assinaturas: 3960 e já com 611 membros no grupo facebook. Agora precisamos mais 100 assinaturas para as
4.000, as necessárias para levar este tema à Assembleia da República. Vibrações positivas por uma causa que é de todos nós: conservar os melhores solos do País. Assina e divulga. Obrigado
Para divulgar e assinar clica aqui

Outras Postagens Bioterra: aqui (Março de 2009)




No Dia da Floresta Autóctone - Devolução à Natureza de 15 aves recuperadas no CERVAS


Dia 23 de Novembro - 2ª feira *Dia da Floresta Autóctone * Manteigas(Guarda), Portalegre, Caia, Sousel, Fronteira e Avis (Portalegre) e Veiros(Estremoz, Évora)


11:30: Libertação de dois mochos-galegos (Athene noctua) na Escola José Régio, em Portalegre.

Acção realizada em parceria com o Parque Natural da Serra de São Mamede.


A 1ª ave foi encontrada perto de uma estrada e foi recolhida pelo SEPNA, que a encaminhou para o CERVAS no dia 4 de Abril de 2008. A sua plumagem estava muito danificada, pelo que esteve sujeito a um longo período de recuperação que envolveu a mudança das penas, treinos de voo e caça, bem como o contacto com animais da mesma espécie.


A 2ª ave ingressou no CERVAS a 3 de Março de 2009. Foi recolhida pelos Bombeiros Voluntários de Portalegre, que a encontraram após esta ter sido atropelada e a entregaram ao Parque Natural da Serra de São Mamede, que encaminhou a ave para este centro. Apresentava lesões oftalmológicas compatíveis com o atropelamento e o seu processo de recuperação incidiu, numa fase inicial, no tratamento específico das lesões e, numa fase final, em treinos de voo e de caça e no contacto com animais da mesma espécie.

13:00: Libertação de um peneireiro-cinzento (Elanus caeruleus) na ZPE de Veiros (Portalegre)

Acção realizada em parceria com o Parque Natural da Serra de São Mamede.

Esta ave ingressou no CERVAS a 3 de Julho, proveniente de Veiros,no concelho de Estremoz. Foi encontrada bastante desnutrida por elementos da equipa do SEPNA da GNR de Estremoz, que a entregou para o Parque Natural da Serra de São Mamede, que por sua vez a encaminhou para o CERVAS. O seu processo de recuperação envolveu alimentação para que adquirisse o peso ideal, treinos de voo e caça e contacto com animais da mesma espécie.


16:45: Palestra e Libertação de uma coruja-do-mato (Strix aluco)em Manteigas (Guarda)

Acção realizada em parceira com o Gabinete Técnico-Florestal da Câmara Municipal
de Manteigas


Esta coruja-do-mato foi recolhida perto de Manteigas, no início do mês de Outubro, com lesões oftalmológicas de origem traumática. O seu processo de recuperação envolveu o tratamento específico para as lesões, o contacto com aves da mesma espécie e treinos de voo e caça.

18:00: Libertação de uma coruja-do-mato (Strix aluco) em Sousel(Portalegre)

Acção realizada em parceria com a Quercus


Esta ave foi encontrada após ter caído do ninho e foi recolhida pela equipa do SEPNA da GNR de Ponte de Sor a 30 de Abril de 2009. Chegou ao CERVAS por intermédio do Parque Natural da Serra de São Mamede e o seu processo de recuperação envolveu alimentação para que adquirisse o peso ideal, o contacto com animais adultos da mesma espécie para que aprendesse os comportamentos normais e ainda treinos de voo e caça.


