domingo, 23 de Novembro de 2014

sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

O Carvalho - A Árvore das Árvores (documentário)


O Carvalho - A Árvore das Árvores ( The Tree of Trees )
"A floresta é uma grande contadora de histórias, um labirinto que intriga a imaginação. O imponente Carvalho surge majestoso, retorcido, firme e cheio de nobreza.

quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Um engenhoso apartamento em Paris com apenas 8m2

É no 7º andar de um edifício na cidade de Paris onde podemos encontrar este pequeno apartamento com apenas 8m2. O espaço foi totalmente transformado pela empresa de design de interiores, "Kitoko Studio", que planeou tudo minuciosamente, para conceber um espaço flexível, ultra-funcional e uma óptima opção para evitar a subida de preço dos imóveis na capital francesa.

quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

Como reaproveitar garrafão de água de 5 litros

Os garrafões de água, aqueles de cinco litros, são geralmente comprados e depois simplesmente descartados quando a água acaba. Mas eles são grandes e resistentes. Sendo assim, por que não utilizar a criatividade para encontrar destinos úteis a eles? Além de tudo, essa é uma maneira de ajudar o planeta e o meio ambiente.

O artesanato não só é uma prática sustentável. Por meio dele, é possível se distrair e ocupar o tempo vago. Mas vai além. Com o artesanato é possível criar muitos objetos que podem enfeitar sua casa ou escritório e serem muito úteis no dia a dia. Veja a seguir essa ideia simples, barata, rápida e muito prática:

Passo a passo para transformar garrafão de água em algo útil

Os materiais necessários são:
Garrafão de água de cinco litros
Tesoura
X-Acto
Cola quente
Retalho de tecido
Cordões coloridos e resistentes
Foto: pinterest.
Foto: pinterest.
Como fazer:
1º passo: o garrafão tinha água dentro, então seque-o bem para poder realizar este passo a passo.

2º passo: com o X-acto, corte uma parte do garrafão. Retire a parte superior, aquela em que está localizada a tampa. Corte com cuidado e capricho para ficar reto e sem rebarbas.

3º passo: agora, pegue o retalho de tecido. Com a tesoura, corte-o de maneira a formar uma fina faixa para circular todo o garrafão. Aqui você estará dando um acabamento bonito para o garrafão.

4º passo: com a cola quente, cole a fita na extremidade do garrafão. Corte se sobrar tecido.

5º passo: com a ponta da tesoura, faça quatro furos pequenos no garrafão, dois em um dos lados e dois em outro lado, oposto.

6º passo: nestes furos feitos acima, você vai encaixar os cordões coloridos. Coloque um em um dos furos. Para prender, dê um nó em uma das extremidades do cordão. A outra extremidade você vai encaixar no furo feito do lado oposto do galão. Faça novamente um nó para prender. Pronto, agora uma alça já está formada.

7º passo: repita todas as orientações do passo anterior para criar a segunda alça. Feito isso, está pronta sua sacola feita com garrafão de água.

terça-feira, 18 de Novembro de 2014

10 blogues de pedagogia

Roald Dahl - Matilda


10 blogues de pedagogia
Cool Cat Teacher Blog: Como usar as tecnologias digitais na sala de aula?
The Innovative Educator: Métodos e técnicas de ensino
The Next Generation of Educational Leadership: Um blog sobre professores para professores
2 Cents Worth: Métodos e técnicas de ensino
Education Innovation: Criatividade e inovação na sala de aula
Ozge Karaoglu’s Blog: Instrumentos e estratégias para ensinar melhor
Teaching Ideas and Resources: Dicas e sugestões para melhorar o desempenho do professor
Teacher Reboot Camp: Estratégias de liderança na escola e na sala de aula
Free Resources for Education: Recursos educativos e didácticos
Andrew B. Watt’s Blog: Debate sobre as tecnologias digitais que melhor resultam no ensino
Os blogues são ferramentas de autoformação usadas por cada vez mais professores. Há milhares de blogs de professores em língua inglesa. Espreite estes e coloque-os nos favoritos ou na sua página do Google Reader.

