quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Na Suécia, calor de data centers passa a aquecer casas — e o “lixo térmico” virou energia útil para a população


Em Estocolmo, na Suécia, empresas de tecnologia firmaram parceria com a rede pública de aquecimento da cidade para reaproveitar o calor liberado por data centers — aqueles prédios cheios de servidores que armazenam dados da internet.

Os computadores funcionam 24 horas por dia e produzem enorme quantidade de calor.
Em vez de desperdiçar essa energia, o ar quente é captado, transferido para a rede de aquecimento urbano e enviado para casas, escolas e hospitais.

Em termos simples:
  1. servidores geram calor
  2. o calor é coletado por sistemas industriais
  3. entra na rede de aquecimento distrital
  4. ajuda a aquecer milhares de residências no inverno
Ou seja: internet → vira calor → vira conforto térmico.

A própria operadora do sistema estima que:
  1. até 10% do aquecimento urbano pode vir de data centers
  2. há queda nas emissões de CO₂
  3. o custo energético diminui
  4. a infraestrutura urbana fica mais eficiente
A Suécia já possui uma das maiores redes de aquecimento distrital do mundo — e a estratégia virou referência global em economia circular de energia.

Transparência sempre:
  1. tecnologia real e documentada
  2. não elimina outras fontes de aquecimento
  3. depende de localização e infraestrutura
  4. expansão é gradual e monitorada
Mas mostra que até o “calor invisível” da internet pode ser convertido em benefício público.

Fontes:
– Stockholm Exergi (rede de aquecimento de Estocolmo)
– Swedish Energy Agency
– BBC / The Guardian / Reuters

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