18:00: Libertação de um bufo-real (Bubo bubo) na ZPE de Veiros (Portalegre)

Acção realizada em parceria com o Parque Natural da Serra de São Mamede


Esta ave foi recolhida em Veiros, no concelho de Estremoz e ingressou no CERVAS por intermédio da equipa do SEPNA da GNR de Estremoz e de funcionários do Parque Natural da Serra de São Mamede. Na altura do ingresso apresentava abrasões e hematomas numa das asas, lesões resultantes de uma colisão. O seu processo de recuperação envolveu o tratamento específico para as lesões, e posteriormente treinos de voo e caça, assim como o contacto com animais da mesma espécie.

19:00: Libertação de uma coruja-do-mato (Strix aluco) em Fronteira (Portalegre)

Acção realizada em parceria com a Quercus


Esta ave ingressou no CERVAS no dia 3 de Março de 2009 proveniente de Cabeço de Vide, no distrito de Portalegre. Esta cria de coruja-do-mato foi encontrada fora do ninho e entregue no Parque Natural da Serra de S. Mamede. Após uma fase inicial do processo de recuperação, que consistiu em alimentação para que adquirisse o peso adequado, foi colocada em contacto com aves adultas da mesma espécie para que pudesse aprender os comportamentos típicos. Para além disso, foi submetida a treinos de voo e caça.

19:00: Libertação de um bufo-real (Bubo bubo) na IBA da Albufeira do Caia (Portalegre)

Acção realizada em parceria com o Parque Natural da Serra de São Mamede


Esta ave foi encontrada ferida, vítima de abate ilegal, por um particular, na freguesia de Santa Eulália, no distrito de Portalegre. O animal foi recolhido pela equipa do SEPNA da GNR de Elvas, que o encaminhou para o Parque Natural da Serra de São Mamede, que por sua vez o fez chegar a este centro. Na altura do seu ingresso apresentava lesões ósseas, provocadas pelo disparo e a sua recuperação incidiu em tratamento específico para as lesões e numa fase posterior, treinos de voo e de caça, assim como o contacto com animais da mesma espécie.


20:00: Libertação de uma coruja-do-mato (Strix aluco) em Avis (Portalegre)

Acção realizada em parceria com a QUERCUS


Esta ave foi encontrada em Avis, no distrito de Portalegre, após ter sido atropelada. Foi recolhida pela equipa do SEPNA da GNR de Portalegre e chegou ao CERVAS por intermédio de funcionários do Parque Natural da Serra de São Mamede. O seu processo de recuperação envolveu o tratamento de lesões oftalmológicas provocadas pela colisão, mas também o contacto com animais da mesma espécie e treinos de voo e caça.


INFORMAÇÕES SOBRE A ECOLOGIA e BIOLOGIA DAS ESPÉCIES DE AVES RECUPERADAS

*Mocho-galego (Athene noctua)*


O mocho-galego (*Athene noctua*) é uma ave de rapina nocturna de pequena dimensão. O seu peso varia entre os 120 e os 200g, e sua envergadura entre os 57 e 61cm. É uma espécie sedentária parcialmente activa durante o dia, sendo uma das aves de rapina que, sem grande dificuldade, pode ser observada em campo aberto. Pequeno, de olhos de um amarelo intenso, é facilmente identificável pelo seu movimento repetitivo de cabeça, quando assustado. É frequente encontrá-lo pousado em postes ou cabos de electricidade, durante a sua constante vigia em busca de alimento. Alimenta-se maioritariamente de coleópteros e outros insectos, podendo também capturar roedores. O período de incubação é de 28 dias e a postura é normalmente de 3-5 ovos. O primeiro voo das crias é aos 25-30 dias. Nas suas horas de repouso, é extremamente meticuloso na escolha do local. Utiliza para refúgio ou nidificação buracos em troncos de árvore, pedras no solo ou mesmo edifícios. Em locais mais expostos aproveita a cor da plumagem, recorrendo a um mimetismo defensivo, passando perfeitamente despercebido a possíveis predadores. Entre as principais ameaças estão a utilização de pesticidas, a captura ilegal e o
atropelamento.


