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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Salmão de viveiro da Noruega – Alimento mais tóxico do mundo

Dois documentários sobre o Salmonopólio

E se alguém nos vier dizer que a posta de salmão grelhado que temos no prato, supostamente saudável, contém, para além de uma panóplia de medicamentos, pesticida da Monsanto... ?



1º -Documentário: Peixe, Criação em Águas Turbulentas
É uma questão de saúde pública

Documentário com legendas em Português

Uma ampla investigação a nível mundial mostra os segredos da indústria do peixe. Cientistas confirmam, por exemplo, que o salmão de viveiro é o alimento mais tóxico do mundo. Na Noruega, Vietname ou Suécia, o peixe tornou-se uma indústria com enormes fábricas de alta tecnologia, onde são usadas toneladas de produtos químicos para alimentar milhões de peixes. Por exemplo, cerca de 50% do bacalhau nasce com deficiências genéticas.

E não há regulador neste mundo com eles no sítio que actue em defesa do consumidor

À medida que muitas espécies se tornaram raras ou entraram em extinção, o homem resolveu “facilitar o processo de pesca” e a alternativa mais conveniente foi a criação de peixes em cativeiro. No entanto, essa não é a opção mais saudável.
A abordagem é bem crítica e revela como funciona a indústria de peixes com imagens exclusivas de cativeiros aquáticos espalhados por vários pontos do mundo.
O filme começa por apresentar a realidade em algumas aquiculturas na Noruega, onde há grande contaminação de produtos químicos. Kurt Oddekalv, um respeitado activista ambiental norueguês é o primeiro interlocutor de Nicholas Daniel e afirma que a criação de salmão é um desastre tanto para o ambiente como para nossa saúde.
É possível ver camadas de resíduos de pelo menos 15 metros de altura ao longos dos fiordes noruegueses – isso inclui excrementos, excreções, bactérias, drogas e pesticidas.

Mortalidade de salmão no cativeiro
Uma “fábrica” de salmão pode conter 2 milhões de peixes num espaço relativamente pequeno, o que resulta em doenças nos animais. Por isso, os criadores utilizam pesticidas perigosos, nomeadamente da Monsanto inicialmente produzido para actuar em plantas, para evitar as pragas causadoras de doenças e não perderem a mercadoria. Os pesticidas diminuem a imunidade do peixe que, doente, é tratado com mais drogas, incluindo vários antibióticos.
Ainda segundo Oddekalv, o salmão de cativeiro é um dos alimentos mais prejudiciais do mundo.

Uma pesquisa muito interessante foi realizada com ratos: os que consumiram salmão de cativeiro cresceram obesos, com grossas camadas de gordura em torno dos órgãos e desenvolveram diabetes. Outro problema dos pesticidas utilizados é que eles afetam o DNA do peixe, causando mutações genéticas.

O salmão apresenta mutações menos visíveis, mas igualmente preocupantes



O documentário apresenta alguns peixes deformados por este motivo, como o bacalhau. E para nos assustarmos ainda mais, ficamos a saber que mais da metade dos bacalhaus de cativeiro sofre deformações.
As fábricas de aquicultura do mar Báltico produzem os espécimes com níveis de toxicidade mais elevados. Para além de toda a mixórdia química (medicamentos e pesticida) utilizados noutros pontos do mundo, as águas do Báltico apresentam elevadíssimos índices de poluição incluindo lixos tóxicos.
O documentário apresenta alguns peixes deformados por este motivo, como o bacalhau. E para  nos assustarmos ainda mais, ficamos a saber que mais da metade dos bacalhaus de cativeiro sofre deformações.
As fábricas de aquicultura do mar Báltico produzem os espécimes com níveis de toxicidade mais elevados. Para além de toda a mixórdia química (medicamentos e pesticida) utilizados noutros pontos do mundo, as águas do Báltico apresentam elevadíssimos índices de poluição incluindo lixos tóxicos.

Polpa de peixes em vez de peixe

Veja o documentário até ao fim e veja como o resíduo de peixe se torna um alimento muito valorizado, mas péssimo para a saúde. Nomeadamente, o aproveitamento industrial de partes do peixe que antes iriam para o lixo; a cabeça, o rabo e mesmo a pele do peixe. Tudo é lavado e moído, resultando em uma “polpa” que serve de alimento para … humanos e outros animais.
As melhores opções de peixes são os selvagens, como salmão selvagem do Alasca, sardinhas e anchovas. Como é dito no documentário, por um médico oncologista, quanto mais pequeno for o peixe menor riscos corremos e o consumo deve reduzir-se a 2 refeições por semana.
Infelizmente, também não podemos confiar na qualidade de todos os peixes selvagens, pois a maioria das águas está contaminada com metais pesados (como mercúrio) e outros produtos químicos, como dioxinas.


