O meu olhar, por Fernando Pessoa O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo comigo
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo.
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...
Num programa que desvenda a química escondida no nosso dia-a-dia, pode parecer estranho falar de Amor, quase sempre celebrado como um fenómeno espiritual, por vezes apenas físico, mas raramente visto como resultado da acção de algumas substâncias químicas sobre o cérebro. A verdade é que o "Amor" é um complexo fenómeno neurobiológico, baseado em atividades que envolvem a acção de um número elevado de mensageiros químicos.
"Mundo do Silêncio" é um projeto de fotografia dos artistas parisienses Lucie & Simon, tiraram fotografias às partes mais movimentadas das cidades de Nova York, Paris e Pequim, e altera-los em uma forma (mas tecnicamente incrível difícil) básico. Reconhecemos Times Square, Columbus Circle, e mais marcos da nossa própria terra natal, mas apenas mal - esses marcos geralmente as pessoas estão entupindo-os e com estas imagens surgem-nos vazios, totalmente desprovidos dos enxames de turistas e moradores locais que dão às áreas a sua personalidade. Aparentemente, a dupla de artistas usou um filtro neutro "normalmente utilizado pela NASA para analisar estrelas." O filtro permitiu que os fotógrafos fizessem exposições extra-longas , e depois cortar quaisquer objectos que se movam como pessoas ou carros. Vejam o vídeo do projeto embaixo.
Uma pérola...E o video faz-me lembrar algumas viagens que fiz de comboio com os antigos walkman nos ouvidos. Esta música tem um poema muito tocante, permitindo-se imensas interpretações.
Nine While Nine
And it's passing strange
And I'm waiting for the train
Caught up on this line again
And it's passing slowly
Killing time but it's better than living in what will come
And I've still got some of your letters with me
And I thought sometimes or I read too much
And I think you know
Let's drink to the dead lying under the water
And the cost of the blood on the driven snow
And the lipstick on my cigarettes
Frost upon the window pane
Nine while nine and I'm waiting for the train
She said do you remember a time when angels
Do you remember a time when fear
In the days when I was stronger
In the days when you were here she said
When days had no beginning
While days had no end when shadows grew no longer
I knew no other friend but you were wild
You were wild
Frost upon these cigarettes
Lipstick on the window pane
And I've lost all sense of the world outside
But I can't forget so I call your name
And I'm looking for a life for me
And I'm looking for a life for you
And I'm talking to myself again
And it's so damn cold it's just not true
And I'm walking through the rain
Trying to hold on waiting for the train
And I'm only looking for what you want
But it's lonely here and I think you knew
And I'm and I'm waiting and I wait in vain
Nine while nine and I'm waiting For the train [3x]
Enquanto For Nove Horas
Estranhamente o tempo passa
E eu estou aguardando o comboio
A aproximar-se nesta linha outra vez
E vagarosamente o tempo passa
Matando o tempo, mas isto é melhor que viver de esperanças
E eu ainda tenho algumas das tuas cartas e meditava para mim
E eu pensava as vezes ou eu lia muito
E acho que tu sabes,
Brindemos ao morto sobre a água
Ao custo do sangue na neve
E o batom no meu cigarro e
A geada sobre a vidraça
Enquanto for nove horas e eu esperar pelo comboio
Ela disse: lembras-te de um tempo quando os anjos,
recordas um tempo quando o medo,
Nos dias quando eu era mais forte,
Nos dias quando tu estavas aqui. Ela disse:
Quando os dias não tinham inicio,
Quando os dias não tinham fim e quando as sombras não se Prolongavam
Eu não conhecia outro amigo mas tu eras um solitário
Tu eras solitário
Geada sobre esses cigarros
Batom na vidraça
E eu perdi toda a noção do mundo exterior
Mais não consigo esquecer então, chamo o teu nome
E procuro uma vida para mim
E procuro uma vida contigo
E converso comigo mesmo de novo
E está tão frio que não parece verdade
E estou a passear na chuva
Tentando me manter firme na espera do comboio
E só à procura do que quero
Mas é solitário aqui e acho que tu sabes que estou a
Aguardar em vão
Enquanto for nove horas estou a aguardar o comboio...
...Notícias negras vindas do Japão dizem apesar de milhares de cidadãos se manifestarem contra, o Governo aprovou mesmo assim novo programa nuclear...quanto ao Rio, esse é mesmo Rio-20...Happy "caturday"...sempre VIVOS!
Sequenced. Decoding the DNA of 21 threespine stickleback fish (inset) showed the importance of regulatory changes in the evolutionary transition from a marine form, with bony plates (bottom), to a freshwater form (top).