*Bufo-real (Bubo bubo)*


O bufo-real é a maior ave de rapina nocturna que ocorre na Península Ibérica. Mede cerca de 60 centímetros de altura e 150 a 180cm de envergadura e pode pesar cerca de 2 quilogramas. Apresenta dois penachos bem definidos no cimo da cabeça e os olhos são de coloração alaranjada. É uma ave solitária e territorial que ocorre principalmente em regiões com pouco densidade populacional, maciços montanhosos, vales rochosos, falésias litorais com escarpas rochosas ou zonas de baixa montanha com maciços florestais. Nidifica entre Dezembro e Junho em fissuras, cavernas ou troncos e buracos de árvores de grande porte. Pode também ocupar ninhos de outras aves. Os elementos de cada casal dormem geralmente separados, a algumas centenas de metros de distância, usando 4-5 sítios regulares que servem de pontos estratégicos de vigilância e locais de nidificação alternativos. Durante a reprodução, a fêmea dorme no ninho enquanto que o macho dorme perto deste. As posturas podem ser de 1 a 6 ovos que são incubados durante
30 a 35 dias. É uma espécie monogâmica e ambos os progenitores cuidam das crias que são nidícolas (eclodem do ovo sem estar completamente desenvolvidas, não possuindo ainda penas). Apesar do bufo-real dormir normalmente durante todo o dia, pode desenvolver actividade em períodos crepusculares, alimentando-se preferencialmente de mamíferos (roedores,
lagomorfos e carnívoros), aves de tamanho médio e por vezes de répteis, anfíbios, peixes e cadáveres. Caça essencialmente de noite, começando logo após o pôr-do-sol. Esta espécie foi classificada pelo ICNB em 2005 como *Quase Ameaçada* sendo as suas principais ameaças a colisão e electrocussão com infra-estruturas eléctricas, a perseguição directa pelo Homem (abate a tiro, pilhagem dos ninhos e envenenamento), a destruição do habitat e a rarefacção das populações de coelho-bravo devido a doenças.

*Coruja-do-mato (Strix aluco)*

A coruja-do-mato é uma ave de rapina nocturna, de dimensão média (pesa cerca de 600g) e aspecto compacto. Possui asas largas e arredondadas e cabeça grande e arredondada. A sua coloração varia entre o castanho-arruivado e o castanho-acizentado e a plumagem é totalmente malhada, com finas riscas e manchas escuras. O disco facial é bastante homogéneo e a cauda barrada de forma fina e indistinta. Possui olhos negros. Realiza voo directo, com batimentos relativamente rápidos e efectua deslizes longos e directos.
Alimenta-se de roedores e de insectos, que captura no solo após detecção a partir de um poiso. Esta espécie nidifica em florestas, parques, terrenos agrícolas com árvores, preferindo árvores velhas de folha caduca com buracos onde pode fazer o ninho, e pode ser encontrada na proximidade de zonas habitacionais. São colocados 3 ou 4 ovos em meados de Março. As corujas-do-mato são aves sedentárias e relativamente numerosas em Portugal, distribuindo-se descontinuamente em toda a Península Ibérica devido à fragmentação dos bosques. As principais causas de ingresso destas aves nos centros de recuperação são o atropelamento e a queda do ninho de crias/juvenis.



Domingo, 22 de Novembro de 2009

Nomeações para os Prémios Angry Mermaid Award - fase de votações , até 13 de Dezembro


