quarta-feira, 1 de abril de 2015

Estudo revela que aves das Galápagos alimentam-se de flores para compensar a falta de insetos

Com a participação do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, na Nature Communications
Até aqui, a história da ecologia e evolução das aves das ilhas Galápagos contava-se essencialmente com a necessidade de se alimentarem de insetos e sementes. No entanto um estudo agora publicado na revista “Nature Communications”, que contou com a participação de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), mostra pela primeira vez que estas aves, incluindo os famosos tentilhões de Darwin, também se alimentam em larga escala de néctar e pólen de mais de 100 espécies de flores, acrescentando uma nova peça na compreensão da ecologia das espécies insulares. Ao longo de quatro anos, uma equipa multidisciplinar de investigadores de Espanha, Equador, Dinamarca e Portugal, através do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra (UC), procedeu à identificação dos grãos de pólen transportados no bico de aves de 19 das 23 espécies existentes nas Galápagos. Mais de 700 aves foram capturadas e libertadas após a colheita do pólen, e a informação recolhida foi depois processada com recurso a técnicas de análise de redes complexas. 

A principal novidade do estudo é que praticamente todas as aves das Galápagos adotaram a mesma estratégia, ou seja, alimentando-se massivamente de flores ao longo de todo o ano e em todas as ilhas, independentemente da dieta típica dos seus antepassados vindos da América do Sul. Segundo Ruben Heleno, investigador do Centro de Ecologia Funcional da UC, que participou no estudo, esta mudança “introduz uma nova peça que pode ser muito importante no puzzle que é a evolução e a ecologia das espécies insulares”. De acordo com o investigador, a escassez de insetos obrigou muitos animais tipicamente insectívoros e granívoros a incluírem na sua dieta recursos florais mais abundantes, como pólen e néctar. “Este alargamento na dieta leva a que as aves das Galápagos se tornem massivamente mais generalistas, consumindo uma diversidade de flores muito maior do que a das aves na américa continental”, explica Ruben Heleno. O estudo expõe também as fragilidades do ecossistema das ilhas Galápagos. “Se por um lado, as aves ganham um recurso alimentar e simultaneamente as flores beneficiam porque são polinizadas pela ação das aves, podendo assim produzir mais frutos e mais sementes, por outro representa também uma ameaça uma vez que ao visitar e polinizar as plantas introduzidas pelo Homem nestes frágeis ecossistemas insulares, as aves podem acelerar a progressão de plantas invasoras e a destruição dos habitats únicos das Galápagos”, alerta o investigador da UC.

terça-feira, 31 de março de 2015

Há uma estufa de biovivos no telhado do ginásio mais chique de Lisboa

Lembra-se do designer agricultor de que a VISÃO Sete falou a propósito da iniciativa Sangue na Guelra? Foi, em parte, graças à passagem por este festival que João Henriques, 30 anos, deixou de ser considerado um "louco" (é o próprio que diz) e que as suas ideias sobre agricultura biológica começaram a ser levadas a sério.

A vida nem sempre foi fácil para este professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, desenhador, construtor e acima de tudo inventor de jardins verticais, hortas domésticas e estufas urbanas: enviou mais de uma centena de pedidos e apenas um "sim" lhe chegou, o do ginásio Clube VII, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, onde está, agora, a cultivar os seus superalimentos biológicos (ou melhor, os seus biovivos), produzidos localmente e entregues em bicicleta elétrica.

O primeiro dia deu para estender a lona da estufa, que ocupará 18 metros quadrados e da qual espera retirar todos os meses cerca de 2 160 mini tabuleiros. Seguirão depois para a cafetaria do Clube VII e para quem os quiser comprar (João Henriques faz entregas, de bicicleta elétrica, num raio de 5 quilómetros).