Credit: (fish drawings)Felicity Jones/Stanford U.; (photo inset) Tim Howes/ Stanford U.
A tiny fish is helping to answer a big question about evolution. The threespine stickleback (Gasterosteus aculeatus) has long been abundant in the sea. But after glaciers melted 10,000 years ago, many wound up in new freshwater lakes and streams. In these unfamiliar environments, the fish lost their bony plates and spines and developed novel behaviors and physiology. A new study reveals that many of these relatively rapid changes were due not to mutations in specific genes, as some biologists had long assumed, but rather to changes in the activity of these genes. The finding should help focus more attention on the role of gene regulation in evolution, not just of fish but of all organisms, including humans.
For decades, evolutionary biologists have been fascinated by the repeated evolution of freshwater traits in marine sticklebacks. In these fish, evolution has duplicated itself thousands of times as marine ancestors moved into fresh water in many parts of the Northern Hemisphere, including Alaska, California, Europe, and Japan. All of these fish have undergone similar changes in their kidneys, body shape, eye size, and number of bony plates on their bodies. David Kingsley, an evolutionary biologist at Stanford University in Palo Alto, California, took advantage of this parallel evolution to look at how the genome causes these changes.
Porque tantas questiúnculas sobre direitos de autor? patentes?subsidios? amortizações? pirataria (não) oficializada? afinal, no mundo natural cópias/rascunhos fazem parte da evolução e sem isso não obteríamos diversidade nem sobreviveríamos e inclusive cópias restantes (restos) ficaram depois de extinções..como aconteceu a um certo ratinho que milhões de anos atrás evoluiu até nós, após a extinção dos dinossauros. Imaginem que os seres vivos tivessem que pagar por essas cópias? rascunhos???
Seis anos de trabalho ...sete continentes, 24 países ... Fotografia e edição por Sean F. White Música Original de Roy Milner
Se gostou do filme, sinta-se livre para compartilhar!
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Minha vida como cineasta tem sido uma grande jornada que me deu o privilégio de testemunhar os lugares mais incríveis e místicos do mundo. Estas imagens da nossa terra sagrada é a minha maneira de compartilhar com vocês esta experiência mágica ...
"Terra Sacra" significa Solo Sagrado em Latim.
Terra Sacra é um curta-metragem em locais remotos e antigos monumentos à volta do mundo. Estas imagens foram capturadas durante o meu trabalho e viagens pessoais entre os anos 2006-2012.
Juntei minhas imagens favoritas a partir de diferentes viagens para realizar esta curta-metragem e sem diálogos baseado em um tema muito querido para mim: A Terra Santa.
As imagens são acompanhadas por uma trilha sonora original pelo compositor Roy Milner. Este filme de 6 minutos, é uma jornada que nos leva através de três actos: (I) Terra Principal (II) O passado e o futuro são atingidos (III) Universo Eterno.
Este filme é um projeto pessoal para compartilhar a beleza e a grandeza que eu testemunhei em cada um desses lugares. Espero que consiga através dessas imagens sentir o poder intangível da nossa Terra Sacra.
Agradecimentos a:
Agradeço ao Art Wolfe para a contratação de mim como cineasta para série de televisão Art Wolfe’s Travels to the Edge, e me levou para as partes mais remotas do planeta Terra onde a maioria das imagens foram criadas para Terra Sacra. Art, és uma grande inspiração e um dos mais dedicado fotógrafos que eu já conheci! Aprendi muitas coisas na realização deste programa com a nossa equipa de produção incrível e eu vou ter histórias para contar para o resto da minha vida.
Agradeço ainda aos meus amigos e colegas Ian Herring e Maija Leivo Parallax Film Productions por pemitirem usar as imagens captadas para as megaestruturas de programas televisivos antigos (National Geographic Television Channel / História) e Castelo Batalha (Discovery / History Television / BBC). Estes estudos fornecem um acesso sem precedentes para alguns dos lugares mais emblemáticos do mundo antigo
Agradeço à minha esposa Deddeda, incrível, por seu amor e apoio constante neste projecto.
INFORMAÇÃO TÉCNICA
Principalmente tiro com a Canon 5D, 7D Canon e Canon 5D mkII.
Para editar usando o Adobe Bridge, LRTimelapse, Quicktime Pro e Final Cut Pro.
Todas as imagens foram expostas manualmente. As composições não foram utilizados em HDR.
Países (em ordem cronológica de disparo):
Bolívia, Chile, Estados Unidos, a Antártida, Quénia, Madagáscar, Inglaterra, Brasil, Austrália, Mali, Nepal, Nova Zelândia, Japão, Butão, Peru, Mongólia, Islândia, Camboja, Egipto, Jordânia, Filipinas, Síria, Polónia.
