Musica Dmitri Shostakovich - Jazz Suite No.2: VI. Waltz 2, pela Armonie Symphony Orchestra O video é a homenagem do autor a Margherita Hack, astrofíscia e escritora.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Valsa à volta dos anéis de Saturno
Musica Dmitri Shostakovich - Jazz Suite No.2: VI. Waltz 2, pela Armonie Symphony Orchestra O video é a homenagem do autor a Margherita Hack, astrofíscia e escritora.
domingo, 11 de maio de 2014
Ali está o rio, por Zeca Afonso
José Afonso - "Ali está o rio" do álbum "Enquanto Há Força" (1978)
Letra de Luís Francisco Rebelo e José Afonso (baseada na peça B.Brecht " A excepção e a regra")
[...provocado pelo 25 de Novembro, este álbum mistura a esperança com o humor, a denuncia com o fervor revolucionário e transforma todos estes "ingredientes" numa obra plena, daquelas que só a genialidade pode conceber...] Viriato Teles (in "As voltas de um andarilho").
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Cartoon- All wars are banker's wars...
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| Por Rodrigo Rosa |
Austericídio
Direito Ambiental
Empreendedores da Paz
Globalização Justa
Transparência
Ver mais trabalhos do cartoonista premiado Rodrigo Rosa aqui
quinta-feira, 8 de maio de 2014
A elevada factura da fractura hidráulica (fracking)
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| Exploração do gás de xisto |
A revolução energética do gás de xisto anuncia lucros fabulosos às multinacionais petrolíferas. Surgem na crise como a grande saída económica, mas o secretismo é a alma do negócio. A sua exploração por fractura hidráulica comprovou ter perigosas implicações ambientais e na saúde pública. Em Portugal, da região oeste à costa vicentina, de Alcobaça ao Barreiro, o estado português hipotecou já milhões de hectares a troco de uma factura demasiado alta.
Boa parte do futuro do planeta joga-se na questão da crise energética. Em seu torno ficou conhecida a teoria do Pico do Petróleo, que proclamou o inevitável declínio da produção viável de petróleo, com consequências na “geo”política. Um cenário inerente às crises da economia do mercado e que traduz o colapso da ideia de bem-estar generalizado das sociedades industrializadas. Dependendo de um constante fornecimento de petróleo barato e equacionando um sentido de desenvolvimento à medida do aumento exponencial do consumo energético, foram apresentadas uma série de alternativas energéticas e novos recursos fósseis. Mas o que se observa é que persistem sacrossantos os mesmos princípios: que sejam abundantes e fáceis de conseguir e sem olhar a impactos; que garantam o combustível necessário para manter inquestionável o modo de vida industrializado em crescendo. E este é cada vez mais acelerado, global e voraz.
Ler artigo completo, sobretudo relativo à situação em Portugal, no Jornal Mata
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Why We Need a New Climate Change Narrative
We need new narratives to combat the pervasive popular and political inertia. Our old narratives are not working and may even lead to apathy and indifference. Despite the scientific consensus about anthropogenic climate change we are not moving fast enough to change our perilous course. According to a 2013 Pew survey, only 69 percent of those surveyed accept the view that the earth is warming, and only 1 in 4 Americans see global warming as a major threat. These numbers illustrate that we need to craft a new narrative and do a better job of communicating the urgency of climate change action.
Even the devastating spate of extreme weather events in the last decade has not augured change. We desperately need a stronger and more far-reaching global movement. To do that, we need an inspirational vision that resonates with the vast majority of the general public.The story we tell must not only be highly desirable it must also be achievable. To reach new audiences we must inculcate the research findings of a wide array of disciplines including science, technology, economics, politics, psychology and sociology.
In the final analysis, the goal is to empower individuals and stimulate action through positive examples of behavior change. These new narratives are a fundamental first step. They will clear the way for a paradigm shift that will make broad spectrum progress possible. Unless people see a way forward, they will not move in the right direction. We need systemic solutions that can only come from a paradigm shift, but first we need to lay the foundation with new narratives.
While it is clear we need a paradigm shift, historically such shifts have taken centuries. This adds to the urgency of our endeavor as we are now faced with a situation where we must bring about change at an unprecedented pace.To expedite the paradigm shift mentioned above we must build a compelling narrative. The key to engaging climate change is not about science, technical details, or even financing, it is ultimately about getting people to believe in the need for change.The new narrative is about making change more alluring and less fear inspiring.
Fear and other narratives that foster apathy
We are using the wrong narratives. We have failed to effectively communicate and our fear-based approaches may even foster apathy and indifference. Rather than promote fear, the new narrative must generate the kind of confidence that allows us to take radical steps forward. We have gotten very little action when our narratives cause people to feel fear, despair, doubt, grief, anger or guilt.
Fear is a common reaction to the enormity of the climate change crisis. However, we cannot be scared into acting, nor can despair lead us to responsible action. The problem with these negative emotions is that they breed skepticism or cause paralysis.
In a Time article, UK based psychotherapist Rosemary Randall suggests that climate change is such a disturbing subject, that “like death, it can raise fears and anxieties.” Just as fear-based religions no longer produce results, traditional marketing approaches premised on anxiety are also falling by the wayside. There was a time not too long ago when marketers successfully scared people into buying a product or service. However, as reviewed in a Ted Talk on solar energy, this type of marketing is increasingly less effective. A better approach involves the kind of word-of-mouth advertising that we see in social media and content marketing. This type of marketing is premised on the love of something, rather than an anxiety-ridden fear based need. Other commonly employed narratives do not work either. One of the most common among the deep greens is being a tedious bore. This will not move the conversation forward and commonly does the very opposite of what claim we want to achieve.