Cultivará biovivos de ervilha (possui três vezes mais vitamina C do que a laranja e só tem 18 calorias/100 gramas), de girassol (com mais antioxidantes do que os frutos vermelhos) e de erva trigo (utilizada na confeção de shots e sumos Detox). João Henriques destaca a versatilidade destes produtos (que levam, em média, duas a quatro semanas a ser cultivados) bem como o seu baixo custo (um quinto do preço dos microlegumes tradicionais). Com este projeto, espera vir a ter a primeira estufa de telhado biocertificada da Europa. Outra horta irá, em breve, nascer no cimo do Parque Holanda, em Carnaxide. Perdão, outra estufa.
Onde comer e comprar

Por ora, em Lisboa, é possível comer os legumes de João Henriques nos restaurantes Jardim dos Sentidos, 1300 Taberna, FoodTemple e na loja Liquid. A partir de maio, também vão estar à venda nos supermercados Brio

Fonte: Visão

segunda-feira, 30 de março de 2015

Documentário do mês- Escolarizando o Mundo - Completo e Legendado [Schooling the World]


O filme examina o pressuposto escondido da superioridade cultural por trás dos projetos de ajuda educacionais, que, no discurso, procuram ajudar crianças a "escapar" para uma vida "melhor". Aponta a falha da educação institucional em cumprir a promessa de retirar as pessoas da pobreza -- tanto nos Estados Unidos quanto no chamado mundo "em desenvolvimento". E questiona nossas definições de riqueza e pobreza - e de conhecimento e ignorância -quando desmascara o papel das escolas na destruição do conhecimento tradicional sustentável agroecológico, no rompimento das famílias e comunidades e na desvalorização das tradições espirituais ancestrais. Finalmente, 

ESCOLARIZANDO O MUNDO faz um chamado por um "diálogo profundo" entre as culturas, sugerindo que nós temos, ao menos, tanto a aprender quanto a ensinar e que essas sociedades sustentáveis ancestrais podem ser portadoras do conhecimento que é vital para nossa própria sobrevivência neste milénio. 

Sítio oficial 
Schooling the World

sábado, 28 de março de 2015

Tori Amos "Bouncing Off Clouds"


All of the photos featured in this video were taken by my dear friend Susanna "Riyueren" Bavaresco. Visit her photo blog Mutazioni del Silenzio

sexta-feira, 27 de março de 2015

9 alimentos que parecem saudáveis mas não são

Fonte: Greensavers
Está a tentar perder alguns quilos e, mesmo seguindo uma alimentação equilibrada, os ponteiros da balança não deixem? É melhor estar atento ao que come, pois alguns alimentos considerados saudáveis podem, na verdade, deitar tudo a perder.

“Não é porque está escrito no pacote que é saudável, light ou sem gordura que o produto realmente é uma boa opção para a sua dieta. Ele pode ter menos calorias, por exemplo, mas ser rico sódio ou gordura”, explica Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Brasil. O ideal é, em vez de ceder ao apelo comercial, ler o rótulo e a composição dos alimentos antes de colocar um produto no carrinho de supermercado.

Confira os nove produtos que têm fama de serem saudáveis, mas que, na verdade, não o são, segundo a Veja, um artigo publicado também no agregador O Meu Bem Estar.

1.Pão integral

A embalagem pode até dizer que o pão é integral, mas diversas vezes o produto contém mais farinha branca do que integral. De acordo com a endocrinologista Cintia Cercato, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), certifique-se que o primeiro ingrediente listado no rótulo é a farinha integral. “Além disso, verifique o conteúdo de fibra por porção. Se tiver entre 3 a 4 gramas, pode comprar”, aconselha.

2.Agave

O néctar de agave é extraído da planta com o mesmo nome e é a base da tequila. Conhecido como um adoçante mais saudável que o açúcar, o produto é composto por 85% de frutose. “Ele é, sim, uma fonte energética alternativa. Porém, é altamente calórico e, em grandes quantidades, faz mal ao organismo”, afirma Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A frutose em excesso aumenta a resistência à insulina e em longo prazo pode ser um factor de risco para a diabetes. Além disso, um estudo recente constatou que a frutose provoca reacção no cérebro que aumenta o apetite mesmo depois de consumir muitas calorias.