2º Um outro documentário (apenas disponível em Inglês) muito esclarecedor é o Salmonopoly, realizado por Wilfried Huismann e Arno Schumann, leva-nos a outras paragens e a outros segredos do “negócio”.



Práticas da aquicultura industrial da empresa Marine Harvest

A Marine Harvest é a maior preocupação mundial no que diz respeito a aquicultura. Produz mais de 100 milhões de salmão de viveiro por ano e fornece os consumidores na Europa, EUA e Japão. Mas a que preço?
Este império global é dirigido por John Fredriksen, um self-made man e um dos mais ricos do mundo. Na sua casa norueguesa, autodenomina-se de “Big Wolf”; “verde”, “duradouro” e “transparente”. Mas a realidade contradiz a filosofia da empresa, especialmente no Chile, onde a Marine Harvest é de longe o maior produtor, com cerca de 70 viveiros de peixe. O Chile, com a sua legislação que deixa a desejar, é um paraíso para os investidores. Tudo o que é proibido aos produtores de salmão na Europa é permitido no Chile, tendo como resultado 18 meses depois, um salmão carregado de químicos.
Em Abril de 2008, para “melhorar a imagem” da aquicultura intensiva em larga escala, a Marine Harvest firmou uma parceria com a WWF – World Wide Fund for Nature (Fundo Mundial para a Natureza). A WWF é uma Organização não governamental (ONG) internacional que actua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental, anteriormente chamada World Wildlife Fund, nome oficial ainda em uso nos Estados Unidos e Canadá.
Por um donativo de 100.000 euros por ano, a Marine Harvest pode usar o panda do logótipo da WWF para fazer propaganda do seu salmão de viveiro produzido industrialmente. Totalmente suspeito ecologicamente, mas muito bem sucedido economicamente: após o colapso durante a crise financeira, as acções da companhia subiram 270 por cento no Verão de 2009.
John Fredriksen é o principal protagonista deste “eco-thriller” posicionado no mundo obscuro de um gigante alimentar global.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Desmistificando o parasitismo, por João Soares

Os parasitas são uma parte essencial de cada comunidade terrestre. A sua presença torna-se mais evidente se causar doenças, em particular zoonoses e outras de importância económica e, por vezes, adapta-se às modificações evolutivas do seu hospedeiro.

Trichinella spiralis

Publicado na Revista Incomunidades, ANO 1 Edição 10 - ABRIL 2013     
             

sábado, 30 de julho de 2016

There are many ways to live on this planet. It´s all of a question of perspective

Survival For Tribal Peoples
Temos o direito de ser diferentes e livres

This video from Survival International features the difference how people live in different environments and cultures. Although we all may live differently, we are all bonded by the same instinct of survival.

Mais informação

terça-feira, 21 de junho de 2016

5 razões para não iniciar a pesquisa de petróleo no oceano frente a Aljezur

post

ZERO apela ao Governo para suspender consulta pública

Decorre até 22 de Junho, quarta-feira, a consulta pública promovida pelo Edital nº 5/2016 da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, relativa à atribuição do Título de Utilização Privativa do Espaço Marítimo Nacional (TUPEM) para a realização de sondagem de pesquisa no deep offshore da Bacia do Alentejo, no âmbito do contrato estabelecido com o Estado Português para a concessão de direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo.

A ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, tendo consultado na passada sexta-feira os estudos ambientais disponíveis sobre os dois furos de pesquisa propostos para a Bacia do Alentejo deep offshore (para pesquisa de petróleo pelo consórcio ENI/Galp) e para a Bacia do Algarve deep offshore (para pesquisa de gás natural pelo consórcio Repsol/Partex), apresenta CINCO razões fundamentais para que o processo não avance, apelando a Associação ao Governo, em particular aos Ministérios do Mar, do Ambiente e da Economia, para não se comprometerem com os riscos ambientais, os custos financeiros extremamente elevados em caso de reversão da decisão política, e os custos sociais consideráveis, num processo que tem já nove anos de história e onde os pressupostos iniciais já não se verificam.

RAZÃO 1 – Estudos públicos e consultados são claramente insuficientes.

A ENI/Galp propõe avançar com o furo de pesquisa já no início de julho, num local a cerca de 44 km da Costa Vicentina. Consultado o “Relatório de caracterização ambiental para as atividades de exploração na Bacia do Alentejo” entregue em abril de 2015, e por comparação com o “Estudo ambiental, social e de saúde para um furo de pesquisa nos blocos Lagosta e Lagostim” da Repsol/Partex de novembro de 2013, denota-se que não existe um plano de monitorização e gestão ambiental para cada uma das três fases de mobilização e posicionamento, perfuração e desmobilização; não se apresentam resultados de modelação de um risco óbvio, mesmo que de natureza improvável, de um derrame de pequena ou grande dimensão; não se apresenta em detalhe ao área a ser afetada pelos resíduos da perfuração em volta do furo e não se apresenta um plano de contingência abrangente, que acreditamos exista e que de tomámos conhecimento de forma genérica, mas que constitui um elemento essencial de análise.