Facts based narratives are Inadequate
We have failed to create a compelling narrative because we almost always couch these approaches in reason and science. The issue of engaging people to act on climate change will not work if the narrative is based solely on a better understanding of the facts. We will not make progress as long as we reduce the problem to an information deficit issue.
Many wrongly assume that people will behave rationally if they are apprized of the facts. However, the scientific consensus on the veracity of anthropogenic climate change has proven grossly inadequate to generate responsible action either from the general public or from our political leaders. Put simply, people are not rational actors. In fact, most have an irrational bent that causes them to actively ignore the facts.
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
Ted-Talk da semana- Hans Rosling: Religiões e bebés
Hans Rosling tinha uma pergunta: Será que algumas religiões têm uma taxa de nascimentos maior do que outras? E como é que isto afecta o crescimento demográfico global? Numa palestra na TEDxSummit em Doha, Qatar, ele apresenta gráficos dos dados através dos tempos e das religiões. Com um humor característico e uma visão perspicaz, Hans chega a uma conclusão surpreendente sobre as taxas mundiais de fertilidade.
Para saberes mais sobre o Professor Hans Rosling clica aqui
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domingo, 4 de maio de 2014
Música do BioTerra: Linda Perhacs -Freely
Linda Perhacs - Freely
Biografia da lendária cantora Linda Perhacs- possuidora de uma voz única e uma musica que mistura folk-psicadélico- e a sua discogafia completa no Wikipedia
sábado, 3 de maio de 2014
Dia Internacional da Liberdade de Imprensa
O Dia Internacional da Liberdade de Imprensa celebra-se a 3 de maio.
Objetivos
Este Dia Internacional da Liberdade de Imprensa tem como objetivos:
Todos os anos vários jornalistas são capturados e mantidos prisioneiros em diversas regiões do mundo, com destaque para os países onde vigoram regimes ditatoriais.
A Associação Repórteres Sem Fronteiras desenvolve esforços para proteger os profissionais de comunicação social em todo o mundo e alertar para os perigos a que estão sujeitos no desempenho do seu trabalho. Organizações como a UNESCO juntam-se à luta pelo direito à liberdade de expressão.
Esta data é celebrada desde o ano de 1993, unido esforços de entidades, jornalistas, ativistas e outros cidadãos.
Este Dia Internacional da Liberdade de Imprensa tem como objetivos:
- promover os princípios fundamentais da liberdade de imprensa;
- combater os ataques feitos aos media e impedir as violações à liberdade de imprensa;
- lembrar os jornalistas que são vítimas de ataques, capturados, torturados ou a quem são impostas limitações no exercer da sua profissão;
- prestar homenagem a todos os profissionais que faleceram vítimas de ataques terroristas ou que foram assassinados por organizações terroristas.
Todos os anos vários jornalistas são capturados e mantidos prisioneiros em diversas regiões do mundo, com destaque para os países onde vigoram regimes ditatoriais.
A Associação Repórteres Sem Fronteiras desenvolve esforços para proteger os profissionais de comunicação social em todo o mundo e alertar para os perigos a que estão sujeitos no desempenho do seu trabalho. Organizações como a UNESCO juntam-se à luta pelo direito à liberdade de expressão.
Esta data é celebrada desde o ano de 1993, unido esforços de entidades, jornalistas, ativistas e outros cidadãos.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Fotografias em infravermelhos de plantas suculentas
Por Luís Calafate
Na fisiologia vegetal, a água é muito importante a vários níveis. O facto de a água no interior da planta ter uma grande capacidade de absorção do calor do meio circundante permite que não haja mudanças bruscas no protoplasma.quinta-feira, 1 de maio de 2014
Cérebro leva apenas 300 milésimos de segundo para gerar lembrança
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| Imagem: Diario Digital |
Cientistas identificaram um circuito cerebral da compulsão alimentar após a observações de neurónios em ratos de laboratório que agem no hipotálamo lateral, região responsável por controlar impulsos. Esse circuito fazia as cobaias continuarem a comer mesmo depois de alimentadas, assim como levava os animais a recusarem comida quando famintos.
A nova aproximação do mistério da memória humana chega pelas mãos dos argentinos Rodrigo Quian Quiroga, director do Centro de Neurociência Sistémica da Universidade de Leicester na Grã-Bretanha, e Hernán Rei, que acabam de publicar a descoberta na revista Current Biology.
«Em geral, a formação da memória envolve uma associação de conceitos. Por exemplo, 'lembro de ter-me encontrado com um amigo quando fui ao cinema' implica dois conceitos: 'um amigo' e 'fui ao cinema', que se associam para formar uma nova memória que é a de ter encontrado um amigo no cinema», explicou Quian Quiroga.
«Já há um tempo demonstramos que há neurónios no cérebro que codificam conceitos. Esses neurónios do cérebro são usados para formar memória e têm um tempo de disparo», esclareceu em conferência na Grã-Bretanha.
«Assim que o estímulo sensorial - como ver uma pessoa - chega, 300 milésimos de segundo depois esse neurónio dispara (um impulso) e esse é o tempo durante o qual o neurónio é activado para a formação da memória», continuou.
O fenómeno é diferente de outros processos cognitivos - como, por exemplo, decidir sobre apanhar um táxi ou ir de autocarro ou prestar atenção a algo que nos emociona - já que envolvem outros neurónios, noutras regiões do cérebro, e outros tempos.
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