segunda-feira, 27 de março de 2017

Quarta 29: Sementes de Liberdade - Aquecimento para a Marcha contra a Monsanto


29 março quarta-feira às 18:00
Tertúlia em volta do filme Sementes de Liberdade 

Com a participação especial da investigadora agronómica Ana Pacheco, e de Margarida Silva, coordenadora da Plataforma Transgénicos Fora

Na sede da Campo Aberto (Rua de Santa Catarina, 730-2.º andar, no Porto), entrada livre

Esta tertúlia abre caminho à Marcha contra a Monsanto, iniciativa internacional que há alguns anos é secundada no Porto e que este ano ocorrerá no sábado 20 de maio de tarde. Oportunamente serão divulgadas informações sobre a marcha.

Organizam:

Campo Aberto - associação de defesa do ambiente
Plataforma Transgénicos Fora
Porto Sem OGM

Espécies em extinção: conheça os animais em risco (40 diapositivos...)

Com a população animal a cair a uma preocupante média de 52% em quatro décadas, listamos nesta galeria alguns dos animais que podemos perder para sempre. Saba quais: Os pinguins estão numa situação de extremo risco pelas mudanças da temperatura do mar e pelo derreter do gelo polar, causados pelas mudanças climáticas. Entre 17 e 19 espécies de pinguins estão numa situação de grande ameaça de extinção, segundo o órgão internacional que faz este registo.
Tigre-de-Sumatra- População restante: menos de 400.

Fotogaleria completa aqui

sábado, 25 de março de 2017

Musica do Bioterra: The Chameleons- The Perfume Garden (official and John Peel sessions)

This is one of those songs I HAVE to listen to on a loop, in a dark room at night with the headphones on so I can lose myself for hours.




You can shake your hips
You can seal your lips
I can't make that trip
And all life's fears
Can invade my ears
I can handle it
I can laugh with a friend
And remember the faces
We wore at school
Making the madness
And solitary sadness
A friendly fool
I thought of stories
They told us long ago
Of how the world was a perfume garden
I haven't yet learned to tame the creature there
And that at least I think is something good
All across the town
And across the street
You could feel the heat
Let me tell you friend
They could hardly wait
To mark your sheet
It was maximum joy
For the men they employed
To hold you down
Well I hope now you know
That this isn't the bliss
That you thought you found
Endless emptiness
An endless ringing bell
I couldn't show you
But I hope to one day
Pretty promises to teach the tender child
To welcome madness every Monday
Beck and call
It didn't seem to matter at all
Beck and call
You told us how to conquer it all
Beck and call
These children have nothing at all
Listening hard
For the voice of the child
I thought I heard
An alarm bell ringing
Pulled from my sleep
By invisible hands
The distant sound of a lady singing

sexta-feira, 24 de março de 2017

Rio Whanganui tem personalidade jurídica

O rio Whanganui, na Nova Zelândia, foi dotado de personalidade jurídica, passando a ter, legalmente, os mesmos direitos que os seres humanos.

Rio Whanganui

O rio de Whanganui é um rio principal na ilha norte de Nova Zelândia. É o terceiro maior rio do país (com 290 km de extensão) e tem um estatuto especial devido à sua importância para o povo Maori da região.
Toda a notícia aqui

Obsolescência Programada no Programa Biosfera (2011)

Obsolescência programada trata-se de uma prática empresarial de reduzir deliberadamente a vida de um produto para aumentar seu consumo porque, como publicado em 1928, uma publicidade influente revista dos EUA " um artigo que não se desgasta é uma tragédia para os negócios"

quinta-feira, 23 de março de 2017

Breathelife - uma base de dados para acedermos níveis de contaminação atmosférica de 3 mil cidades.

REIVINDICA JUNTO do PRESIDENTE da TUA  CIDADE  para LIMPAR o AR da CIDADE.




A poluição do ar pode ser um problema ambiental que estamos todos familiarizados, mas os níveis continuam a subir,pelo que  agora é uma crise de saúde pública que requer uma acção urgente. A poluição do ar ceifa 6,5 milhões de vidas por ano e contribui significativamente para as alterações climáticas. As cidades podem rapidamente reduzir a poluição do ar através de medidas já comprovadas como a regulamentação das emissões dos veículos e a implantação de redes de soluções de trânsito rápido, mas os líderes só vão agir se eles sabem que esta questão é de vital importância para os seus cidadãos. Faz um apelo aos teus líderes para que a tua cidade se integre na rede Respira Vida (Breathe Life) e apoie soluções que limpem o nosso ar, protejam a nossa saúde e reduzam os efeitos do aquecimento global.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Não acredita em alterações climáticas? Veja as imagens do antes e do depois


No início do século XX, os glaciares do Árctico eram um dos fenómenos mais misteriosos e desconhecidos da natureza. Mas, cerca de 100 anos depois, o seu desaparecimento tornou-se a prova "visível" das alterações climáticas. Em 2002, o fotógrafo sueco Christian Åslund, que colabora com a organização ambientalista Greenpeace há quase 20 anos, decidiu procurar no arquivo do Instituto Polar Norueguês imagens dos glaciares registadas em inícios do séc. XX, no arquipélago norueguês Svalbard. Durante três semanas, Åslund recolheu várias fotografias e percorreu o Árctico num barco de forma a reproduzir as mesmas imagens, no mesmo lugar, um século depois.