RAZÃO 2 – Custos elevados da prospeção serão utilizados pelo Governo e pelo consórcio no futuro, em caso de reversão do processo por decisão política

Tendo a operação de furo de pesquisa um custo aproximado de 60 milhões de euros ao longo de dois meses, é possível que no quadro de um tribunal arbitral, se o Governo assumir politicamente que a exploração de hidrocarbonetos não é o caminho a seguir num país que defende uma estratégia de baixo carbono, o montante de indemnização será bem mais elevado, do que se a autorização em causa for por agora suspensa para permitir uma decisão mais transparente, avaliada e discutida.

RAZÃO 3 – Cumprimento da legislação sobre segurança das operações offshore de petróleo e gás

O Decreto-Lei n.º 13/2016, de 9 de março, que transpôs a Diretiva n.º 2013/30/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de junho de 2013, relativa à segurança das operações offshore de petróleo e gás e que altera a Diretiva n.º 2004/35/CE transposta para a ordem jurídica pelo Decreto -Lei n.º 147/2008, de 29 de julho, surge da necessidade de garantir um elevado nível de proteção e determina a adoção de um conjunto de medidas preventivas destinadas a reduzir o mais possível a ocorrência de acidentes graves relativos a operações offshore de petróleo e gás e limitar as suas consequências. A legislação implica a entrega de enorme conjunto de documentação detalhada (Artigo 17º) às autoridades competentes, a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) e a Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis, E. P. E. (ENMC, E. P. E.), sendo indispensável conhecer se a mesma foi entregue e qual o conteúdo.

RAZÃO 4 – A prospeção e exploração de hidrocarbonetos em Portugal NÃO É compatível com a política Europeia de Energia e Clima e o Acordo de Paris

A União Europeia (UE28) adotou a economia de baixo carbono como visão de futuro e prática corrente em todos os sectores da economia. Nesta visão existem dois objetivos a médio e longo prazo: um de carácter vinculativo para 2030, que traduz a contribuição da UE28 para o Acordo de Paris, e outro de carácter indicativo para 2050. Assim, a economia europeia deve transitar para uma economia baseada em elevados níveis de eficiência energética e fontes renováveis, ou seja, substituir e deixar de consumir combustíveis fósseis. Este é um pilar fundamental do combate às alterações climáticas que a União Europeia reconhece, assumindo implicitamente que os combustíveis fósseis devem deixar de ser usados e, por isso, explorados. No atual quadro europeu não existe espaço para um futuro suportado por novos projetos de exploração e produção de hidrocarbonetos, sobretudo petróleo.

RAZÃO 5 – Risco, mesmo que diminuto, existe e não compensa

A exploração e produção de hidrocarbonetos tem um risco potencial diminuto, mas muito significativo e negativo em caso de acidente para os sistemas naturais envolventes e para as atividades que se suportam na excelente qualidade ambiental destes sistemas envolventes, como o turismo e a pesca artesanal. Uma extensa história de acidentes, independentemente das tecnologias utilizadas, tem demonstrado um impacte potencial muito significativo e um risco permanente não despiciente associado à exploração de hidrocarbonetos.

ZERO apela a maior transparência e considera que existe potencial incumprimento da legislação europeia

A ZERO não compreende como toda a documentação, nomeadamente a de índole ambiental, pedida anteriormente pela Direção-Geral de Energia e Geologia a cada um dos consórcios, na posse da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC), não seja disponibilizada ao público de forma completa através da internet. Tal permitiria uma análise fundamentada e aberta dos documentos e procedimentos em causa por todos aqueles que desejem pronunciar-se. Esta falta de transparência é mais um sinal negativo em todo o processo de contratação de pesquisa e exploração de hidrocarbonetos no país.
Mais ainda, a ZERO considera que há um potencial incumprimento da Diretiva n.º 2013/30/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de junho de 2013, relativa à segurança das operações offshore de petróleo e gás, na medida em que o Decreto-Lei que a transpõe refere que contratos anteriores a 18 de julho de 2013 não serão objeto de consulta pública. Estando só agora a decorrer a decisão sobre a pesquisa em contratos com quase uma década de existência, parece-nos que a legislação europeia  em vigor deverá obrigar a tal consulta e a ZERO irá solicitar à Comissão Europeia esclarecimentos nesta matéria.

