Os discurso desumano e tácito de André Ventura e o discurso empático e democrático de António José Seguro
Ontem, no discurso de André Ventura, mais uma vez o narcisismo, a auto proclamação e a falta de empatia. No registo oficial do seu discurso focou-se quase exclusivamente no posicionamento político e estratégico e o tom "humanitário" da semana anterior desapareceu no momento final. Nem uma palavra foi dirigida para as vítimas das intempéries que têm assolado Portugal. Alguém reparou nisso?Durante toda a semana o homem esforçou-se perante as TV's, andou a carregar mantimentos e até chegou a soltar um "que se lixem as eleições".
No seu discurso, António José Seguro, aquele que não se expôs ao populismo hipócrita em tempo de campanha, começou o seu discurso de vitória dirigindo-se a todos aqueles que estão debaixo de calamidade pública. Começar um discurso de vitória endereçando uma calamidade pública não é apenas cortesia; é um reconhecimento da realidade do país acima do triunfo pessoal. Define o tom de quem entende que o cargo é um serviço, e não apenas um prémio.E isso diz-me muito sobre o Homem que promete exigência e segurança institucional. A direita democrática votou contra André Ventura!
Sem comentários:
Enviar um comentário