Bioterra

Páginas

  • Página inicial
  • Publicações Científicas
  • Destaques
Mostrar mensagens com a etiqueta Praia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Praia. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de agosto de 2018

Assembleias das areias

 Iberis, sp (Texto e imagem aqui)
Na altura de decidirmos quais as espécies da nossa flora espontânea cujas sementes mais poderiam interessar aos que nos visitam, as Iberis surgiram sem muita dificuldade como uma das nossas preferidas. 

É um género que engloba cerca de 50 espécies que variam entre sub-arbustos e arbustos, algumas delas já com ampla utilização ornamental em jardinagem. Porém, em Portugal ocorrem espontaneamente apenas três espécies, duas delas com sub-espécies endémicas da Península Ibérica ou mesmo só de Portugal. No caso das sementes que colhemos, as Iberis procumbens subsp. procumbens, são um endemismo ibérico que em Portugal ocorre na faixa litoral entre Aveiro e Sagres. 

Apresentando-se como uma planta sub-arbustiva, as suas flores dispõem-se de forma compacta formando tufos homogéneos de de flores brancas com laivos lilazes. Além da harmonia das formas que proporciona enquanto arbusto esta planta apresenta a curiosidade de as pétalas exteriores das suas flores serem mais compridas que as pétalas interiores.

Sendo uma planta de dunas e arribas está perfeitamente habituada aos rigores dos verões quentes e sem água e, se não lhe derem um solo ácido, adapta-se com facilidade a qualquer bordadura de jardim!

Nota - Informação mais aprofundada sobre esta espécie, em particular sobre a subespécie microcarpa, no blogue de Fernanda Nascimento, Plantas e flores do areal. Aqui.
Publicada por João Soares à(s) 10:46 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Blogosfera, Botânica, Conservação da Natureza, Dunas, Jardins, Praia

segunda-feira, 16 de julho de 2018

O mar cura gratuitamente pelo menos 16 doenças!

Texto e imagem aqui

Férias na praia podem ser uma verdadeira cura para muitas doenças. São incríveis os benefícios da água, do sol, e do sal no corpo.

Faça uma pausa nos seus medicamentos e trate-se com um feriado ou um final de semana na praia. Sim, o mar, com a sua salinidade, o iodo, o seu ar saloio dico pode ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Eles contaram: são pelo menos 16.

A massagem com água ativa a circulação, a água salgada libera o trato respiratório e reduz as formas alérgicas.

Eles beneficiam as vias aéreas:
alergias respiratórias
sinusite
asma
convalescença de constipações e outras doenças respiratórias
problemas causados ​​pelo tabagismo
intoxicação por agentes químicos

O dano dos ossos é reparado e as dores de:
deslocamentos
distorções
fraturas
artrose
dores nas articulações
osteoporose
espondilose
doenças reumáticas

Com o mar, as alergias cutâneas são reduzidas:
psoríase
eczema
dermatite
acne seborreica

Graças ao mar, as condições anémicas, as doenças ginecológicas, o hipotiroidismo e o linfatismo melhoram. Muito importante, o mar também ajuda a combater estados depressivos.

Que doenças são tratadas com o mar
Um benefício de uma estadia no mar são alergias respiratórias (especialmente pólen), anemia, artrite, convalescença depois de doenças do trato respiratório, depressão, entorses, fracturas, hipotiroidismo, luxações, doenças alérgicas da pele, doenças ginecológicas, doenças reumática, osteoporose, psoríase, raquitismo.

O importante é saber como se comportar para aproveitar ao máximo todos os benefícios que podem ser extraídos da água do mar e do sol. Os benefícios da água do mar

Aqui estão alguns dos principais benefícios dos tratamentos de maré, ou seja, talassoterapia.

Melhora a respiração
Mas por que o mar é um amigo tão precioso? O que o torna tão especial é o chamado aerossol marinho. O ar, perto da costa, contém uma quantidade maior de sais normais do que minerais: cloreto de sódio e magnésio, iodo, cálcio, potássio, bromo e silício. Eles vêm das ondas quebrando a costa e dos salpicos de água do mar levantada pelo vento. Os primeiros a se beneficiar são os pulmões: a respiração melhorou significativamente desde os primeiros dias. Mas o aerossol marinho também estimula o metabolismo, revigora a circulação sanguínea e melhora o sistema imunológico.

A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode “descarregar” energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.

A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.

Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas.

Combate a retenção de água
Muitas pessoas sofrem de retenção de água durante a estação quente. Na água do mar, de fato, existe uma concentração considerável de sais minerais. E isso, devido a um mecanismo físico chamado osmose, favorece a eliminação, através da pele, dos líquidos que haviam acumulado nos tecidos. Com grandes vantagens para a circulação das pernas.

Luta contra os quilos extras
Os quilos extras são perdidos com mais facilidade. O sal estimula as terminações nervosas da epiderme, como conseqüência acelera o metabolismo: o corpo, na prática, queima alimentos e gordura mais rápido.

Fortalece o sistema circulatório
Graças à pressão que a água exerce enquanto você está imerso, sua temperatura, que nesta temporada é de cerca de 20 graus e movimento ondulatório, que pratica uma massagem suave em todo o corpo.

Fortalece a musculatura
A natação relaxa os músculos, rapidamente dissolve contraturas e dá mobilidade às articulações bloqueadas pela artrite e artrose. E então ajuda intestinos e rins, purificando todo o corpo
Publicada por João Soares à(s) 17:38 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Oceanos, Praia, Saúde

quinta-feira, 5 de julho de 2018

O “safari subaquático” da Praia das Avencas já é área protegida

Cascais vai ter a primeira área marinha protegida de gestão local do país. Da Parede a S. Pedro do Estoril haverá mais interdições para banhistas e a fiscalização será mais apertada.




