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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Plásticos vão poluir durante décadas mesmo se o deixarmos de usar hoje

Os plásticos acumulados nos rios vão continuar a poluir durante décadas ou mesmo séculos, mesmo que o mundo deixasse de usar plástico hoje mesmo, concluíram cientistas envolvidos num estudo sobre o percurso daquele material até ao mar.

Foto e notícia aqui
Informação sobre a poluição dos oceanos com plástico é hoje abundante, mas há poucos estudos sobre como esses plásticos chegam ao mar, uma lacuna que a Universidade de Birmingham, Reino Unido, pretende colmatar com um estudo centrado nos rios e na foz dos rios.

O projeto '100 Rios de Plástico' junta cientistas em mais de 60 locais do mundo que recolhem amostras de água e sedimentos nos rios, para tentar perceber como é que os plásticos são transportados e transformados, e como é que se acumulam nos sedimentos, criando um legado poluente de longa duração.

“Mesmo que parássemos agora mesmo de usar plástico ainda haveria décadas, se não séculos, de plásticos pelos rios em direção aos nossos mares. Estamos cada vez mais conscientes do problema que isso está a causar aos oceanos, mas só agora estamos a começar a olhar para de onde esses plásticos vêm e como é que eles se estão a acumular nos sistemas fluviais”, disse Stefan Krause, da Escola de Geografia, Terra e Ciências do Ambiente da Universidade de Birmingham.

Os primeiros resultados do projeto serão apresentados na Assembleia Geral da União Europeia de Geociências, que decorre em Viena, na Áustria, até sexta-feira. Mas segundo os responsáveis há um quadro complexo de uma grande diversidade de tipos e fontes de plástico em estuários de rios do Reino Unidos e de França.

terça-feira, 26 de março de 2019

#Trashtag Challenge: o desafio online que está levando internautas a recolherem lixo em locais públicos

Foto e notícia aqui

Não é sempre que uma hashtag viraliza para além das redes sociais.

Mas um desafio online que estimula participantes a recolher lixo de locais públicos tem levado dezenas de milhares de pessoas a fazer exatamente isso.

No chamado "Trashtag Challenge" - algo como hashtag "Desafio do Lixo", em português - os participantes escolhem um lugar poluído, limpam esse local e postam fotos mostrando o antes e o depois.

A iniciativa tem ajudado a mudar o cenário em praias, parques e estradas e também a conscientizar sobre a quantidade de lixo plástico que produzimos.

Como surgiu o Trashtag Challenge

O Trashtag Challenge não é um desafio novo. Foi criado em 2015 pela fabricante de produtos de camping UCO Gear, como parte de uma campanha para proteger áreas silvestres.

Mas foi com um post publicado na semana passada no Facebook, voltado a "adolescentes entediados", que aparentemente a ideia ganhou novo fôlego e a hashtag acabou viralizando.

"Aqui está um novo #desafio para vocês, adolescentes entediados. Tire uma foto de uma área que precise de alguma limpeza ou manutenção, depois tire uma foto mostrando o que fez em relação a isso e poste a imagem. Aqui estão as pessoas fazendo isso #BasuraChallenge #trashtag Challenge, junte-se à causa. #BasuraChallengeAZ", diz a postagem.
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Nas redes sociais, imagens de ações realizadas por participantes começaram então a se espalhar.

"Eu não tenho foto de antes e depois, mas aqui estão imagens com a minha família apanhando lixo na marginal da rodovia, sempre que paramos para descansar", postou uma usuária do Twitter, da Argélia, com a hashtag do desafio.


Na Índia, outros usuários usaram o Instagram para mostrar que também estão participando. Mais de 25 mil postagens apareceram na rede social com a hashtag #trashtag - variações incluíam #trashtagchallenge e #trashchallenge.

Em espanhol, ela foi traduzida como #BasuraChallenge.

"Aqui estamos.. Com uma pequena contribuição para o meio ambiente... Nós tentamos recolher parte do plástico que a população local jogou em Laldhori, Junagadh, uma das áreas mais bonitas de Girnar (na Índia)", disse um dos que aderiram.

"É nosso humilde dever manter o MEIO AMBIENTE LIMPO E VERDE e LIVRE do lixo de PLÁSTICO e de outros tipos de LIXO, para que a próxima geração possa desfrutar da beleza original de GIRNAR".Presentational white space
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Este outro grupo em Novosibirsk, na Rússia, disse ter enchido 223 sacolas com lixo, das quais 75% seriam enviadas para reciclagem.
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Usuários no Brasil também comentaram o assunto, elogiando o desafio como "um que realmente vale à pena".

Há quem tenha aderido à iniciativa, como esta internauta de Curitiba:
E este outro do México, que partiu para a ação: "Hoje completamos o primeiro dia em que nos propusemos a limpar um terreno baldio bem grande, em que colônias vizinhas se acostumaram a jogar lixo e entulho. Anexo o pequeno primeiro avanço. Aceita-se ajuda para os próximos dias de limpeza. #basurachallenge", postou ele.
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E quais serão os rumos dessa história?