Apoie e conheça todas as campanhas e eventos promovidos pela ASMAA- Algarve Surf and Marine Activities

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Documentário- "Laboratórios de Natureza"

A atividade desempenhada por alguns dos muitos grupos de investigação do Departamento de Biologia (DBIO) da Universidade de Aveiro (UA) ilustra o programa “Laboratórios de Natureza”, exibido pela SIC em 30/08/2015, no espaço da BBC Vida Selvagem. Desde a biodiversidade animal e vegetal, passando pelo mar profundo, das nanopartículas até à resistência microbiana aos antiobióticos, iniciando com exemplos do trabalho de reabilitação dos mamíferos marinhos, este programa apresenta 5 exemplos do trabalho desempenhado no Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

WWF apresenta campanha publicitária ‘FEIO’

FEIO
Anúncios provocadores chamam a atenção para o consumo sustentável de peixe e marisco na Europa

A WWF apresentou no dia 10 de Dezembro em Portugal a sua nova campanha publicitária internacional FEIO, desenvolvida pela agência J. Walter Thompson (Viena e Dusseldorf) que chama a atenção para os impactos ambientais e sociais do consumo de produtos do mar na Europa. As interdependências globais e as consequências da sobre pesca na vida das pessoas nos países em desenvolvimento são o coração desta campanha que foi adaptada para Portugal pela agência Ogilvy &Mather.




Acerca campanha veja aqui

Ver artigo completo aqui

Fonte: WWF Portugal, 10 de dezembro de 2015

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Estado da arte do eucaliptal em Portugal e CPLP, por Luís Alves


O presidente do grupo Portucel-Soporcel disse que o megaprojecto florestal de 2,5 mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros) em Moçambique podia ter acontecido em Portugal, se não houvesse resistências à plantação de eucaliptos [Fonte: Jornal de Negócios, 08/09/15)]

Vivemos num mundo em que as notícias são cada vez mais "manipuladas", de acordo com os melhores interesses do grande poder económico, interessado em manter o status quo, contra todos os indicadores que o Planeta Terra emite todos os dias, que mostram claramente que urge uma mudança de paradigma, envolvendo necessariamente que muitas indústrias rapidamente desapareçam ou evoluam para modelos de exploração radicalmente distintos dos actuais.

Estes interesses económicos, esgrimindo sempre a sua importância no momento actual para o PIB e outras fórmulas de cálculo e medição do bem estar de todos NÓS e de tudo aquilo que nos rodeia (todas a necessitar urgentemente de se actualizarem, fazendo reflectir de forma honesta a realidade trágica que atravessamos), criam ilusões no público que as consome, também esse tragicamente engordado por "refeições" constantes de informação, perdendo diariamente a capacidade cognitiva para questionar, refutar ou assumir prioridades fundamentais para assegurar o futuro.

A indústria do eucalipto, uma espécie exótica introduzida em Portugal na segunda metade do século XIX, vinda da Austrália, é actualmente muito importante para o PIB português, criando postos de trabalho à custa da exploração de um dos recursos mais frágeis que temos no nosso país, que são os solos.

A sua distribuição pelo território assumiu tal proporção, que é já a maior monocultura contínua desta espécie na Europa. Isto é o mesmo que ter uma gigantesca operação "mineira" montada em todo o território, na qual as empresas de pasta de papel utilizam a tecnologia sofisticada do eucalipto para extrair do solo os minerais e água, como tão bem ele sabe fazer, para rapidamente converter em dinheiro, numa das operações industriais mais poluentes que ocorre no nosso país.

Tudo isto se faz à custa de irreversíveis perdas de biodiversidade, desaparecimento dos padrões da paisagem tradicional, grave erosão do solo, conduzindo à sua desertificação a longo prazo, e aos inevitáveis incêndios, para os quais contribui de forma alarmante.

Mas a Natureza não perdoa este tipo de comportamento viral, tendendo sempre a repor os equilíbrios. E é precisamente neste ponto que esta notícia peca, por não informar correctamente o público...

Os senhores da pasta do papel vão agora plantar eucalipto em Moçambique não porque Portugal é hostil ao seu cultivo, aliás, isso nunca até agora os impediu.

Vão fazê-lo porque cá já não restam muito mais recursos para poderem ser explorados por esta desastrosa indústria, mas vão embora sobretudo porque, a qualquer momento, as diversas pragas e doenças que hoje afectam o eucalipto (sobretudo o gorgulho) podem assumir um carácter de calamidade, como já acontece com o nemátodo do pinheiro, sendo que não existe nenhuma solução economicamente viável para conter esta calamidade. São já milhares de hectares atacados, sobretudo no Norte e Centro do país

Vão-se embora porque finalmente muitos de nós clamamos por solos de qualidade para fazer Agricultura sustentável, para o país e para o Planeta.

Nunca uma monocultura se conseguirá impor por muito tempo e qualquer agrónomo ou engenheiro florestal competentes conhecem esta realidade.

Vão agora estimular a sua produção onde a pobreza das populações e a ausência de formas de viver com dignidade a partir dos seus próprios recursos dão lugar a estas realidades, onde a história se parece repetir, de forma trágica.

Resta saber o que será do território quando o eucalipto desaparecer da paisagem, que estratégias serão implementadas para conter a erosão e quem pagará os elevadíssimos custos de recuperação dos solos...