Entre as praias da Parede e S. Pedro do Estoril, há uma que rouba o nome às avencas que por ali pintam a paisagem. São uma espécie de feto com propriedades anti-inflamatórias e desintoxicantes, que despontam por entre as arribas, que se foram desenhando como uma escadaria natural de onde se vê toda a zona costeira. E que ali crescem devido à presença de água doce dos lençóis freáticos. Hoje, avistam-se muito menos do que há uns anos, porque as espécies invasoras foram colonizando estas arribas ao longo do tempo.

Dada a sua importância ecológica, estas plataformas rochosas, assim como o areal, eram já Zona de Interesse Biofísico, desde 1998. Agora, passam a integrar a Área Marinha Protegida das Avencas (AMPA), que será a primeira deste tipo na região de Lisboa Norte. E a segunda em Portugal, depois da do Parque Natural da Arrábida, criada há 20 anos, com cerca de 53 km2 de área correspondente aos 38 km de costa rochosa entre a praia da Figueirinha, na saída do estuário do Sado, e a praia da Foz a norte do Cabo Espichel.

A AMPA será também a primeira a ser gerida por um município, com a câmara de Cascais a assumir a protecção da biodiversidade das Avencas, depois de ter assinado, esta sexta-feira, um contrato de delegação de competências com a Agência Portuguesa de Ambiente (APA), na presença dos ministros do Mar e do Ambiente.

“Estes avanços por parte do governo de confiarem que há matérias em que as autarquias têm mais capacidade do que as entidades de governo central são muito positivos”, reconheceu, na sessão, o presidente da câmara de Cascais, Carlos Carreiras.

A AMPA compreende cerca de dois quilómetros de linha costeira, entre a Praia da Parede e a Praia de S. Pedro, sendo delimitada a norte pela Avenida Marginal e a sul pela distância à costa de um quarto de milha náutica (cerca de 500 metros) e contempla uma profundidade de 500 metros.

PÚBLICO -
Aumentar





Todos os dias, a baixa-mar põe a descoberto a vida marinha. E podem ser feitos passeios a pé, seguindo pelos trilhos marcados pelas cordas cor-de-laranja que foram desenhados há três anos para que as pegadas dos banhistas não tivessem tanto impacto no ecossistema. Sobretudo porque uma das principais ameaças à preservação do habitat entre marés são as pessoas que saem do areal de circulam pelas plataformas rochosas para ver os animais.

“Este local é um pequeno porto de abrigo que serve como maternidade às diversas espécies que utilizam esta plataforma rochosa para sobreviver nos seus estágios de vida mais inicial. É o berçário de toda a área marinha de Cascais”, diz Ana Margarida Ferreira, bióloga que esteve envolvida no processo de classificação da área.

Ali, nas estruturas rochosas que, ora ficam submersas, ora ficam a descoberto, “vivem os organismos mais resistentes deste local porque, de seis em seis horas, têm uma diferença brutal de temperatura”. Formam-se pequenos poços de mar que permitem a existência de espécies que só ocorrem na zona que está sempre coberta de água. É aí que se podem encontrar ouriços, estrelas-do-mar, peixes e caramujos e burriés, lapas ou cracas. "Mergulhar nesta zona é uma espécie de safari subaquático", havia de resumir assim a vereadora do Ambiente, Joana Pinto Balsemão.

Para que esse ecossistema se preserve, a pesca desportiva, os desportos náuticos motorizados e a ancoragem estão proibidos. Assim como a apanha de qualquer molusco. Está também interdita a actividade de aquacultura. Aquelas praias não podem também ser recarregadas com areia já que isso poderá causar “problemas de erosão das plataformas rochosas”, explicou a bióloga.

Segundo reconhecem os técnicos da câmara, os banhistas vão tendo já consciência e conhecendo o trabalho de preservação que ali está a ser feito. “Às vezes vemos as avós a apanhar lapas com os netos e pessoas a alertar de que não o podem fazer”, diz Ana Margarida Ferreira. Nas praias, estão também jovens, que integram o programa Marés Vivas, que ajudam à sensibilização do património natural que ali existe.

Face à classificação da área, haverá agora “uma fiscalização bastante rigorosa”, frisou a vereadora, adiantando que ainda será decidido como é que a Polícia Municipal vai fiscalizar.

30% de áreas marinhas protegidas até 2030

Na cerimónia, a ministra do Mar lembrou que a protecção do litoral deve ser salvaguardada num trabalho conjunto entre a administração central e local. Sendo a gestão municipal da AMPA um exemplo de descentralização - da qual Ana Paula Vitorino se diz uma "defensora acérrima" -, revela também a importância de uma política de "proximidade através das autarquias".

Lembrando que o Ministério do Mar saiu de Lisboa para se instalar em Pedrouços, Oeiras, a governante desafiou ainda Carlos Carreiras a fazer parte da criação de um “campus do mar”. Um “expositor” da economia e ciência marítimas e da “literacia oceânica”. A ideia deverá ser replicada a Norte, no eixo Leixões, Matosinhos, Porto.