"Tirar o plástico do meio ambiente é importante", disse Mark Butler, diretor de políticas do Centro Canadense de Ação Ecológica (EAC, da sigla em inglês), ao jornal Star de Halifax.

"Mas nós precisamos fazer mais do que apenas ir atrás de quem está jogando esse lixo e mais do que limpar essas áreas. Nós precisamos fechar a torneira do plástico", disse ele, se referindo à produção desse tipo de resíduo e acrescentando que espera que a campanha leve a mudanças fundamentais sobre plásticos descartáveis, por exemplo.

"Existe a hierarquia dos resíduos, que é recusar, reduzir, reutilizar, reciclar. Se nós não fizermos isso, tudo o que vai nos restar é ficar recolhendo o lixo sem parar."

segunda-feira, 11 de março de 2019

De Times Square ao Paredão de Matosinhos

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Em meados de 2018, com pompa e circunstância o Turismo de Portugal com a presença do primeiro ministro, passou num do videowall de Times Square um filme da maior onda do mundo que, como todos sabemos fica na Nazaré, para promover o país enquanto destino turístico de surf. Uma espécie de fenómeno do Entroncamento, mas em modo high-tech e muito dispendioso.

Nem seis meses depois a Ministra do Mar vem apresentar a extensão do paredão do Porto de Douro e Leixões, condenando de uma forma sumária toda a praia Internacional do Porto, também conhecida como praia de Matosinhos. A condenação estende-se muito para além da destruição das ondas desta praia. Esta que é talvez a praia com maior densidade de surfistas em Portugal, que pela sua situação e acessibilidade permite o ensino do surf como poucas em Portugal. É também uma montra da região para quem chega de Cruzeiro, e para quem depois de descer a avenida da Boavista tem essa oferta que é uma praia urbana com qualidade (apesar de por vezes a qualidade da água deixar a desejar), isto se tivermos apenas em conta os turistas e o turismo. Se falarmos da população local podemos sem medo dizer que entre a marginal que vai da Rotunda do Castelo do Queijo até ao Jardim do Senhor. do Padrão passam mais de cinco mil pessoas a pé por dia durante todo o ano e na praia atrevo-me a dizer que entre Março e Outubro pelo menos outras tantas. São pessoas que vão caminhar, correr, andar de bicicleta, de skate, fazer exercício físico, que vão apanhar sol, jogar vólei, tomar banho no mar, consumir no comércio local, comer croissants e alguns (muitos) aprender e fazer surf. Porque é que este argumento é importante? Porque para além do turismo, a praia de Matosinhos também é uma das zonas de lazer do grande Porto, que gera receitas de uma forma consistente ao longo de todo ano, utilizando um recurso natural que não custa 70 milhões de euros construir e muito mais a manter e que para além disso promove o bem estar físico e mental e dessa forma reduz a despesa do Estado na saúde publica, que como todos sabemos anda pelas ruas da amargura.

Qualquer pessoa pode perceber que este projecto de fundos privados é uma má opção excepto para quem vai construir a dita obra.

Depois de ler lido um dos estudos promovido pela DGRM de autoria do LNEC vejo que a solução apresentada tem vários “potenciais” problemas, sendo dois deles em meu entender relevantes. O primeiro a possibilidade de haver excesso de areia a norte da praia e o segundo o risco de erosão elevada, que de acordo com o dito documento irá obrigar defender a zona costeira do lado sul da praia. Estamos a falar de dois riscos que por si vão muito para além dos 70 milhões de investimento privado. Estamos a falar potencialmente para a operação do porto a necessidade constante de dragar a zona de acesso ao Porto (algo, que por exemplo em Lisboa representa um custo relevante na operação portuária) — se calhar era bom fazer esta conta e apresentá-la publicamente. E ainda o risco para a população, bens e comercio local entre a rotunda da Anémona, passando pelo Edifício Transparente e chegando ao Castelo do Queijo sempre que se verificarem condições adversas. Este estudo refere que deve ser tido em conta que para “defender” a zona Sul da praia será necessário ter intervenções regulares. Aqui o custo dificilmente será imputado à APDL, mas sim à cidade do Porto e de Matosinhos, e sobretudo aos seus munícipes.

Tentando perceber os argumentos de quem ainda poderá considerar esta uma opção, fui também ver no site da APDL os movimentos no Porto, apenas para concluir que eles são mais ou menos iguais nos últimos 3 anos. E que os dois grandes argumento para o prolongamento do molhe são a possibilidade de entrada de navios de grande porte, que analisando o site do dono dos maiores navios do mundo de carga a OOCL não passam perto do Porto, nem a companhia que tem os navios com maior dimensão a seguir a COSCO, que segundo percebi têm as suas operações ancoradas no norte da Europa e no sul de Espanha. O segundo argumento passa pela acessibilidade ao Porto nos dias de maior ondulação e neste sentido não conseguimos encontrar dados sobre quantos dias por ano nos últimos 3 anos esteve a barra fechada. Assim não se consegue perceber se este argumento é válido ou não.

