quinta-feira, 10 de abril de 2014

Desconstruindo o nu artístico: fotógrafo explora relação das pessoas com seu sexo em ensaio lúdico (FOTOS)


Sem tabus.Mas também sem genitálias.

A experiência de nu artístico, compartilhada por modelos, artistas plásticos e fotógrafos, geralmentecontempla o corpo em total liberdade.

Corpo desnudo, sem nada a esconder, tudo para fora.As intimidades são desveladas para o público consumidor da arte. O que o fotógrafo cearense Daniel Fama, 39 anos, quis fazer foi dar um passo além.

Se a nudez é a liberdade, então não só corpo tem que estar livre, mas a alma, o espírito, a mente.

Daniel quis clicar como as pessoas veem o próprio sexo. No lugar de vagina ou pênis, seios ou bunda, o modelo escolhia um objeto para representá-lo.

“A questão é: como as pessoas se veem simbolicamente? Como elas se reconhecem? O ensaio mostra uma relação simbólica com o corpo”, explica o fotógrafo, radicado há 20 anos em Brasília.

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Daniel recorreu ao produtor Josuel Júnior, da Fábrica de Teatro do Distrito Federal, para selecionaos modelos do projeto [Nu] Objeto.
No total, foram 50 pessoas clicadas, entre atores, pintores, dançarinos, alguns habitués da cena cultural da capital federal e brasilienses anônimos.
“[Josuel e eu] tivemos a preocupação de conseguir uma diversidade de corpos, idades e estéticas”, conta o fotógrafo. “Quando se fala de nu, de fotografias de pessoa sem roupa, pensamos no estereótipo da pessoa perfeita, sem nenhuma marquinha de pele; nós quisemos mostrar a pessoa como ela é, sem tratamento de imagem para mudá-la”, revela.
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Posaram para as lentes de Daniel Fama homens e mulheres, altos, baixos, gordos, magros, brancos, negros, peludos, sem pelos, jovens e idosos.
O resultado: um ensaio lúdico repleto de objetos inusitados. “Cada objeto não foi escolhido de forma aleatória, mas sim porque fazia referência ao modelo, era como ele se representava”, descreve o fotógrafo.
A seguir, algumas das imagens do ensaio e mais declarações de Daniel ao HuffPost Brasil aqui

Documentário da Semana- La Mort est dans le pré - A morte está no campo (em Francês)


Pesticidas e agricultura. Um documentário imperdível!


"Quando descobrir a verdade sobre os perigos dos pesticidas vai ser pior do que o sangue contaminado. Eu não tenho nenhuma razão para permanecer em silêncio sobre este escândalo".Tem de ter uma resposta política! O agricultor que nos fala está a sofrer de cancro aos 47 anos. Ele é vítima dos pesticidas que manuseia todos os dias. Centenas de agricultores são atingidos. Vítimas de pesticidas pensado ser "inofensivos". Estudaram o uso agrícola intensivo na escola desde os anos 50 nas suas quintas até que as dores de cabeça, fadiga, leucemias e cancro bateram-lhes à porta. 

Por outro lado quando todos tivermos consciência e conhecermos a origem da Bayer ou da Monsanto, não é nenhuma surpresa que as fortunas destas corporações são feitas à custa da saúde pública. Estas empresas estão a fazer aos agricultores de todo o mundo o mesmo que fez a famosa B Zyclon que os nazis usaram em campos de concentração durante a última guerra para exterminar os judeus e outras comunidades.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Árvores mais velhas crescem a um ritmo maior e armazenam mais dióxido de carbono que as mais jovens


As árvores aumentam o ritmo de crescimento à medida que vão ficando mais velhas, de acordo com um novo estudo publicado ontem no jornal Nature“As árvores continuam a crescer de forma intensa durante o seu ciclo de vida”, explicou Nate Stephenson, líder do estudo e ecologista florestal do US Geological Survey, em Three Rivers, Califórnia.

A pesquisa estudou 403 espécies de árvores de todo o mundo e concluiu que estas nunca sofrem de problemas de velhice. Nos animais, a mudança e envelhecimento das células acabam por determinar a sua morte. Mas as árvores não têm problemas idênticos, sendo que apenas as doenças, os insectos, o Homem, fogo ou acidentes – como relâmpagos – as podem matar. “Elas nunca param de crescer. A cada ano que passam, pesam sempre mais que no ano anterior”, explicou Stephenson.

