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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

400 pessoas mais ricas do mundo aumentaram a sua fortuna em 92 bilhões de dólares durante 2014


Lucro de bilionários como de chinês Jack Ma, líder do Alibaba, contrasta com desigualdade que alargou abismo entre ricos e pobres neste ano. 


As pessoas mais ricas do planeta ficaram ainda mais ricas em 2014, adquirindo pelo menos US$ 92 bilhões em sua fortuna coletiva, revelou o Índice de Bilionários da Bloomberg. O patrimônio líquido dos 400 bilionários mais ricos do mundo foi de US$ 4,1 trilhões conforme dados divulgados em 29 de dezembro deste ano.

De acordo a agência de notícias financeira norte-americana, os lucros deste ano acontecem em meio à queda nos preços de energia.A Bloombergtambém responsabiliza a “turbulência geopolítica” incitada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, que teria favorecido alguns desses bilionários.

Em 2014, o principal vencedor foi Jack Ma, co-fundador do Alibaba Group Holding Ltd., a maior empresa de comércio eletrônico da China. Ma, um ex-professor de inglês de 50 anos que iniciou a empresa em seu apartamento em 1999, obteve um lucro anual de US$ 25,1 bilhões, ultrapassando Li Ka-shing, o então homem mais rico da Ásia.

Além de Ma, outros dois ganhadores neste ano foram Warren Buffett e Mark Zuckerberg, nos Estados Unidos. Diretor executivo da  empresa Berkshire Hathaway, Buffet obteve lucro de US$ 13, 7 bilhões. Já o criador do Facebook acrescentou em seu cofrinho mais US$ 10, 6 bilhões nos últimos 12 meses.


Neste ano, Buffet ultrapassou no posto de segundo homem mais rico do mundo o bilionário mexicano Carlos Slim, que lidera um conglomerado de comunicações. O cargo de mais rico do planeta ainda é do co-fundador da Microsoft Bill Gates, que mantém uma fortuna de US$ 87, 6 bilhões. No Brasil, Jorge Paulo Lemann, o mais rico do país, teve aumento de US$ 3,2 bilhões em seu bolso.

De acordo com o grupo Oxfam, em relatório publicado em outubro deste ano, o número de bilionários ao redor do planeta dobrou desde 2008, quando deu-se inicio à crise financeira em escala global. De acordo com o material, as 85 pessoas mais ricas têm o equivalente à metade mais pobre do mundo.

À Agência Brasil, o diretor da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst, explicou que entre as causas da desigualdade, que aumenta cada vez mais o fosso entre ricos e pobres, está o “fundamentalismo do mercado”, que promove um crescimento econômico, beneficiando apenas a elite.

No ano passado, o relatório "Credit Suisse 2013 Wealth Report", um dos mapeamentos mais completos sobre o assunto divulgados recentemente, divulgou um estudo que aponta que 0,7% da população concentra 41% da riqueza mundial.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Fábrica em Famalicão produz botões à base de borra de café