Sempre me intrigou a "verdade" budista. Sempre me pareceu ainda mais simples e ao mesmo tempo mais matemática e ecológica que o próprio cristianismo. No entanto, a frugalidade e o "desconforto" material que a prática budista exige per si, faz-me arrepiar da busca dessa "felicidade". Mas isto são tudo impressões, não uma postagem teórica nem tecnicista. No entanto, prefiro recolher as sabedorias e empenhar-me na realização/praxis das mesmas nalgumas situações da minha vida e na relação com os outros. E confidencio-vos que tanto as soluções budistas, judaicas, cristãs e muçulmanas, mesmo até pagãs, me têm ajudado no amor conjugal, no amor (universal) e a superar tristezas e luto, a resolver conflitos, e por outro lado a superar-me, a ascender ao nirvana (?) e a tornar-me uma pessoa "melhor".
Ethiopiques é uma série de discos compactos com cantores e músicos etíopes e eritreus. Muitos dos Ethiopiques são compilações de vários singles e álbuns dos selos Amha Records, Kaifa Records e Philips, lançados durante os anos 60 e 70 na Etiópia. Proeminentes cantores e músicos desta época que aparecem nestes lançamentos incluem Alemayehu Eshete, Asnaketch Worku, Mahmoud Ahmed, Mulatu Astatke e Tilahun Gessesse. No entanto, alguns Ethiopiques foram lançamentos com novas gravações.
Faces I once used to be just like you I used to care for things that didn’t matter And I wouldn’t mind what I do I would still believe that things got better
But there came a day when all this changed Where all of my life was rearranged Without a warning or a sign Taken away what once was mine
Refrão Don't try, don't waste your time Long before you feel it it will start to blow your mind
Decide, before you grow old if you want to get there, be there, stay where you where told
I don’t really know why I’m here Maybe there is someone who can tell me There are days when I see so clear When I know what people think around me
Even if I do not know their names I can sense all their pains All of the dreams they have inside All of the fears they try to hide
I see a painting on the wall Showing exactly what I feel Showing exactly what I feel How could it know?
I look at faces in a hall I see the stories that they hold I see the stories that they hold Passing me by
Em geomorfologia, um sistema de drenagem é o padrão formado pelos riachos, rios e lagos numa bacia de drenagem particular. Eles são regulados pela topografia da terra, seja a região em particular dominada por rochas duras ou moles, e o gradiente de terra. Os geomorfologistas e hidrólogos, muitas vezes aceitam os córregos (regos) como sendo parte das bacias hidrográficas. A bacia de drenagem é a região topográfica da qual recebe um fluxo de escoamento, fluxo de aluvião, e fluxo de água subterrânea. As bacias de drenagem estão divididas entre si por barreiras topográficas chamados um divisor de águas. A bacia hidrográfica representa todos os afluentes do córrego que fluem para algum lugar ao longo do canal de fluxo. O número, tamanho e forma das bacias de drenagem encontrados numa área varia e quanto maior for o mapa topográfico, mais informação sobre a bacia de drenagem está disponível
Na Moldávia, vizinha da Ucrânia, os salários dos trabalhadores do Museu de Etnografia e História Natural variam entre 50 e 187 euros...e alguns têm 85 anos. Eis o que os Gaspalazares e Borggia (A. Borges) ambicionam/deliram. Pessoas como nós! Não podemos aceitar! Vejam a reportagem fotográfica de Pablo Chignard
Há mais um documentário sobre os OGM a ser preparado...a "luta" é muito desigual...mas acordar mais gente e fazê-las reagir pela preservação das sementes é um acto de sobrevivência e é urgente! A atitude não é o "controlo", mas a diversidade, segurança alimentar, precaução e respeito. Neste trecho temos Claire Hope Cummings, autora do Uncertain Peril. Seu testemunho é magnífico!
Jeremy Seifert is the director of DIVE! Living Off America’s Waste and is currently working on his second documentary – The GMO Film Project.
Mandala (मण्डल) é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino.
Nas sociedades primitivas, o ciclo cósmico, que tinha a imagem de uma trajetória circular (circunferência), era identificado como o ano. O simbolismo da santidade e eternidade do templo aparece claramente na estrutura mandálica dos santuários de todas as épocas e civilizações. Uma vez que o plano arquitetônico do templo é obra dos deuses e se encontra no centro muito próximo deles, esse lugar sagrado está livre de toda corrupção terrestre. Daí a associação dos templos às montanhas cósmicas e a função que elas exercem de ligação entre a Terra e o Céu. Como exemplo, temos a enorme construção do templo de Borobudur, em Java, na Indonésia. Outros exemplos que podemos citar são as basílicas e catedrais cristãs da Igreja primitiva, concebidas como imitação da de Jerusalém Celeste, representando uma imagem ordenada do cosmos, do mundo. [ler mais no wiki]
Flora-On é um portal que agrega informação "fotográfica, geográfica, morfológica ou ecológica" sobre as plantas autóctones ou naturalizadas em solo português. O projeto, lançado pela Sociedade Portuguesa de Botânica, conta com o trabalho voluntário de vários cientistas e apela à participação do público.