Notícia completa  e as 14 fotografias aqui

terça-feira, 21 de março de 2017

Dois mamíferos que, afinal, não estavam extintos

O grupo onde nos inserimos, os mamíferos, está também ele repleto de histórias de renascimentos. Hoje procurei agrupar casos grandes e pequenos, aqueles onde a vulnerabilidade não surpreende aos que nunca imaginamos poder desaparecer.
 Voamos para longe da Europa, mas com uma intervenção fundamental dos europeus, para conhecer o percurso atribulado de um wallaby, um pequeno canguru, na sua longa viagem da abundância à extinção e, por fim, ao renascimento.
Em 1841, o ornitólogo inglês John Gould descrevia na sua monografia sobre a família Macropodidae (família dos cangurus) uma espécie de wallaby, o Onychogalea fraenata. Apesar de ser especialista em aves, aquando da sua estadia na Austrália para estudar a avifauna (onde entre centenas de aves descritas, mais de 300 eram novas para a ciência), Gould aproveitou para descrever outros animais, particularmente mamíferos.
Este pequeno macrópode – com cerca de 1 metro de comprimento, do qual metade é cauda, e entre 4 e 8 kg – faz parte de três espécies conhecidas que apresentam uma estrutura córnea, similar a uma unha, na ponta da cauda. Essa característica, juntamente com a linha branca em forma de freio no dorso, deram-lhe o nome comum de Bridle Nail-Tail Wallaby.

Desde a sua redescoberta que os estudos revelaram uma característica extremamente importante nesta espécie. O seu sistema imunitário aparenta ser bem mais resistente que o dos restantes marsupiais. De acordo com Lauren Young, imunologista de marsupiais da Central Queensland University, “estes wallabies parecem ser capazes de sobreviver a infecções parasíticas, vírus e diversas doenças mais rapidamente que outros marsupiais”.
Existem animais que criam no nosso imaginário a ideia de que são quase impossíveis de eliminar, associando normalmente a sua imagem à ideia de praga. Os ratos são sem dúvida um exemplo. Mas a verdade é que nem todos os pequenos roedores são tão resilientes assim.
Continuando na Austrália encontramos o Pseudomys novaehollandiae, um pequeno rato da família Muridae, a mesma onde se inserem a ratazana e o rato comuns nas nossas cidades.

A sua descrição foi feita por George Robert Waterhouse, um entomologista inglês que publicou em 1846-48 dois volumes sobre a história natural dos mamíferos, incidindo sobre os marsupiais e os roedores. O nome que lhe atribuiu deriva da designação de Nova Holanda que era dada pelos europeus à Austrália, nome que permaneceu corrente até meados de 1850.
Com apenas 6,5 a 9 cm de comprimento corporal e 8 a 10,5 cm de comprimento da cauda (sempre entre 10 e 15% maior que o corpo), este pequeno rato não mais foi visto. Até que em 1967, Geoff Spencer, funcionário do Serviço de Parques e Vida Selvagem de Nova Gales do Sul capturou um indivíduo no Parque Nacional de Ku-ring-Gai Chase, a Norte de Sidney.
O seu pequeno porte e o facto de ser nocturno não justificam totalmente a sua ausência por mais de 100 anos. De facto, este ratinho apresenta problemas a nível populacional, e estima-se que a sua população possa continuar a decair ao longo da próxima década.
Alimentando-se de sementes, folhas, fungos e alguns invertebrados, a sua alimentação depende muito dos padrões de pluviosidade anuais. Além disso a sua reprodução depende da disponibilidade de alimento. Na primeira reprodução as fêmeas só dão à luz uma cria, aumentando depois até um máximo de seis. Actualmente nenhuma população excede os 1.000 indivíduos.
A Austrália é rica em histórias de renascimento de mamíferos. A estes dois poderiam juntar-se mais algumas espécies. Gymnobelideus leadbeateri, que esteve mais de meio século desaparecido; Zyzomys pedunculatus, que foi considerado extinto por duas vezes (1990 e 1994) e reencontrado em 2001, com confirmação em 2013; Petaurus gracilis, perdido para a ciência desde 1883 a 1989; ou ainda o pequeno Potorous gilbertii – marsupial que se alimenta exclusivamente de fungos, o que não é coisa comum – que, depois de mais de um século desaparecido, acabou por ser reencontrado em 1994. Mas há histórias um pouco por todo o lado…

segunda-feira, 20 de março de 2017

A politica "não no meu quintal" continua

O Reino Unido exportou 67% dos resíduos de plástico que produziu em 2016.



O problema é ainda mais escandaloso pois esses resíduos de plástico poderão ter sido incinerados ou enterrados em vez de serem reciclados como diz a indústria. Greenpeace.