terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Murray Head - Dust in the wind


Site Oficial - Murray Head

Dust In The Wind

I close my eyes
Only for a moment, and the moment's gone
All my dreams
Pass before my eyes, a curiosity

Dust in the wind
All they are is dust in the wind

Same old song
Just a drop of water in an endless sea
All we do
Crumbles to the ground, though we refuse to see

Dust in the wind (oh)
All we are is dust in the wind
Oh, oh, oh

Now, don't hang on
Nothing lasts forever, but the Earth and sky
It slips away
And all your money won't another minute buy

Dust in the wind
All we are is dust in the wind (all we are is dust in the wind)
Dust in the wind (everything is dust in the wind)
Everything is dust in the wind
The wind

A canção “Dust in the Wind” que aparece numa versão de Murray Head (lançada em 2012) é uma interpretação/cobertura de um clássico escrito originalmente pela banda Kansas em 1977 — embora muitas pessoas tenham ouvido mais a versão da Kansas, é basicamente a mesma música com significado semelhante.

A música utiliza a metáfora da “poeira ao vento” para transmitir a ideia da transitoriedade da vida e da fragilidade da existência humana, lembrando que tudo o que somos e fazemos é efêmero, dissipando-se como poeira levada pelo vento. O tema central enfatiza a mortalidade e a passagem do tempo, mostrando que momentos, sonhos e até conquistas são passageiros. Ao mesmo tempo, transmite uma mensagem de humildade diante da existência, ao lembrar que, em comparação com o tempo e o universo, nossas ambições e bens materiais têm duração limitada. A letra encoraja a refletir sobre a impermanência das coisas, valorizando o que realmente importa: conexões humanas, experiências e viver o presente. Expressões como “all we are is dust in the wind” reforçam a ideia de que somos passageiros no tempo, enquanto “nothing lasts forever but the earth and sky” evidencia que apenas elementos essenciais e duradouros permanecem. Criada por Kerry Livgren, a versão original da Kansas combina delicadeza musical com profundidade filosófica, tornando a canção uma reflexão poética sobre o tempo, a morte e a importância de valorizar o momento presente.

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