quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Documentário: A Carne é Fraca
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Ecojustiça, Químicos, Monsanto, Banca, Multinacionais, Amianto, Lei, Biodiversidade...Harmonia Mundi...

Sítio da semana
Documentário da Semana- O Silêncio das Abelhas (em Francês)
Havia uma versão legendada em Português, mas foi bloqueada.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Pete Seeger: The Power of Song
- Música e intervenção social: mostra como Pete Seeger utilizou as canções populares como ferramentas para a mobilização social, a união de comunidades e a defesa da justiça social.
- Luta pelos direitos civis: destaca o seu envolvimento ativo no movimento de libertação dos cidadãos negros nos estados unidos, tendo sido o grande responsável pela popularização do hino mundial da resistência, "We Shall Overcome".
- Perseguição política: aborda os anos de censura sofridos durante o macartismo, nos anos 1950, devido às suas convicções políticas de esquerda. Seeger recusou-se a colaborar com o comité do congresso americano, o que lhe valeu a inclusão numa "lista negra" que o baniu da televisão comercial durante mais de 17 anos.
- Ativismo ecológico: documenta a sua dedicação posterior à preservação ambiental, com especial relevo para a campanha de despoluição do rio Hudson, em Nova Iorque, através da construção do barco histórico Clearwater.
- Testemunhos: inclui imagens de arquivo raras e entrevistas com grandes nomes da música que foram influenciados por ele, como Bruce Springsteen, Bob Dylan, Joan Baez e Johnny Cash.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Cultura, o elo perdido da sustentabilidade
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Nesta era da globalização falta globalizar a ecossolidariedade...
10 Princípios do Condomínio da Terra
Por Paulo Magalhães
1. Temos de encarar a crise ambiental mundial, não como um problema do ambiente, mas como um problema da Comunidade dos Homens.
2. Para resolver a crise ambiental mundial, temos de resolver o problema jurídico da coordenação duma multitude de soberanias (Estados) exercidas sobre um bem materialmente indiviso (Terra), conformado por componentes insusceptíveis de divisão jurídica, mas dos quais todas as soberanias são funcionalmente dependentes.
3. Só na definição e prossecução do interesse comum (Terra), será possível continuar a garantir, a cada Estado, os seus direitos - sob pena de estes brevemente deixarem de ter objecto.
4. Um projecto Condomínio da Terra tem que distinguir as fracções estaduais das partes comuns: cada condómino é soberano dentro do seu território e, ao mesmo tempo, detentor de uma soberania partilhada das partes comuns do planeta.
5. As partes comuns são constituídas pelas partes que, de um ponto de vista ambiental, são:
6. Existirá um regulamento do Condomínio da Terra que disciplina o uso, fruição e conservação das partes comuns, e uma Administração que será eleita em Assembleia de Condóminos (Estados).
7. Existe um direito/dever igual per capita no uso/conservação dos bens comuns; logo a votação relativa de cada condómino deverá ser aferida em função do número de habitantes de cada soberania.
8. Cada condómino comparticipará nas despesas necessárias à conservação ou fruição das partes comuns, de forma equitativa, em função do número de habitantes ou do uso efectivamente realizado de partes comuns, quando este for determinável, no sentido de garantir a coincidência entre o óptimo social e o óptimo ecológico.
9. Competirá ao Administrador do Condomínio receber todas as verbas provenientes dos Condóminos e promover projectos de conservação e melhoramento das partes comuns, bem como, compensar todos os condóminos que no seio dos seus estados contribuam para a sua manutenção e melhoramento.
10. Compete ao Condomínio da Terra descobrir formas de compatibilizar os sistemas jurídico e económico com o Sistema Natural Terrestre.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Frente do Algarve Livre de Transgénicos - Abelhas estão a Morrer

Abelhas estão a morrer
Texto publicado na Revista O Apicultor Jul/Set 07
Recentemente a União Europeia e Portugal autorizam a instalação de culturas agrícolas transgénicas, nomeadamente o milho, que se juntou à colza transgénica já anteriormente cultivada em França.