O desafio foi aceite imediatamente pelo autarca que anunciou ainda a intenção de instalar no Forte de Santo António da Barra, em São João do Estoril, um centro de estudo do mar e da língua portuguesa. Para que se estudar a meteorologia e os impactos das alterações climáticas, adiantou Carlos Carreiras. "Estamos a falar de matérias em que ainda não há uma sensibilidade geral muito profunda", reconhece o autarca, adiantando que o município está a desenvolver um projecto para aquele espaço.

Tomando como exemplo a criação da segunda área marítima protegida do país, Ana Paula Vitorino fixou ainda como objectivo criar em 30% do seu mar áreas marinhas protegidas até 2030. A ministra lembrou ainda que o país se comprometeu, no âmbito da estratégia das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável, na delimitação de 14% do seu mar como área marinha protegida até 2020. Se se cumprir a meta de 2030, estas áreas de protecção mais do que duplicarão, ainda que, segundo ressalva Ana Paula Vitorino, haja muito a fazer “na definição das regras” das áreas marinhas protegidas.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, fez questão de lembrar que “não há hoje “qualquer semelhança” na forma como as autarquias olham para os seus territórios. “O território não é um sítio para usar, não é um sítio para vender, é um sítio para preservar, para valorizar, e é óbvio que quem está mais perto tende a gostar mais daquele que é o seu próprio território", frisou, notando que longe vão os tempos em que os autarcas pediam reuniões ao Governo para construir “um hotel à beira mar” ou casas “em leito de cheia”.

Como resultado das alterações climáticas, lembrou Matos Fernandes, a costa está a recuar uma média de sete metros ao ano” na região. É, por isso, necessário segurar a linha de costa, "mais não seja pela riqueza ecológica que se perde”, fixou.

Fonte: Publico 22/06/2018
Publicada por João Soares à(s) 13:46 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Agenda 2030, Alterações Climáticas, Biodiversidade, Conservação da Natureza, Oceanos, Ordenamento Território, Pegada Ecológica, Praia

domingo, 1 de julho de 2018

Esta é a nova bandeira para as praias

Texto e Fonte de Imagem: DN, 28.06.18


As praias nacionais ganharam mais uma bandeira. Agora além da verde, amarela e vermelha, há a listada com as cores amarelo e vermelho: indica onde é seguro tomar banho

Esta época balnear há uma nova indicação a ter em conta quando for à praia: ver onde estão duas bandeiras listadas de cor amarela e vermelho. Será entre essas bandeiras a zona segura para ir água. Os nadadores salvadores colocam essa indicação em zonas onde não há, por exemplo, agueiros. E podem mudar a localização durante o dia de acordo com as marés, por exemplo.

A indicação faz parte do edital de praia - onde estão explicadas as regras de segurança, o significado das bandeiras, as coimas em que incorre quem não respeitar as indicações dos nadadores salvadores, os dispositivos de segurança existentes - e significa "zona recomendável para os banhistas entrarem na água".

Ao DN, fonte oficial da Autoridade Marítima Nacional explicou que com esta indicação os banhistas ficam a conhecer "as zonas mais seguras para tomar banho" e que são "sugeridas pelos nadadores salvadores".
Publicada por João Soares à(s) 11:24 1 comentário: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Oceanos, Praia, Segurança

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Marcha "Enterrar de vez o furo"




A ameaça de furos de petróleo paira sobre nós. Adiamentos, prorrogações, avaliações de impacto ambiental, renegociações… É hora de acabar de vez com as ameaças de furo de petróleo em Portugal. A força das populações, movimentos e autarcas, unidos a uma só voz para dizer não, para dizer que um furo de petróleo é uma guerra, será ouvida.

Porque precisamos de deixar de consumir combustíveis fósseis, de parar de investir numa indústria obsoleta que nos empurra a todos para o abismo, dizemos não. Porque precisamos de preservar o nosso litoral e o nosso interior, salvaguardar a sua biodiversidade da poluição catastrófica que significa o petróleo e o gás, dizemos não. Porque respeitamos as populações, actuais e futuras, dizemos não. Porque temos de travar as alterações climáticas e só o faremos se pararmos definitivamente de explorar e queimar hidrocarbonetos, dizemos não! Vamos enterrar de vez este furo, acabar com todos estes contratos e correr de vez para as energias limpas, rumo ao futuro.

Dia 14 de abril marchamos, desde o Largo de Camões até à Assembleia da República. Marchamos, vindos do Norte e do Sul, do Algarve, do Alentejo, de Peniche, do Porto, da Batalha e de Pombal. Marchamos pelo futuro. Vamos enterrar de vez este furo.

Subscritores (em atualização):
Academia Cidadã, Alentejo Litoral pelo Ambiente, ASMAA – Algarve Surf and Maritime Activities Association, Bloco de Esquerda, Climate Reality Project Portugal, Climáximo, Coletivo Clima, Coopérnico, Famalicão em Transição, Futuro Limpo, GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, Linha Vermelha, Livre, Movimento Alternativa Socialista, Movimento Ibérico Antinuclear, Núcleo Académico para a Protecção Ambiental do ISCSP, Núcleo do Ambiente da FLUL, Peniche Livre de Petróleo, PAN – Pessoas Animais, Natureza, Partido Ecologista “Os Verdes”, Plataforma Algarve Livre de Petróleo, Preservar Aljezur, Stop Petróleo Vila do Bispo, Sciaena, SOS – Salvem o Surf, Tamera, Tavira em Transição, TROCA – Plataforma por um Comércio Internacional Justo, Um Ativismo por dia, Zero.
As organizações que gostariam de subscrever a convocatória, podem enviar email a enterrardevezofuro@ salvaroclima.pt 
Publicada por João Soares à(s) 10:23 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Agenda 2030, Alterações Climáticas, Ambiente, Biodiversidade, Conservação da Natureza, Economia, Fracturação Hidráulica, Hidrocarbonetos, Petróleo, Politica, Praia, Turismo