3.Alimentos sem glúten

Eliminar o glúten da dieta é uma das soluções encontrada por quem quer perder peso, mas não existem provas científicas de que retirar esta proteína da mesa ajuda a diminuir o peso. “Para quem não sofre de doença celíaca, que não pode comer alimentos com glúten, não faz sentido algum comprar este tipo de alimentos. Eles têm tantas calorias como os que têm glúten e simplesmente não fazem diferença na dieta”, diz Celso Cukier.

4.Margarina

Assim como os celíacos precisam de alimentos sem glúten, também as pessoas com colesterol elevado necessitam de substituir a manteiga pela margarina. E não é qualquer margarina, mas aquelas marcas que acrescentam fitosterol na sua composição. O fitosterol é um extracto natural do óleo vegetal que ajuda a controlar os níveis de LDL (o colesterol “mau”) no sangue. Para quem não tem esse problema, não há qualquer vantagem em escolher a margarina no lugar da manteiga, ambas são ricas em calorias e gordura. “A margarina ainda tem uma grande quantidade de gordura vegetal, que actua no processo de inflamação do organismo”, explica Celso Cukier.

5.Alimentos orgânicos industrializados

Bolos, biscoitos, geleias e molhos industrializados feitos com ingredientes orgânicos são ricos em açúcar, assim como os que não são orgânicos. Além disso, pelo facto de serem processados, perdem grande parte das vitaminas e fibras. Trata-se, portanto, de um produto com os mesmos malefícios dos concorrentes sem esse rótulo e com a desvantagem de ser mais caro.

6.Salgados com poucas calorias ou pouca gordura

Segundo a nutricionista Márcia Fontes, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital Norte D’Or, no Rio de Janeiro, os salgados industrializados anunciados como saudáveis induzem o consumidor em erro. “A pessoa acredita que, por ter poucas calorias e pouca gordura, esses alimentos podem ser consumidos à vontade. A redução é, normalmente, de 25%, o que significa que o alimento ainda tem 75% de gordura”, afirma.

7.Sumos de fruta industrializados

Os sumos industrializados contêm a partir de 30% de polpa de fruta. “O restante, na maior parte, é açúcar. Durante o seu armazenamento, a bebida perde antioxidantes e vitaminas”, diz Celso Cukier. O sumo light, por exemplo, tem menos açúcar, mas é rico em sódio, que causa retenção de líquidos.

8.Molhos para saladas

Molhos industrializados são ricos em sódio, gorduras saturadas e açúcares, que prejudicam a dieta equilibrada. “Temperar a salada com molhos naturais, como um pouco de azeite e sal, é mais saudável”, aconselha a nutricionista funcional Thaianna Velasco, da Clínica Helena Costa, no Rio de Janeiro. Uma dica é preparar um tempero com sumo de limão, iogurte, um fio de azeite de oliva e, no máximo, 1 grama de sal.

9.Bebidas desportivas

As bebidas desportivas devem ser consumidas por pessoas que praticam, pelo menos, uma hora de actividade física intensa. Para quem faz menos exercício, a bebida pode causar pedras no rim, por ser rica em sódio e potássio. “Bebidas para atletas não podem substituir os sumos ou a água. Elas não trazem benefício algum sem a prática de actividade física intensa”, diz Thaianna Velasco.

quarta-feira, 25 de março de 2015

História do ambientalismo Português- caso de Setúbal



Unidos na protecção da natureza, dois alunos do Liceu de Setúbal estavam, em 1976, longe de imaginar o papel que teriam na política ambiental da região, bem como de supor que uma associação por si fundada daria um contributo inestimável para a maior organização ecologista portuguesa. 