Por fim quero falar do ambiente e da qualidade da água. No estudo da DGRM/LNEC uma das referências é que a circulação da água se fará no sentido oposto ao relógio, o que significa que a água tenderá a ficar na zona norte da praia, justamente aquela que terá menos impacto da ondulação e por essa razão menos renovação de água. Será que este facto poderá ser relevante para a qualidade da água balnear? Penso sinceramente que sim. A análise à qualidade da água nos últimos anos tem sido muito pouco favorável com as condições existentes e por isso com menos circulação de água seguramente que será pior. E isto leva-me de novo à questão dos utilizadores da praia e do passeio marítimos que se verão confrontados a prazo com a deterioração das condições existentes e a perda de um recurso que gera receitas para toda a região do Porto.

Pergunto então que sentido tem, tendo em conta o recurso natural existente, fazer um investimento que não tem garantias de sucesso comercial e apresenta riscos iminentes para a população local e para uma das âncoras da nossa economia que é justamente o Turismo?

É tempo, acredito, de todos olharmos para esta questão e marcarmos a nossa posição, falo de cada um de nós, mas também do Turismo de Portugal, da WSL que recentemente mudou a sua sede europeia para o nosso país, da FPS, da ANS, da AESDP, dos diferentes representantes das entidades da restauração e da hotelaria da região, das escolas de surf e surfcamp, da Surfrider Foundation . É tempo de defender uma solução que sirva todos e não apenas alguns.

Boas ondas!!!

Fonte da notícia aqui

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Cientistas britânicos analisam 50 mamíferos e encontram microplásticos em todos

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Investigadores da Universidade de Exeter e do Laboratório Marinho dePlymouth, no Sudoeste de Inglaterra, examinaram 50 animais, entre várias espécies de golfinhos, focas e baleias, e encontraram microplásticos (fragmentos com menos de cinco milímetros) em todos, segundo informação divulgada pela universidade.

A maior parte das partículas (84%) eram de fibras sintéticas, que podem vir de fontes como roupas, redes de pesca e escovas de dentes, enquanto as restantes provinham de fragmentos, possivelmente de embalagens de alimentos e garrafas de plástico.

É chocante, mas não surpreendente, que todos os animais tenham ingerido microplásticos", disse a principal autora do estudo, Sarah Nelms. A investigadora disse que o número de partículas encontrado em cada animal foi de 5,5 em média, um valor "relativamente baixo", o que sugere que as partículas ou passam pelo sistema digestivo ou são regurgitadas. "Não sabemos ainda quais os efeitos que os microplásticos, ou os químicos neles presentes, têm nos mamíferos marinhos. É preciso mais investigação para se perceber melhor os possíveis impactos na saúde dos animais", disse Sarah Nelms.

Segundo a investigação, que foi publicada na Scientific Reports, foram várias as causas que provocaram a morte dos animais estudados, mas os que morreram devido a doenças infecciosas tinham mais partículas de plástico do que os que morreram por outras causas. "Não podemos tirar nenhuma conclusão explícita sobre o potencial biológico desta observação", notou Brendan Godley, do Centro de Ecologia e Conservação, da mesma universidade, concluindo que estão a ser dados "os primeiros passos na compreensão deste poluente omnipresente".


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A cotonete que deita na sanita vai parar ao mar, é comida por peixes e acaba no seu prato

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Todos os anos, pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico entram nos nossos oceanos e, segundo a Fundação Ellen MacArthur, até 2050, haverá mais plástico (por peso) do que peixes no mar.

Este não é só um problema para a fauna marinha que é afetada diretamente pelos detritos de plástico. Segundo Olivia Jones, da organização irlandesa An Taisce, quando os peixes ingerem plástico, este material entra na cadeia alimentar e “acaba no seu prato”.

80% da poluição de plástico nos oceanos é de origem terrestre e resulta de atividades humanas, como o hábito que algumas pessoas têm de deitar objetos na sanita, avisa Olivia. Os investigadores identificaram uma lista de 12 artigos frequentemente deitados na sanita, que inclui cotonetes, toalhitas faciais e de bebé, tampões, beatas de cigarro, medicamentos, fraldas e pensos. “As pessoas não sabem que isto é errado – foi por isso que iniciámos a campanha ‘pense antes de puxar o autoclismo’”, disse.

As cotonetes de plástico, por exemplo, são tão finas que conseguem passar através dos filtros das estações de tratamento de águas residuais (ETAR). Daí vão parar, eventualmente, ao mar, poluindo os oceanos e representando um perigo para a vida marinha. Muitas delas acabam por dar à costa, poluindo também as praias. De acordo com a Sociedade para a Conservação Marinha do Reino Unido, as cotonetes perfazem 60% do lixo proveniente das águas residuais encontrado nas praias.