Muito embora os benefícios económicos da sementeira do milho transgénico em território nacional sejam ainda questionáveis, na realidade o interesse por parte dos agricultores Portugueses tem aumentado como se verifica pelo aumento dos pedidos de licenças de sementeira.
O genoma do milho transgénico foi artificialmente modificado de modo a sintetizar proteínas com acção pesticida idênticas às presentes na bactéria Bacillus thuringiensis, usado desde há vários anos no combate a diversas lagartas, não só do milho mas de outras culturas. Este pesticida, que é especifico só para lepidópteros (borboletas e as suas lagartas), não produz , aparentemente, qualquer efeito prejudicial nos restantes insectos de outras famílias, nomeadamente himenópteros (abelhas).
Pela aparente segurança que o milho transgénico garante os ambientalistas não têm conseguido convencer totalmente os governantes a restringir o seu cultivo. As abelhas em particular não mostram grande interesse pelos campos de milho quando existem outras plantas boas fontes de pólen próximas e que garantem a sua subsistência. Porém, as abelhas chegam a alimentar-se quase exclusivamente de pólen de milho quando em caso de carência alimentar ou quando os apiários se situam em áreas de grandes plantações deste cereal, como provou Louveaux nos celebres trabalhos da década de 60. Este investigador encontrou apiários na zona de Landes, em França, a satisfazer cerca de 90% das suas necessidades em pólen com as flores milho, prolongando-se esta situação durante quase um mês até ao inicio da floração da Caluna vulgaris no final de Agosto.
Num estudo das cargas polinicas das abelhas que conduzimos, durante um período de 3 anos (2002-2004), verificou-se, na freguesia de Cesar (distrito de Aveiro, concelho de Oliveira de Azeméis), que o pólen de milho chegou a satisfazer, em algumas semanas, 17% das necessidades das abelhas(figura 1) o que representou nas colónias estudadas aproximadamente 0,5 kg. Actualmente, graças ao recurso a modernas tecnologias, concluiu-se que as abelhas podem fazer colheitas até 10km e forragear em média num raio de 6km (e não 3 como se acreditava), o que significa que a area util de uma colmeia anda em torno de cerca de 113km2.
Quanto à dispersão pelo vento o alcance do fluxo de pólen de milho tem vindo a ser subestimado pois algumas entidades oficiais, embora reforçadas por trabalhos científicos consideram que uma distancia de 300 a 1000m em relação a outras culturas não transgénicas é suficiente para evitar o cruzamento entre plantas porém, como foi observado no nosso trabalho, mesmo numa zona onde a área cultivada com milho disponível, mesmo transgénico, este será colhido pelas abelhas em grandes quantidades, muito superiores ás distancias de segurança geralmente estabelecidas, sendo, por consequência, possível que seja transportado até longas distancias.
Deste modo o pólen de culturas transgénicas, como o milho, algodão e colza, pode chegar a polinizar plantações bastante afastadas ou ser armazenado nos favos das abelhas. No ano 2000 a opinião pública dos Estados Unidos da América foi abalada por uma serie de trabalhos científicos afirmando que as lagartas da borboleta monarca (Danaus plexippus), uma da “bandeiras dos ecologistas norte americanos, podiam ser afectadas indirectamente se ingerissem, mesmo em pequenas quantidades, o pólen oriundo de milho transgénico depositado em ervas daninhas nas borboletas dos campos.
De facto, o impacto desta noticia abalou, embora momentaneamente, a credibilidade da alegada segurança das plantas modificadas geneticamente. O argumento utilizado para defender a plantação de milho transgénico foi de que quando o milho se encontrava em floração a maioria das lagartas já se tinham transformado em borboletas e por conseguinte o risco para esta população seria muito baixo.
A abelha (Apis mellifera) e outros polinizadores trabalham activamente esta planta, usando-a como fonte de pólen, apesar do seu conteúdo em proteína (cerca de 15%) ser considerado relativamente baixo. Como o milho é uma das últimas plantas a florir antes do período invernal o seu pólen poderá ficar na colmeia por vários meses até ser totalmente consumido.