American Coalition for Clean Coal Electricity (ACCCE)
Nominated for being embroiled in a fake lobbying scandal against the US Climate Bill and for trying to hide the extent of its lobbying activities
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American Petroleum Institute (API)
Nominated for organising an astroturf campaign against the US Climate Bills. In August 2009, a leaked memo from the API revealed it had invited its membership to attend a series of rallies in 20 key states, in order to give the impression of a groundswell of grassroots opposition to the climate legislation.
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European Chemical Industry Council (CEFIC)
Nominated for successfully lobbying for free allowances under the EU Emissions Trading Scheme and for pushing to weaken EU and international climate policies.
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International Air Transport Association (IATA)
Nominated for leading lobbying efforts by the major airlines against climate legislation and for issuing misleading and meaningless pledges on reducing emissions.
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International Emissions Trading Association (IETA)
Nominated for promoting a global market for greenhouse gas emissions, including the use of offsetting through the Clean Development Mechanism (CDM), even though this currently cannot guarantee emission reductions.
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Monsanto and the Round Table on Responsible Soy (RTRS)
Nominated for lobbying for RoundupReady (RR) soy to be considered a climate-friendly crop that is eligible for carbon credits and subsidies under the Clean Development Mechanism (CDM); and for pushing for meaningless responsible label for RoundupReady soy, which could be used to certify sustainable agrofuels.
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Royal Dutch Shell
Nominated for actively investing in the energy-intensive tar sands, at the same time as pushing unproven Carbon, Capture and Storage (CCS) technology as a solution to climate change, whilst undermining initiatives to reduce CO2 emissions.
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Sasol
Nominated for its national and international lobbying campaign to promote Carbon Capture and Storage (CCS) as a clean solution to the dirty business of producing liquid fuels from coal and gas.
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David Fonseca- Song to the Siren


Song to the Siren, no Porto, na voz inconfundível do nosso David Fonseca.



Sábado, 21 de Novembro de 2009

Fala mais alto e muda as mudanças climáticas


Yann Arthus-Bertrand, Chairman of GoodPlanet, photographer and film director.




Moire - música Michael Madill


A short film using various clips from our stock collections (see here the complete list) titled Moire. Composed of patterns and hypnotic illusions, Moire may result in acid flashbacks from your teenage childhood or slight migraines.

Animation by YouWorkForThem
Audio by Michael Madill



Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Cultivo de transgénicos aumenta drasticamente o uso de pesticidas nos EUA, diz relatório


Caros, desculpem a longa mensagem, mas de facto este relatório merece ampla e detalhada leitura. Estas companhias (Monsanto e semelhantes) devem sair de Portugal.

Acesso ao Relatório :: Accessing the report

The full report pdf (3.68 MBs, 69 pages)
Executive Summary pdf (1.44 MBs, 15 pages)
Supplemental Tables - pdf Em Português


[Fonte: Naturlink] A adopção de variedades transgénicas de vários cultivos que são resistentes aos herbicidas está na origem do aparecimento de plantas daninhas também resistentes, o que tem obrigado ao uso mais frequente de produtos químicos para as combater, que persistem residualmente nos alimentos.

Foi recentemente publicado nos Estados Unidos um relatório que analisa os efeitos da transição do uso das variedades orgânicas para variedades transgénicas na utilização de pesticidas ao longo dos primeiros 13 anos após o aparecimento dos transgénicos.

O estudo concluiu à medida que os agricultores foram aderindo entre, 1996 e 2008, ao cultivo de transgénicos usaram-se mais 174 milhões de quilogramas de pesticidas, sendo que 46% deste aumento aconteceu entre 2007 e 2008. Charles Benbrook, autor do estudo explica “O aumento drástico no uso de pesticidas associado ao cultivo de transgénicos deve-se sobretudo ao aparecimento de plantas daninhas resistentes ao Glifosato, o princípio activo no herbicida Roundup [componente das culturas transgénicas resistentes aos herbicidas mais utilizadas] da Monsanto”.

E o autor acrescenta “A infestação por parte plantas daninhas resistentes ao glifosato de milhares de hectares vai custar muito dinheiro aos agricultores podendo simultaneamente levar a grandes perdas, e intensificará o impacto no ambiente das medidas de controlo das plantas daninhas”.

O estudo concluiu ainda que o lado positivo do cultivo de variantes transgénicas é a diminuição drástica do recurso aos insecticidas desde 2006 uma vez que várias variedades transgénicas apresentam resistência aos insectos.