Até agora, acreditava-se que as árvores paravam de crescer à medida que ficavam mais velhas. Um estudo de 2010 foi o primeiro a contrariar esta teoria, quando concluiu que as gigantes árvores da Califórnia continuam a crescer para o céu a cada ano que passava – e a um ritmo sempre maior.
Foi este exemplo que levou Stephenson a tentar saber mais sobre o crescimento das árvores – e se este estava ou não ligado à sua velhice.

O estudo avaliou mais de 670 mil árvores tropicais e de climas temperados – cerca de 90% destas crescem a ritmos cada vez maiores. As árvores mais velhas podem crescer até 600 quilos por ano.

Os pesquisadores descobriram que a absorção de carbono das árvores aumenta continuamente com o seu tamanho, porque a área total da folha aumenta à medida que ela cresce. Isso permite que as árvores mais antigas e de maiores dimensões absorvam mais carbono da atmosfera.

Os autores do estudo advertem, no entanto, que as florestas têm dinâmicas complexas: árvores de grande porte estão sujeitas a taxas de mortalidade mais elevadas do que as árvores mais novas; e o número de árvores em uma determinada área pode ser maior em uma floresta jovem. Ainda assim, fica evidente que as grandes árvores antigas são muito importantes, não só para a biodiversidade, mas também para a absorção e o armazenamento de carbono.

terça-feira, 8 de abril de 2014

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Descubra os erros científicos e históricos que os filmes exibiram nos últimos anos

Eles capricham no visual e na ação - mas às vezes se esquecem de verificar as informações. Veja aqui alguns dos maiores erros científicos e históricos que os filmes exibiram nos últimos anos.Fonte: Super Abril

10 000 A.C (2008) - Samba do mamute louco
Apesar de parecer, este filme não tem nada de histórico. A começar pelos mamutes ajudando humanos a construírem pirâmides. Ok, homens chegaram a caçar mamutes no período Paleolítico, como é possível ver em pinturas rupestres. Mas adestrá-los e fazê-los trabalhar? "Mamutes não foram domesticados, portanto não podem ter sido usados como mão de obra na construção das pirâmides", alerta Marcelo Rede, professor de História Antiga da USP. Até porque sequer existiam pirâmides naquela época. "As grandes pirâmides, como as famosas Keops, Kefren e Mikerinos, datam de 2600 a 2450 a.C.", explica o historiador. Ou seja, conseguiram errar até no nome do filme.

PLANETA DOS MACACOS (1968, 2011) - Evolução a jacto
Para explicar os erros deste filme, vamos ter de caprichar nos spoilers. O filme original traz um erro que a versão de 2011 tenta reparar. Na versão de 1968, uma expedição espacial passa 18 meses longe da Terra até finalmente cair em um planeta dominado por macacos super-desenvolvidos. No final, descobre-se que o tal planeta era a Terra, 2 mil anos no futuro. Assim, o enredo ficava sem pés nem cabeça: 2 mil anos não é tempo evolutivo suficiente para macacos se tornarem inteligentes. É só comparar com a nossa espécie: o Homo sapiens surgiu há 200 mil anos, mas os primeiros registos de arte ou religião datam de 50 mil anos atrás. E outros milhares se passaram antes de inventarmos a escrita, as cidades e a tecnologia avançada. Por isso, Planeta dos Macacos: A Origem, de 2011, explica que o salto de inteligência não aconteceu sozinho - os macacos teriam sido expostos a um gás que os tornou mutantes. Muito melhor.
1. Apenas 2 mil anos se passaram para que os macacos ficassem inteligentes.
2. Em termos evolutivos, é preciso milhares de anos para que haja um salto de inteligência.

JURASSIC PARK (1993) - ADN com data de validade
Tudo bem um dinossauro usar a maçaneta para abrir uma porta ou derrubar a parede de um banheiro com um salto. Isso é coisa de filme. O difícil é existir um dinossaurio nas condições propostas em Jurassic Park. No longa, os animais são recriados a partir de sangue de dinossauro encontrado em mosquitos preservados no âmbar. Até aí, ok: alguns mosquitos de 230 milhões de anos realmente foram encontrados no âmbar, como mostra um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Por isso, desde a década de 1990, havia um boato de que seria possível recriar dinos dessa forma. O biólogo Michael Bunce, da Universidade de Murdoch, na Austrália, resolveu testar essa possibilidade. Ele estudou o sangue de aves gigantes já extintas e constatou que DNA não é eterno. No caso, as moléculas de DNA não durariam mais de 6,8 milhões de anos, mesmo conservadas em âmbar. "O DNA se deteriora com o passar do tempo, muito antes de ser possível recriar um dinossauro hoje em dia", diz Bruce Whitelaw, professor de biotecnologia do Instituto Roslin, no Reino Unido. Aliás, o próprio nome do Jurassic Park está todo errado. A era Mesozoica, a que viu o surgimento e o desaparecimento dos dinossauros, é dividida em três grandes períodos de tempo: o Triássico, o Jurássico e o Cretáceo. De fato, os dinos apareceram no período Jurássico, mas as espécies que fazem as vezes de actores principais no filme, como o Tiranossauro, o Velociraptor e o Triceratops, surgiram apenas no Cretáceo. Cretaceous Park talvez não tivesse sido tão sonoro. Mas seria mais correcto.