Muitas das peças de plástico que não são comidas inteiras pelas tartarugas, aves marinhas e peixes que as confundem com comida – com consequências fatais para os mesmos – acabam por se decompor em fragmentos minúsculos deste material, os microplásticos, que já cobrem o fundo do mar e cujo impacto nos ecossistemas só agora começa a ser estudado.

Os microplásticos também estão presentes em produtos de cuidado pessoal como o gel de duche, a pasta de dentes e os esfoliantes. Estas micropartículas de plástico já foram proibidas nos EUA e no Reino Unido.

Olivia Jones explica que, para além do perigo de ingestão, o plástico no mar pode acumular toxinas com o passar do tempo, prejudicando os habitats marinhos.

Estima-se que os resíduos de plástico afetem 43% dos mamíferos marinhos e que 90% das aves marinhas tenham plástico nos seus estômagos – de facto, até 2050, este número subirá para 99%, prevê a CSIRO. Os efeitos da ingestão de plástico nas aves têm sido muito estudados e incluem problemas nos intestinos, entrada de poluentes para a corrente sanguínea, úlceras gástricas, lesões do fígado, infertilidade e, em muitos casos, morte.

Também há indícios de que as aves marinhas dão de alimento às suas crias pedaços deste material. Em 2011, a bióloga Jennifer Lavers encontrou uma cria de pardela com 90 dias de idade que tinha mais de 275 peças de plástico no estômago. Numa pessoa, isto seria o equivalente a ingerirem-se 10kg de plástico.

“Podemos todos fazer algo”, enfatiza a ativista. “Podemos participar em limpezas das praias, podemos colocar um caixote de lixo na casa de banho para que as pessoas não deitem cotonetes na sanita e podemos comprar produtos com menos embalagens.” E não se esqueça que pode optar por cotonetes com haste de papel.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Em Lisboa, atirar beatas para o chão dá multa de 1.500 euros


Sabendo que é impossível nos dias que correm contra argumentar que uma das maiores causas da poluição dos mares são as beatas a Câmara de Lisboa apresentou hoje (11 de Janeiro) uma série de medidas para fazer face ao aumento dos resíduos na cidade.

As medidas farão parte de uma atualização ao Regulamento de Gestão de Resíduos, Limpeza e Higiene Urbana de Lisboa, e foram hoje apresentadas em conferência de imprensa, que decorreu nos Paços do Concelho.

“Vamos contratar 300 cantoneiros durante o ano de 2019, já temos o processo de contratação aberto”, disse o vice-presidente do município, que é também responsável pelo pelouro dos Serviços Urbanos.

Na apresentação, Duarte Cordeiro apontou que, “entre 2015 e 2018”, a “produção de resíduos aumentou 10%”, o que se justifica, em grande parte, pelo aumento da atividade turística na capital.

Esta questão levou a câmara a repensar o atual regulamento, e a atualizá-lo, por forma a “adaptar o sistema a uma realidade que mudou”.
Uma das novas contraordenações previstas aplicar-se-á a quem lançar para o "chão beatas de cigarros, maços de tabaco, pastilhas elásticas e outros", exemplifica a autarquia. No projeto de Regulamento de Gestão de Resíduos, Limpeza e Higiene Urbana de Lisboa está prevista uma coima de 150 a 1.500 euros para as pessoas singulares e de 1.000 a 15.000 euros se a responsabilidade for assacada a pessoas coletivas. 

Outra novidade é a obrigatoriedade de os estabelecimentos comerciais e esplanadas disporem de cinzeiros e baldes para lixo e de passarem a ser obrigados a assegurar a limpeza do espaço público na sua zona de influência até um raio de dois metros. Num caso e noutro, a multa pode ir dos mil aos 15.000 euros.
Além da contratação de mais trabalhadores, as novas medidas incluem o alargamento da recolha de lixo ao domingo em 10 freguesias: Santa Maria Maior, Estrela, Misericórdia, Santo António, São Vicente, Avenidas Novas, Alcântara, Arroios, Penha de França e Campo de Ourique.

Também as freguesias da cidade vão contar com mais 10 milhões de euros por ano para reforçar a área da higiene urbana, dinheiro que acresce aos 18 milhões que já recebiam por conta da delegação de competências.
A maior fatia (7,6 milhões de euros) será suportada pela Taxa Municipal Turística, e o resto (2,4 milhões) será verba municipal.

Espera-se desta forma conseguir combater o flagelo da poluição antes que ela chegue ao Oceano, parando desta forma a espiral perigosa em que a nossa sociedade atualmente vive.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Nesta escola portuguesa, tudo o que vem à rede é plástico que não vai para o oceano

Notícia e foto obtidas aqui


Por estes dias, quando olham para cima à entrada da Escola Básica de Manhente, em Barcelos, os alunos vêem uma rede gigante, que cobre todo o átrio interior. Está ali colocada para lhes mostrar como é ser um peixe no oceano. A rede, que para já está limpa, vai carregar todo o plástico que for encontrado no chão do recinto da escola. O objectivo é consciencializar os alunos “de uma forma mais visual” para o que acontece “ao lixo que atiram para o chão e vai parar ao mar". A iniciativa foi partilhada através de uma publicação no Facebook da escola e está a ser recebida com agrado, pelo que se lê nos comentários. 