Botões à base de borra de café são a mais recente inovação de uma fábrica em Famalicão líder mundial naquele sector e que se prepara para mostrar em Xangai aquele seu novo produto ecológico, informou hoje o administrador. 
Em declarações à Lusa, o administrador da Louropel, Avelino Rego, explicou que a borra de café constitui 70 por cento do botão, sendo o restante uma resina reciclada de poliéster polimerizado, que serve de cola e que dá consistência à peça. "O botão fica, naturalmente, com cheiro a café", acrescentou. 
Nesta fase inicial, a borra está a ser recolhida apenas em "quatro ou cinco cafés" da região. "Em vez de ir para o lixo, como acontecia até aqui, a borra é guardada e depois utilizada na produção de botões", acrescentou Avelino Rego. Disse ainda que a Louropel já foi contactada por uma empresa que se manifestou interessada em fornecer "grandes quantidades", se tal se justificar. Os botões à base de borra de café já estão a ser "dados a (a)provar a clientes e estilistas, mas a "grande rampa de lançamento" poderá estar numa feira que decorrerá a partir de 20 de outubro em Xangai, na China. 
A Louropel produz atualmente 12 milhões de botões por dia, sendo que os botões ecológicos já representam 25 por cento do total. Nesta produção ecológica, a empresa já incorpora produtos naturais e reciclados como papel, farinha de sêmola, algodão, pó de corozo, leite em pó, pó de corno natural, serradura de madeira, folha de madeira natural, fécula de batata, cânhamo, cortiça e outros vegetais. 
Marcas e estilistas do mundo da moda internacional como Giorgio Armani, Valentino, Hugo Boss, Zara, Massimo Dutti, Ralph Lauren, Lacoste, Adolfo Dominguez, Shicha, Kenzo, Ted Baker e Tommy Hilfiger figuram entre os clientes da Louropel, cujos botões são vendidos em 25 países. A empresa tem como principais mercados a Europa e os Estados Unidos da América, mas também exporta para a Ásia, Brasil e Austrália. Em 2013, faturou 14 milhões de euros. Tem perto de 250 trabalhadores, sendo a carga salarial mensal de cerca de 250 mil euros. [Fonte: SIC Notícias]

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Conheça a família alemã que vive há mais de 3 anos completamente sem dinheiro

Fonte: Jornal  Ciência

A família já causou polêmica por ter adotado um estilo de vida diferenciado, chamando a atenção na Europa. A ideia veio do alemão Raphael Fellmer, de 29 anos. Ele propôs um sistema de vida completamente fora dos padrões consumistas da sociedade e sua família aceitou. Eles vivem sem dinheiro e comem apenas alimentos encontrados em sacolas de lixões de supermercados. 


A família, composta por sua esposa e um filho, vive através do sistema de troca, ou seja, a residência alugada é fornecida por um proprietário que, ao invés de receber dinheiro, permite que o valor seja convertido em serviços domésticos como a jardinagem e reparos gerais, visto que eles moram no porão da casa. Eles afirmam que o único dinheiro necessário é para pagar contas como água e luz, impossíveis de negociar com as fornecedoras. 

Raphael comentou ainda que dinheiro só é usado em casos de extrema necessidade, e ele citou apenas um único evento que foi quando sua esposa estava grávida e ele foi obrigado a pagar um plano pré-natal para o acompanhamento da gestação. Ao contrário do que muita gente pensa, ele não tem nenhuma dificuldade financeira, por ter nascido em uma família alemã de classe média alta. 

Formado em Estudos Europeus, Raphael percebeu através de consciência social que existem coisas mais importantes que o dinheiro e é possível viver sem ele. Ele comentou ainda que o dinheiro é, nada mais do que uma invenção do homem e que esse sistema pode entrar em colapso a qualquer momento. Raphael afirma ter adotado esse jeito novo de ver a vida para proteger sua família caso o mundo entre em “fúria” por problemas no sistema financeiro global. 

A ideia original veio após ter feito uma viagem com vários amigos para o México sem gastar nenhum centavo. Eles trocavam mão de obra em serviços gerais de navios para conseguir o transporte, além de pegar caronas em caminhões nas estradas. Quando voltou para a Alemanha, a experiência mudou radicalmente sua vida e o conceito do que é fundamental para a vida humana. 

Os alimentos são sempre colhidos em caçambas de lixo, de preferência orgânicos. Na Alemanha, vários mercados do país vendem vegetais orgânicos e a tendência do consumo é só aumentar. Como as pessoas, geralmente, preferem frutas e legumes sempre de boa aparência, os supermercados acabam jogando fora aqueles com pequenos “machucados”. 

De acordo com dados da Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas, mais de 30% de todo o alimento global produzido é jogado fora. Na Europa, o novo estilo de vida está ganhando força e mais adeptos.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales

E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afectam o homem do século XXI está o que comemos e o modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.
Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.