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Alterações climáticas podem tornar Portugal mais seco, sem praias e sem turismo, alerta Rajendra Pachauri



Nobel da Paz Rajendra Pachauri alertou, nesta segunda-feira, para as alterações climáticas que afectarão as praias, a agricultura, a pesca e até o vinho.
LUSA 19 de Março de 2018

Portugal pode mudar drasticamente em meio século, com as alterações climáticas a tornarem o país mais desértico, a afectarem as praias, a agricultura, a pesca e até o vinho, alertou nesta segunda-feira o Nobel da Paz Rajendra Pachauri.

Pachauri, que foi Nobel da Paz em 2007, foi nesta segunda-feira um dos oradores numa conferência sobre alterações climáticas no âmbito do ciclo Conferências do Estoril.

O responsável foi presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, e é o fundador e mentor do movimento Protect Our Planet (POP).

Nesta segunda-feira, perante uma sala cheia de jovens na Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, falou do projecto POP e começou por salientar que a melhor forma de lidar com as alterações climáticas é envolver os jovens, exortando-os depois a consumir menos e comer melhor (“Comam menos carne, serão mais saudáveis e é bom para o planeta”) e a plantarem árvores, para que a Península Ibérica não tenha no futuro o clima que hoje tem o Norte de África.

O especialista lembrou aos presentes que as temperaturas e o nível do mar (com tsunamis mais devastadores) têm vindo a subir desde meados do século passado, à medida que as emissões de gases com efeito de estufa também aumentaram, e salientou que situações climáticas extremas observadas desde 1950 estão relacionadas “com a interferência humana”.

“O Árctico deixará de ter gelo”

E depois, acrescentou, se nada for feito em relação a essas emissões, no futuro os fenómenos extremos serão mais frequentes e intensos e, por exemplo, o Árctico deixará de ter gelo. “Já imaginaram isso? Vai ser no vosso tempo”, disse.

E o Sul da Europa, onde Portugal se inclui, vai ver o avanço do mar, mudanças no turismo e na agricultura, o mar terá peixes diferentes dos que se costumam consumir agora, a vinha vai mudar e haverá mais mortes e doenças.

“O que é que estamos a fazer ao nosso planeta? Não temos outro sítio para onde ir”, disse Rajendra Pachauri, que se afirmou, ainda assim, um optimista e que salientou três acções que terão de ser tidas em conta desde já para mitigar os efeitos das alterações climáticas: o uso mais eficiente da energia, usar energias limpas e reduzir a desflorestação.

As alterações climáticas são reais, estão a afectar-nos, são más, são comprovadas cientificamente e ainda há esperança, disse, centrando o seu optimismo no combate às alterações que está a ser feito um pouco por toda a parte.

“Gostaria que o meu país, a Índia, fizesse mais”, disse, concluindo que sem mudanças para reduzir as emissões de gases, a vida no planeta vai tornar-se “muito mais difícil”.

Na mesma linha, o secretário de Estado adjunto e do Ambiente, José Mendes, lembrou que Portugal está a sentir os efeitos das alterações climáticas, como as altas temperaturas, os grandes incêndios ou a erosão costeira, mas salientou que “ninguém no planeta” deixa de ser afectado.
“O tempo de agir é agora”

“Este é o momento para a acção. Já temos o diagnóstico, o tempo de agir é agora. E a acção é a adaptação (às alterações) e a mitigação”, disse, salientando a necessidade de se viajar de forma mais sustentável e de se aumentar a eficiência energética dos veículos. E depois, concluiu, é preciso proteger o planeta, mas proteger também as pessoas mais vulneráveis.

Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, que encerrou a conferência, alertou para o facto de as alterações climáticas não serem algo que vai apenas afectar as pessoas do futuro. “Já são os meus netos que serão prejudicados, se não fizermos nada, não é ninguém desconhecido”, disse.

Rajendra Pachauri já tinha também chamado a atenção para a proximidade temporal dos efeitos maiores das alterações. E sempre focado nos jovens deixou um último recado: “Os jovens têm se ser parte da solução, não do problema.”
Publicada por João Soares à(s) 10:33 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Acordo de Paris, Activismo, Agenda 2030, Agricultura, Alterações Climáticas, Ambiente, Pacifismo, Praia, Turismo

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Olhão Livre- um diário bem duro, de um grupo de cidadãos que defendem a protecção ambiental e o melhor para a sua cidade

Transcrevo, na íntegra, a denúncia sobre a destruição da vegetação marinha da Ria Formosa.
Imagem e texto retirado aqui