O portal está organizado por ordens, famílias e géneros, e é rico em imagens associadas, facilitando a procura e identificação de plantas vasculares (plantas com vasos de transporte de água e seiva) presentes no território nacional.
A partir do momento em que escolhe determinada espécie, o utilizador pode ter acesso à descrição das suas características essenciais, a uma análise comparativa com outras plantas, e à localização no mapa de Portugal do exemplar em questão. O site não contempla, no entanto, plantas introduzidas no país para cultivo ou ornamentação.
As pesquisas podem ainda ser feitas a partir de uma ferramenta de identificação interativa, através das características diferenciadas de qualquer planta.
O projeto, lançado há cerca de 4 meses, está a ser desenvolvido "com base no trabalho voluntário de vários botânicos e investigadores" e, de acordo com a Sociedade Portuguesa de Botânica, está destinado ao "público especializado e não especializado", facultando-lhe acesso gratuito à informação científica sobre as plantas do solo continental, açoriano e madeirense (embora nos dois últimos casos, as secções ainda estejam em atualização).
Um tema que desafia a gravidade. O Planeta Pede a Paz [ver ainda teledisco de R.Sakamoto, com poema de Ducla Soares no BioTerra em 2006]
Do album "Comica" 2002.
Ryuichi Sakamoto, em japonês 坂本 龍一 Sakamoto Ryuichi (Nakano, 17 de janeiro de 1952), é um músico compositor, produtor e actor japonês, vivendo em Tóquio e Nova York.
Sakamoto estudou na Universidade Nacional de Tóquio de Belas Artes e Música, onde formou-se bacharel em composição e tornou-se mestre com ênfase em música eletronica e música étnica. Sakamoto gravou o seu primeiro disco em 1978, que inclui as canções "Thousand Knives" e "The End of Asia".
Na mesma época, tornou-se membro da banda de synth-rock/pop Yellow Magic Orchestra, juntamente com Haruomi Hosono e Yukihiro Takahashi. A banda conseguiu o top-ten britânico com o sucesso "Firecracker" no final dos anos 70 e foram uma grande influência no surgimento do acid house e do movimento techno do final dos anos 80 e começo dos 90.
Sakamoto colaborou com David Sylvian, da banda Japan, em muitos singles e álbuns. Ele também colaborou com grandes nomes da música internacional como Fennesz, Towa Tei e DJ Dmitry (do grupo Deee-Lite), Thomas Dolby, Bill Laswell, Nam June Paik, Roddy Frame (dos Aztec Camera), Iggy Pop, Caetano Veloso, e Rodrigo Leão. Sakamoto produziu o álbum de Virginia Astley "Hope In A Darkened Heart", de 1986, que inclui David Sylvian como convidado.
Participou ainda como actor e realizou bandas sonoras de filmes, muitos deles vencedores de prémios Oscar, Grammy e Globo de Ouro.
Jim Denevan é um chef, artista e surfista. Ele combina esses 3 gostos para criar "Outstanding in the Field" [ligação]. Visita a sua página oficial para saberes mais sobre este artista.
Para saberes mais (fundações, sítios que abordam os oceanos, seres vivos marinhos,etc.) consulta o meu Dossiê Oceanos, que entretanto foi actualizado.
A imagem seguinte ganhou a internet como a imagem mais impressionante do trânsito de Vénus, mas para mim é também uma das imagens mais impressionantes da história da astronomia e exploração espacial. A escala e o sentimento deixou-me em êxtase. Clica para ampliar. Esta imagem foi adaptada para se ajustar o formato 16:9. Ela foi tirada pela Hinode, uma missão conjunta da Agência Espacial Japonesa (JAXA) e a NASA.
JMC, bem, em 1985, contava eu 19 anos, quando ouvi Psichocandy e fiquei siderado. Encontrei de facto influências dos Velvet Underground mas com cadências e ritmos próximos dos Beach Boys. Contudo eram as letras que me encantaram. A subversão, a anarquia e a distorção sonoras faziam o resto. You Trip me Up é dos temas mais tocantes desta banda que até ao álbum Automatic souberam imprimir um cunho próprio e agreste.