Carlos Frescata, Francisco Abreu, Francisco FerreiraViriato Soromenho Marques e outros. Os meus parabéns!

terça-feira, 24 de março de 2015

Inimiga nº 1 dos transgénicos, física indiana denuncia ditadura alimentar

Fonte: Folha de São Paulo, 24/8/13
Considerada a inimiga número um da indústria de transgênicos, a física e ativista indiana Vandana Shiva afirma que há uma ditadura do alimento, onde poucas e grandes corporações controlam toda a cadeia produtiva. E dá nome aos bois: Nestlé, Cargil, Monsanto, Pepsico e Walmart.
"Essas empresas querem se apropriar da alimentação humana e da evolução das sementes, que são um patrimônio da humanidade e resultado de milhões de anos de evolução das espécies", diz.
Crítica feroz à biopirataria, Shiva ressalta que a única maneira de combater o controle sobre a alimentação é o ativismo individual na hora de consumir produtos mais saudáveis e de melhor qualidade.
Leia os principais trechos da exclusiva à Folha durante o 3º Encontro Internacional de Agroecologia, em Botucatu.

É possível alimentar o planeta sem usar transgênicos?
O único modo de alimentar o mundo é livrando-se das sementes transgênicas. Essas sementes não produzem alimentos, mas produtos industrializados. Como isso poderia ser a solução para fome? Só estão criando mais controle sobre as sementes. Desde 1995, quando as corporações obtiveram o direito de controlar as sementes, 284 mil fazendeiros cometeram suicídio na Índia. Nós perdemos 15 milhões de agricultores por causa de um design de produção agrária criado para acabar com a agricultura familiar.

Como mudar a alimentação do modelo agroindustrial para outro baseado na produção familiar e na distribuição local?
As pequenas fazendas produzem 80% dos alimentos comidos no mundo. As indústrias produzem commodities. Apenas 10% dos grãos de milho e soja são comidos por pessoas; o resto é 'comido' pelos carros, como biocombustíveis, e por animais. É possível elevar esses 80% para 100% protegendo a biodiversidade, a terra, os fazendeiros e a saúde pública. É apenas por meio da agroecologia que a produtividade agrícola pode aumentar.

Como as grandes corporações dominam a cadeia mundial de alimentos?
Se você olha para as quatro faces que determinam nossa comida, são todas controladas por grandes corporações. As sementes são controladas pela Monsanto por meio dos transgênicos; o comércio internacional é controlado por cinco empresas gigantes; o processamento é controlado por outras cinco, como a Nestlé e a PepsiCo; e o varejo está nas mãos de gigantes como o Walmart, que gosta de tirar o varejo dos pequenos comércios comunitários e com conexões muito diretas entre os produtores de comida e os consumidores. São correntes longas e invisíveis, onde 50% dos alimentos são perdidos.
Temos sim uma ditadura do alimento. A razão que eu viajei todo esse caminho até o Brasil é porque eu sou totalmente a favor da liberdade alimentícia, porque uma ditadura do alimento não é só uma ditadura. É o fim da vida.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Maior aquífero do mundo fica no Brasil e abasteceria o planeta por 250 anos

Imagine uma quantidade de água subterrânea capaz de abastecer todo o planeta por 250 anos. Essa reserva existe, está localizada na parte brasileira da Amazônia e é praticamente subutilizada.

Até dois anos atrás, o aquífero era conhecido como Alter do Chão. Em 2013, novos estudos feitos por pesquisadores da UFPA (Universidade Federal do Pará) apontaram para uma área maior e nova definição.

"A gente avançou bastante e passamos a chamar de SAGA, o Sistema Aquífero Grande Amazônia. Fizemos um estudo e vimos que aquilo que era o Alter do Chão é muito maior do que sempre se considerou, e criamos um novo nome para que não ficasse essa confusão", explicou o professor de Instituto de Geociência da UFPA, Francisco Matos.

Segundo a pesquisa, o aquífero possui reservas hídricas estimadas preliminarmente em 162.520 km³ --sendo a maior que se tem conhecimento no planeta. "Isso considerando a reserva até uma profundidade de 500 metros. O aquífero Guarani, que era ao maior, tem 39 mil km³ e já era considerado o maior do mundo", explicou Matos.

