Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Cartoon- As mulheres e o mundo



Desafio-te a contribuíres para alterar a condição das raparigas e das mulheres em Portugal e no Mundo. Sabias que:
- as mulheres e as raparigas correspondem a 3/5 dos 1.2 mil milhões de população pobre do mundo;
- as mulheres são 2/3 dos 960 milhões de adultos do mundo que não sabem ler;
- as raparigas representam 70% das 130 milhões de crianças que não vão à escola;
- as mulheres constituem a maioria da mão-de-obra agrícola a nível mundial;
- 60% das mulheres do planeta efectuam trabalho não remunerado ou mal pago na economia informal, o que as torna vulneráveis em termos financeiros e jurídicos.


Consulta ainda o Dossiê Ecofeminismo Actualizado

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Pensadores da Educação




Lista fantástica com os principais pensadores na educação.
Pensadores da Educação
Apresenta as suas biografias, frases, ideias e o que ler antes de se aventurar nas suas obras. Muito bom!

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Poemactivista do dia: "Os Pobrezinhos" de Armindo Mendes de Carvalho, por Mário Viegas







1. Cavaco Silva recebe 2.900 euros por mês para despesas de representação a que o cargo que ocupa obriga, noticia o jornal «i» na sua edição desta segunda-feira. 

A verba está consignada em Orçamento do Estado - 4,5 milhões de euros por mês para este ano. Este dinheiro serve para o pagamento de despesas do gabinete de Cavaco Silva, Casas Civil e Militar e também para pagamento de despesas de anteriores Presidentes da República, escreve o jornal.
Os 2.900 euros são acrescentados aos cerca de dez mil euros de pensões que o Presidente da República aufere.

2.Cada ex-Presidente da República custa 300 mil euros/ano (in Agência Financeira)

O Primeiro Grande Objectivo do Milenio (até 2015) é Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome ( ver
página dos OM 2015)


3. DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS DE MARIA CAVACO SILVA
BCP: Conta à ordem nº 882022 (1ª Titular) - 21.297,61 Euros; Depósito a prazo: 350.000,00 EUR (vencimento 4/04/2011); - BPI: Conta à ordem nº 60933.5 - 6.557 Euros; Depósito a Prazo: 140.000,00 Euros (juro 2,355%, vencimento em 21/02/2011); Depósito a Prazo: 70.000.00 Euros (juro 2.355%, vencimento em 20/03/2011). - PPR: 52.588,65 Euros; - Acções detidas: BPI - 6287; BCP - 70.475; BRISA - 500; COMUNDO - 12; ZON - 436; Jerónimo Martins - 15.000; - Obrigações BCP FINANCE: 330 unidades (Juro Perpétuo 4.239%); - FUNDOS DE INVESTIMENTO: Fundo ACÇÕES DE PORTUGAL - 2.340 unidades; Milenium EURO CARTEIRA - 4.324.138 unidades; POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND - 118.841.510 unidades.
Ainda não assinou a Petição Pedido de Demissão do Presidente da República?


Os pobrezinhos
Os Pobrezinhos
tão engraçados pedem esmolinha com mil cuidados
Todos sujinhos e tão magrinhos a linda graça dos pobrezinhos
De porta em porta sempre rotinhos tão delicados os pobrezinhos
Não façam mal aos pobrezinhos
Dêem-lhes pão e uns tostõezinhos
Os pobrezinhos tão engraçados pedem esmolinha com mil cuidados

Armindo Mendes de Carvalho

Étienne Chouard: a dívida e o fim do estado de providência


Étienne Chouard : la dette et la fin de... por cinequaprod

Toda a entrevista aqui
Entrevista sobre os Tratados da União Europeia (em português)
Website do autor

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

José Mário Branco - Sopram ventos adversos



O DN revela que o PR tem 39 mil euros à ordem, 612 mil euros a prazo, 15 mil em obrigações, 53 mil em poupanças-reforma, e mais de 100 mil acções em várias empresas do PSI20.
Embora Cavaco tenha prescindido do seu vencimento enquanto PR (6523€), muitas das suas despesas são cobertas ao abrigo das suas funções: alimentação, comunicações, deslocações, etc.- e pagamos TODOS NÓS!


