quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A força das canções de embalar - Pequena oficina de trabalho ( workshop ) BioTerra, em 10 partes

Nas próximas postagens irei abordar de uma forma artística e activista, este encanto e força de sentimentos que são as canções de embalar, como são traduzidas em diferentes épocas, culturas, e dentro da mesma cultura as variações do tema. Durante a evolução, fala-se também da selecção do parentesco e da população. Deverá a família (e a população humana) funcionar como um todo cooperante, ou deveremos esperar egoísmo e engano mesmo entre os seus membros?

Deverá a pressão social humana diferenciar o tratamento desigual aos filhos? A planificação familiar é tão natural e no entanto em relação ao Homem parece não fazer muito sentido? As canções de embalar são então o pano de fundo para reflectirmos sobre estas e outras questões, como a adopção, xenofobias. As respostas genéticas estão muito bem explicadas no livro O Gene Egoísta, de Richard Dawkins. Todas estas perguntas eu procuro sugerir pistas, umas mais alegres, outras profundamente trágicas, como disse ao longo das próximas postagens (serão 10 histórias) , começando por estas duas fotos: uma mãe copiosa com a sua filha ao lado, fugitivas do conflito de Gaza e na primeira, pai chorando a perda do filho,no conflito étnico em Kuala Lumpur.

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