E quantos postos de trabalho, hoje tão importantes para a fórmula do PIB, restarão... Seremos todos lesados da pasta do papel...

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

How will we feed 9 billion people in 2050?



How will we feed 9 billion people in 2050? If we are to meet the hungry demands of our future, we need a revolution in the way we produce and deliver food. Our 9 Billion Bowls multimedia report tells the story of a diverse group of scientists, students, analysts and inventors who are using Big Data and leading edge technologies in entirely new ways to make this happen.
Access the full report: 9billionbowls.com


The food chain is broken

On paper, we produce enough food to feed our current population of 7 billion. Yet an estimated 805 million people go to bed hungry each night, and hidden hunger – or micronutrient deficiency – affects an additional 2 billion.

Poverty, political instability, income inequity and overconsumption in some regions of the world all play pivotal roles. But the 9 Billion Bowls report from Thomson Reuters turns its focus on a specific link in the global chain – the production and delivery of food.

It’s here where the greatest challenges – and brightest opportunities – for feeding our planet lie.

Wasting away

Of the food that we do grow the United Nations estimates that 30% goes to waste somewhere in the production and delivery process – and simply never reaches our tables. And it’s not just the food itself that’s lost; it’s also the water, human effort and resources that went into its production.
The increasing intensity of climate change

Perhaps no other industry has been more negatively affected by climate change than agriculture. Droughts, floods, fires and freezes all do their damage directly to global crops. Yields suffer. People suffer. More bowls to fill by the day

In coming years, the situation will be even more daunting: Our population is projected to reach 9 billion by 2050. Yet 80% of our arable land is already in use.

As these issues converge and intensify, we are forced to confront perhaps the most critical question of our time: How will we fill 9 billion bowls by 2050?

Access the full report: 9billionbowls.com

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Entrevista a Bruce Lipton "Los pensamientos curan más que los medicamentos"

Bruce Lipton reclama una nueva medicina, la que tenga en cuenta la energía por su capacidad para curar.

Reclama una nueva medicina, la que tenga en cuenta la capacidad de curar de la energía, mucho más eficaz que los medicamentos. Bruce Lipton (Estados Unidos, 1944) ha conseguido aunar ciencia y espíritu. No es poco mérito el suyo si tenemos en cuenta lo "alérgicos" que son los científicos a los temas trascendentales. Es doctor en Biología Celular y fue pionero en la investigación con células madre. Sus estudios sobre la membrana celular y las modificaciones de las células según el entornoSENTARON las bases de la nueva epigenética. Sus descubrimientos (que iban en contra de la opinión científica establecida de que la vida es controlada por los genes) y el estudio de la física cuántica le han llevado a criticar duramente la medicina convencional. Es autor de libros como La biología de la creencia y La biología de la transformación.

Usted asegura que la medicina convencional va por muy mal camino. ¿Tan peligrosos son los medicamentos que nos recetan?
Nos dan medicamentos para la enfermedad, pero esto causa muchos problemas en el cuerpo. Porque esta medicinaBASADA en la farmacología no entiende cómo está interrelacionada toda la bioquímica del organismo. Cuando tomo una pastilla química y la introduzco en mi cuerpo, no solo afecta a aquel lugar donde tengo el problema, sino que afecta a muchas otras cosas a la vez. Son los llamados “efectos secundarios”. Pero, en realidad, no son secundarios sino directos. No entienden que el efecto de las drogas no solo crea un efecto sino múltiples. Según las estadísticas en EEUU, ¡los fármacos matan allí a más de 300.000 personas cada año! Y esas personas son muchas más que las que mueren porTOMAR drogas ilegales. Hay algo que no funciona en la ciencia médica. Hace algunas cosas bien, como la traumatología, pero está matando a mucha más gente de la que ayuda. Tiene que aprender cómo funcionan las células.

¿Y qué ha descubierto sobre las células pero que no tiene en cuenta la medicina? 
Yo ya trabajaba con ellas en los años 60. Fui un pionero porque en esa época había muy poca gente trabajando en ello. Y unEXPERIMENTO que hice en esa época cambió la idea que tenía del mundo. Puse una célula madre en un plato petri y, como cada diez horas se divide en dos, al cabo de dos semanas, tenía miles de células, todas idénticas. Luego cogí algunas de ellas, las coloqué en otro plato y cambié el entorno celular (son más como peces porque viven en un entorno fluido). Cambié la química en ese plato y ahí formaron músculo. Después, cogí otras del primer plato y las puse en un entorno diferente, y se formó hueso, y otras se convirtieron en grasa al volver a cambiar el entorno. Entonces, la pregunta es muy sencilla, ¿qué controla el destino de las células? Todas eran idénticas, lo único que era diferente era el entorno. Cuando cojo células sanas y las coloco en un entorno nocivo, la células enferman y mueren. Si un médico las mirara, diría: “¿Qué medicina hay que darles?” ¡Pero no hace falta ninguna medicina! Les cambias el entorno nocivo, las colocas en uno sano y saludable y las células sanan. Los humanos somos una comunidad de 50 trillones de células, por tanto, la célula es el ser viviente y la persona es una comunidad. ¡El humano es un plato petri cubierto de piel!