1. O DNA não dura mais do que 6,8 milhões de anos.
2. Os dinos não são do período Jurássico, mas do Cretáceo.
ALIEN - A RESSURREIÇÃO (1997) - DNA desmemoriado
Imagine morrer e ressuscitar em um corpo igualzinho ao seu, carregando toda a memória da vida que passou. Foi o que aconteceu em Alien - A Ressurreição. No final do terceiro filme da saga, a tenente Ripley se lançou ao fogo quando descobriu que era hospedeira da raça alienígena. Já no quarto filme, ela acorda 200 anos depois, clonada e com a mesma memória. O problema é que o DNA não guarda lembranças. A ovelha Dolly não se lembrava dos pastos por onde andou Belinda, a sua matriz. "Um clone é apenas uma cópia do material genético. O ambiente e as experiências de vida é que formam a memória ", diz Bruce Whitelaw, do Instituto Roslin, responsável pela clonagem de Dolly. Logo, se dependesse da ciência, Alien jamais teria uma quarta sequência.

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domingo, 6 de abril de 2014

Toda a oligarquia envolve o desejo da tirania, por Friedrich Nietzsche


Os Fortes Aspiram a Separar-se e os Fracos a Unir-se 
"O crescimento da comunidade frutifica no indivíduo um interesse novo que o aparta da sua pena pessoal, da sua aversão à sua própria pessoa. Todos os doentes aspiram instintivamente a organizar-se em rebanhos, o sacerdote ascético adivinha este instinto e alenta-os onde quer que haja rebanhos, o instinto de fraqueza forma-os, a habilidade do sacerdote organiza-os. Não nos enganemos: os fortes aspiram a separar-se e os fracos a unir-se; se os primeiros se reúnem, é para uma acção agressiva comum, que repugna muito à consciência de cada qual; pelo contrário, os últimos unem-se pelo prazer que acham em unir-se; porque isto satisfaz o seu instinto, assim como irrita o instinto dos fortes. Toda a oligarquia envolve o desejo da tirania; treme continuamente por causa do esforço que cada um dos indivíduos tem que fazer para dominar este desejo."
Friedrich Nietzsche, in 'Genealogia da Moral'

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Ted Talk- Amory Lovins: Um plano energético a 40 anos

Nesta palestra intimista filmada nos escritórios da TED, o teórico da energia Amory Lovins descreve os passos necessários para acabar com a dependência global do petróleo (antes que acabe). Algumas mudanças já estão em curso — tais como automóveis peso-pluma e camiões mais inteligentes — mas outras requerem uma visão mais abrangente.


In his new book, "Reinventing Fire," Amory Lovins shares ingenious ideas for the next era of energy. 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Documentário da Semana: Tous Cobayes? (Todos Cobaias?)


"Todos cobaias?" consiste em duas partes. A primeira parte mostra os perigos de uma dieta contendo organismos geneticamente modificados (OGM ), enquanto a segunda descreve os riscos decorrentes de instalações nucleares. O filme tenta mostrar que o homem se apropriou dessas tecnologias sem prevenção, enquanto ocorre extensivamente a contaminação irreversível de vida. O filme faz a pergunta " Será que somos todos cobaias ? " . Quanto o painel de OGM , o filme é baseado no estudo realizado em ratos de laboratório e revelou em 2012 pelo professor Gilles- Eric Séralini no âmbito do Comité de Investigação Independente e Informação sobre Engenharia Genética ( CRIIGEN ), que representa a data de acordo com seus autores o estudo mais longo do consumo de OGM agrícolas (NK 603) com o Roundup. A questão nuclear é baseada principalmente em danos ecológicos , humanos e materiais dos acidentes nucleares de Chernobyl (Abril de 1986) e Fukushima ( Março de 2011). 

Sítio Oficial 
Tous cobayes?