90 mil milhões para mais guerra. Uma loucura de dinheiro que vai sair do sangue dos cidadãos contribuintes europeus. O que se contará no final será mais destruição e morte de inocentes.
Este «postal de Natal» em forma de caricatura denuncia o pior de nós humanidade. Mais uma vez enfeitamos o presépio de hipocrisia e de malvadez como se fossem valores ou gestos humanizados e humanizantes.
Dizem-nos que não há dinheiro para a saúde, para a educação, para vencer a pobreza e a fome que ainda há neste mundo, mas na hora da verdade, como que por obra de um milagre, passa a haver dinheiro para armas, guerras e outras malvadezes de seres humanos contra seres humanos.
Eu deixei de gostar menos do natal não por aquilo que dele recebo, renovação da vida e da criação inteira, mas pelo que a rama que o Natal suscita de vazio quer em palavras quer em gestos para a ocasião só para ficar bem na imagem e no contexto folclórico que nos rodeia.
Eu queria ser otimista, mas a realidade não me permite, só apenas o sonho ideal do Natal me oferece alguma esperança.
Enfim, pensemos no quanto nos vai custar este valor astronómico que os líderes europeus «pariram» neste Natal, 90 mil milhões para armas e mais guerra.

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