Paula Ribeiro, professora bibliotecária e uma das impulsionadoras da acção, explica, ao telefone com o P3, que a ideia se insere no projecto Missão Possível 4.0, que abrange todo o agrupamento de escolas Alcaides de Faria. O objectivo passa por sensibilizar os alunos desde a primeira classe ao 9.º ano para questões relacionadas com o ambiente e com a solidariedade.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Baía de Armação de Pêra pode via ser área marinha protegida


O recife natural existente na baía de Armação de Pera pode vir a tornar-se numa área marinha protegida. A proposta de classificação será feita pela Câmara de Silves, que pretende lutar pela preservação deste ecossistema subaquático que é considerado único por vários especialistas da Universidade do Algarve (UAlg). A posição consta de um documento enviado pela autarquia à Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos no âmbito da discussão pública do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional. O documento, a que o CM teve acesso, faz referência a um estudo científico do Centro de Ciências do Mar da UAlg , que identifica "o maior recife rochoso costeiro a baixa superfície de Portugal, que determina valores ecológicos ímpares no contexto da costa portuguesa". De acordo com os especialistas, o recife natural representa a "antiga linha de costa algarvia à data da última época glaciar, existindo há mais de 25 mil anos". Para preservar esta riqueza natural, a Câmara de Silves vai avançar com uma proposta de criação de uma área marinha protegida de interesse comunitário, junto com a UAlg, a Associação de Pescadores de Armação de Pera, a Fundação Oceano Azul e a empresa de mergulho Divespot, que tem feito o registo de muitas das espécies ao longo dos últimos 15 anos. Em defesa da proposta, a autarquia alerta que o "desenvolvimento de atividades humanas" previstas para zonas adjacentes, como "a produção aquícola ou extração de areias para alimentação de praias", podem "colocar em risco a preservação da biodiversidade".


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Vamos salvar o planeta? A solução passa por comer 90% menos porco e 75% menos vaca


Só uma redução drástica, especialmente nos países desenvolvidos, poderá conter essa evolução perigosa

O consumo de carne está a destruir o planeta a a solução é comer menos carne. Muito menos: 90% menos porco e 75% menos vaca. O consumo de leite e ovos também precisa de ser reduzido drasticamente, e em troca devemos aumentar o consumo de vegetais e frutos secos. São as recomendações-chave de um estudo agora publicado na revista Nature, que se segue ao grande relatório sobre a iminência de alterações climáticas irreversíveis, tornado público na segunda-feira.

Além dos efeitos da carne na saúde humana (como tem sido notado, existe uma larga coincidência entre aquilo que convém às pessoas e o que protege o planeta, e vice-versa), a produção de carne representa um enorme desgaste ecológico. O relatório sintetiza muita da informação disponível. Para acrescentar para um quilo de vaca são precisos dez quilos de ração - cujo fabrico produz dióxido de carbono.

As vacas também produzem enormes quantidades de metano, um gás altamente poluente. Além disso, a utilização de fertilizante nas pastagens constitui um risco adicional para a saúde, dado que muitos químicos acabam por escorrer para os cursos de água e por essa via entrar na alimentação humana.

PRÓXIMO DOS LIMITES

O relatório recomenda mudanças tanto na alimentação como no modo como se faz agricultura. O responsável principal do estudo, Marco Springman (investigador do programa Martin sobre o Futuro da Alimentação, em Oxford), explica: "Tudo junto, concluímos que melhorias nas práticas e tecnologias agrícolas podem levar a grandes reduções nos impactos ambientais do sistema alimentar, juntamente com mudanças alimentares para dietas mais baseadas em plantas e reduções na perda e desperdício de comida".

O estudo estima que um terço de toda a comida produzida nunca chegue a ser consumida. Em certos países desenvolvidos a percentagem é superior. Para esses países, aliás, as recomendações do estudo aplicam-se de forma especialmente intensa. Os Estados Unidos, por exemplo, deviam consumir 90% menos vaca do que a que consomem atualmente.

Infelizmente, com o advento de novas classes médias em países como a China, a tendência internacional vai em sentido contrário. É verdade que muitos países pobres ainda têm necessidade de aumentar o seu consumo de carne e leite, por motivos nutricionais, mas essas evoluções precisam de ser compensadas noutros países.

"Se as mudanças sócio-económicas no sentido de padrões ocidentais de consumo continuarem, as pressões ambientais do sistema alimentar intensificar-se-ão", conclui o estudo, "e a humanidade em breve aproximar-se-á dos limites planetários no uso global de água doce, utilização dos solos e acidificação oceânica".

terça-feira, 31 de julho de 2018

Apenas 13% dos oceanos podem ainda ser considerados selvagens (texto em francês)

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La vie marine sauvage est en train de disparaître... Seulement 13% des océans de la planète peuvent encore être considérés comme sauvages, et ils pourraient disparaître complètement d'ici 50 ans, selon une étude scientifique. C'est une conséquence de l'augmentation du fret maritime, de la pollution et de la surpêche.

Une équipe internationale de chercheurs a analysé les impacts humains sur l'habitat marin, entre ruissellements et augmentation du transport maritime.

Les scientifiques emmenés par Kendall Jones, de l'université du Queensland, ont établi une cartographie des zones sous-marines considérées comme intactes et les écosystèmes "pour l'essentiel libres de perturbations humaines".

D'après leur étude publiée par le journal "Current Biology", on trouve la plus grande partie des zones sauvages dans l'Antarctique et l'Arctique ainsi que près d'îles reculées du Pacifique. Les zones côtières proches d'activités humaines sont celles où la vie marine est la moins florissante.

"Les zones marines qui peuvent être considérées comme intactes sont de plus en plus rares à mesure que les flottes marchandes et de pêche étendent leur champ d'action à la quasi-totalité des océans du monde et que les ruissellements de sédiments ensevelissent de nombreuses zones côtières", a déclaré Kendall Jones.

"Ces zones diminuent de façon catastrophique"

Selon les chercheurs, seuls 5% des zones restées sauvages sont situés dans des régions protégées. Le restant est d'autant plus vulnérable.

Les chercheurs appellent au renforcement de la coopération internationale pour protéger les océans, lutter contre la surpêche, limiter les extractions minières sous-marines et réduire les ruissellements polluants.

"Les régions maritimes sauvages constituent un habitat vital à des niveaux sans égal, comprennent une abondance énorme d'espèces et de diversité génétique, ce qui leur donne de la résistance face aux menaces comme le changement climatique", a expliqué James Watson, de la Wildlife Conservation Society australienne.

En 2016, l'ONU a commencé à travailler sur un accord international qui régirait et protégerait la haute mer.

"Cet accord aurait le pouvoir de protéger de vastes espaces en haute mer et pourrait représenter notre meilleure chance de protéger la dernière vie marine sauvage", souligne Kendall Jones.

terça-feira, 24 de julho de 2018

A Islândia matou ilegalmente uma baleia azul ameaçada de extinção, ao fim de 40 anos

Foto: Sea Shepherd
Ler ainda: The killing of a blue whale reveals how disconnected we are from nature

Kristián Loftsson abateu ilegalmente 21 baleias-comuns ameaçadas de extinção desde 20 de junho de 2018.
Encorajada pelo silêncio de outras nações e pela falta de cobertura da mídia desde a primeira baleia, a estação baleeira abateu a 22ª baleia de Loftsson. Era uma espécie de baleia ameaçada ainda mais icônica - uma baleia azul!
Foto CNN, 12/07/18
A Islândia agora superou verdadeiramente o Japão e a Noruega como a nação de baleias mais destrutivas do planeta.
Nenhuma outra nação abate baleias-comuns e não houve uma baleia-azul arpoada por ninguém nos últimos cinquenta anos até que esta tenha sido arrasada por Hvalur 8.

Loftsson cometeu um crime flagrante e o fez com impunidade. Não só isso, sua equipe de baleeiros posou para fotos ao lado e até mesmo em cima da baleia em uma placa que eles sabiam muito bem que era uma baleia azul rara. Então, presumivelmente, sem denunciar a baleia azul às autoridades, Loftsson ordenou que sua tripulação chacinasse a baleia como se fosse outra baleia - a carne, pele, gordura e osso agora misturados com as baleias comuns previamente capturadas para esconder seu crime - ou talvez estar escondido de possíveis inspeções pelas autoridades.

A Comissão Internacional da Baleia (IWC) proibiu todas as atividades baleeiras comerciais. As baleias azuis e as baleias-comuns são protegidas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Extinção (CITES).

Fotografias e vídeos feitos pela equipe da Sea Shepherd no Reino Unido, perto da estação baleeira, mostram claramente que a baleia era uma baleia azul. As autoridades islandesas devem fazer uma análise de DNA, mas a cadeia de comando para a evidência foi removida da área de corte para dentro do armazém onde os restos das 21 baleias-comuns também foram armazenados e onde o processamento está fora do alcance público.

Usando espécies que identificam indicadores de cor / padrão da pele, cor da barbatana, barbatana dorsal, cauda - a 22ª baleia a ser desembarcada por Hvalur 8 no dia 7 de julho na estação baleeira de Hvalfjordur (Islândia) parece ser uma baleia azul Baleia-comum das fotografias e vídeo da tripulação da Sea Shepherd UK. De acordo com vários especialistas científicos especializados em identificação de baleias contatados pela Sea Shepherd, a baleia é sem dúvida uma baleia azul.
"Embora eu não possa excluir totalmente a possibilidade de que isso seja um híbrido, não vejo nenhuma característica que sugira isso. Das fotos, ele tem todas as características de uma baleia azul; dado isso - notavelmente o padrão de coloração - não há quase nenhuma possibilidade de que um observador experiente tenha identificado erroneamente como qualquer outra coisa no mar "- Dr. Phillip Clapham, Centro de Ciências Pesqueiras do Alasca da NOAA

O fundador da Sea Shepherd, Capitão Paul Watson, está apelando às autoridades islandesas para que parem com esses crimes contra a conservação, por Kristján Loftsson. “Este homem deve ser impedido de violar impiedosamente a lei internacional de conservação e trazer tal descrédito à nação da Islândia. Não pode haver justificativa legal para esse crime ”.

O capitão Paul Watson passou mais de meio século defendendo baleias. Depois de ver as fotos e vídeos feitos por sua equipe na Islândia, ele disse: “Eu vi muitas baleias azuis na superfície, mergulhei com elas sob a superfície na Austrália Ocidental, na costa da Califórnia, no Oceano Antártico e as águas da Terra Nova. Eu conheço uma baleia azul quando vejo uma e esta baleia abatida por Kristján Loftsson é uma baleia azul.

O diretor operacional da Sea Shepherd no Reino Unido, Robert Read, declarou: “O crime cometido contra essa icônica baleia deve ser investigado por inspetores independentes com amostras de DNA retiradas de todas as carnes e partes armazenadas da estação e armazéns da Loftsson desde que a baleia foi massacrada. e removido de vista potencialmente para esconder a evidência como Loftsson não tem autoridade (mesmo dentro da Islândia) para matar uma baleia azul. Além disso, amostras ambientais de DNA devem ser retiradas dos equipamentos das estações baleeiras, superfícies e contêineres para procurar DNA de baleia-azul, caso as peças massacradas tenham sido removidas para esconder a mais recente atrocidade ”.

A Sea Shepherd tem uma equipe no local desde o início do massacre das baleias no dia 20 de junho. Seu objetivo é que cada baleia seja documentada durante toda a temporada da caça à barbatana.

domingo, 22 de julho de 2018

Vamos falar dos copos de plástico do NOS Alive?

Texto e imagem aqui
A marca da cerveja patrocinadora do NOS Alive mudou, mas não mudaram os copos nos quais os festivaleiros a beberam. Ao contrário de outros festivais de Verão, o NOS Alive não adoptou copos reutilizáveis e manteve o plástico descartável das últimas edições. A opção foi inclusive comunicada numa campanha da marca, mas gerou alguma contestação nas redes sociais.


Foi em 2016 quando os principais festivais de Verão – do Super Bock Super Rock ao Vodafone Paredes de Coura – eliminaram os copos descartáveis de plástico e começaram a pedir aos festivaleiros uma caução de dois euros por um copo reutilizável que podia ser devolvido no final do evento (juntamente com o dinheiro). A “moda” chegou, entretanto, a outros espaços de concertos e eventos, como as Festas de Lisboa, e hoje já é normal uma política de copos reutilizáveis.

As promotoras e patrocinadoras justificam a medida com argumentos ecológicos e, apesar de não sabermos ao certo se os copos reutilizáveis – mais rígidos – poupam o ambiente ou se são uma forma camuflada de aumentar receitas/poupar custos de limpeza, o certo é que os recintos passaram a estar mais limpos. Contudo, os festivaleiros passaram a ser obrigados a guardar religiosamente consigo os copos para receberem no final do dia a caução que tinham pago. Andar com o copo atrás nem sempre é prático e, talvez, por isso, o NOS Alive e a Sagres tenham decidido manter os copos descartáveis.

Esses copos não são, todavia, uns copos quaisquer. Segundo a Sociedade Central de Cervejas, dona da Sagres, a marca de cerveja presenta no NOS Alive, os copos disponibilizados são fabricados em ácido poliláctico (PLA) e, além de a sua produção requerer baixo consumo energético, podem ser reciclados ou decompostos após serem utilizados. Essa decomposição demora entre 45 a 60 dias, enquanto que os copos de plástico genérico podem demorar mais de 300 anos a decompor-se.

Apesar de não ser a primeira vez que o NOS Alive aposta neste tipo de copos, os mesmos mereceram destaque numa campanha de comunicação da Sagres e do festival que circulou nas ruas antes do festival. “Nunca deixes de bater palmas” era a frase que se lia num dos outdoors, que mostrava uma rapariga a segurar um copo de cerveja com a boca. Os copos deixados pelos festivaleiros no chão do festival eram recolhidos por equipas de limpeza no final de cada noite.

O plástico é um problema ambiental mas não é um problema de festivais. Resolvê-lo deve ser entendido, mais que uma responsabilidade individual, como uma responsabilidade social, ao nível do Estado, que deve, por exemplo, taxar as empresas que produzam plástico e impor regras que limitem o uso deste material. É o que a Comissão Europeia quer fazer, querendo eliminar o plástico descartável no espaço europeu até 2030, substituindo-o por plástico reciclável ou outras alternativas – meta para a qual empresas como o Lidl já começaram a preparar-se.

Segundo dados revelados pela Comissão Europeia, a Europa faz 25 milhões de toneladas de resíduos de plástico todos os anos, dos quais apenas 30% é reciclado – 39% é incinerado e 31% acaba em aterros sanitários. Já noutras contas, 40% do plástico produzido na Europa todos os anos – 58 milhões de toneladas – destina-se a embalagens, acabando uma boa percentagens delas a ser lixo. O plástico como o conhecemos hoje não tem mais do que 60-70 anos e transformou diferentes indústrias, da alimentação ao mobiliário, passando pela roupa e engenharia, em muito mais áreas do nosso quotidiano do que os pontuais festivais. Muito do plástico já produzido ainda existe de alguma forma hoje em dia e uma boa parte dele acaba no mar – estima-se que 8 milhões de toneladas todos os anos. Uma atitude coerente face ao problema do plástico deve passar pela crítica quotidiana e pela promoção de hábitos de consumo conscientes nos 365 dias do ano e não apenas durante 3 dias de festa. Aqui deixámos algumas dicas.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

O mar cura gratuitamente pelo menos 16 doenças!

Texto e imagem aqui

Férias na praia podem ser uma verdadeira cura para muitas doenças. São incríveis os benefícios da água, do sol, e do sal no corpo.

Faça uma pausa nos seus medicamentos e trate-se com um feriado ou um final de semana na praia. Sim, o mar, com a sua salinidade, o iodo, o seu ar saloio dico pode ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Eles contaram: são pelo menos 16.

A massagem com água ativa a circulação, a água salgada libera o trato respiratório e reduz as formas alérgicas.

Eles beneficiam as vias aéreas:
alergias respiratórias
sinusite
asma
convalescença de constipações e outras doenças respiratórias
problemas causados ​​pelo tabagismo
intoxicação por agentes químicos

O dano dos ossos é reparado e as dores de:
deslocamentos
distorções
fraturas
artrose
dores nas articulações
osteoporose
espondilose
doenças reumáticas

Com o mar, as alergias cutâneas são reduzidas:
psoríase
eczema
dermatite
acne seborreica

Graças ao mar, as condições anémicas, as doenças ginecológicas, o hipotiroidismo e o linfatismo melhoram. Muito importante, o mar também ajuda a combater estados depressivos.

Que doenças são tratadas com o mar
Um benefício de uma estadia no mar são alergias respiratórias (especialmente pólen), anemia, artrite, convalescença depois de doenças do trato respiratório, depressão, entorses, fracturas, hipotiroidismo, luxações, doenças alérgicas da pele, doenças ginecológicas, doenças reumática, osteoporose, psoríase, raquitismo.

O importante é saber como se comportar para aproveitar ao máximo todos os benefícios que podem ser extraídos da água do mar e do sol. Os benefícios da água do mar

Aqui estão alguns dos principais benefícios dos tratamentos de maré, ou seja, talassoterapia.

Melhora a respiração
Mas por que o mar é um amigo tão precioso? O que o torna tão especial é o chamado aerossol marinho. O ar, perto da costa, contém uma quantidade maior de sais normais do que minerais: cloreto de sódio e magnésio, iodo, cálcio, potássio, bromo e silício. Eles vêm das ondas quebrando a costa e dos salpicos de água do mar levantada pelo vento. Os primeiros a se beneficiar são os pulmões: a respiração melhorou significativamente desde os primeiros dias. Mas o aerossol marinho também estimula o metabolismo, revigora a circulação sanguínea e melhora o sistema imunológico.

A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode “descarregar” energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.

A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.

Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas.

Combate a retenção de água
Muitas pessoas sofrem de retenção de água durante a estação quente. Na água do mar, de fato, existe uma concentração considerável de sais minerais. E isso, devido a um mecanismo físico chamado osmose, favorece a eliminação, através da pele, dos líquidos que haviam acumulado nos tecidos. Com grandes vantagens para a circulação das pernas.

Luta contra os quilos extras
Os quilos extras são perdidos com mais facilidade. O sal estimula as terminações nervosas da epiderme, como conseqüência acelera o metabolismo: o corpo, na prática, queima alimentos e gordura mais rápido.

Fortalece o sistema circulatório
Graças à pressão que a água exerce enquanto você está imerso, sua temperatura, que nesta temporada é de cerca de 20 graus e movimento ondulatório, que pratica uma massagem suave em todo o corpo.

Fortalece a musculatura
A natação relaxa os músculos, rapidamente dissolve contraturas e dá mobilidade às articulações bloqueadas pela artrite e artrose. E então ajuda intestinos e rins, purificando todo o corpo