Assine e divulgue a Petição Pedido de Demissão do Presidente da República Cavaco Silva

Entrevista da semana com Noam Chomsky (1996)




The Noam Chomsky website

Avram Noam Chomsky (Filadélfia, 7 de dezembro de 1928) é um linguista, filósofo e activista político.
Seu nome está associado à criação da gramática ge(ne)rativa transformacional, abordagem que revolucionou os estudos no domínio da linguística teórica. É também o autor de trabalhos fundamentais sobre as propriedades matemáticas das linguagens formais, sendo o seu nome associado à chamada Hierarquia de Chomsky.
Seus trabalhos, combinando uma abordagem matemática dos fenómenos da linguagem com uma crítica do behaviorismo,nos quais a linguagem é conceptualizada como uma propriedade inata do cérebro/mente humanos, contribuem decisivamente para a formação da psicologia cognitiva, no domínio das ciências humanas.
Além da sua investigação e ensino no âmbito da linguística, Chomsky é também conhecido pelas suas posições políticas de esquerda e pela sua crítica da política externa dos Estados Unidos. Chomsky descreve-se como um socialista libertário, havendo quem o associe ao anarcossindicalismo. [fonte wikipedia]

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Crise FMI, Portugal, Negócios, BPN, Offshore Gibraltar: Cavaco, Oliveira e Costa e Aldeia da Coelha



"Quando nos consideramos vítimas, somos "inocentes", os outros é que não prestam, e nós mesmos não precisamos nem podemos fazer nada. Achamos, então, que o líder, o colaborador, o Estado, o cliente, a conjuntura... teriam que mudar. Neste exacto momento o sentimento de "inocência" é uma sensação agradável e leve. Mas logo surgem os sentimentos desagradáveis, a raiva "dos outros".
Com esta disposição e atitude de vítima, nós apenas nos prejudicamos. Quem se sente vítima é incapaz de agir. Precisamos dar o passo para o outro lado: de vítima a autor, de alguém que se omite para alguém que empreende"
Anselm Grün / Friedrich Assländer
Assina o Pedido de Demissão do Presidente da República

Demo.crática


O Demo.cratica é um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português.


Tente pesquisar sobre qualquer assunto: geração à rasca, direitos da mulher, violência doméstica,ambiente, pesca, mobilidade, etc e ficará encantado com a rapidez, o elevado grau de precisão, longe da chata, obscura e cheia de mensagens erro da página do Parlamento.




Consultar ainda o Dossier Política do BioTerra

Domingo, 22 de Janeiro de 2012

Figura da semana: Vincent Browne - prestigiado jornalista irlandês, Vinny B faz as perguntas difíceis à Troika que ninguém parece querer perguntar




Que já se sabia que o primado económico e autofágico preside na UE, causa-me tristeza comprovar isto neste vídeo. O Ensaio sobre a Cegueira de Saramago ganha cada vez mais verdade.



"Qualquer verdade passa por três estágios: Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente combatida. Terceiro, é aceite como óbvia e evidente." 
Arthur Schopenhauer

Petição Pedido de Demissão do Presidente da República Cavaco Silva


Da sabedoria popular...
"Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!"

Nas suas recentes declarações enquanto Presidente da República Portuguesa o Sr. Aníbal Cavaco Silva afirma temer que as suas pensões num total acumulado 10.042€ (em 2011), sendo uma delas através do Banco de Portugal a qual não esteve sujeita aos cortes aplicados aos restantes cidadãos da Republica Portuguesa, não sejam suficientes para suportar as suas despesas, estas declarações estão a inundar de estupefacção e incredulidade uma população que viu o mesmo Presidente promulgar um Orçamento de Estado que elimina o 13.º e 14.º meses para os reformados com rendimento mensal de 600 euros".


Perante tão grande falta de senso e de respeito para com a População Portuguesa, entendem os abaixo-assinados cidadãos que Presidente da República Aníbal António Cavaco Silva, não reúne mais condições nem pode perante tais declarações continuar a representar a população Portuguesa.