¿Cuál es el entorno de la célula que hay queCUIDAR?
Dentro de mí hay 50 trillones de células y el entorno celular para nosotros es la sangre, por ello la composición de la sangre cambia el destino de la célula. ¿Y qué controla la sangre? Pues el sistema nervioso, que crea una química diferente según el sistema exterior. La célula y el ser humano son la misma cosa. Por ello, si pongo al ser humano en un entorno nocivo, igual que la célula, también enferma. Si lo trasladas a un entorno sano, entonces sana. Por tanto, la medicina culpa a las células por la enfermedad yTRATA de cambiar la química de las células, pero ese no es el problema, el problema es el entorno. Y si cambias a la persona de entorno, sin medicamentos, el cerebro cambia la química. El cerebro de la célula y el de la persona leen y entienden el entorno. 

En un entorno sano, ¿nos curamos automáticamente? ¿Así de fácil?
No es tan fácil, porque la mente interpreta. Puede suceder que estemos en un entorno muy sano y que la mente lo lea como un entorno negativo o perjudicial. Entonces crea una química que hará a mi cuerpo enfermar. La diferencia entre la célula y el ser humano es que este tiene una mente que hace una interpretación y la célula lee el entorno directamente. Si metes un programa con errores en la mente, entonces la química que genera no está en armonía con la vida. Y esto nos sirve para entender cómo funciona un placebo. Cambio mi creencia y pienso que esto me va a sanar,TOMOuna píldora porque creo que esto me va a traer salud, y me mejora y me sana, pero la píldora podría ser de azúcar, en realidad no ha hecho nada, han sido mis creencias. Y a eso lo llamamos pensamientos positivos y efecto placebo.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Noruega- “Um país com muito poucos pobres e muito poucos ricos”


"Vivemos em contacto com a natureza e beneficiamos da força do trabalho de homens e mulheres. Tomamos decisões políticas para dividir a riqueza gerada por toda a população. Assim, temos muito poucos ricos e muito poucos pobres, todos estão no meio. Penso também que encontrámos um bom equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Quando tudo isto se soma explicam-se os nossos resultados elevados nos índices. "

terça-feira, 5 de maio de 2015

Documentário da Semana- "Poderosa e incontrolável: A Troika"


Documentário do canal franco-alemão Arte sobre as intervenções da Troika. Contém cenas eventualmente chocantes, não sendo recomendado a quem acredita na propaganda do governo. Nunca será visto num canal português. Tradução da Isabel Atalaia, que respondeu ao apelo do Aventar para que fosse legendado e disponibilizado aos portugueses (se necessário, active as legendas carregando na roda dentada do leitor de vídeo do youtube).

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Aveiro cria técnica natural para descontaminar águas

Investigadores da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveram uma terapia natural e económica para descontaminar as águas das pisciculturas, que poderá eliminar a necessidade de usar vacinas e antibióticos melhorando drasticamente a qualidade dos peixes de viveiro.
Esta técnica desenvolvida pelo Departamento de Biologia e Centro de Estudos do Ambiente e do Mar , denominada 'terapia fágica', baseia-se na eliminação das bactérias patogénicas através da ação de vírus que as infetam e eliminam.
Estes vírus, que reduzem em mil vezes o número de bactérias presentes na água, são inócuos e não têm qualquer risco para a saúde humana.
O uso destes agentes é justificado pelo facto das vacinas disponíveis serem "ainda limitadas e poderem ainda ser pouco ativas nas primeiras fases de vida dos peixes, quando o sistema imunitário ainda não está totalmente desenvolvido”, explica Adelaide Almeida, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar e coordenadora deste projeto, citada num comunicado enviado ao Boas Notícias.
No decorrer desta investigação, a equipa isolou bactérias patogénicas de peixes, e que foram usadas para seleccionar fagos (vírus que infetam apenas bactérias). Nos testes realizados nas aquaculturas infetadas com bactérias patogénicas de peixe e tratadas com estes vírus, foi vísivel uma redução no número de bactérias em cerca de 1000 vezes.  

Técnica pode eliminar necessidade de vacinas e antibióticos
“A inativação de bactérias patogénicas com fagos, sem riscos para os peixes, para o ambiente e para a saúde pública, torna esta tecnologia mais segura e o seu baixo custo é ainda muito aliciante para as empresas desta área”, acrescenta a coordenadora.
Em relação à administração de antibióticos, apesar da sua eficácia, "pode levar ao desenvolvimento de resistências, que fatalmente acabam por se transmitir aos microrganismos que infetam os seres humanos”, salienta a responsável.
Esta terapia, que foi desenvolvida por biólogos da UA, pretende ainda constituir uma alternativa aos produtos e processos de descontaminação usados atualmente, e que podem ter "grandes" impactos para o meio ambiente e para a saúde pública.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Quem "descobriu" o quê?