A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.

São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.

Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.

A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.

Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois. Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?

Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Comida - Saiba o que de mais estranho anda a ingerir desde que nasceu

Pense na quantidade de comida processada que come ao longo da sua vida. Pois bem, o melhor é mesmo não saber como é que tais alimentos são feitos.
Fonte: Notícias ao Minuto

O Huffington Post desvenda alguns dos mistérios por detrás de alimentos que são considerados inofensivos, mas que se tornarão intrigantes após ler o que se segue.
  1. Secreções anais de castor surgem em alimentos como substitutos de aroma de baunilha, sob o nome castóreo.
  2. Já nos Bagels (tipo de pão) e alguns bolos pode ser encontrado L-Cysteine, uma substância feita à base de cabelos humanos e penas de pato.
  3. Os corantes alimentares contêm, por sua vez, alcatrão à base de carvão, que pode ser alternado com petróleo.
  4. Nos molhos para saladas encontra-se, por incrível que pareça, antidescongelante usado em radiadores, também designado Propileno Glicol.
  5. Sabia que alguns dos óleos vegetais que vê na lista de ingredientes de sumos de citrinos são, em vez de óleos alimentares, retardadores de chamas?
  6. E que os nuggets de frango contêm aditivos de biodiesel sob o nome de Tertiary butylhydroquinone, também usado em vernizes, pastilhas elásticas e biscoitos de queijo?
  7. Para controlar a humidade no sal, é frequentemente usada areia.
  8. Já nos cereais, é possível encontrar aditivo de combustível de aviões, com funções antioxidantes.
  9. Por fim, saiba que quando come caviar pode estar a consumir bórax, conhecido como detergente de limpeza, sob o nome E285.   

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Curta-Animação da Semana (imperdível!) - O Assassino da Economia



Uma breve e ilustrada explicação sobre como os países pobres são reféns das super elites globalistas, os quais vão inevitavelmente impor um governo mundial fascista e escravizante das sociedades de todo planeta. Em 3 minutos tudo foi muito bem colocado.

Dossiês BioTerra(actualizados) relacionados com o video
Agricultura
Agua
Ar
Corrupção vs Transparência
Direito
Economia
Globalização
Lixo Zero
Pesticidas
Política
Publicidade
Saúde
Urbanismo

sexta-feira, 14 de março de 2014

Até ao decrescimento- entrevista a Florent Marcellesi



Entrevista com o pesquisador e activista ambiental Florent Marcellesi propondo formas inovadoras de enfrentar a crise numa perspectiva diferente. Elaborar em declínio, não só como uma opção económica e social, política, se não a urgência em travar a deplecção dos recursos naturais do planeta. Entrevista realizada em Córdoba, durante uma palestra que ele deu no IESA, Instituto de Estudos Avançados Sociais da Andaluzia.

Mais informações sobre decrescimento AQUI.

terça-feira, 11 de março de 2014

Grande Superficie (consumir até morrer)


Já tiveste a sensação de que , na tua vida diária , há sempre "algo" que te incentiva a comprar qualquer tipo de produto ou serviço, mas não precisas dele? Esta e outras questões serão respondidas neste magnífico documentário que nos mostra abertamente algumas das estratégias utilizadas pelas grandes marcas para criar em nós todas as falsas necessidades.

É um facto que vivemos numa sociedade absolutamente consumista , que é algo que temos assumido e, portanto, nós ignoramos . Mas, ocasionalmente , será sempre uma boa ideia parar e pensar sobre o que dirige as nossas vidas, as nossas necessidades e as nossas decisões , porque, embora as estratégias de publicidade e marketing pode parecer recursos puramente persuasivos , muitas vezes, determinam as nossas acções e decisões e, pior, a nossa percepção da realidade , criando falsas necessidades, tornando-nos fantoches sempre com a expectativa de ser inacessível.