Peso isto bem como o medíocre desempenho do Sr. Presidente da República face à sua diminuta intervenção nos assuntos fundamentais e fracturantes da Sociedade Portuguesa, os cidadãos abaixo assinados vêm por este modo transmitir que não se sentem representados, nem para tal reconhecem autoridade ao Sr. Aníbal António Cavaco Silva e pedem a sua imediata demissão do cargo de Presidente da República Portuguesa.


Os signatários


Assinar a Petição Pedido de Demissão do Presidente da República

Matemática, Música, Biologia, Programação e Design de Jogos - uma excelente conversa entre Will Wright e Brian Eno



Complete video at: http://fora.tv/2006/06/26/Will_Wright_and_Brian_Eno
Um excelente momento de puro prazer com dois grandes protagonistas da informática aplicada: um à música/comunicação/artivismo e outro ao jogo/estratégia/lúdico, com arte e mestria.

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

"Para as Futuras Gerações" e Campanha Rio + 20: “O Futuro que Queremos”





1. Campanha Rio + 20: “O Futuro que Queremos”

Nações Unidas no Brasil lançam campanha, em mídia sociais, para a Conferência Sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio + 20.
A ONU fez o lançamento mundial da campanha de TV “O Futuro que Queremos” para a realização da Conferência Rio + 20, que comemora em junho de 2012, os 20 anos da ECO 92. O evento, no Rio de Janeiro, contará com cerca de 50 mil participantes incluindo chefes de Estado e governo.
Neste spot de 56 segundos, cidadãos de várias regiões do globo explicam o que esperam do mundo nos próximos 20 anos. Eles fazem sugestões sobre mudança climática, produção de alimentos e empregos. As propostas serão enviadas aos líderes internacionais reunidos na cidade.

2. Relatório da Nature Conservancy: “Para as Futuras Gerações”



"Para as gerações futuras" tem sido a frase usada pelos educadores ambientais para explicar a sua motivação primária de proteger o mundo natural. Mas a motivação provavelmente veio do passado também. A maioria de nós consegue definir a sua apreciação do mundo natural por influência de um ancião inspirador, educador ou na época de hoje, a personalidade de media ou filmes. Os vídeos expostos na página da Nature Conservancy permite explorar, através de testemunhos, as conexões intergeracionais - desde a estória de um fazendeiro que honra seu pai e avô, trabalhando para mudar práticas ambientais no Brasil até um jovem cuja redescoberta pela conexão com a natureza lhe trouxe mais perto de seu pai. Todos nós esperamos inspirar a próxima geração, assim como a última geração nos inspirou. Que tipo de legado você quer deixar para trás?


Generations
Read the full 2011 Annual Report

Foto do dia - bike courier vs car courier


Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Ubuntu, uma “alternativa ecopolítica” à globalização econômica neoliberal


A ética do ubuntu se pronuncia contra uma interpretação ideológica capitalista da realidade. Sua filosofia nativa espiritual está em maior consonância com a Terra, suas criaturas e suas formas vivas, afirma a educadora sul-africana Dalene Swanson
Por: Por Moisés Sbardelotto | Tradução Luís Marcos Sander

Reconhecido como “um sistema de crenças, uma epistemologia, uma ética coletiva e uma filosofia humanista espiritual do sul da África”, o ubuntu é, em suma, “uma forma ética de conhecer e de ser em comunidade”. Essa é a opinião da doutora em Educação nascida na África do Sul e hoje residente no Canadá, Dalene Swanson.

Professora adjunta da University of British Columbia, em Vancouver, e de Alberta, em Edmonton, ambas no Canadá, Dalene encontra no ubuntu uma das formas de “humanismo africano”. Mas, diferentemente da filosofia ocidental derivada do racionalismo iluminista, “o ubuntu não coloca o indivíduo no centro de uma concepção de ser humano”: “A pessoa só é humana – explica – por meio de sua pertença a um coletivo humano; a humanidade de uma pessoa é definida por meio de sua humanidade para com os outros”.

O ubuntu, afirma Dalene, “é uma expressão viva de uma alternativa ecopolítica” e também “a antítese do materialismo capitalista”. Mas hoje, diz, a industrialização, a urbanização e a globalização crescentes ameaçam corromper esse modo de ser africano tradicional, pois o ubuntu se posiciona “contra essa interpretação ideológica da realidade por meio de uma filosofia nativa espiritual que está em maior consonância com a Terra, suas criaturas e suas formas vivas, e isso diz respeito a toda a humanidade em toda parte”.

