Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Dossier Nanotecnologia: nanopatologia, nanoética, riscos humanos e ambientais


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Instituições / Universidades / Laboratórios
Development of an Integrated Platform for Nanoparticles Analysis(DIPNA)
European Action Plan for Nanosciences and Nanotechnologies(Cordis)
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Artigos/ Leituras
A Journey into the World of Atoms and Molecules
A nanotecnologia e os impactes ambientais- por João Soares
Carta Aberta à Biologia Sintética
Ethics in Nanotechnology: Starting from Scratch?
Nanofood: lessons to be learnt from the debate on GM crops?
Nanomedicine - Techniques, Potentials and Ethical Implications
Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente - 1º Seminário Internacional
Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente - 2º Seminário Internacional
Nanotechnologies: A Preliminary Risk Analysis Organized by the European Commission
Neutralidade da Ciência, desencantamento do Mundo e Controle da Natureza
Principles for the Oversight of Nanotechnologies and Nanomaterials
Pequeno Glossário de nanotecnologia
What can nanotechnology learn from the ethical and societal implications of biotechnology?



Investigadores
Antonietta Gatti
Gary Marchant
J. Storrs Hall
Mette Ebbesen
Nadrian Seeman
Ralph Merkle
Vicki Chandler


Livros em linha (online) gratuitos
1. Eric Drexler,1986 Engines of Creation - The Coming Era of Nanotechnology
2. Eric Drexler et al 1991 Unbounding the Future: the Nanotechnology Revolution
3. Robert A. Freitas Jr. 1996-2003 Nanomedicine

Blogues
Blog~Nano

Nano Bot (Howard Lovy)
Nanoethics
Nanohype
Responsible Nanotecnology
Stefano Montanari

Como podem consultar e aperceber-se, há imensos riscos sociambientais não controlados, os avanços científicos são vertiginosos mas muito distantes da participação e debates públicos mais alargados e contudo, com tanta desinformação, Portugal e Espanha preparam-se para fundar um Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia

Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Professores em Luta_Novo Manifesto de Professores




MANIFESTO

Os professores estão a atravessar o momento mais negro da sua vida profissional desde o 25 de Abril. Com um pacote legislativo concebido em sucessivas fases, começando pelo novo Estatuto da Carreira Docente e culminando com o novo modelo de gestão escolar, passando pelo Decreto Regulamentar da avaliação de desempenho, a actual equipa do Ministério da Educação desferiu um golpe profundo na imagem social dos professores, na sua identidade enquanto grupo profissional e nas condições materiais e simbólicas necessárias para que os mesmos se empenhem na qualidade do ensino. A um sentimento de enorme frustração soma-se hoje a insegurança quanto ao futuro profissional, uma insegurança decorrente de todos os mecanismos de fragilização da carreira e de instabilidade de emprego que o governo actual tem vindo a introduzir.

Torna-se agora cada vez mais evidente que os professores deste país foram as cobaias de um ataque aos direitos laborais, segundo uma receita de efeitos garantidos: uma campanha inicial de difamação orquestrada com a cumplicidade de uma comunicação social subserviente, que visou justificar, no plano retórico e propagandístico, a redução sistemática de direitos no plano jurídico. Hoje é também óbvio que este programa teve como objectivo essencial a quebra do estatuto salarial dos professores, que passaram a trabalhar mais pelo mesmo dinheiro, que viram a progressão na carreira arbitrariamente interrompida, e que foram, desse modo, uma das principais fontes drenadas pelo governo para satisfazer a sua obsessão de combate ao défice.