Estes e muitos mais blogues sobre pedagogia encontram-se no meu dossiê Educação- Ensino 


segunda-feira, 17 de Novembro de 2014

Fotopoema do dia- How to build a butterfly



Amar é arriscar. Tudo.O amor é algo extraordinário e muito raro. Ao contrário do que se pensa não é universal, não está ao alcance de todos, muito poucos o mantêm aqui. Chama-se amor a muita coisa, desde todos os seus fingimentos até ao seu contrário: o egoísmo. A banalidade do gosto de ti porque gostas de mim é uma aberração intelectual e um sentimento mesquinho. Negócio estranho de contabilidade organizada. Amar na verdade, amar, é algo que poucos aguentam, prefere-se mudar o conceito de amor a trocar as voltas à vida quando esta parece tão confortável. Amar é Arriscar. Tudo. Amar é dar a vida a um outro. A sua. A única. Arriscar tudo. Tudo. A magnífica beleza do amor reside na total ausência de planos de contingência. Quando se ama, entrega-se a vida toda, ali, desprotegido, correndo o tremendo risco de ficar completamente só, assumindo-o com coragem e dando um passo adiante. Por isso a morte pode tão pouco diante do amor. Quase nada. Ama-se por cima da morte, porquanto o fim não é o momento em que as coisas se separam, mas o ponto em que acabam. Não é por respirar que estamos vivos, mas é por não amar que estamos mortos. De pouco vale viver uma vida inteira se não sentirmos que o mais valioso que temos, o que somos, não é para nós, serve precisamente para oferecermos. Sim, sem porquê nem para quê. Sim, de mãos abertas. Sim... porque, ainda além de tudo o que aqui existe, há um mundo onde vivem para sempre todos os que ousaram amar... 

José Luís Nunes Martins, in 'Filosofias - 79 Reflexões'

domingo, 16 de Novembro de 2014

Patti Smith- Dancing Barefoot


Patti Smith a rainha deste tema. Um dos temas mais apaixonantes, mais encantadores de toda a era rock. Não admira que tenha inspirado outras bandas. Leva-nos "acima da gravidade". Não é isso a paixão?

sábado, 15 de Novembro de 2014

Killing Joke - Adorations


Courage and Cowards move, heroes to ecstasy 
Welcomes of war and wounds, vigil and vitcory
Structures of atoms dance, sugar towards the taster,
Prey to the predator, love as we're falling down

Through light and laughter flow, to dirge and death we go,
Mindless processions move, lanterns of burning towns,
Welcome to fray and feast, bliss in all sorrows found,
Rhythms and random moves and waves of revelation.

Patterns I'm finding
As pain and joy and sorrow mingle.
Patterns we're finding
Our faces raised in adorations.

Deserts are paradise, awake to genocides.
Delight and suffering, these roles that we have found
Nourished by food we eat, hungered by waste excrete
From apes or sons of god, let every act be sacred.

sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

A Vida das Plantas - Documentário legendado

A incrível superação das plantas selvagens é o foco desse documentário. Através de imagens belíssimas, 'A Vida das Plantas' nos mostra como essas plantas conseguem sobreviver em territórios adversos. Apesar dos esforços do homem para destruí-las, muitas se desenvolvem em ambientes instáveis e imprevisíveis. Esse documentário revela os incríveis segredos que essas plantas escondem e que farão com que elas ainda prosperem durante muito tempo.