Praia dos Cavacos ou de Marim, integra o Parque Natural da Ria Formosa, estando sob jurisdição do ICNF e protegido pelos Dec-Lei nº 373/87 e 45/78. o que não impede que se assista à destruição da vegetação marinha com uma protecção superior à dos camaleões, o de duas e o de quatro patas.
Durante anos, a Sociedade Polis da Ria Formosa, com operações de charme para melhor enganar as pessoas, apelava a que elas se constituíssem madrinhas das pradarias marinhas, mas agora é essa mesma sociedade que vem destruindo a vegetação protegida, vá-se lá saber porquê. Ou será que se sabe?
A primeira observação que temos a fazer, é a de que as entidades publicas habitualmente usam de dualidade de critérios no que respeita aos interesses. Assim, enquanto na Barra de Olhão ou na da Fuzeta dizem não poder intervir durante o período balnear, aqui já podem, dragando na Ilha da Armona, transportando para Olhão e depois por via terrestre para Marim.
Uma segunda questão, tem a ver com o facto do IPMA ter desclassificado aquela área em Classe C por contaminação microbiológica ou seja por excesso de coliformes fecais, não se percebendo como depois vai ser permitido o banho naquelas aguas. Afinal está ou não contaminada?
Uma terceira questão tem a ver com o facto de não existir qualquer cartaz da intervenção, como mandam as regras. Não admira, porque este Estado já nos habitou a fazer obras à margem da Lei, que essa chatice só se aplica ao cidadão anónimo, sem amigos e sem cartão partidário.
Observando a intervenção constatamos que a subida da cota da areia, vai criar uma barreira tampão, impedindo o acesso à vegetação, acabando por destruí-la. Não nos restam duvidas que a protecção da natureza está bem entregue nas mãos dos imbecis que têm a responsabilidade de fiscalizar mas que assobiam para o lado quando se trata de uma intervenção do Estado. Falar na protecção da vegetação marinha, no concelho de Olhão, que tem um presidente que defendeu o camaleão, mas que aqui defende o combate a uma espécie ainda mais protegida, é o mesmo que falar aos ventos. Quem nos acode?
As pessoas já se esqueceram que esta, era uma das praias urbanas do presidente da câmara, que com quase toda a certeza nunca lá se banhará. Mas que o leva a fazer tanta questão no andamento desta intervenção?
Na recente Feira Internacional de Imobiliário, em que o presidente da câmara fez questão de representar o concelho, foi promovido um projecto urbanístico na Aldeia de Marim, aprovado pela Câmara Municipal de Olhão mas de muito duvidosa legalidade.
A proximidade daquele empreendimento com a Praia de Marim faz dele um optimo investimento, para quem desconhece os meandros da Lei, ou das habilidades de certos autarcas, ávidos de dinheiro.
Estamos muito perto das eleições para as autarquias, onde vão ser gastos muitos milhares de euros e para isso precisam-se de financiadores. Sabendo nós que ninguém dá nada a ninguém, qual o verdadeiro significado disto, o que realmente se esconde por detrás desta intervenção?
Se a areia é mais ou menos clara, esse é um aspecto insignificante, já que daqui a mais alguns dias já ela se apresentará mais branca.
O que se apresenta cada vez mais escuro, é o trafico de influências.
Queiram pois os nossos leitores ajuizar o que entenderem por mais esta obra de arte dos nossos políticos, locais!
Publicada por João Soares à(s) 10:19 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Activismo, Agenda 2030, Biodiversidade, Blogosfera, Botânica, Cidadania, Conservação da Natureza, Direitos Humanos, Legalidade, Ordenamento Território, Politica, Praia, Turismo

sábado, 22 de julho de 2017

Campanha "Cowdfundind" - Ajude-nos a manter o Algarve Livre de Petróleo [PT | EN]


Por favor apoie-nos e faça o seu donativo! Poderá fazer o seu donativo participando na nossa campanha de crowdfunding.
Mais informações em Crowdfunding PALP
Muito obrigado pelo seu apoio!
Ajude-nos a manter o Algarve Livre de Petróleo.

Video da campanha (English subtitles)


Contact us Algarve Free of Petroleum Platform
Publicada por João Soares à(s) 10:28 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Acordo de Paris, Cartaz, CETA, Combustíveis, Dunas, Eficiência Energética, English, Fracturação Hidráulica, Hidrocarbonetos, Legalidade, Oceanos, Petróleo, Plataformas, Praia, Saúde, TISA, TTIP, Video

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Voluntários portugueses promovem a maior operação de limpeza de lixo marinho do mundo

Portuguese volunteers promote the world's largest marine waste cleaning operation!

A bacia atlântica – que abrange as costas da Europa, África, América do Norte e do Sul – foi alvo da maior limpeza de lixo marinho do mundo no dia 11 de junho de 2017. A data foi escolhida em memória de Jacques-Yves Cousteau e do seu contributo para o conhecimento e paixão pelos oceanos: Cousteau faria 107 anos neste dia, que é além disso um domingo, dia da semana em que o oceanógrafo francês nasceu.


A iniciativa foi promovida por um grupo de voluntários baseado na ilha açoriana do Faial, ‘No More Plastics For The Azores’  e que tem já realizado diversas atividades de limpeza de praias e ribeiras no arquipélago, bem como ações de sensibilização junto da população local, incluindo projetos com câmaras municipais, escolas e outras organizações regionais.

Chega de Plásticos nos Açores!

Para esta mega-operação, diferentes organizações voluntárias nos Açores, Portugal continental, Madeira, Bermuda, Espanha, Holanda, África do Sul, Brasil, Cabo Verde, Caraíbas, Canárias, Estados Unidos da América, Reino Unido e Irlanda – entre outros países banhado pelo Atlântico – coordenaram nesse dia  esforços para recolher todo o tipo de detritos não naturais depositados nas praias e costas atlânticas.