Dalene Swanson é professora adjunta da Faculdade de Educação das University of British Columbia, em Vancouver, e de Alberta, em Edmonton, Canadá. Nascida na África do Sul, é membro associada do Centre for Culture, Identity and Education da University of British Columbia. É doutora em Educação pela University of British Columbia, com a pesquisa Voices in the Silence: Narratives of disadvantage, social context and school mathematics in post-apartheid South Africa. Sua tese lhe garantiu diversos prêmios de excelência, dentre eles o Canadian Association of Curriculum Studies Award de 2005; o prêmio Ted T. Aoki, do mesmo ano; e o American Educational Research Association Award de 2006. Dentre outras publicações, é autora do capítulo Where have all the fishes gone?: Living ubuntu as an ethics of research and pedagogical engagement, do livro In the Spirit of ubuntu: Stories of Teaching and Research [No espírito do ubuntu: Histórias de ensino e pesquisa] (Sense Publications, 2009).

Ubutu em Portugal: Escolas Livres

Confira a entrevista.

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Foto do dia- Oymyakan

Créditos aqui

Qual a cidade mais fria do mundo?
É a pequena Oymyakon, na Sibéria, cujos habitantes já suportaram 71,2ºC negativos.

Oymyakon, na língua do povo iacuto, significa “água que não congela”. Tremenda ironia: o chão deste vilarejo siberiano de 900 habitantes permanece congelado até no Verão. O nome, na verdade, refere-se à fonte do Rio Kuidusun, cuja água sempre corrente garante que a vida neste lugar seja possível. Foi em 26 de Janeiro de 1926 que se registou a menor temperatura do planeta num lugar habitado, espantosos 71,2 ºC, abaixo de zero. Menos que isso, só na Antárctica, onde os termómetros chegaram a 89,2 ºC negativos numa estação russa.

E a pequena Oymyakon não está tão perto do Pólo Norte nem a grande altitude, como se poderia imaginar. Fica a 700 metros do nível do mar e a sua latitude de 63 graus, distante ainda 3 graus do Círculo Polar Árctico. Tamanho frio acontece porque o vale onde o povoado se situa está cercado de montanhas que não deixam as massas de ar quente entrar. Os moradores de Oymyakon nem sabem o que é viver acima do zero grau centígrado.

Obviamente, não há canalização por aqui. E as casas são todas de madeira. Felizmente há escola, hospital, discoteca e até ligação à Internet. Afinal, é preciso estar preparado: o Inverno, período em que a temperatura ronda os 40 ºC, dura nove meses. Isso é tão frio que o hálito transforma-se em pequenos cristais de gelo quando se abre a boca. As tetas das vacas também congelam e, para não ficar sem leite, os habitantes locais costumam protegê-las com abrigos de pele.

Nos piores dias de Inverno, o frio chega a 60 ºC em Oymyakon. O solo começa a rachar e o ar estala. As escolas fecham e ninguém sai de casa. Há relatos de passarinhos congelados em pleno voo, que se esmigalham como vidro quando caem ao chão. Diante disso, não é difícil entender por que essa gente considera 30 ºC negativos um clima “agradável”. Para sorte deles, os cientistas acreditam que os 71,2 ºC negativos registados há 80 anos jamais se repetirão, por conta do aquecimento global. Ou seja, nem na cidade mais fria do mundo se fazem Invernos como os de antigamente...
Fonte: Wikipédia / Xavier Bartaburu, Revista Terra, n.º 175, Novembro de 2006 p. 28.

Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Música Transmórfica


Uma nova linguagem musical da Amazônia para o mundo.
A Música Universal das Linguagens (baseada nas vocalizações dos animais - Sem plagiá-los) é um pequeno ramo da “Música Transmórfica". A Música Transmórfica, foi criada pelos compositores paraenses, Albery Albuquerque e Thiago Albuquerque que se manifesta sobre, através e além das formas percebidas e não percebidas pela consciência humana. Este novo e gigantesco sistema musical transmórfico, trabalha com a simultaneidade entre arte e ciência.
Quem estiver interessado em conhecer essa nova música, ou quiser ouvir alguma conferência, ou audições comentadas (que como já dissemos, tem uma de suas vertente que é essencialmente ecológica e ambientalista) entre em contato pelo nosso e-mail: guirapuru@gmail.com

Links que demonstram a música transmórfica ao nível ecológico e ambientalista:





Página de Albery Albuquerque

Poesia Matemática

Bjork, por Inez van  Lamsweerde e Vinoodh Matadin, 2010
Poesia Matemática
por Millôr Fernandes

Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.

Sábado, 14 de Janeiro de 2012

U2 - All I Want Is You Live in Sydney [HD] Lovetown Tour



Há uma menina neste mundo que o torna mais belo para vivê-lo e hoje faz anos! ParabénsTeresa, meu bem!





Robert Haigh And Sema - Three Seasons Only



Em 1962 nasceu alguém especial::

Em 1995 unimo-nos e até agora tem sido um caminho de arte e biologia e muito amor e um filho por nós amado e querido

À Teresa, minha amada, os meus Parabéns!

Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012

Actualizei o meu Dossiê Artes e uWall


Consulta o dossiê Artes e Ideias e escolhe a música que preferires enquanto fazes as leituras, pesquisando-as no uWall 

uWall.tv é um serviço interessante que transforma um canal do YouTube numa muralha repleta de vídeos musicais. Ao clicar numa foto para ir ao replay instantâneo. 

uWall.tv, no entanto, também funciona como um motor de busca clássico onde pode encontrar artistas e músicas. Os vídeos são divididos em géneros e playlists. 

Podes aproveitar noutra oportunidade e também ouvir de acordo com o teu estado de espírito.
Ou então, limita-te a clicar num dos muitos cantores que aparecem na página de entrada!

Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

Ao fim de 30 anos de agricultura orgânica a Rodale Institute tem bons motivos para os celebrar- saiba porquê?

Uma quinta enorme experimental nos EUA tem razões mais que suficientes para celebrar seus 30 anos de existência: comprova que métodos orgânicos de agricultura são igualmente produtivos, necessita menos de 45% de energia que a convencional, protege os solos, é mais rentável e reduz em 40% a emissão de gases efeito de estufa. Relatório completo aqui

Rodale Institute - 30 anos Agricultura Biológica

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

Google preparou um doodle especial para Nicolas Steno

Nicolas Steno é alvo de uma homenagem do Google, através de um doodle que assinala o 374.º ano desde o nascimento do cientista e investigador dinamarquês. O seu trabalho na análise das rochas sedimentares, assim como, o seu conteúdo em fósseis foi fundamental para o desenvolvimento da Geologia moderna. A ele se deve os três principios da Estratigrafia física: sobreposição, horizontalidade e continuidade lateral dos estratos. (fonte: Associação DPGA)

Nicolau Steno (aliás Niels Steensen ou Niels Stensen, dinamarquês, nascido em 11 de Janeiro de 1638) foi um sábio na sua época. Inicialmente dedicou-se ao estudo da anatomia, tendo descoberto a glândula parótida e focou o seu trabalho sobre o sistema muscular e na natureza da contracção muscular. Utilizou a geometria para mostrar que um músculo em contracção altera a sua forma mas não o seu volume.


A obra que o notabilizou De solido intra solidum naturaliter contento dissertationis prodromus (1669)
Porém foi com os seus estudos em Geologia que se tornou célebre. [biografias muito completas em português, espanhol e francês . As versões inglesa e holandesa também estão particularmente muito boas!]
O meu Dossiê de Geologia foi por isso actualizado!

Um acervo enorme sobre Ciência na web


cientista não estuda a Natureza porque ela é útil; ele estuda, porque se deleita nela, e ele se deleita com ela porque a Natureza é linda. Se a natureza não fosse bela, não valeria a pena conhecer, e se a Natureza não valia a pena conhecer, a vida não valeria a pena viver. (Henri Poincaré)
Actualizei novamente o meu Dossiê Ciência. Desta feita foi no blogue da IPL, que encontrei essa colectânea reunida e bem descrita (em inglês)- eis o link, chamado "The Quest for Science".