Hostilizados por uma opinião pública intoxicada e impreparada para reconhecer aos docentes a relevância da sua profissão, desprovidos dos meios legais e materiais que lhes permitiriam dignificar o seu trabalho, é com fatalismo, entremeado por uma revolta surda, que os professores deste país encaram hoje o futuro mais próximo. Muitos consideram o Estatuto da Carreira Docente como um facto consumado, procurando adaptar-se-lhe o melhor possível. No entanto, as piores consequências desse Estatuto só agora começarão a revelar-se, e há sinais de que a ofensiva do governo contra os professores e contra a escola pública não chegou ainda ao fim:
Este ano vai ter início o processo de avaliação do desempenho, pautado pela burocratização extrema, por critérios arbitrários e insuficientemente justificados que poderão abrir a porta para acentuar o clima de divisão e a quebra de solidariedade entre os professores, para «ajustes de contas» adiados, para a perseguição aos profissionais que se desviem da ideologia pedagógica dominante, para a subordinação dos resultados dos alunos à demagogia ministerial do sucesso escolar compulsivo.
O governo prepara-se para aprovar, sem discussão pública que mereça esse nome, um novo modelo de gestão escolar que se traduz pela redução ainda maior da democracia nos estabelecimentos de ensino, já antecipada ao nível do Estatuto da Carreira Docente, pela diminuição drástica da influência dos professores, atirados para uma posição subalterna nos órgãos directivos, pela sua subordinação a instâncias externas, muitas vezes movidas por interesses opostos ao rigor e à exigência do processo educativo.
Finalmente, o governo tem também a intenção de suprimir as nomeações definitivas para a grande maioria dos funcionários públicos, iniciativa que terá particular incidência numa classe docente cuja garantia de emprego já está, em muitos casos, consideravelmente ameaçada.
Tudo isto deveria impor, desde já, a mobilização dos professores e o abandono de uma postura de resignação. Não há processos legislativos irreversíveis. Por outro lado, não podemos esperar por uma simples mudança de ciclo eleitoral ou de legislatura para que o ataque à nossa condição profissional seja invertido. Ninguém, a não sermos nós, poderá lutar pelos nossos direitos.
Por tudo isto, e para contrariar a atitude cabisbaixa que impera entre a classe docente, consideramos importante lançar um conjunto de iniciativas, algumas delas faseadas, outras que poderão ser desenvolvidas em paralelo. Assim, propomos:
- apoiar o movimento, que começa a surgir na blogosfera dedicada à nossa profissão, no sentido de se alargar o prazo de discussão do novo modelo de gestão escolar, e organizar nas escolas espaços de debate desse projecto-lei, tendo o cuidado de o situar no quadro mais geral dos constrangimentos legislativos a que hoje se encontra sujeita a nossa actividade profissional;
- promover, nas diferentes escolas e nos agrupamentos de escolas, a discussão sobre as condições de aplicação do Decreto que regulamenta a avaliação de desempenho dos professores, tendo em conta a necessidade de se fixar critérios mínimos de rigor e de justiça nessa avaliação, e considerando que, se a avaliação dos alunos tem sido objecto de muita elucubração teórica, as escolas se preparam para avaliar os docentes sem ponderarem devidamente as dificuldades científicas e deontológicas que semelhante processo suscita;
- encetar um processo de contestação do Estatuto da Carreira Docente nos tribunais portugueses e nas instâncias judiciais europeias, considerando que esse diploma atinge direitos que não são simplesmente corporativos, mas que constituem a base mínima da dignificação de qualquer actividade profissional.
- pressionar os sindicatos para que estes retomem os canais de comunicação com os professores e efectuem um trabalho de proximidade junto destes, o qual passa pela deslocação regular dos seus representantes às escolas a fim de auscultar directamente os professores e de discutir com eles as iniciativas a desenvolver;
- contactar jornalistas e opinion-makers que, em diferentes órgãos de comunicação, tenham mostrado compreensão pelas razões do descontentamento dos professores e apreensão perante o rumo do sistema de ensino em Portugal, no intuito de os incentivar a prosseguirem com a linha crítica das suas intervenções e de lhes fornecer informação sobre o que se passa nas escolas;
- propor políticas educativas que se possam constituir em defesa de uma escola pública de qualidade, que não seja encarada como simples depósito de crianças e de adolescentes e como fábrica de «sucesso escolar» estatístico, políticas capazes de fornecer alternativas para as orientações globais do Ministério da Educação e para as reformas mais gravosas que o mesmo introduziu na nossa profissão.

Se concordas com o MANIFESTO divulga-o o mais possível.
Para mais informações usa o seguinte e-mail profsemluta@hotmail.com


2. No entanto os professores portugueses continuam bem posicionados na opinião pública

Professores são o grupo em quem os portugueses mais confiam

Uma sondagem mundial efectuada pela Gallup para o Fórum Económico Mundial (WEF) indica que os professores são a profissão em que os portugueses mais confiam e também aquela a quem confiariam mais poder no país (Fonte: Público, 25 de Janeiro)

Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Duas faces, uma realidade: urgência de medidas drásticas para a mitigação das alterações climáticas antropogénicas até 2012 (IPCC)




1. No Plano Internacional


Save Our Environment ONG sediada nos EUA, contesta os media de não questionarem os candidatos presidenciais sobre questões ambientais, solicitando todo o nosso apoio internacional

Oxalá que os jornalistas e os media portugueses não repitam esta tragicomédia dos media multinacionais dos EUA quando decorrerem as eleições para o próximo governo em 2009...