“O objetivo é envolver comunidades, cidadãos e organizações cívicas de todo o universo Atlântico, chamando a atenção para a problemática do lixo marinho, uma preocupação comum e partilhada por cada vez mais pessoas em todo o mundo”, disse Henrique Ramos, um dos promotores da iniciativa.
“Há milhões de toneladas de plástico que vão parar aos oceanos anualmente”
“São o agente mais perigoso e cada vez mais presente nos mares de todo o mundo, tendo já entrado na cadeia alimentar na sua fase mais crítica – na base. Daqui até ao prato onde o ser humano se alimenta, é um acumular crescente de microplástico que em nada beneficia a saúde humana”, assinala.

O grupo ‘No More Plastics For The Azores’ (que também tem pagina no Facebook) , bem como as associações congéneres em todo o mundo, realizam ações de limpeza contínuas ao longo do ano mas, “com esta iniciativa coordenada e global, pretendemos chamar a atenção do público em geral para a premência de soluções no combate a este flagelo global”, conclui Henrique Ramos.

Fonte: PT Jornal, 06 Junho 2017
Publicada por João Soares à(s) 10:30 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Activismo, Agenda 2030, Biodiversidade, Bolha Imobiliária, Cidadania, Conservação da Natureza, Decrescimento, Dunas, Educação Ambiental, Oceanos, Plásticos, Praia, Saúde, Simplicidade, Video

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Ilha timorense bate o recorde e torna-se a maior área marítima de biodiversidade do mundo

Fonte: Conexão Lusófona
O jornal britânico The Guardian, num estudo feito pela Conservation International, revela que as águas em torno da Ilha de Ataúro, em Timor-Leste, têm a maior biodiversidade do mundo. Os Investigadores, encontraram 642 espécies diferentes nos recifes de coral dessa ilha, mas alertaram que toda esta riqueza está em risco.


A descoberta incide no encontro 314 espécies diferentes — algumas delas poderão ser totalmente novas, e outras são muito raras. Sendo um recorde que constava antes na Papua Nova Guiné, que tinha uma média de 216 espécies em cada local analisado.
Embora a notícia seja boa, os investigadores consideram a existência de ameaças dado que “outros locais mostram, tristemente, as cicatrizes de um legado de pescas com explosivos, e dos surtos de estrelas do mar de coroa-de-espinhos”. Uma conservação organizada e um esforço na gestão das pescas poderá regenerar as partes danificadas dessa biodiversidade.
Existe uma solução: transformar toda a Ilha de Ataúro uma área marítima protegida, e a pesca ser apenas permitida aos habitantes locais. A Conservation International prometeu propor aos organismos competentes de Timor-Leste que a Ilha e as águas se tornem numa região protegida para salvaguardar a sua biodiversidade.

Com o apoio dos habitantes da Ilha de Ataúro e do Ministério da Agricultura e Pescas, a Conservation International irá submeter um pedido para que toda a ilha e as suas águas passem a ser áreas protegidas” – afirmou Trudiann Dale, diretora da organização naquele país lusófono.
Publicada por João Soares à(s) 13:21 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Biodiversidade, Biologia, Ciencia, Conferencia, Conservação da Natureza, Educação Ambiental, Estatística, Fotografia, Geologia, Lusofonia, Oceanos, Pesca, Plásticos, Poluição, Praia, Premios

sexta-feira, 19 de maio de 2017

320 Bandeiras Azuis nas Praias Portuguesas em 2017


320. É este o número de bandeiras azuis que vão ser içadas nas praias, neste ano de 2017.

A Associação Bandeira Azul da Europa, entidade que gere o processo de atribuição do galardão, refere que o número corresponde a 55% do total das praias portuguesas, tendo ainda sido atribuída a certificação de qualidade a 14 portos de recreio/marinas e, pela primeira vez, a 5 embarcações ecoturísticas.

Mapa completo disponibilizado gratuitamente em formato pdf aqui
Publicada por João Soares à(s) 10:45 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Activismo, Agenda 2030, Agua, Conservação da Natureza, Dunas, E-livro, Economia, Geografia, Naturismo, Oceanos, Plataformas, Praia, Sites, Sustentabilidade, Turismo

terça-feira, 8 de junho de 2010

Comemore o Dia Mundial do Oceano!

Dia Mundial dos Oceanos 



A vida começou no mar há mais de 3,5 biliões de anos.

A maioria das principais formas de vida vivem no oceano.

A maior parte da actividade vulcânica ocorre no oceano.

Existem mais de 6.000 espécies conhecidas de coral no oceano.

A Grande Barreira de Coral é a maior estrutura viva na Terra e pode ser vista do espaço.

O fundo do mar é o maior habitat da Terra.

O Oceano Ártico cobre mais de cinco milhões de milhas quadradas.

Mais de 71% da superfície da Terra é oceano.
Publicada por João Soares à(s) 11:16 Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Etiquetas: Agenda 2030, Bolha Imobiliária, Conservação da Natureza, Dia Mundial, Dunas, Fracturação Hidráulica, Geologia, Lixo Zero, Microbiologia, Oceanos, Politica, Poluição, Praia, Resíduos Perigosos, Rios, Video
Mensagens mais recentes Mensagens antigas Página inicial
Subscrever: Mensagens (Atom)

BioTerra

BioTerra

Translate

Acerca de mim

A minha foto
João Soares
Portugal
Ver o meu perfil completo

Seguidores

Mensagens mais vistas

  • Os ultra ricos preparam um mundo pós-humano
  • Poema dos Átomos * Poem of the Atoms, de Rumi, com música do compositor Armand Amar
  • Figos e vespas sobrevivem juntos- fruto e insecto dependem juntos há 100 milhões de anos (com animação)
  • O documentário completo - Amanhã (Demain) legendado em Português
  • Materiais de Apoio ao Estudo- Para Alunos
  • Agricultura Sintrópica em Portugal- Desenhos de plantio para o Mediterrâneo! Projeto de enriquecimento de olival, por Ernst Götsch.
  • As 4 Ecologias de Boff e biografia de Leonardo Boff
  • Salmão de viveiro da Noruega – Alimento mais tóxico do mundo
  • Carl Sagan e as Árvores
  • Cartaz