English [From: GMWatch] Below are extracts collected and summarized by GMWatch from the new report on the impacts of GM crops on pesticide use in the U.S. since their introduction some 13 years ago. The report draws on U.S. Department of Agriculture data. The report's author is Dr Charles Benbrook. Dr Benbrook worked in Washington, D.C. on agricultural policy, science and regulatory issues from 1979 through 1997, including 7 years as the Executive Director of the Board on Agriculture of the National Academy of Sciences. He is now the Chief Scientist at the Organic Center. Profile here: http://www.organic-center.org/about.staff.php?action=detail&bios_id=43 Extracts collected and summarized by GMWatch: On the report's purpose This report explores the impact of the adoption of GM corn, soybean, and cotton on pesticide use in the United States, drawing principally on data from the US Department of Agriculture. The most striking finding is that GM crops have been responsible for an increase of 383 million pounds of herbicide use in the U.S. over the first 13 years of commercial use of GM crops (1996-2008).
This dramatic increase in the volume of herbicides applied swamps the decrease in insecticide use attributable to GM corn and cotton, making the overall chemical footprint of today's GM crops decidedly negative. The report identifies, and discusses in detail, the primary cause of the increase -- the emergence of herbicide-resistant weeds.
The steep rise in the pounds of herbicides applied with respect to most GM crop acres is not news to farmers. Weed control is now widely acknowledged as a serious management problem within GM cropping systems. Farmers and weed scientists across the heartland and cotton belt are now struggling to devise affordable and eff ective strategies to deal with the resistant weeds emerging in the wake of herbicide-tolerant crops. But skyrocketing herbicide use is news to the public at large, which still harbors the illusion, fed by misleading industry claims and advertising, that biotechnology crops are reducing pesticide use.
In addition to toxic pollution from pesticides, agriculture faces the twin challenges of climate change and burgeoning
world populations. The biotechnology industry's current advertising campaigns promise to solve those problems, just as the industry once promised to reduce the chemical footprint of agriculture. Before we embrace GM crops as solution to these new challenges, we need a sober, data-driven appraisal of its track record on earlier pledges. While the USDA continued to collect farm-level data on pesticide applications during most of the 13 years covered in this report, the Department has been essentially silent on the impacts of GM crops on pesticide use for almost a decade. This is why this report by Dr. Charles Benbrook was commissioned. On the impacts of GM crops on pesticide use GM crops have increased overall pesticide use by 318.4 million pounds over the first 13 years of commercial use, compared to the amount of pesticide likely to have been applied in the absence of HT (herbicide tolerant) and Bt seeds. Bt corn and cotton have delivered consistent reductions in insecticide use totaling 64.2 million pounds over the 13 years. HT crops have increased herbicide use by a total of 382.6 million pounds over 13 years. HT soybeans increased herbicide use by 351 pounds (about 0.55 pound per acre), accounting for 92% of the total increase in herbicide use across the three HT crops. Recently herbicide use on GM acres has veered sharply upward. Crop years 2007 and 2008 accounted for 46% of the increase in herbicide use over 13 years across the three HT crops (corn, soy and cotton). Herbicide use on HT crops rose a remarkable 31.4% from 2007 to 2008. GM crops reduced overall pesticide use in the first three years of commercial introduction (1996-1998) by 1.2%, 2.3%, and 2.3% per year, but increased pesticide use by 20% in 2007 and by 27% in 2008. Two major factors are driving the trend toward an increase in the pounds of herbicides used to control weeds on an acre planted to HT seeds, in comparison to conventional seeds: *The emergence and rapid spread of weeds resistant to glyphosate, and *Reductions in the application of herbicides applied on non-GM crop acres. USDA NASS data show that since 1996, the