Nas colmeias é frequente existirem, em autentica simbiose com as abelhas, pequenas borboletas a que chamamos traças da cera, geralmente das espécies Achroia grisella e Galeria mellonella. Como é sabido as traças só são encontradas nas colmeias quando as colónias estão fracas e em circunstância alguma são directamente prejudiciais às abelhas.
Embora sejam geralmente consideradas como pragas dos favos armazenados a sua presença na colmeia torna-se benéfica uma vez que não só favos velhos e inutilizados (principalmente em colónias selvagens) como, em caso de morte, destroem toda a cera restante que tenha contido larvas e pólen. Deste modo desempenham um papel importante no controlo de diversas doenças microbianas que afectam as abelhas e outros insectos.
Caso assim não fosse, se os favos ficassem por períodos muito longos no ambiente, seriam inexoravelmente um foco de doenças, pelo que as traças da cera são, sem dúvida, insectos úteis para as abelhas e por conseguinte para o homem.
Muitas vezes as epidemias de podridão loque americana e europeia poderiam ser evitadas caso os apicultores não insistissem em usar a cera das colónias mortas quer misturando com cera novas quer reutilizando os seus quadros. Deste modo a doença em vez de se restringir à colónia afectada, como sucede na natureza alastrará às demais colónias pois a acção limpadora das traças foi impedida.
Com a introdução de culturas transgénicas, e sem estarmos conscientes disso, estamos a desequilibrar o sistema ecológico ainda existente entre os polinizadores e particularmente as abelhas e as traças da cera.
As traças da cera são sensíveis, como os demais insectos da sua família, ao pólen de milho transgénico, chegando a 100% de mortalidade quando o ingerem, mesmo em pequena quantidade.
Surge portanto como natural que sempre que houver pólen de milho transgénico armazenado na colmeia as traças da cera sejam incapazes de a decompor e deste modo ficará por longos períodos no ambiente representado, assim, além de um distúrbio ecológico, um problema para a apicultura e para as populações de insectos polinizadores em geral.
O futuro o dirá!
Os nossos agradecimentos pelo apoio da Estação Experimental de Hortofloricultura da DRAEM, em particular ao Srº Eng.º Henrique Arteiro e à Fundação para a Ciência e Tecnologia (bolsa BD/7049).
O presente texto constitui uma adaptação do artigo Bt transgenic maize pollen and the silent poisoning of the hive publicado pelos mesmos autores no Journal of Apicultural Research 46: 57 – 58 (2007).
Frente do Algarve Livre de Transgénicos Telf. e Fax 282 459 242
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Pegada Ecológica e Carbono Zero - Eu lhe digo amor, Irmã, está a um beijo de distância
Especial Dossier da Times - Heróis do Ambiente Heroes of the Environment
Já foi publicado o último Relatório da EEA de 2007
Espécies de água doce do Mediterrâneo entre as mais ameaçadas do planeta
Livro e Sítio imperdíveis : Condomínio da Terra * Earth Condominium
domingo, 21 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Sair do Nuclear é possível!
1. Durão Barroso apela à Europa para se empenhar numa terceira revolução industrial, a do nuclear. Mas países como a Áustria, a Alemanha, a Irlanda, a Letónia, a Noruega e a Itália mostram-se reticentes, alegando o aumento dos perigos da proliferação nuclear
2. Na Itália, as autoridades investigam um clã mafioso suspeito de alegado contrabando de lixo nuclear para a Somália para produção de plutónio.
3. Combustível radioactivo da central nuclear de Almaraz vai ser transportado de camião para a Bélgica. Só a segurança representa 297 milhões de euros.