2. A Nível Nacional

Importante Evento

No âmbito do concurso Agir Ambiente do programa Gulbenkian Ambiente, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, o Núcleo de Ciências da Terra da Universidade do Minho está a organizar o I Congresso VIVER AMBIENTE, que se realizará nos dias 10 e 11 de Abril de 2008, no auditório principal do Complexo Pedagógico II da Universidade do Minho, em Braga.

Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

Morre Humberto da Cruz

1. Acabo de enterarme del fallecimiento de Humberto da Cruz, un referente en la historia del ecologismo español. Fundador de Amigos de la Tierra (quienes desgraciadamente no le han dedicado ni una sola línea en su página), llegó a ser director general del ICONA poco antes de la disolución de este polémico organismo, aunque tuvo tiempo para lograr la necesaria ampliación del Parque Nacional de Picos de Europa. Con aciertos y errores, como todos, nadie pudo negarle nunca el entusiasmo por lograr un mundo mejor.
Personalmente le debo su visión moderna de la protección de la Naturaleza, cuando durante largas veladas en su casa nos hablaba, ilusos jovenzuelos, de cómo avanzaban en este campo en Alemania, Suecia, Francia o el Reino Unido, seguro de que algún día también nosotros lo lograríamos aquí. Nos parecía un sueño maravilloso por el que valía la pena luchar. Él lo hizo toda su vida. Muchas gracias Humberto.
(Fonte: Caderno Verde).



2. Humberto da Cruz, um velho amigo, talvez pouco mais haja para dizer. Hoje sou informado por um velho camarada de muitas lutas, Mário Alves, do falecimento aos 12 de Janeiro deste incontornável referente das lutas ecologistas na Peninsula e pelo mundo.Com ele comparti muitos momentos, com ele partilhei convergências e divergências, visitei inúmeros locais por este mundo, de castelos na Escócia às florestas tropicais, de bares de jazz que ele também cultava em Madrid aos batuques africanos.Conheci-o em Evora há talvez trinta anos e desde então, acompanhei-o com a inseparável Mari Carmem e os dois pestinhas, na altura era a luta contra Ferrel, a central nuclear aí, e com ele também estive várias vezes nas Caldas.Fundador dos Amigos da Terra em Espanha dizem-me desta associação ignorado na hora do passamento. A reconstituição do passado tem costas largas. Aqui deixo a memória do tempo que vivemos e o registo, solitário, da dor com que nos deixa. Hoje uma vela ilumina o meu céu.( Fonte: Insignificante).

3.E o BIOTERRA também presta uma homenagem singela.

Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

* 2008 - Ano Internacional Planeta Terra *

* Planeta Oceano *


Vídeo BioTerra pela Conservação dos Mares e Oceanos



Os oceanos necessitam da tua ajuda:

1.Organização que certifica pescado com base em critérios ambientais:Marine Stewardship Council


2. Campanha Greenpeace PortugalQue peixe temos nos supermercados?

3. Petição da ONG Defenders of Wildlife Action Fund , ainda com cerca 2000 assinaturas, quando o objectivo (que é proteger o habitat de muitas espécies do Árctico) é primordial, quer seja a nível EUA, como de todos nós: Urge Congress to Permanently Protect the Arctic Refuge!

Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

APELO - Escola Republicana em risco - 2 petições

Por Luís Mateus



PORQUE AS ESCOLAS PÚBLICAS SÃO DE TODOS NÓS,
RECUSAMOS A SUA TRANSFORMAÇÂO EM ESCOLAS PAROQUIAIS ; QUEREMOS ESCOLAS PÚBLICAS (REPUBLICANAS E LAICAS) QUE FORMEM CIDADÃOS PARA O NOSSO MUNDO E O NOSSO TEMPO !
Por iniciativa do Ministério da Educação (ME), está presentemente em debate público um novo projecto de governação das Escolas Públicas.
Esse propósito está consubstanciado no documento
Regime Jurídico de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário.
Em meu entender, contudo, o referido propósito legislativo do ME não cuida de explicitar qualquer avaliação crítica, sistemática e aprofundada das muitas e incoerentes pseudo-reformas que, nos últimos anos, em sucessivos processos sobrepostos e mal articulados, foram sendo impostas à nossa Escola Pública; limitando-se a alterar, para pior, aspectos não especialmente controversos, sem visar resolver qualquer dos efectivos e graves problemas existentes no nosso Sistema de Ensino.
Na verdade, recorrendo ao discurso da abertura das escolas ao exterior e da sua integração nas comunidades locais, servindo-se dos chavões (populistas) da descentralização e da autonomia, através da implementação daquele normativo, o ME propõe-se agora abdicar de um modelo de gestão – com aspectos, sem dúvida, discutíveis – assente em docentes por si directamente tutelados, para reforçar a participação, em regime de liderança forte, das famílias e das comunidades na governação dos estabelecimentos de ensino público. Trata-se, objectivamente, de semi-privatizar a Escola Pública (entregar parte significativa da sua gestão a entidades semi-privadas, ainda que mantendo o seu financiamento público) e de, muito previsivelmente, fazer dela mais um palco para manobras de influência dos pequenos poderes locais, quando não para os jogos e os negócios dos seus estreitos e imediatos interesses.
Em suma, presentemente, o Governo prepara-se para acabar com a Escola Pública (republicana e laica) - o instrumento estatal (ie: de todos nós) de formação de novos cidadãos para perspectivas humanistas e universalistas do mundo e da vida -, semi-privatizando-a e correndo, com esse processo, sérios riscos de a deixar fechar em lógicas acanhadas, paroquiais e provincianas.
Objectivamente, trata-se de atomizar o Sistema de Ensino e de comunitarizar a Escola Pública, alijando para autarquias locais e para mãos particulares (pais e outros encarregados de educação, párocos, notáveis locais, etc.), ou seja, para entidades e pessoas pouco ou nada preparadas para promover e tutelar uma gestão fundamentalmente pautada por critérios técnicos, científicos e pedagógicos, as responsabilidades (constitucionais republicanas) do Estado em matéria de Ensino e Educação.
Presentemente, estão já disponíveis (na Internet) duas petições:



1. Petição elaborada por um grupo de cidadãos : A SOCIEDADE PORTUGUESA E AS NOVAS GERAÇÕES MERECEM UMA ESCOLA PÚBLICA MELHOR

2. Petição elaborada pela FENPROF : POR UM REGIME DE DIRECÇÃO E GESTÃO QUE DEFENDA A DEMOCRACIA NA ESCOLA PÚBLICA E RESPEITE A PROFISSÃO DOCENTE

É muito importante que estas petições colham um apoio significativo no curto prazo da corrente fase de debate público.

Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

Estou a ler: O Mundo Sem Nós de Alan Weisman



Legenda em Português (Scientific American Brasil) do filme:

Imagine que em uma manhã o dia começou como qualquer outro, mas com uma grande diferença: todos os humanos desapareceram. Como seria a Terra sem pessoas? Obviamente, muito mais silenciosa. Mas o que realmente aconteceria? Poderia a natureza apagar todos os traços da nossa existência? Algumas coisas mudariam rapidamente. Primeiro, os serviços de energia começariam a desligar. Em uma cidade como Nova York, as bombas nos metrôs seriam desligadas e a água invadiria tudo. As ruas acima entrariam em erosão rapidamente e desabariam. Em alguns dias, a natureza começaria a espalhar-se.Sem a constante atenção dos humanos, o exterior dos edifícios e construções ficaria imundo, racharia, e a vegetação começaria a se enraizar. Passo a passo, um estranho e novo ecossistema urbano começaria a se desenvolver. E rápido.Dez anos depois e o Central Park está se tornando um vasto pântano, como era no começo.Cem anos passam e a infra-estrutura de aço de muitos prédios está sendo corroída. As fachadas estão se soltando. Alguns começam a cair. O que antes eram agitadas avenidas, agora são canyons. Mil anos depois e quem sabe? Com o aquecimento global e a proliferação de descendentes de animais de zoológico, o Central Park começaria talvez a se parecer com algum lugar da África. Dez mil anos se passam. Talvez algum traço da nossa civilização permaneça, e não apenas o lixo tóxico que geramos para termos combustível para nossa existência. Uma Terra sem pessoas provavelmente seria muito diferente. Mas quem saberia disso?