glyphosate rate of application per crop year has tripled on cotton farms, doubled in the case of soybeans, and risen 39% on corn. The average annual increase in the pounds of glyphosate applied to cotton, soybeans, and corn has been 18.2%, 9.8%, and 4.3%, respectively, since HT crops were introduced. HT crops account for the lion’s share of total GM trait acreage - 72% over the first 13 years of commercial use and around three-quarters in most years. HT soybeans account for almost one-half of all GM trait acres. This is why HT soybeans are so important in terms of the overall impact of GM crops on the pounds of pesticides applied. On the impact of Bt crops on pesticide use The methodologies used by USDA to project pesticide use on conventional and GM-crop acres require a number of assumptions and projections, which may not be true. 1. One assumption is that Bt crop growers apply no chemical insecticides for the pests targeted by these traits, including cotton rootworm. But University of Illinois entomologists have documented spotty performance of Bt corn for Corn Root Worm control, especially under high population pressure, and reported that some growers have applied soil insecticides on Bt corn acres. So this assumption overstates the benefits of Bt technology regarding reducing insecticides. 2. Another assumption is that Bt corn planted for European Corn Borer and Southwestern Corn Borer can be credited with displacement of all the pounds of organophosphate or synthetic pyrethroid insecticides that would be applied to corn without the Bt trait. This assumption would overstate the benefits of the Bt technology regarding reducing insecticides, since a portion of most of these insecticides are applied by farmers for the control of other insects, including the Corn Root Worm. 3. A third assumption is that some portion of the acres planted to Bt corn displace insecticides. But before the commercial availability of Bt corn seed, some farmers were not treating their fields with insecticides. Historically, only around 35% of corn acres have been treated each year with an insecticide for control of the European Corn Borer, Southwestern Corn Borer, Corn Root Worm, and other insect pests. So this assumption overstates the benefits of Bt technology regarding reducing insecticides. 4. A fourth assumption is that the Bt toxins manufactured within the cells of Bt crops do not count as insecticides “applied” on Bt-crop acres. Opinions differ among experts on whether it is appropriate to count Bt toxins manufactured inside GM plants as equivalent to a Bt liquid insecticide sprayed on the outside of the plant. One factor to bear in mind when considering this question is that liquid sprays expose pest populations to short-lived selection pressure, thereby reducing the risk of resistance. Bt liquid sprays are applied only when and as needed, consistent with the core principles of integrated pest management (IPM). Bt plants, however, produce the toxin continuously during the growing season, not just when needed, and in nearly all plant tissues, not just where the toxins are needed to control attacking insects. In a year with low pest pressure, farmers can decide not to spray insecticides on a corn field, but they cannot stop Bt hybrids from manufacturing Bt toxins in nearly all plant cells. On glyphosate-resistant weeds Glyphosate-resistant (GR) weeds were practically unknown before the introduction of RR crops in 1996. Today, nine or more GR weeds collectively infest millions of acres of U.S. cropland. Thousands of fields harbor two or more resistant weeds. The South is most heavily impacted, though resistant weeds are rapidly emerging in the Midwest, and as far north as Minnesota, Wisconsin, and Michigan. Farmers can respond to resistant weeds on acres planted to HT crops in five ways: *Applying additional herbicide active ingredients, *Increasing herbicide application rates, *Making multiple applications of herbicides previously sprayed only once, *Through greater reliance on tillage for weed control, and *By manual weeding. In the period covered by this report, the first three of the above five responses have been by far the most common, and each increases the pounds of herbicides applied on HT crop acres. GR pigweed (Palmer amaranth) has spread dramatically across