4. Há 30 grupos interessado na construção da central nuclear de Cernavoda, na Roménia.
5. A Letónia, a Estónia, a Lituânia e a Polónia vão assinar acordo de construção de central nuclear que substituirá a de Ignalina. (via blogue Ondas)
B. Ver e ler aqui a lista dos 10 locais mais poluídos do Mundo Relatório 2007 do Blacksmith Institute, publicado em Setembro deste ano, CHERNOBYL, UKRAINE, mantém-se, bem como locais onde existem fábricas de exploração mineira de metais pesados.
C. Sobre o ITER , Stephane Lhomme, da organização ambientalista francesa Sortir du Nucléaire (Sair do Nuclear), disse à IPS que o reactor apresenta uma tecnologia muito perigosa e sem futuro. Lhomme considera provável que o ITER nunca produza energia, o que o converteria num novo fracasso do governo. O Estado francês investiu quase US$ 9 bilhões no reactor nuclear Superphénix antes de fechá-lo em 1998 porque não chegou a gerar um único watt de energia, recordou o cientista. (Julho de 2005)
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Meu contributo para o Dia de Acção da Blogosfera Blog Action Day
domingo, 14 de outubro de 2007
Destruir a Escola Rural... ou refundá-la?
De regresso à escola- análise mordaz e bem-humorada, via Ponte do Sor
Venda de livros escolares usados- informação via Kaska&Deskaska.Os meus parabéns a Patric Figueiredo, jovem de 16 anos, pela excelente iniciativa!
As imagens da inauguração em Resende não mostraram o exterior da Escola....foi pena, porque quase aposto que não tem fonte de energia fototérmica e que se ignoraram outros requisitos de uma ecoconstrução, prevenindo gastos de energia.A descentralização energética a todos os níveis é possível e permitiria até vender à rede nacional.Noutro plano, te(re)mos o avanço de hiperprojectos imobiliários e hoteleiros em nome dos PIN (vide o que se passa em relação ao Alqueva), ou junto a (novas) barragens desnecessárias(Rio Sabor), com a criação de mais campos de golfe....e deste modo, além de um Allgarve,teremos um ALLinterior. Como José Marques refere no seu texto, que reproduzo abaixo,a escola rural é o núcleo central de ligação de famílias à aldeia, se queremos o interior vivo, preservado nas suas componentes socioambientais, sem vedar às populações rurais o mesmo conforto e o mesmo plano tecnológico.Por tudo atrás exposto, entendo que é urgente refundar a escola rural.
Destruir a Escola Rural... ou refundá-la?
Por: José Carlos Marques
Qua, 12 de Set de 2007
Os nossos governantes lançam foguetes porque, em vez de umas quantas escolas más que fecharam (maldades que cabia ao poder ter evitado ou reparar), abrem agora uma com mais de vinte salas e mais de duzentas crianças da idade primária.Mas continuará a ser uma escola... ou irá a caminho de ser uma caserna? Não bastaria o exemplo das escolas secundárias com dois e três mil alunos que destroem qualquer possibilidade de uma comunidade escolar real? Ora, mais de duzentos alunos em idades que incluem muitas crianças de apenas 6 ou 7 anos é, creio, mais do que aconselha uma transição gradual do ambiente da família para o ambiente social alargado, que caberia fazer aos primeiros anos de escolaridade obrigatória.Com excepção dos casos mais extremos, as justificações pedagógicas para o encerramento de milhares de escolas rurais são poeira para os olhos.Distribuído pelo jornal Público neste Inverno, o filme Ser e Ter (Être et Avoir, na versão original), que teve retumbante êxito em França, e que é real e não ficção, mostra bem como uma escola rural de 13-14 crianças com idades desde os 4 aos 10-11 anos, pode ser uma excelente escola.O poder está apostado em destruir a escola rural, em muitos lugares ainda a única âncora que segura tenuemente as famílias à terra. Esse fecho, como aliás o de outros serviços, é uma clara opção política na concentração da população, na sua expulsão subreptícia dos lugares rurais ainda não inteiramente urbanizados. Hoje Resende, amanhã o Porto, Aveiro ou Lisboa,depois de Amanhã a Espanha, a Suíça, a Austrália.