"Grande Superfície " divulgado normalmente no formato de oito capítulos, estão reunidos aqui num só vídeo. Este é o documentário sobre a manipulação da publicidade comercial nas nossas vidas. Uma vez que estamos levando para  consumismo indiscriminado e um individualismo egoísta. Retrata ainda o verdadeiro poder de grandes produtos e serviços de empresas.
Com opiniões de especialistas que reflectem sobre o impacto do comércio sobre o nosso modo de vida, este documentário vai-nos ajudar a ter uma visão mais crítica do consumo.
Para saber ainda mais:
Consume Hasta Morir
Ecoagricultor

domingo, 9 de fevereiro de 2014

"La Traversée" por Aurélie du Boys


Yann Tiersen, Elisabeth Fraser e estas imagens do filme "La Traversée"_________um colosso!

Yann Tiersen-Mary
Do you recognize me
Here on this sleeper train
And do you feel the pain
Growing into the night, Mary

And I can feel the taste
Of your third birthday cake
Remember how it was
To hold you into my arms, Mary

It was there
The summer lights around
I was there
His hand upon my knees
And we're gone
Across this sunny streets
And we're gone
The day you died, Mary

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Saiba como gerir o facebook com os seus filhos

9 formas de castigar os filhos usando o Facebook
É território completamente novo para os pais. À medida que as redes sociais vão evoluindo e ocupando cada vez mais espaço na vida das pessoas, também surgem novos usos em que não se tinha pensado antes.
site FACEBOOK lis250209 ln site FACEBOOKJá pensou em usar o Facebook como forma de castigar os filhos quando se portam mal? Não se trata de cortar o acesso à rede social, antes pelo contrário. 
Mashable ensina regras pouco convencionais para castigos, no mínimo, originais. Para que funcionem, os seus filhos têm de o ter na lista de amigos. 
Estas dicas são, na maioria, mais engraçadas que realistas, mas vale a pena dar uma olhada.

Ler artigo completo aqui

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Oração da Liberdade, por Miguel Torga . Cartaz por João Soares

Cartaz elaborado por João Soares

Liberdade! Freedom! Liberté!
Miguel Torga e  telediscos de Richie Havens e Young Gods

 

Grande Richie Havens (21/1/1941 – 22/4/2013), reconhecido cantor norte-americano.  Em 1969, Havens abriu o Festival de Woodstock; Havens foi aclamado pela multidão e foi tocando até ficar sem músicas, decidindo improvisar uma versão de "Motherless Child", a qual ele acrescentou um verso com a palavra "freedom" repetida várias vezes. Esta versão transformar-se-ia num sucesso internacional com o lançamento do documentário Woodstock em 1970.

Liberdade, que estais no céu...
Rezava o padre-nosso que sabia,
A pedir-te, humildemente,
O pio de cada dia.
Mas a tua bondade omnipotente
Nem me ouvia.

Liberdade, que estais na terra...
E a minha voz crescia
De emoção.
Mas um silêncio triste sepultava
A fé que ressumava
Da oração.

Até que um dia, corajosamente,
Olhei noutro sentido, e pude, deslumbrado,
Saborear, enfim,
O pão da minha fome.
Liberdade, que estais em mim,
Santificado seja o vosso nome.

Miguel Torga, in 'Diário XII'


Grande banda suíça Young Gods toca a música Freedom por Richie Havens.

Postagem relacionada
Poema Freedom por Richie Havens

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Nichos de mercado alternativos- cultura bike

Aqui está a diferença entre os nossos governantes e os dos outros países, um vídeo puramente espectacular a promover um país aliado a uma marca de bicicletas, é um nicho de mercado, é verdade, mas aqui se nota a diferença entre países civilizados e democráticos e os que se auto intitulam. Apreciem a Escócia no seu pleno e esta Santa Cruz. 
(Obrigado Augusto Tomé)

terça-feira, 4 de junho de 2013

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Documentário da semana: Monsanto - Patent For a Pig (2006)

