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domingo, 30 de outubro de 2022

A charada do acordo de Minsk


Tratado de Minsk
O acordo foi assinado pelo embaixador russo, mas não há qualquer referência à Rússia como uma parte do acordo, o que tem levado Moscovo a declarar que é um mediador e que não tem responsabilidade pela sua execução. Outro dado essencial, o acordo não refere uma única vez a soberania da Ucrânia. Saiba mais sobre os Acordos de Minsk aqui

Transparência

Following the invasion of Ukraine, there has been global outrage at Russia’s blatant disregard for international law, human rights, and the principle of state sovereignty.

In an attempt to deter Putin from escalating military action in Ukraine, the EU and its allies have come together to decide on sanctions that directly target Russian oligarchs, freezing their assets – often the fruit of corruption and money laundering – and impeding them from conducting financial transactions in the European Union, the UK, and the United States.

Ukraine meanwhile has, in the past few years, made significant progress in the fight against corruption, being the second country in the world to open its beneficial ownership register, also establishing an open company register, and an open contracting system ProZorro that has become a model globally.

The people of Ukraine are now fighting to ensure that this democratic progress is not reversed. In the words of EU Commission President Ursula von der Leyen, this is a clash between democracies and autocracies.

Liberdade de Expressão

Human Rights Watch (HRW) Monday published a catalog of citizen actions that have triggered criminal charges and administrative penalties in Russia since the start of the war in Ukraine.

Russia has repeatedly cracked down on free speech rights; in the first few weeks following the start of the war in Ukraine, Russian authorities arrested over 5,000 anti-war protesters. The arrests were piled on top of newly passed censorship laws, which criminalize public dissemination of “deliberately misleading information” and “discrediting the use of Russian Federation Armed Forces.”

Free speech activists, in conjunction with HRW, have tracked the progression of Russia’s efforts to suppress speech in response to the war in Ukraine. As a result of Russia’s new censorship laws, authorities have launched at least 70 criminal cases. The censorship laws have also prompted hundreds of administrative cases.

In the midst of this crackdown, HRW compiled a list of examples of “legitimate, peaceful speech or actions” that have resulted in charges or penalties. The examples detail charges brought against Russian individuals including the date, location, name of the individual, penalty, and circumstances surrounding the charges.

Among the examples are wearing a blue and yellow, replacing price tags in supermarkets with anti-war leaflets, commenting on the war on social media, criticizing the war in private, displaying the word “self-censorship” in public, displaying the phrases “no war” or “for peace” in public, displaying a blank poster in public, public speeches regarding the war, and taking down “Z” pro-war banners.

Meio ambiente da Ucrânia é outra vítima da guerra; danos poderão ser sentidos por décadas

As florestas de pinheiros ao redor de Irpin, na Ucrânia, são o lugar feliz de Oleh Bondarenko. Ele as descobriu quando ainda era criança, quando sua mãe o mandou um acampamento de verão na área, e ele tem voltado para visitar o local desde então.

“É um lugar cheio de memórias. Vorzel, Irpin, Bucha, as florestas, o ar fresco. Para mim, este é um lugar de descanso”, contou à CNN o cientista ambiental de 64 anos durante uma viagem recente a Irpin.

O caminho de uma hora de distância de Kiev – uma viagem que ele fez muitas vezes ao longo das décadas – foi cheio de angústia para Bondarenko, que se preocupava com o que encontraria em Irpin. “Esta é a primeira vez que volto desde que nossos irmãos ‘visitaram’ Irpin”, disse ele, referindo-se às tropas russas.

Esta área esteve sob controle russo por várias semanas em março; tornou-se posteriormente conhecida em todo o mundo como o local de algumas das piores atrocidades cometidas pela Rússia nesta guerra. Pelo menos 1.200 corpos de civis foram descobertos na região desde que as tropas russas se retiraram de lá, segundo a polícia da região de Kiev. Pelo menos 290 deles foram encontrados em Irpin, segundo o prefeito da cidade.

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