Fonte: Google Maps
Neste google maps interactivo (clicar na ligação) podemos encontrar os navegadores/exploradores que descobriram os diversos territórios aos longo do período das "Descobertas". O conceito de "Descobertas" tem sido esbatido por "Achamentos" dado o caracter colonizador/ opressor que essa época teve com implicações dramáticas, uma vez que que se retirarmos do mapa territórios habitados à altura das "descobertas" europeias, começamos a ter outra visão, talvez mais interessante. 

Outra perspectiva/questão que este mapa nos dá é a falência ou melhor dizendo o pouco empenho sócio-político ibero-americano por parte dos países navegadores- Portugal e Espanha. A nível de mercados e guerras ainda assistimos à subjugação dos povos sul-americanos a interesses de mercado da Europa e dos EUA, à intervenção directa da CIA e da NATO.  Os intercâmbios universitários, linguísticos, antropológicos e conservação ambiental ainda são muito débeis.

Por extensão aos países anglófonos e francófonos, sucede-se quase o mesmo: ainda há a geografia da fome. Há a nova geografia dos transgénicos e interesses das multinacionais, devastação das florestas, minérios e das pescas e pouca soberania destes estados.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Afinal sempre há almoços grátis


Um restaurante em Leeds, no norte da Inglaterra, oferece um menu preparado exclusivamente com alimentos que iriam ser deitados fora. Mas os alimentos não são propriamente apanhados do caixote do lixo.
O fundador do projecto, Adam Smith, estabeleceu parcerias com diversas empresas e supermercados da cidade, que oferecem produtos com data de validade ultrapassada, catalogados de forma incorrecta ou que, por algum outro motivo, seriam descartados.
Com estes produtos, Smith montou um restaurante comunitário, o Real Junk Food Project Cafe, onde os clientes pagam o que querem, em dinheiro ou com o seu tempo.

E se o cliente não quiser ou puder pagar?
No problem. Os empregados do Real Junk Food Project Cafe são todos voluntários e a comida custou zero, de qualquer forma.
Smith diz à BBC que quer “alimentar o mundo – ou pelo menos, provar que os alimentos com data de validade expirada não estão necessariamente estragados, podem ser reaproveitados e consumidos sem risco”.
Até agora, mais de 3.000 pessoas já foram atendidas no Real Junk Food, e uma tonelada e meia de alimentos que ia a caminho do lixo foi reaproveitada.

Sempre ouvimos dizer que there is no such thing as a free lunch. Mas parece que afinal há almoços grátis.
Veja ainda o vídeo da mesma reportagem aqui.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