[Clica em "CC" e selecciona as legendas Português]

(texto em Inglês) From corruption charges to environmental disruptions, the Monsanto Corporation now makes its way into another documentary film. This time not because of the aforementioned cases, but their huge business plan that aims to tighten their iron-clad control over the food consumption of the masses. The documentary film titled Patent For A Pig: The Big Business of Genetics explains how Monsanto has applied for patents in over 160 nations to breed pigs. This elaborate business plan includes patent over a specific genetic code that Monsanto researchers have decoded and the approval of these patents would then establish Monsanto as the sole breeder of these pigs. Much to the ire of the farmers, who have objected and protested against this as they believe that Monsanto is laying claim to something that has always been there. Jeopardizing their livelihoods, Monsanto continues with the process, and Patent For A Pig: The Big Business of Genetics documentary film covers the views and reaction of the people towards it. Monsanto wishes to obtain their patent over this particular genetic make-up as they believe it triggers bigger flesh growth in the animals. However, to farmers like Kristoff Zimmer, these pigs belong to the farming community and the entire society, but not just to one corporation. It is speculated that Monsanto would further impose fees on the breeding of these animals, in the event of the approval of the patent. Patenting living organisms may be legal in the US, but in the rest of the world, it is often wondered whether a life form should be subjected to something as vain as patenting – it is indeed debatable. Patent For A Pig: The Big Business of Genetics documentary film asks a straightforward question regarding the practicality of Monsanto’s claims over these pigs and analyses the repercussions it will have on the farming community all over the world. Furthermore, their existing reputation also fuels speculation and doubts that force us all to question whether or not it is safe to give so much control to an organization that has been known for profiteering and adopting dubious practices.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Tratado do Decrescimento Sereno

"O crescimento infinito é incompatível com um mundo finito" - por Serge Latouche, filósofo e economista francês, em "Tratado do Decrescimento Sereno" (Editora Martins Fontes):

"Há perguntas demais neste mundo aqui de baixo, nos diz Woody Allen: de onde viemos? Para onde vamos? E o que vamos comer hoje à noite? Se, para dois terços da humanidade, a terceira questão é a mais importante, para nós, do Norte, os empanzinados do hiperconsumo, ela não é uma preocupação. Consumimos carne demais, gordura demais, açúcar demais, sal demais. O que nos assombra é antes o sobrepeso. Corremos o risco de sofrer de diabetes, cirrose do fígado, colesterol e obesidade: esta atinge 60% da população dos EUA, 30% da Europa e 20% das crianças na França. Estaríamos melhor se fizéssemos dieta. Esquecemos as duas outras perguntas que, menos urgentes, são contudo mais importantes.

Para onde vamos? De cara contra o muro. Estamos a bordo de um bólide sem piloto, sem marcha a ré e sem freio, que vai se arrebentar contra os limites do planeta. (...) Mas, com a nossa refeição desta noite garantida, não queremos escutar nada. Ocultamos, em particular, a questão de saber de onde viemos: de uma sociedade de crescimento - ou seja, de uma sociedade fagocitada por uma economia cuja única finalidade é o crescimento pelo crescimento. É significativa a ausência de uma verdadeira crítica da sociedade de crescimento na maioria dos discursos ambientalistas, que só fazem enrolar nas suas colocações sinuosas sobre o desenvolvimento sustentável.

Dizer que um crescimento infinito é incompatível com um mundo finito e que tanto nossas produções como nossos consumos não podem ultrapassar as capacidades de regeneração da biosfera são evidências facilmente compartilháveis. Em compensação, são muito menos bem-aceitas as consequências incontestáveis de que essas mesmas produções e esses mesmos consumos devem ser reduzidos, e que a lógica do crescimento sistemático e irrestrito (cujo núcleo é a compulsão e a adição ao crescimento do capital financeiro) deve portanto ser questionada, bem como nosso modo de vida."

Para saber mais