Etiquetas

1% Academia Acordo de Paris Activismo Agenda 2030 Agenda 21 Agostinho da Silva Agricultura Agua Alimentação Alterações Climáticas Ambiente Anarquismo Aniversário Ano Internacional Antropologia Ar Arquitectura Arte Artesanato Artigo Científico As minhas leituras Astronomia Aterro Sanitário Autobiografia Bailado Barragens Base Dados Bicicleta Bioconstrução Biodiversidade Bioética Biografias Biologia Biomassa Biotecnologia Blogosfera Bolha Imobiliária Bondade Botânica Caça Cancro Cartaz Cartoon Cerâmica CETA Chemtrails Cidadania Ciencia Cinema Citação CITES Combustíveis Compostagem Conferencia Consciencia Animal Conselhos Ecológicos Conservação da Natureza Consumismo Criança Curta-Metragem Decrescimento Defesa dos Consumidores Desertificação Design Desobediêncica Civil Desporto Deutsch Dia Mundial Dia Nacional Direito Direitos Humanos Documentários Dominio Publico Dossiê Dunas E-livro Eco-Natal Ecoaldeias Ecofeminismo Ecologia Profunda Economia Educação Ambiental Eficiência Energética Encontros Improváveis Energia English Ensino Entrevista Escultura Espanhol Estatística Etica Ambiental Etologia Eucalipto Eventos Evolução FAO Filosofia Fisica Floresta Fotografia Fracturação Hidráulica Français Futurismo G20 G7 G8 Genética Geografia Geologia Glifosato Globalização Greenwashing Hidrocarbonetos História Homenagem Hortas Urbanas Humor Ibero-Americano Ilustração Científica Incêndios Infográfico Informática Inteligência Artificial Internet ISDS Italiano IWC Jardins Jogos Jornalismo Justiça Legalidade Liberdade Líquenes Literatura Litio Livro Lixo Zero Lusofonia Matadouro Matemática Meditação Meus Cartazes Meus Poemas Meus videos Microbiologia Mineração Minha Bibliografia Minha Reflexão Minhas Fotos Minhas publicações em revistas Mobilidade Museus Musgos e Briófitas Musica do BioTerra Nanotecnologia NASA Naturismo Neofascismo Nuclear Oceanos OGM OMS ONU Opinião Orçamento Participativo Ordenamento Território Pacifismo Paleontologia Pascoa Património da Humanidade Paz Pegada Ecológica Permacultura Pesca Pesticidas Petição Petróleo Pintura Plásticos Plataformas Pobreza Podas Poesia Politica Poluição População Povos Indígenas Praia Premios Psicologia Publicação Publicidade Quimica Ranking Rastos Químicos Redes Sociais Religião Reportagem Resíduos Perigosos Reutilização Rios Ruido Saúde Segurança Senior Simplicidade Sites Sociologia Solidariedade Solos Street Art Sustentabilidade Teatro Tecnologia Ted Talks Telemóveis Telhados Verdes TIC TISA TPP TTIP Turismo UICN UNESCO UNICEF Urbanismo Vegetarianismo Video

Dossiês Bioterra

  • Activismo
  • Agenda 21
  • Agricultura
  • Agua
  • Alterações Climáticas
  • Arquitectura
  • Arte e Literatura
  • Astronomia
  • Atmosfera
  • Aves
  • Bicicleta
  • Biologia
  • Botânica e Floresta
  • Calendário Ecológico
  • Cinema
  • Direito do Ambiente
  • Ecoaldeias
  • Ecofeminismo
  • Ecologia Profunda
  • Economia
  • Educação Ambiental
  • Energia
  • Ensino
  • Filosofia
  • Fotografia
  • Geografia
  • Geologia
  • Historia
  • Hortas Urbanas
  • Jornalismo
  • Justiça
  • Lixo Zero
  • Não ao Nuclear
  • Naturismo
  • Oceanos
  • OGM
  • Paz e Não-Violência
  • Permacultura
  • Pesticidas
  • Poesia
  • Política
  • Povos Indígenas
  • Sustentabilidade
  • Transparência
  • Turismo
  • Urbanismo
  • Vegetarianismo

Undserstanding Climate Change

Undserstanding Climate Change
(clique na imagem)

Salvemos as nossas espécies

Salvemos as nossas espécies
(clique na imagem)

Encontros Improváveis

Encontros Improváveis
(clique na imagem)

Blogue Desnuclearizado

Blogue Desnuclearizado
(clique na imagem)

Blogue Não aos Transgénicos

Blogue Não aos Transgénicos

Blogue EcoPacifista

Blogue EcoPacifista
(clique na imagem)

Direitos Humanos e da Criança

Direitos Humanos e da Criança
(clique na imagem)