6 factos chocantes sobre a indústria pesqueira


Fonte: Steve Trewhella
Longe vão os dias em que se lançava o isco à água e se esperava que o peixe mordesse. Às vezes, o que o mar dava nem para uma refeição chegava. Contudo, o crescimento da indústria pesqueira trouxe uma nova realidade – viciosa e brutal, tanto para os animais como para os humanos.
Os peixes criados em aquaculturas são sujeitos a vidas pouco agradáveis e os peixes que vivem em liberdade são pescados em quantidades exorbitantes e enfrentam mortes inumanas. Até os humanos são escravizados para lhe pôr o camarão na mesa de jantar, refere o Tree Hugger. Conheça alguns dos factos chocantes sobre a indústria pesqueira.
1.       Os navios pesqueiros são essencialmente navios de guerra
Os navios de pesca estão actualmente equipados com radares, ecolocalizadores, GPS, sistemas de navegação electrónicos e imagens satélites da temperatura dos oceanos para identificar os cardumes de peixe. Com estes equipamentos de navio de guerra, os peixes não têm qualquer hipótese de sobreviver.
2.       A quantidade de peixe pescado em excesso é assustadora
Por cada quilo de camarão pescado, 25 quilos de outros animais são pescados desnecessariamente para que o camarão possa ser retirado das águas. Para pescar um animal marinho específico, é quase sempre obrigatório pescar outros animais, que vêm presos nas redes. Assim, a quantidade de peixe pescado em excesso é exorbitante. A pesca de camarão é das piores práticas, já que 80 a 90% do que vem nas redes não é camarão. Apesar de este tipo de marisco contabilizar apenas 2% do total da indústria por peso, a sua pesca é responsável por 33% da pesca global em excesso.
3.       Se comprar camarão da Tailândia está a suportar o trabalho escravo
Um relatório publicado recentemente no jornal britânico Guardian revela a extensão chocante do trabalho utilizado na produção de camarão tailandês. Seres humanos são comprados e vendidos, e mantidos em embarcações durante meses. Os relatos falam em turnos de 20 horas, torturas, espancamentos, mortes em estilo de execução e na ingestão forçada de metanfetaminas para combater o cansaço. Estes navios produzem refeições de peixe feitas de sobras, de peixes juvenis ou peixes não comestíveis, que são utilizados para alimentar os camarões de viveiro. Estes, posteriormente, são vendidos nas superfícies comerciais de todo o mundo.
4.       O atum é pescado através dos muito controversos “dispositivos flutuantes de agregação”
O atum vive em águas livres e, como tal, é atraído por grandes dispositivos flutuantes, já que os animais pensam que se trata de uma possível fonte de alimento. Contudo, estes dispositivos são utilizados pelas embarcações para atrair o atum e facilitar a sua pesca.
5.       Do oceano ou de viveiro? Nenhuma opção é a melhor
Os peixes de viveiro estão sujeitos a viver em águas poluídas, amontoados ao ponto da canibalização, a deficiências nutricionais e a piolhos do mar. Actualmente, não existem requisitos legais para o abate de peixe. Os peixes que vivem no alto mar são pescados com redes que podem ter quilómetros de extensão e onde ficam sempre presas outras espécies, além das pretendidas. A pesca de arrasto é o equivalente à desflorestação e as redes de cerco, que encurralam cardumes inteiros de peixe, estripam muitos no processo.
6.       A população de cavalos-marinhos diminuiu 50% em cinco anos
Os cavalos-marinhos são uma espécie de animal marinho que serve de indicador, representando a saúde geral dos ecossistemas dos oceanos. Contudo, a sua população foi reduzida a metade nos últimos cinco anos. Embora não sirvam de alimento para a maior parte dos países, os cavalos-marinhos ficam presos nas redes de arrastos e são assim pescados. Todos os anos, 150 milhões de cavalos-marinhos são pescados para serem utilizados na medicina tradicional chinesa. Outro milhão adicional é pescado e seco para servir de decoração. Outro milhão é ainda pescado para aquários, apesar da sua baixa taxa de sobrevivência – menos de 0,1% sobrevive às primeiras seis semanas de vida.
Fonte Greensavers, 21 de Julho de 2014

terça-feira, 16 de julho de 2013

Que Limite Têm as Mãos


QUE LIMITE TÊM AS MÃOS

 Que limite têm as mãos
- As minhas mãos.
Quanta paz no estender de mãos,
- As nossas mãos.
Vede como tudo é simples
Pois a eternidade dos nossos actos
Está mesmo aqui
Ao alcance destas mãos:
Nas nossas mãos.

por Rogério Simões

Notícias desta semana que apelam a mãos ilimitadas para inverter a injustiça e impunidade
1. Privados cortam fornecimento de água em Moçambique
2. 860 mil Portugueses sem dinheiro para comer carne ou peixe
3. Justiça investigou 260 magistrados mas só julgou cinco
4. Estudo: Air pollution causes over 2 million deaths a year
5. Estudo: Atmosfera do futuro diminuirá produção de alimentos

sexta-feira, 29 de março de 2013

Enfrente os paraísos fiscais- saiba como neste vídeo

Importante...eu sei que é Páscoa, mas os paraísos fiscais não conhecem religião, nem etnia, nem justiça, nem hora de trabalho...Chamo-lhes paraísos obscuros.


Saiba mais no site Tackle Tax Haven

domingo, 17 de junho de 2012

Dia Mundial contra a Desertificação e a Seca


O Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação celebra-se a 17 de Junho.
Este dia foi instituído pela ONU em 1994 e foi celebrado pela primeira vez em 1995. Desde então comemora-se anualmente a 17 de Junho.

O objetivo do Dia Mundial de Combate à Seca e à Desertificação é sensibilizar as populações e governos quanto à necessidade de cooperação mundial no que respeita a desertificação e a seca, assim como sublinhar a importância do respeito da Convenção da ONU de Combate à Desertificação nos países mais afetados pela seca/desertificação (países africanos especialmente).

O tema do Dia Mundial de Combate à Seca e à Desertificação 2016 é "Proteger a terra, restaurar a terra, envolver as pessoas", apelando ao esforço de todos. Das roupas que usamos às casas em que vivemos e à comida que comemos, tudo provém do uso dos recursos da terra.

Não só nos países que assinaram a convenção da ONU, como em grande parte dos países do mundo, se realizam atividades neste dia para incentivar o combate à desertificação e à seca.

A desertificação é a perda da capacidade de renovação biológica das zonas áridas, semi-áridas e sub-húmidas, por ação humana ou variação climática.

A seca é um fenómeno natural onde se regista um défice de água por um extenso período de tempo, com danos na agricultura, pesca e no habitat dos seres vivos, entre outros.

Site Oficial