Galapogos
The Smashing Pumpkins
Ain't it funny how we pretend we're still a child
Softly stolen under our blanket skies
And rescue me from me
And all that I believe
I won't deny the pain
I won't deny the change
And should I fall from grace
Here with you
Will you leave me too?
Carve out your heart for keeps in an old oak tree
And hold me for goodbyes and whispered lullabyes
And tell me I am still
The man I'm supposed to be
I won't deny the pain
I won't deny the change
And should I fall from grace
Here with you
Will you leave me too?
Will you leave me too?
Too late to turn back now
I'm running out of sound
And I am changing, changing
And if we died right now
This fool you love somehow
Is here with you
I won't deny the pain
I won't deny the change
And should I fall from grace
Here with you
Would you leave me too?
Would you leave me too?
Isolamento e amadurecimento em "Galapogos" dos Smashing Pumpkins
"Galapogos", do The Smashing Pumpkins, aborda o sentimento de isolamento, inspirado pelo casamento de Billy Corgan. O título faz referência às Ilhas Galápagos, sugerindo não só um afastamento físico, mas também emocional, refletindo o distanciamento entre pessoas que já foram próximas. A letra destaca a tensão entre o desejo de manter a inocência do passado - “Ain't it funny how we pretend we're still a child” (Engraçado como fingimos ainda ser crianças) - e a necessidade de aceitar as mudanças que o tempo traz.
A canção mergulha no medo do abandono e na vulnerabilidade diante das transformações pessoais. Versos como “I won't deny the pain / I won't deny the change” (Não vou negar a dor / Não vou negar a mudança) mostram uma honestidade direta sobre o sofrimento e o crescimento. Já a pergunta “Will you leave me too?” (Você vai me deixar também?) revela a insegurança de perder alguém importante durante esse processo. O trecho “Carve out your heart for keeps in an old oak tree” (Esculpe seu coração para sempre em um velho carvalho) expressa o desejo de eternizar sentimentos, mesmo sabendo que tudo está mudando. O clima melancólico e introspectivo, reforçado pela instrumentação suave, traduz a luta interna entre se apegar ao passado e aceitar o presente, tornando "Galapogos" uma reflexão sensível sobre amadurecimento, perda e busca por conexão.
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