O aquífero está posicionado nas bacias do Marajó (PA), Amazonas, Solimões (AM) e Acre --todas na região amazônica-- chegando até a bacias sub-andinas. Para se ter ideia, a reserva de água equivale a mais de 150 quatrilhões de litros. "Daria para abastecer o planeta por pelo menos 250 anos", estimou Matos. 

O aquífero exemplifica a má distribuição do volume hídrico nacional com relação à concentração populacional. Na Amazônia, vive apenas 5% da população do país, mas é a região que concentra mais da metade de toda água doce existente no Brasil.

Por conta disso, a água é subutilizada. Hoje, o aquífero serve apenas para fornecer água para cidades do vale amazônico, com cidades como Manaus e Santarém. "O que poderíamos fazer era aproveitar para termos outro ciclo, além do natural, para produção de alimentos, que ocorreria por meio da irrigação. Isso poderia ampliar a produção de vários tipos de cultivo na Amazônia", afirmou Matos.

Para o professor, o uso da água do aquífero deve adotar critérios específicos para evitar problemas ambientais. "Esse patrimônio tem de ser visto no ciclo hidrológico completo. As águas do sistema subterrâneo são as que alimentam o rio, que são abastecidos pelas chuvas. Está tudo interligado. É preciso planejamento para poder entender esse esquema para que o uso seja feito de forma equilibrada. Se fizer errado pode causar um desequilíbrio", disse.

Mesmo com a água em abundância, Matos tem pouca esperança de ver essa água abastecendo regiões secas, como o semiárido brasileiro. "O problema todo é que essa água não tem como ser transportada para Nordeste ou São Paulo. Para isso seriam necessárias obras faraônicas. Não dá para pensar hoje em transportar isso em distâncias tão grandes", afirmou. [Fonte: UOL, 21/3/15]

domingo, 22 de março de 2015

SISKIYOU - Never Ever Ever Ever Again

SISKIYOU - Never Ever Ever Ever Again (2011) 3:49
director and producer JAMIE M. DAGG
director of photography ADAM MARSDEN and JAMIE M. DAGG
director of photography - wooden bird elements HENRY SANSOM
editor JEFF SCHEVEN
co-producer ASHLEIGH RAINS
executive producer NICK SORBARA

sábado, 21 de março de 2015

O Dia Internacional das Florestas da ONU 2015 e seu lema: “Florestas, Clima, Mudança”. Mudar o quê? (e-Livro)

E também Dia Mundial da Poesia:

" As árvores, por exemplo, toleram bem o tédio:
praticamente nada acontece no reino vegetal de uma floresta,
e não é por essa razão que as exaltações guerreiras

se multiplicam. O homem
-disse o velho- deveria aprender a imitar
o ímpeto lento das árvores
que querem ser vistas e jamais parando, sobem sempre."

GONÇALO M. TAVARES" Uma Viagem à Índia", 2010, Caminho, p.265."

sexta-feira, 20 de março de 2015

Campanha: "O amor não tem rótulos"



Enquanto a grande maioria das pessoas considera-se sem preconceitos, muitos de nós não intencionalmente fazemos julgamentos precipitados sobre as pessoas com base no que vemos, seja de raça, idade, sexo, religião, sexualidade ou deficiência. Esta pode ser uma razão para que muitos se sintam discriminados. Subconsciente "viés implícito" chamado preconceito -com profundas implicações para o modo como vemos e interagir com outras pessoas que são diferentes de nós. Isso pode dificultar a capacidade de uma pessoa para encontrar um emprego, garantir um empréstimo, alugar um apartamento, ou chegar a um julgamento justo, perpetuando as disparidades na sociedade. A campanha “Love has no labels” (O amor não tem rótulo) desafia-nos a abrir os olhos para o nosso preconceito e trabalhar para pará-lo em nós mesmos, nossos amigos, nossas famílias e nossos colegas. Repense o seu preconceito em love has no labels

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