Imagem Ponte 25 de Abril e a cidade de Lisboa passados 300 anos (Fonte: Animação e Texto publicados no Expresso, Outubro 2007)


Aconselho vivamente a ler o livro e também a Reportagem (de 8 páginas) Uma Terra Sem Humanos,publicada em Agosto de 2007 pela Scientific American Brasil

Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

GATO FEDORENTO - Petróleo no Alentejo



Memorável!

Mais um contributo para a divulgação da Carta da Terra para Crianças e Jovens

Agora em versão digital, esta apresentação com texto de Sílvia Gonçalves, ilustrações de Leandro Bierhals e a organização de Valéria Viana (ler uma entrevista publicada na revista Educacional ), foram inicialmente impressos no ano de 2002, graças ao apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul e UNICEF, uma tiragem de aproximadamente 15 mil exemplares, distribuídos, parte na Rede Estadual de Ensino, parte para as crianças que participaram do II FórumZINHO Social Mundial.
Mais informações no sítio Carta da Terra

Sítio da semana recomendado


Global Peacebuilders é uma rede internacional de trabalho de resolução de conflitos, de transformação de conflitos e de iniciativas de construção da paz. Através de organizações em conexão, profissionais liberais , pesquisadores e outros grupos em todos os cantos do mundo, oferecemos uma sólida plataforma para a aprendizagem, a troca de práticas inovadoras e o desenvolvimento de parcerias internacionais para a reconciliação e a construção da paz.

Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

ASAE - cidadão comum vs elite ; comércio local vs mercado global; produtos biológicos vs OGM; saúde ambiental vs tabaco

Imagem retirada do blogue Edições Pirata.

Para que o cidadão comum respeite as leis sobre actividade económica, surgiu a ASAE.
De acordo que algo tem que regular a pirataria, proteger os direitos de autor e a forma e higiene de apresentação dos produtos existentes na restauração e regular os mercados e feiras pelo nosso País fora, ...Contudo se for tudo embalado a plástico, corrremos o risco de desaparecer os produtos regionais e locais e a ASAE directa ou indirectamente transformar as nossas feiras a vender produtos embalados de França, Equador,vender também marcas brancas tipo é...como se fossem os Continentes, Pingo-Doces ao ar livre!!! Além disso todos sabemos as implicações ecológicas dos plásticos....Haja bom senso!!
Em relação ao tabaco, mete-me tristeza ver como a sociedade está tão obediente e cumpridora, quando se vê mais uma vez que há excepções gritantes, como o episódio do próprio Presidente da ASAE que foi fotografado a fumar um charuto no interior de um casino...
Há muito a fazer em relação à protecção da Saúde Ambiental de todos nós e não apenas o combate ao tabaco e tabagismo...
Não devia a ASAE também estar preocupada com a rotulagem dos produtos OGM? Não devia a ASAE regular os stands de automóveis e as lojas de venda de electrodomésticos, por forma a proteger o consumidor e cidadão na verificação da rotulagem ecológica, nomeadamente em eficiência energética e emissões de CO2?
Por fim, onde estão as verdadeiras medidas de Saúde Ambiental, a protecção do comércio local (mitigando os efeitos das alterações climáticas e protegendo bens alimentares regionais), o combate à Publicidade, a Redução de Resíduos e parar com politicas de excepção???

The Girl Effect - O Efeito Mulher Adolescente


Leia os Factos




Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Preservemos a água...JÁ!



Ao fim de quase três meses de um Inverno pouco chuvoso sem nenhuma acção de sensibilização pública de poupança da água, eis que nesta semana chuveu alguma coisa e os nossos políticos sentiram-se aliviados. Contudo estaremos mesmo a salvo de uma seca?? Não era importante ter sido feita uma campanha insistindo na conservação da água???

AVISOS DE ESPANHA
Navios poderão fornecer água a Barcelona
(JN, 4 de Janeiro)

O Governo da Catalunha (Espanha) está a estudar a possibilidade de abastecer de água potável a cidade de Barcelona a partir de navios, como medida para colmatar a falta de água nas reservas da região (...)Os dados do Governo indicam que 2007 foi o ano com piores níveis de precipitação da última década, obrigando a activar situações de excepção nas bacias dos rios Ter, Muga e Llobregat, com restrições ao consumo em várias zonas e que poderão chegar à própria zona metropolitana de Barcelona.



Sítio Seleccionado

Water Science for School (da
U.S. Geological Survey's )

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