Alguns serão bem conhecidos por peritos nas suas respectivas áreas, mas vale a pena clicar nesse link, pois revela muito mais. De qualquer modo, elaborei um pdf...não vá perder pelo caminho.

The Quest for Science

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

Livro do Mês - Eco-Ar-Te para o reencantamento do mundo.



Eco-ar-te Slideshow: Mimi’s trip


Eco-Ar-Te para o Reencantamento do Mundo (ref. 2254090) MICHÈLE SATO (Org.) - 2011

Esta obra, fruto do trabalho de 43 criadores, conta com um conjunto de significações distribuídas por seis poéticas: texto, imagem, paisagem, poesia, som e corpo. E, de fato, considerar a arte é combinar as imagens, objetos, ideias, sonoridades e sentimentos numa relação intrínseca ao domínio da imaginação e da criação. Este livro quer ressignificar nossos olhares, convidando para as trocas de lentes a fim de que a realidade seja percebida de uma maneira diferente. O título ´ECO-AR-TE´ foi escolhido por revelar três dimensões que conectaram os autores e, espera-se, tenham ressonâncias em outras pessoas: Ecologismo (eco) e Arte (ar) querendo se prolongar para além de nós mesmos (te). A eco-ar-te quer permitir que as pessoas percebam os fenômenos, as situações, os danos ambientais e as injustiças sociais, num jogo daqueles que não estão habituados a ter vitórias, mas jamais conseguiram perder as esperanças. O desejo é ir além da realidade cruel, resgatando o primitivo, os sonhos e as máscaras. Sem a pretensão de guiar-se pelas teorias, escolas ou tendências, a proposta desta obra é alçar voos livres celebrando a intuição da arte como significados da Educação Ambiental. Como Michael Lowy, almeja-se uma revolução eco-socialista que aposta na mágica ideia de reencantamento do mundo. Não se trata de uma reinvenção da luz, mas de um jeito diferente de percebê-la. Como diria Lautréamont, é um convite para lançarmos um novo olhar que perceba que a poética da Educação Ambiental deve ser feita por todos. A luta ecologista pode ser árdua, mas nada retira dela sua esperança em um mundo mais feliz.

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

O Atlas da Saúde Mental e a relação triangular entre ambiente saudável, saúde mental e loucura

Em 2011 foi publicado provavelmente o primeiro grande atlas mundial da saúde mental e podes encontrá-lo aqui.
Depois encontrei este artigo particularmente interessante, retirado daqui.

A relação triangular entre ambiente saudável, saúde mental e loucura 
Por Betânia Torres Cientista social, Mestre em desenvolvimento e meio ambiente. Doutoranda em ciências sociais (UFRN). betaniatorres@gmail.com 