Arquivos

  • ▼  2019 (207)
    • Dezembro (4)
    • Novembro (23)
    • Outubro (11)
    • Setembro (4)
    • Agosto (30)
    • Julho (32)
    • Junho (24)
    • Maio (19)
    • Abril (25)
    • Março (19)
    • Fevereiro (5)
    • Janeiro (11)
  • ►  2018 (223)
    • Dezembro (15)
    • Novembro (9)
    • Outubro (11)
    • Agosto (19)
    • Julho (30)
    • Junho (30)
    • Maio (30)
    • Abril (29)
    • Março (27)
    • Fevereiro (17)
    • Janeiro (6)
  • ►  2017 (238)
    • Dezembro (7)
    • Outubro (4)
    • Setembro (2)
    • Agosto (27)
    • Julho (25)
    • Junho (26)
    • Maio (31)
    • Abril (26)
    • Março (32)
    • Fevereiro (27)
    • Janeiro (31)
  • ►  2016 (295)
    • Dezembro (31)
    • Novembro (29)
    • Outubro (31)
    • Setembro (30)
    • Agosto (27)
    • Julho (21)
    • Junho (10)
    • Maio (6)
    • Abril (29)
    • Março (33)
    • Fevereiro (25)
    • Janeiro (23)
  • ►  2015 (307)
    • Dezembro (24)
    • Novembro (25)
    • Outubro (24)
    • Setembro (28)
    • Agosto (24)
    • Julho (25)
    • Junho (24)
    • Maio (24)
    • Abril (29)
    • Março (31)
    • Fevereiro (21)
    • Janeiro (28)
  • ►  2014 (316)
    • Dezembro (18)
    • Novembro (30)
    • Outubro (27)
    • Setembro (29)
    • Agosto (13)
    • Julho (30)
    • Junho (29)
    • Maio (29)
    • Abril (26)
    • Março (27)
    • Fevereiro (27)
    • Janeiro (31)
  • ►  2013 (335)
    • Dezembro (32)
    • Novembro (29)
    • Outubro (28)
    • Setembro (29)
    • Agosto (11)
    • Julho (29)
    • Junho (26)
    • Maio (30)
    • Abril (31)
    • Março (31)
    • Fevereiro (28)
    • Janeiro (31)
  • ►  2012 (314)
    • Dezembro (25)
    • Novembro (23)
    • Outubro (26)
    • Setembro (27)
    • Agosto (14)
    • Julho (26)
    • Junho (29)
    • Maio (25)
    • Abril (26)
    • Março (30)
    • Fevereiro (29)
    • Janeiro (34)
  • ►  2011 (343)
    • Dezembro (30)
    • Novembro (30)
    • Outubro (30)
    • Setembro (31)
    • Agosto (13)
    • Julho (29)
    • Junho (32)
    • Maio (33)
    • Abril (28)
    • Março (32)
    • Fevereiro (27)
    • Janeiro (28)
  • ►  2010 (308)
    • Dezembro (22)
    • Novembro (21)
    • Outubro (27)
    • Setembro (29)
    • Agosto (14)
    • Julho (30)
    • Junho (27)
    • Maio (30)
    • Abril (24)
    • Março (28)
    • Fevereiro (26)
    • Janeiro (30)
  • ►  2009 (313)
    • Dezembro (28)
    • Novembro (31)
    • Outubro (28)
    • Setembro (31)
    • Agosto (7)
    • Julho (31)
    • Junho (29)
    • Maio (28)
    • Abril (20)
    • Março (28)
    • Fevereiro (24)
    • Janeiro (28)
  • ►  2008 (268)
    • Dezembro (30)
    • Novembro (27)
    • Outubro (29)
    • Setembro (25)
    • Agosto (10)
    • Julho (22)
    • Junho (17)
    • Maio (26)
    • Abril (25)
    • Março (24)
    • Fevereiro (17)
    • Janeiro (16)
  • ►  2007 (290)
    • Dezembro (16)
    • Novembro (18)
    • Outubro (21)
    • Setembro (30)
    • Agosto (12)
    • Julho (29)
    • Junho (23)
    • Maio (30)
    • Abril (30)
    • Março (30)
    • Fevereiro (28)
    • Janeiro (23)
  • ►  2006 (276)
    • Dezembro (31)
    • Novembro (30)
    • Outubro (30)
    • Setembro (20)
    • Agosto (15)
    • Julho (23)
    • Junho (15)
    • Maio (29)
    • Abril (20)
    • Março (25)
    • Fevereiro (20)
    • Janeiro (18)
  • ►  2005 (292)
    • Dezembro (28)
    • Novembro (19)
    • Outubro (17)
    • Setembro (27)
    • Agosto (12)
    • Julho (24)
    • Junho (24)
    • Maio (24)
    • Abril (30)
    • Março (29)
    • Fevereiro (28)
    • Janeiro (30)
  • ►  2004 (250)
    • Dezembro (25)
    • Novembro (24)
    • Outubro (15)
    • Setembro (29)
    • Agosto (11)
    • Julho (26)
    • Junho (30)
    • Maio (30)
    • Abril (30)
    • Março (30)
© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e o blogue sejam citados

Subscrever

Mensagens
Atom
Mensagens
Comentários
Atom
Comentários

Número total de visualizações de página



Recomende o BioTerra a um amigo!


Este é um blogue pessoal do professor João Paulo Soares, MSc Ecologia. As informações, artigos, textos, imagens, vídeos e fotografias (salvo os da minha autoria) são de propriedade dos seus respectivos titulares e estão aqui expostos com finalidade educativa. Se alguma pessoa física ou jurídica se sentir prejudicada, por favor entre em contacto para o email pagina.bioterra2004@gmail.com de modo que as correcções sejam efectuadas imediatamente . Obrigado.

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Go to Top of BioTerra

Go to Top of BioTerra

Tema Janela desenhada. Com tecnologia do Blogger.