Numa política de revalorização do espaço rural seria a viabilização e não a destruição da escola rural a opção. Há décadas que em
França existe um movimento no sentido da refundação e valorização da escola rural, que bem preciso seria em Portugal.
Outros sítios
Le Collectif pour la Défense de l'École Publique de Proximité
Conférence des Écoles

A todos os professores,alunos, encarregados de educação e funcionários desejo um bom início de ano!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Os Poluidores das Hidroeléctricas

Aviso de Consulta Pública
Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroelétrico
Início - 1 de Outubro - 30 dias. PROTESTE!
Numa entrevista aoPúblico, o Professor Catedrático de Hidrobiologia na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Rui Cortes, criticou a explosão de barragens no Nordeste (das dez previstas, seis concentram-se nas bacias do Tâmega e do Tua).
Não se consegue compreender como é que surgem estas decisões de construção de grandes barragens antes dos planos de ordenamento das regiões hidrográficas. Devia ser ao contrário, disse Rui Cortes.Indignado, informou ainda que não fazia sentido avançar com barragens que irão pôr em causa o ordenamento sustentável das regiões hidrográficas.
Para Rui Cortes, as sete barragens previstas para o Tâmega (cinco), Tua (uma) e Sabor (uma) vão alterar substancialmente as características da bacia do Douro. Entre os impactos negativos, o Professor destacou a acumulação de poluição nas albufeiras, responsável pela libertação de metano, um dos principais gases com efeito estufa.
O Tâmega está altamente poluído. A albufeira de Fridão vai aumentar ainda mais essa poluição, afirmou, destacando a necessidade de implementação de sistemas de controlo e tratamento das águas retidas nas albufeiras. Em alternativa, Rui Cortes defendeu a adopção de medidas que melhorem a eficiência energética, área em que Portugal apresenta os piores níveis da Europa.Não se está a fazer nada. Não há planos para procurar melhorar a eficiência energética. Os gastos de energia estão a aumentar em Portugal muito mais do que o PIB, quando noutros países estes dois crescimentos surgem associados.
Também Jaime Prata, biólogo da Estação Litoral da Aguda e membro da associação ecologista Campo Aberto, criticou a opção pela produção de mais energia em vez do fomento da eficiência e poupança energéticas. Portugal poderia reduzir em cerca de um terço o consumo de energia se aplicasse estratégias de eficiência em áreas como a construção de edifícios,indústria e agricultura, disse.
Jaime Prata acusou a EDP de instrumentalização das populações da zona do Baixo Sabor, frisando que a criação de emprego é uma falácia e a promessa de desenvolvimento do turismo é irreal.
A construção de barragens é feita sobretudo por emigrantes, salientou Jaime Prata, acrescentando que as barragens, hoje em dia, operam com um funcionário e já há algumas sem nenhum, operadas à distância. Jaime Prata sublinhou ainda que o país está cheio de albufeiras desertas, existindo turistas apenas nalgumas situadas junto a grandes aglomerados populacionais, nomeadamente próximo de Lisboa e do Porto.
As albufeiras no interior não atraem turistas. São sítios muito quentes no Verão e frios no Inverno. Actualmente, as pessoas preferem desportos, como a canoagem, que só podem ser praticados em rios sem barragens.
Cientistas brasileiros demonstraram que as barragens já construídas na Amazónia poluem dez vez mais que o carvão!!...
E ainda este artigo da prestigiada Revista Newscientist já denunciava esses efeitos em 2005!!!
Actualização 24 de Outubro
O Deputado Pedro Quartin Graça dirigiu hoje ao Primeiro - Ministro e ao Ministro da Administração Interna dois requerimentos relativos ao incidente occorrido em Lisboa com os dirigentes da COAGRET - Portugal
Ler ainda na secção do grupo GAIA: COAGRET-Pt: denúncia de intimidação a activistas da causa ecológica
Sobre a barragem das Três Gargantas, da China - Natureza morta....