quarta-feira, 12 de Novembro de 2014

A urgência de refundar a ética e a moral

Marchella Piery
Por Leonardo Boff, 27/10/14
Uma das demandas maiores atualmente nos grupos, nas escolas, nas universidades, nas empresas, nos seminários de distinta ordem é a questão da ética. As solicitações que mais recebo são exatamente para abordar este tema.
Hoje ele é especialmente difícil, pois não podemos impor a toda a humanidade a ética elaborada pelo Ocidente na esteira dos grandes mestres como Aristóteles, Tomás de Aquino, Kant e Habermas. No encontro das culturas pela globalização somos confrontados com outros paradigmas de ética. Como encontrar para além das diversidades, um consenso ético mínimo, válido para todos? A saída é buscar na própria essência humana, da qual todos são portadores, o seu fundamento: como nos devemos nos relacionar entre nós seres pessoais e sociais, com a natureza e com a Mãe Terra. A ética é da ordem prática, embora se embase numa visão teoricamente bem fundada. Se não agirmos nos limites de um consenso mínimo em questões éticas, podemos produzir catástrofes sócio-ambientais de magnitude nunca antes vista.
Vale a observação do apreciado psicanalista norte-americano Rollo May que escreveu:”Na atual confusão de episódios racionalistas e técnicos perdemos de vista e nos despreocupamos do ser humano; precisamos agora voltar humildemente ao simples cuidado; creio, muitas vezes, que somente o cuidado nos permite resistir ao cinismo e à apatia que são as doenças psicológicas do nosso tempo”(Eros e Repressão, Vozes 1973 p. 318, toda a parte 318-340).
Tenho me dedicado intensamente ao tema do cuidado (Saber Cuidar,1999; O cuidado necessáro, 2013 pela Vozes). Segundo o famoso mito do escravo romano Higino sobre o cuidado, o deus Cuidado teve a feliz ideia de fazer um boneco no formato de um ser humano. Chamou Jupiter para lhe infundir espírito, o que foi feito. Quando este quis impor-lhe um nome, se levantou a deusa Terra dizendo que a tal figura foi feita com o seu material e assim teria mais direito de dar-lhe um nome. Não se chegou a nenhum acordo. Saturno, o pais dos deuses, foi invocado e ele decidiu a questão chamando-o de homem que vem de húmus, terra fértil. E ordenou ao deus Cuidado: “você que teve a ideia, cuidará do ser humano por todos os dias de sua vida”. Pelo que se vê, a concepção do ser humano como composto de espírito e de corpo não é originária. O mito diz:”O cuidado foi o primeiro que moldou o ser humano”.
O cuidado, portanto, é um a priorii ontológico, explicando: está na origem da existência do ser humano. Essa origem não deve ser entendida temporalmente, mas filosoficamente, como a fonte de onde permanentemente brota a existência do ser humano. Temos a ver com uma energia amorosa que jorra ininterrruptamente, em cada momento e em cada circunstância. Sem o cuidado o ser humano continuaria uma porção de argila como qualquer outra à margem do rio, ou um espírito angelical desencarnado e fora do tempo histórico.
Quando se diz que o deus Cuidado moldou, por primero, o ser humano visa-se a enfatizar que ele empenhou nisso dedicação, amor, ternura, sentimento e coração. Com isso assumiu a responsabilidade de fazer com que estas virtudes constituissem a natureza do ser humano, sem as quais perderia sua estatura humana. O cuidado deve se transformar em carne e sangue de nossa existência.
O próprio universo se rege pelo cuidado. Se nos primeiros momentos após o big bang não tivesse havido um sutilíssimo cuidado de as energias fundamentais se equilibrararem adequadamente, não teriam surgido a matéria, as galáxias, o Sol, a Terra e nós mesmos. Todos nós somos filhos e filhas do cuidado. Se nossas mães não tivessem tido infinito cuidado em nos acolher e alimentar, não saberíamos como deixar o berço e buscar nosso alimento. Morreríamos em pouco tempo.
Tudo o que cuidamos também amamos e tudo o que amamos também cuidamos.
Junto com o cuidado nasce naturalmente a responsabilidade, outro princípio fundador da ética universal. Ser responsável é cuidar que nossas ações não sejam maléficas para nós e para os outros mas, ao contrário, sejam benéficas e promovam a vida.
Tudo precisa ser cuidado. Caso contrário se deteriora e lentamente desaparece. O cuidado é maior força que se opõe à entropia universal: faz as coisas durarem muito mais tempo.
Como somos seres sociais, não vivemos mas convivemos, precisamos da colaboração de todos para que o cuidado e a responsabilidade se tornem forças plasmadores do ser humano. Quando nossos ancestrais antropoides iam em busca de alimento, não o comiam logo como fazem, geralmente, os animais. Colhiam-no e o levavam ao grupo e cooperativa e solidariemanete comiam juntos, começando pelos mais jovens e os idosos e em seguida os demais. Foi essa cooperação que nos permitiu dar o salto da animalidade para a humanidade. O que foi verdadeiro ontem, continua sendo verdadeiro também hoje. É o que mais nos falta no mundo que se rege mais pela competição do que pela cooperação. Por isso somos insensíveis face ao sofrimento de milhões e mihões de pessoas e deixamos de cuidar e de nos responsabilizar pelo futuro comum, de nossa espécie e da vida no planeta Terra.
Importa reinventar esse consenso mínimo ao redor desses princípios e valores se quisermos garantir nossa sobrevivência e de nossa civilização.

Gostou? Compartilhe: