sexta-feira, 29 de abril de 2016

Sementes Livres no Biosfera



Sou agricultor e jardineiro, há mais de 15 anos que produzo as minhas próprias sementes, tal como os meus antepassados. Tenho em produção centenas de espécies de plantas, algumas das quais fomos melhorando através de selecção massal, ou seja, escolhendo ao longo do tempo os indivíduos mais fortes e mais aptos. Estas sementes são regularmente trocadas com inúmeras pessoas e instituições. Aquilo que sou hoje seria impossível sem que esta troca existisse. 

Os problemas de fome e miséria nunca se resolverão homogeneizando as sementes, afunilando a biodiversidade alimentar, há outros caminhos, que talvez por não valerem dinheiro, optámos por não seguir. Combater o desperdício alimentar tem que ser uma prioridade para os seres humanos, produzir alimentos localmente e de forma sustentável também. E já agora, falar menos de sustentabilidade e praticar mais sustentabilidade é urgente. E aqui refiro-me, está claro, a todos nós.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Hokusai Says, read by Mark Williams for the Mindfulness Summit


Conheça o The Global Consciousness Project, (also called the EGG Project), is an international, multidisciplinary collaboration of scientists, engineers, artists and others.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Documentário- "Nascidas em 1948" (Born in 48) - versão original, com legendas em Inglês

 
Born in 48 - Al Jazeera World from António Morais on Vimeo.

The creation of the state of Israel in May 1948 is referred to by Palestinians as Al Nakba, the Catastrophe.

The five characters in this film, two Israeli and three Palestinian women, were all born in 1948. But few events in history have determined such sharply contrasting outcomes for people who might otherwise have much in common as the founding of Israel has.

For Rena Rejev, an Israeli of Ukrainian origin, who lives in Rishon LeZion there’s the joy of being born on 14th May, Independence Day. “At school, for friends and relatives, I was the one and only ‘Independence Girl’,” she says, and feels that the day’s celebratory flags and fireworks also mark her birthday. “Independence Day has become a part of me,” she says. By contrast, Latifa Yousef, a Palestinian living in Cairo, finds difficulty expressing how she feels on her birthday in August, which reminds her that her country was “violated”. “The occupation is closely linked to my life and it just increases my pain,” she says.

Madlen Abergel Vanunu, an Israeli of Moroccan origin, has a strong conviction that God only brought her into the world once the state of Israel had been founded. But Fayrouz Arafa, who was born in Gaza on the 8th October 1948, recalls: “I was a refugee. We were poor, hungry and lived in a tent. It haunts me.” Equally, for Khadija Zoraiqi, a Palestinian living in the Occupied West Bank, her birthday just makes her sons’ imprisonment in Israeli jails harder to bear and signifies that, for her, the Nakba continues today. “Every birthday I feel this catastrophe twice over,” she says.

These are the dramatic human stories of life after 1948, made all the more powerful through the inter-cutting of the intimate interviews with these five women. Born in ’48 explores how 67 years on, starkly contrasting narratives persist, with very little, if any, common ground between them.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

25 de Abril sempre.


"Vivemos numa sociedade teleguiada de longe por qualquer FMI, por qualquer deus banqueiro, que é imposta aos jovens de hoje..." José Afonso - 1984

sábado, 23 de abril de 2016

Documentário: "Fractured Country - An Unconventional Invasion"


"Fractured Country: an Unconventional Invasion" is a new film from Lock the Gate Alliance (Australia) about the risks to communities from invasive gasfields. This is the full version of the documentary.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Cidades Cicláveis, Cidades Inteligentes

A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) organiza nos dias 29 e 30 de Abril e 1 de Maio, em Vila Nova de Gaia, o XIII Congresso Ibérico “A Bicicleta e a Cidade”.

A bicicleta como instrumento para a mobilidade sustentável é e continua a ser cada vez mais um contributo para sistemas de transportes que se querem seguros, eficientes e competitivos e que tenham em conta os interesses sociais e o respeito pelo ambiente. A FPCUB tem ao longo dos anos estado envolvida em diversas iniciativas de sensibilização da opinião pública, das administrações central e autárquica e dos operadores de transportes colectivos para a necessidade de se dotarem as zonas urbanas de condições que permitam a utilização da bicicleta. Estas iniciativas têm tido resultados muito positivos na promoção da venda e utilização de bicicletas em Portugal bem como na criação de condições para a sua utilização em múltiplas vertentes. Muitas autarquias têm hoje planos de mobilidade que contemplam a bicicleta e as empresas de transportes colectivas (CP, FERTAGUS, Transtejo, Soflusa, Carris, Metropolitano de Lisboa e metro do Porto) favoreceram nos últimos anos o transporte de bicicletas por influência da FPCUB e dos seus associados.

As políticas de transportes devem ter em conta os efeitos no ambiente e é nesta perspectiva que damos importância à criação de sistemas de transportes sustentáveis onde a bicicleta se inclua.

O interesse da FPCUB em realizar este ano o congresso em Vila Nova de Gaia é o de poder mostrar às suas congéneres do estado espanhol os projectos de mobilidade sustentável que estão a ser desenvolvidos na cidade de Vila Nova de Gaia, na região Norte e no resto do país. Os temas deste XIII Congresso Ibérico serão apresentados e debatidos por técnicos de Portugal e Espanha, das áreas dos transportes, ambiente e turismo e membros da ConBici e da FPCUB. Contará ainda com a participação de responsáveis políticos e autarcas.

Estes congressos que já se organizam há 20 anos são uma referência nas políticas de promoção da utilização da bicicleta em Portugal e Espanha.

Existirá permanentemente uma exposição fotográfica do blogue “Diário de Lisboa – The Lisbon Diary” sob o tema “Uma Cidade Ciclista”.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Documentário- "Laboratórios de Natureza"

A atividade desempenhada por alguns dos muitos grupos de investigação do Departamento de Biologia (DBIO) da Universidade de Aveiro (UA) ilustra o programa “Laboratórios de Natureza”, exibido pela SIC em 30/08/2015, no espaço da BBC Vida Selvagem. Desde a biodiversidade animal e vegetal, passando pelo mar profundo, das nanopartículas até à resistência microbiana aos antiobióticos, iniciando com exemplos do trabalho de reabilitação dos mamíferos marinhos, este programa apresenta 5 exemplos do trabalho desempenhado no Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Agostinho da Silva, Pensador Universal do Tempo Presente

"[…] uma boa definição de homem, para além de suas limitações físicas, seria a de que é um ser de embrionária liberdade, cujo dever, cujo destino e cuja justificação é o da liberdade plena; plena para ele, plena para os outros, plena para os animais, plena para ervas, plena talvez até para seixo e montanha"
- Agostinho da Silva, “Nota a Cinco Fascículos” [1970], in Textos e Ensaios Filosóficos II, pp. 262-263.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

História da tua escravidão: liberta-te da Matrix


A História da tua escravidão! Governos sempre acabam escravizando a Humanidade! Em tempos tribais, seres humanos produziam o que consumiam. E só! Não havia excesso de produção, logo, não fazia sentido possuir escravos, pois o escravo não podia produzir excedente que pudesse ser roubado pelo seu senhor. Quando vacas começaram a produzir excedentes de leite e carne, possuir vacas passou a valer a pena. Devido a melhoramentos tecnológicos, escravos humanos produziam mais excedentes. Enorme excedente agrário foi base do CAPITAL que moveu a REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. A classe dominante percebeu que poderia tornar seu "gado" (humano) mais produtivo.

domingo, 17 de abril de 2016

Curta-metragem: "Got Oil in Your Pension?" from Leo Murray

 
Got Oil in Your Pension? from Leo Murray on Vimeo.


September 2010 commission for Greenpeace UK's Go Beyond Oil campaign, following the Deepwater Horizon tragedy in the Gulf Coast.
Mais leituras
How you can divest your life

Consultar também o Dossier Bioterra sobre Energia

sábado, 16 de abril de 2016

The Hidden Math in Art

Art and mathematics. For many, this would appear to be synonymous with chalk and cheese. One is the domain of emotional expression, passion and aesthetics. The other, a world of steely logic, precision and truth. And yet scratch the surface of these stereotypes and one discovers that the two worlds have much more in common than one might expect.

Any creative artist will tell you that the emotional resonance of a piece emerges out of the construction of the work and is rarely an ingredient fed in at the beginning of a composition. The composer Philip Glass admits that he never deliberately programs any emotional content in his work. He believes it’s generated spontaneously as a result of all the processes that he employs. “I find that the music almost always has some emotional quality in it; it seems independent of my intentions.” The structure and internal logic of a piece is what drives its composition.

Saidakova and Marinov. (Credit: Sueddeutsche Zeitung Photo/Alamy Stock Photo)
Nadja Saidakova and Vladislav Marinov dance to music by Philip Glass at the Ballet Gala of the Berlin State Ballet in 2011. (Credit: Sueddeutsche Zeitung Photo/Alamy Stock Photo)

I have spent many years as a mathematician working alongside artists and what has struck me is how similar our practices are. I have so often found artists drawn to structures that are the same ones I am interested in from a mathematical perspective. We may have different languages to navigate these structures but we both seem excited by the same patterns and frameworks. Often, we are both responding to structures that are already embedded in the natural world. As humans we have developed multiple languages to help us navigate our environment.Perhaps more surprising is the role that emotions and passion play in the mathematics that we humans create. Mathematics is far from being just a list of all the true statements we can discover about number. Mathematicians are storytellers. Our characters are numbers and geometries. Our narratives are the proofs we create about these characters. Not every story that it’s possible to tell is worth telling.

A different beat

“Music is the pleasure the human mind experiences from counting without being aware that it is counting.” – Leibniz

Music is probably the artistic discipline that traditionally has resonated most closely with the world of mathematics. As the German philosopher Gottfried Wilhelm Leibniz once declared: “Music is the pleasure the human mind experiences from counting without being aware that it is counting.” But this connection goes much deeper than that. The very notes that we respond to as harmonic have a mathematical underpinning, as Pythagoras famously discovered. And mathematical structures also inform the architecture of composition.
The Sheikh Zayed Bridge in Abu Dhabi by Zaha Hadid. (Credit: Urbanmyth/Alamy Stock Photo)


The Sheikh Zayed Bridge in Abu Dhabi by Zaha Hadid. (Credit: Urbanmyth/Alamy Stock Photo)


For me, one of the most exciting revelations has been that even the art of the written word has mathematics hidden inside it. Poets, playwrights and novelists have all played around with exciting forms and patterns and frameworks that have mathematical shapes to them.

In my radio series The Secret Mathematicians, I have explored the artistic practices of a whole range of composers, writers, architects and artists. Through their work I look at the range of mathematical ideas they have been drawn to, sometimes consciously but often quite unconsciously.

Philip Glass is fascinated by the power of number to create rhythms that draw the listener into his meditative world, rhythms that nature beats to. The Argentinian writer Jorge Luis Borges strove to find an explanation for the shape our finite universe by writing The Library of Babel; and Zaha Hadid’s parametricism movement is helping to seed our urban environment with forms that are both mathematical and natural at heart.

In my programme on visual art, I investigate how Renaissance artists helped mathematicians of the period rediscover shapes first found by the ancient Greek mathematician Archimedes – their descriptions had been lost over time, but they were uncovered through developments in drawing.

I find a hyper-dimensional solid in one of Salvador Dalí’s most famous works, Crucifixion (Corpus Hypercubus), and discover how Jackson Pollock was unconsciously tapping into geometric structures called fractals – shapes that mathematicians only discovered in the 20th Century. The US artist was a secret mathematician by virtue of his lack of balance and penchant for alcohol, using what mathematicians call a ‘chaotic pendulum’ when staggering around to create his drip paintings.

Anish Kapoor originally wanted to be an engineer but gave up after finding the maths too challenging. Yet his works reveal an extraordinary sensitivity to mathematical structures, shapes that are universal and not bound by cultural reference. His 2009 tower of spherical balls, called The Tall Tree and the Eye, created reflections that are fractal in nature, while his hyperbolic mirrors distort our environment to create a strange new perspective on the world. Kapoor’s curved mirrors provide a lens to see the universe as it really is: curved, bent, where light is warped on its way through space and our intuition is turned inside out.

Marcus du Sautoy is the Simonyi Professor for the Public Understanding of Science and a Professor of  Mathematics at the University of Oxford. He is author of The Number Mysteries (HarperPerennial)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Encontros improváveis: Maria Gabriela Llansol e 2 Cellos - "The Book of Love" (from Peter Gabriel)


"O encontro inesperado do diverso é assistir ao belo a comunicar com o silêncio; a fraccionar a imagem nas suas diversas formas; ajudá-las a levantar o véu para que se mostrem mutuamente na beleza própria, e fechar os olhos para que se não rompa a delicada tela desta vida, ou então falar." ~ Maria Gabriela Llansol

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Falta de água pode tornar o mundo vegetariano


Diariamente, um bilião de mulheres, homens e crianças vão dormir com fome, enquanto 10 milhões morrem por desnutrição a cada ano. Se ainda hoje o mundo não conseguiu sanar esse mal, que afeta um em cada sete de seus habitantes, como é que vamos alcançar a segurança alimentar para uma população que em 2050 chegará a 9 biliões de pessoas?

Um novo estudo mostra que a solução para evitar uma catástrofe alimentar passará por uma mudança quase completa de uma dieta a base de carne para uma mais centrada em vegetais. E isso deverá acontecer por um único motivo: a escassez de água. É o que aponta o relatório “Alimentando um mundo sedento: Desafios e Oportunidades para a segurança hídrica e alimentar”, divulgado em 26/08/12 na Suécia, por ocasião da Semana Mundial da Água.

A análise mostra que não haverá água suficiente para alcançar a produção esperada em 2050 se seguirmos com a dieta característica dos países ocidentais em que a proteína animal responde por pelo menos 20% das calorias diárias consumidas por um indivíduo.

Na ponta do lápis, de acordo com os cientistas, a adoção de uma dieta vegetariana é atualmente uma opção para aumentar a quantidade de água disponível para produzir mais alimentos e reduzir os riscos de desabastecimento em um mundo que sofre com extremos do clima, como a seca histórica que afeta os Estados Unidos. O motivo é que a dieta vegetariana consome de cinco a dez vezes menos água que a de proteína animal – que hoje demanda um terço das terras aráveis do mundo só para o cultivo de colheitas para alimentar os animais.

“A capacidade de um país de produzir alimentos é limitada pela quantidade de água disponível em suas áreas de cultivo”, ressalta um trecho do relatório, que alerta sobre a pressão atual e crescente sobre esse recurso natural usado de forma cada vez mais insustentável. Segundo previsões da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, da sigla em inglês), será necessário aumentar a produção de alimentos em 70% nos próximos 40 anos para atender à demanda. Isto colocará uma pressão adicional sobre os nossos hídricos, num momento em que precisaremos também alocar mais água para satisfazer a demanda global de energia, que deverá crescer 60% em três décadas, salientam os cientistas.

Estresse hídrico

Um outro estudo divulgado em maio de 2012 pela consultoria britânica Maplecroft mostrou que o mundo já vive um “estresse hídrico” e que a falta de acesso à água potável vem pesando sobre os países mais pobres ou marcados por histórico de conflitos militares, instabilidades políticas e sociais. Segundo o levantamento, os países do Oriente Médio e África são os mais vulneráveis à falta de água. Nessas regiões, cada gota pode emergir como uma nova fonte de instabilidade.

Em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, como Kwait e Arábia Saudita, a escassez de água vem se tornando crítica há gerações. Primeiro colocado na lista de 10 países em “risco extremo” de falta d´água, Bahrein, no Golfo Pérsico, usa águas subterrâneas para a prática da horticultura, porém, em quantidade insuficiente para atender toda a população. A deterioração dos lençóis subterrâneos de água já é uma das principais preocupações nacionais (Brasileiras).
Fonte: Exame

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Documentário- Seeding Fear

 
Seeding Fear from Kings Point on Vimeo.

Seeding Fear is a short documentary Executive Produced by Neil Young that tells the story of Michael White, a fourth generation farmer, who went toe to toe with Monsanto
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Directed/Produced by Craig Jackson
Executive Produced by Bernard Shakey and Elliot Rabinowitz
Edited by Justin Weinstein and Craig Jackson
Music by Daniel Lanois
Cinematography by Craig Jackson

terça-feira, 12 de abril de 2016

Flight over Ireland

Flight over Ireland from AirCam Ireland on Vimeo.

An aerial drone showreel highlighting the stunning beauty of Ireland, particularly the west coast Wild Atlantic Way.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

2016- Ano Internacional da Misericórdia (discurso ecuménico do Papa Francisco)



A maioria dos habitantes do planeta declara-se crente.
Isto deveria ser motivo para o diálogo entre as religiões.
Não devemos deixar de rezar por isso e colaborar com quem pensa de modo diferente.

Confio em Buda.
Creio em Deus.
Creio em Jesus Cristo.
Creio em Deus, Alá.

Muitos pensam de modo diferente, sentem de modo diferente,  procuram Deus ou encontram Deus de muitos modos.

Nesta multidão, nesta variedade de religiões, só há uma certeza que temos para todos: somos todos filhos de Deus.

Creio no amor.

domingo, 10 de abril de 2016

William Elliott Whitmore - Don't Need It (Curly Tonic & Franz S. Rework) - True Detective Follow Up



Hand me that hammer

hand me that saw
don't hand me down that walkin' cane
I don't need it at all

I'm gonna build me a home
gonna build it with my hands
gonna keep the rain off my head
gonna keep the mosquitos from getting fed

Don't need 'em at all

The river she's a giver
the river she takes away

gonna row my boat to the other shore
won't think about my troubles anymore

Don't need 'em at all

I should have been a steamboat man
push it on down to Louisiana
here I am working in the field
if the heat don't get you then the sunburn will

Don't need it at all

sábado, 9 de abril de 2016

12 cidades brasileiras que plantam uma árvore para cada bébé que nasce

Fonte: Razões Para Acreditar
Qual a melhor forma de comemorar a chegada de um filho do que plantando uma árvore, algo que vai garantir um futuro melhor para todos?

E antes que achem que isso é coisa de estrangeiro, saiba que essa lista é bem brasileira. São 12 cidades espalhadas por território que adoptaram essa prática.

Cada município faz de uma forma, alguns doam a muda e os pais plantam, outros o governo faz tudo. Mas isso é detalhe, o importante mesmo é abraçar essa ideia.

Confira, a seguir, as cidades que aderiram ao projecto Uma Criança, Uma Árvore e incentivam o plantio de mudas para marcar o nascimento dos novos moradores.

1. SENHORA DOS REMÉDIOS (MG)
2. CLEVELÂNDIA (PR)
3. DIAMANTINA (MG)
4. GUARAPARI (ES)
5. ITAPERUNA (RJ)
6. ITUVERAVA (SP)
7. PASSOS (MG)
8. PENÁPOLIS (SP)
9. SÃO CAETANO DO SUL (SP)
10. SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP)
11. SOROCABA (SP)
12. TRAMANDAÍ (RS)

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Encontros improvaveis: Albert Camus e Marc Shagall

Marc Shagall, A Wheatfield on a Summer's Afternoon,1942

“My dear,
In the midst of hate, I found there was, within me, an invincible love.
In the midst of tears, I found there was, within me, an invincible smile.
In the midst of chaos, I found there was, within me, an invincible calm.
I realized, through it all, that…
In the midst of winter, I found there was, within me, an invincible summer.
And that makes me happy. For it says that no matter how hard the world pushes against me, within me, there’s something stronger – something better, pushing right back.
Truly yours,
Albert Camus”

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Entrevista a Pepe Menéndez - "O problema do ensino é que é muito aborrecido. Nós mudámos o olhar"

A dificuldade essencial era o aborrecimento, a falta de ligação. "Isto não me interessa." A escola é uma obrigação, não é um sítio que me apaixone. Os adolescentes não têm de estar sempre a divertir-se, mas a escola estava a tornar-se uma prisão. Eu ainda fiz o serviço militar obrigatório e digo que a escola obrigatória é igual. Igual! Todos têm de ir porque os pais trabalham, porque a lei obriga, mas o direito à educação não é fechar os miúdos numa escola. É provocar as suas emoções, as suas paixões, potenciar os seus talentos tão diferentes... os talentos dos alunos são muito maiores do que o currículo. Um miúdo ou uma miúda podem pensar - "não presto". Costumo perguntar aos professores onde estão os cantores ou os cozinheiros que um dia vão ser ótimos. E alguns respondem - estão no corredor, foram expulsos.
Entrevista completa aqui

Mais informações
Blog de Pepe Menéndez
Conferência de Pepe Menéndez- Proyecto Horizonte 2020

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Documentário - O Cante é como eu


Documentário - O Cante é como eu
O Cante Alentejano em Ferreira do Alentejo



Video da própria UNESCO (legends in English)



terça-feira, 5 de abril de 2016

Deleuze fala do verdadeiro charme de uma pessoa: “seus traços de loucura”


Gilles Deleuze nasceu na França e viveu de 1925 a 1995. Notável filósofo e professor de Filosofia em diversas Faculdades, publicou estudos sobre pensadores como Nietzsche, Kant e Spinoza, sendo apontado como um dos responsáveis pelo crescente interesse pela obra de Nietzsche. Habituado a ler e a espreitar de perto esses grandes pensadores, Deleuze tem como certo que “todos nós somos meio dementes” e que não se pode se apaixonar por uma pessoa quando não se percebe, nela, um essa “demência”, que é o seu “charme”.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Satish Kumar- Precisamos reacender a chama da nossa relação com a Natureza

“Precisamos reacender a chama da nossa relação com a Natureza. Talvez seja preciso mais do que apenas amizade, precisamos de nos voltar a apaixonar pela natureza, namorar com a Natureza. E a melhor maneira de compor esta relação é estar com a Natureza, sentado debaixo de uma árvore, trabalhando uma porção de terra, caminhando numa clareira – ser um peregrino e não um turista na Terra. Em face de todos os problemas ambientais do mundo, como podemos agir enquanto peregrinos da Terra? O primeiro passo é identificarmo-nos verdadeiramente com o ensinamento sábio de Gandhi - "ser a mudança que queremos ver“ (…) O segundo passo é despertar os outros para as bênçãos desta nova relação. E o terceiro é organizarmo-nos com os outros para alcançar a mudança de forma mais eficaz. Ter coração. Ser um peregrino da Terra não requer nenhum treino, cursos universitários ou livros. Simplesmente requer voltar a ter a compreensão da interdependência de tudo”~ Satish Kumar


Outras leituras já postadas no Bioterra
O problema não é a matéria mas o “materialismo”

domingo, 3 de abril de 2016

Documentário: Gorongosa Renascida (Gorongosa Rising)


'Gorongosa Rising' is a new documentary film by Max Miller, Ariel Fisher, Andrew Heskett, Maurianna Zingarelli, and Jason Armbruster that tracks the success of the Gorongosa Restoration Project and its impact on the life of Fernando Ussene who calls the park home.

Mais informação
Página Oficial do Parque Gorongosa

sábado, 2 de abril de 2016

Música do BioTerra: John Maus- Hey Moon

I know It's been so long since we saw each other last
I'm sure we'll find some way to make the time pass
Hey Moon, It's just you and me tonight, every one else is asleep
Hey Moon, if I was to fall, I won't fall so deep
Though I don't, I'm gonna, you can wake me up if you wanna
And your pale round face, make me feel at home in any place I happen to be, a quarter past three
Happy to be, at home asleep
The Moon chase the sun out of the sky, Goodbye sun, the nights begun
The Moon chase the sun out of the sky, Goodbye sunshine, the night is mine
Hey Moon, it's just you and me tonight, every one else is asleep
Hey Moon, if I was to fall, long for some dream
Though I doubt I'm gonna, you can wake me up if you wanna
I would hate for you to hang there all alone the whole night through
Hey Moon, my old friend
Hey Moon, the night is coming to an end
Hey Moon, comeback soon

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Poemúsica: Sophia de Mello Breyner e Linha Geral - "Porque os Outros"


"Porque
Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não."

Sophia de Mello Breyner Andresen in Mar Novo (1958)