the South since the first resistant populations were confirmed in 2005, and already poses a major threat to U.S. cotton production. Some infestations are so severe that cotton farmers have been forced to abandon cropland, or resort to the preindustrial practice of “chopping cotton” (hoeing weeds by hand). GR weeds are not only driving increases in the use of glyphosate, but also the increased use of more toxic herbicides, including paraquat and 2,4-D, one component of the Vietnam War defoliant, Agent Orange. On how GR weed problems will impact health and the environment Growing reliance on older, higher-risk herbicides for management of resistant weeds on HT crop acres is now inevitable in the foreseeable future and will markedly deepen the environmental and public health footprint of weed management on over 100 million acres of U.S. cropland. This footprint will both deepen and grow more diverse, encompassing heightened risk of birth defects and other reproductive problems, more severe impacts on aquatic ecosystems, and more frequent instances of herbicide-driven damage to nearby crops and plants. On the road ahead for GM crops Crop year 2009 will probably mark several tipping points for RR crops. The acres planted to HT soybeans fell 1% from the year before, and will likely fall by a few additional percentage points in 2010. Farmer demand for conventional soybeans is outstripping supply in several states, and universities and regional seed companies are working together to close the gap. Reasons given by farmers for turning away from the RR system include the cost and challenges inherent in dealing with GR weeds, the sharply increasing price of RR seeds, premium prices offered for non-GM soybeans, the poorer than expected and promised yield performance of RR 2 soybeans in 2009, and the ability of farmers to save and replant conventional seeds (a traditional practice made illegal with the purchase of HT/RR seeds). In regions where farmers are combating resistant weeds, university experts are projecting increases of up to $80 per acre in costs associated with HT crops in 2010. This increase represents a remarkable 28% of soybean income per acre over operating costs. The economic picture dramatically darkens for farmers combating resistant weeds under average soybean yields (36 bushels) and market prices ($6.50 per bushel). Such average conditions would generate about $234 in gross income per acre. The estimated $80 increase in 2010 costs per acre of HT soybeans would then account for one-third of gross income per acre, and total cash operating costs would exceed $200 per acre, leaving just $34 to cover land, labor, management, debt, and all other fixed costs. Such a scenario leaves little or no room for profit at the farm level. Monsanto and Syngenta are now offering to pay farmers rebates on the order of $12 per acre to spray herbicides that work through a mode of action different from glyphosate. Monsanto’s program will even pay farmers to purchase herbicides sold by competitors, a sign of how seriously Monsanto now views the threat posed by resistance to its own product. While corn, soybean, and cotton farmers view the spread of resistant weeds as a slow moving train wreck eroding their bottom line, the seed and pesticide industry sees new market opportunities and profit potential arising in the wake of resistant weeds. A large portion of industry R&D investments are going into the development of crops that will either withstand higher rates of glyphosate applications, or tolerate applications of additional herbicides, or both. In short, the industry’s response is more of the same. One major biotech company has applied for and received a patent covering HT crops that can be directly sprayed with herbicide products falling within seven or more different chemical families. Pesticide use increased since GM crops introduced Pesticide use surveys carried out by the USDA show that cornfields in the U.S. were treated with an average 1.07 herbicides and 0.39 insecticides in 1971, while in that year 0.72 herbicides were used on soybeans. Two decades later in 1991, corn farmers applied on average about two different herbicides per acre. Since 1991 reliance has gradually increased and reached a peak of 2.78 herbicides applied to the average acre in 2001.




Naturismo e alterações climáticas: activista da Greenpeace despe-se para explicar toda a verdade sobre CFC- assina a petição

Greenpeace tells you the naked truth about the F-word and climate


F-gases, or HFCs, are the super greenhouse gases that cool our drinks, our cars, and our buildings. They have a bigger effect on our climate than carbon dioxide and they are a growing threat. Sign the petition to phase them out by 2020




Farpas : José Penedos, REN, Face Oculta


Quem é José Rodrigues Pereira dos Penedos?

1.José dos Penedos, presidente da REN, não declara rendimentos desde 1999
2. José dos Penedos signatário da Carta Anticorrupção Global Compact
3. José dos Penedos arguido no processo Face Oculta

4. José Penedos, enquanto deputado do PS, em 2000 foi nomeado Relator para o Projecto de Lei N.º 54/VIII, que revia o Regime de Sigilo Bancário, proposto pelo BE (ler aqui). Interessante estes trabalhos políticos , caso do José dos Penedos ( ler aqui as sua actividade enquanto deputado onde intervem pontualmente em relação ao plano energético) que depois são compensados em nomeações para uma empresa, a REN, que mexe com recursos energéticos e biodiversidade do País, só porque José dos Penedos está na partidocracia e não ao serviço do ambiente.A REN que, em termos de ambiente, pouco mais tem feito do que uma rede para as cegonhas.




Antes de destruírem a próxima teia de aranha vejam isto...


Um amigo enviou-me esta animação por correio electrónico (obrigado, Mário A. Ribeiro!).
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Procurei mais informação sobre esta preciosidade e cheguei aqui e aqui
Com muita informação sobre a biologia das aranhas e contos. Em Francês. Um bom recurso educativo para os Professores de Francês e um contributo dos mesmos para a área de Ciências e Educação Ambiental.
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

O Planeta Terra 2009 está a chegar a Lisboa






Brochure/ Brochura Planet Earth in our hands

Download brochure (pdf, 1.2 MB)

O Planeta Terra nas nossas mãos (pdf)

Promovido pelo Governo Português, o Planet Earth 2009 será realizado em Lisboa, de 20-22 de Novembro de 2009. Este evento (PELE2009) manifesta não só os efeitos do Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT), durante o seu período de vigência, mas também as iniciativas que surgem do legado do Ano Internacional do Planeta Terra.

O Ano Internacional do Planeta Terra (IYPE) é uma iniciativa conjunta da União Internacional das Ciências Geológicas (IUGS) e da UNESCO e foi proclamado pela Assembleia Geral da ONU como o Ano Internacional das Nações Unidas para o Planeta Terra. O AIPT apelou aos decisores e ao público em geral, através de um grande número de eventos nacionais e internacionais ao longo do triénio (2007-2009), sobre como o conhecimento geocientífico em geral pode ajudar na construção de um planeta mais saudável e de uma sociedade mais próspera e global.

Após consultar um dos Comités Nacionais mais bem sucedidos – o Comité Nacional de Portugal – ficou acordado que Portugal seria o país anfitrião desse evento: Planet Earth Lisbon 2009 (PEL 2009).

O Presidente da República e vários Ministros do Governo Português apoiaram generosamente este evento. O Ministério da Economia e Inovação ofereceu as suas instalações para acolher o Secretariado do IYPE que irá funcionar como uma agência do Secretariado IYPE sedeado em Trondheim, na Noruega, sob a supervisão do Director-Executivo do Secretariado para o Ano Internacional do Planeta Terra.

O Planet Earth Lisbon 2009 pretende reunir cientistas, políticos e industriais para comemorar o encerramento do Triénio do Ano Internacional do Planeta Terra (2007-2009), para avaliar os resultados do IYPE e, ainda para, olhando para o futuro, lançar novas iniciativas baseadas no legado do Ano. Este último objectivo irá dominar o Evento e reflecte-se no logótipo e no título do PEL 2009: Planeta Terra, Presente para o Futuro!

Além disso, o Planet Earth Lisbon 2009 pretende discutir três temas próximos da essência do IYPE e que são exemplo do Desenvolvimento Sustentável: Energias Renováveis, Gestão Sustentável de Solos e Recursos Hídricos, e Oceanos. Estes temas serão discutidos do ponto de vista político, científico e industrial. Por fim, ao convidar dois estudantes de cada um dos 80 países que constituíram Comités Nacionais para o IYPE, os organizadores do Evento destacam a importância das próximas gerações no cumprimento dos objectivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.

Os convites para esta Celebração Mundial do Planeta Terra foi ainda estendida a todos os Chefes de Estado, Ministérios e membros das Nações Unidas, para além da já referida participação de 80 Comitês Nacionais para o AIPT e cerca de 160 estudantes de todo o mundo (2 por Comité Nacional).<
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