Fui convidada a um desafio: escrever sobre ecologia, saúde mental e loucura. Como falar de maneira clara sobre temas complexos e atuais? São temas que exigem uma reflexão teórica profunda. E garanto, quem vos escreve não se encontra com essa loucura toda para escrever um texto na profundidade que estas questões merecem e requerem. Ainda assim, o que me disponho é elencar algumas das minhas inquietações. O primeiro desafio seria falar sobre ecologia. É comum, ao se ouvir o termo ecologia, logo visualizar mentalmente aquelas pessoas que defendem a ecologia, a natureza, o meio ambiente, ou seja, os ecologistas. Tudo isso é bem verdade. Mas é importante também que pensemos ecologia, como a “ciência da morada” e o meio ambiente a própria morada (KLOETZEL, 1998). E a natureza? Outra vez o senso comum! A natureza é conhecida como aquilo que não é artificial. Ou então, natural é o que a natureza fez. E artificial é o que o homem fez, mesmo com a ajuda ou com os recursos da natureza. (CARVALHO, 2003). Gonçalves (2006, p. 23) vai nos dizer que “toda sociedade, toda cultura cria, inventa, institui uma determinada idéia do que seja a natureza. Nesse sentido, o conceito de natureza não é natural, sendo na verdade criado e instituído pelos homens”. Então, quando falamos em natureza, não falamos apenas das coisas, ou dos bichos, das plantas, dos rios, das montanhas etc, mas também da maneira como vemos essas coisas, em particular integradas a um conceito que nós criamos: a totalidade a que chamamos natureza (CARVALHO, 2003). E de que maneira se articulam ecologia e saúde mental e loucura? Aqui, vale recorrer a Isabel Cristina de Carvalho (2004), quando ela diz: “a palavra ecologia, além de designar uma área do conhecimento científico, foi associada aos movimentos e práticas sociais que ganharam as ruas e conquistaram muitos adeptos para o projeto de mudança da sociedade em uma direção “ecológica”. Tratava-se de uma reação, uma oposição mesmo à racionalidade e ao modo de vida da sociedade industrial, tecnocrática, padronizada, consumista. As suas raízes estão nos movimentos de contracultura, que emergiram nos anos 60, na Europa e nos Estados Unidos, cujo marco foi as manifestações estudantis de maio de 1968 na França. A crítica ecológica, então, situa-se entre as vozes contestatórias do estilo de vida contemporâneo denunciando sua face materialista, agressora ao meio ambiente e bélica. Como podemos ver, trata-se de uma grande loucura tudo isso. Basta assistirmos ao filme Hair, de Milos Forman, lançado em 1979, nos Estados Unidos, cujo enredo é uma crítica ao estilo de vida norte-americano, a Guerra do Vietnã, ao individualismo no sentido do primeiro eu, eu e eu; para observarmos as diversas formas de loucuras – a dos hippies, que pregavam Paz e Amor, viver em coletividade e em comunhão com a natureza; e, a da sociedade americana, de classe média, presa aos valores burgueses de família, propriedade e de consumo. Então, o modelo de sociedade baseado no tripé mercado, produção e consumo, passou a ser bastante questionado e criticado. Sobretudo, pelas suas mazelas para o meio ambiente, com a visibilidade da degradação ambiental e pelo reconhecimento de que os recursos naturais não são infinitos. O amadurecimento das discussões em torno da problemática ecológica, denominada crise ambiental evoluiu no sentido de se reconhecer que não era apenas a natureza que estava sendo depredada. A degradação ambiental também afeta a sociedade, daí tratar-se, na verdade, de degradação socioambiental, pois natureza e sociedade estão entrelaçadas. A loucura da razão do capitalismo de produzir e criar necessidades de consumo visando lucro, por meio do uso intensivo dos recursos naturais e da concentração de riquezas, tem gerado boa vida para poucos e pobreza e miséria para milhares. De modo que a loucura se instala na ganância e na ausência do acesso aos recursos e oportunidades para a garantia de sobrevivência de milhares de famílias mundo a fora. Daí, que entendo a ecologia, no sentido de movimento ecologista, que atua no sentido da construção de ambientes saudáveis, que seria a possibilidade e o direito de todas as pessoas de viver e morar com dignidade, de respirar ar puro, beber água potável, passear em lugares com paisagens notáveis, apreciar monumentos naturais e culturais, de serem respeitadas nas suas diferenças, etc. Defender esses direitos é um dever de cidadania, e não uma questão de privilégio. Todavia, muitas vezes, a defesa desses direitos é concebida como uma loucura, uma insanidade, utopia. Então penso que a relação triangular ambiente saudável, saúde mental e loucura não é linear e nem uma conta exata. Contudo, é possível que em ambientes saudáveis haja saúde mental e a loucura possa ser compreendida, na dimensão em que ela, a loucura, propicia saltos à condição humana. Como é possível ter saúde mental em meio ao mundo atual? Primeiro, o termo saúde mental também é dinâmico. Até pouco tempo saúde mental era o contrário de doença mental. Hoje, a saúde mental é definida como a capacidade humana de estar de bem consigo e com os outros, de aceitar as exigências da vida, saber lidar com as boas emoções e também com as desagradáveis: alegria/tristeza; coragem/medo; amor/ódio; serenidade/raiva; ciúmes; culpa; frustrações. Digo isso, porque me situo numa sociedade moderna ocidental, onde a ciência, a técnica e a informação são elementos chaves de poder e dominação, com a tendência a que outras formas de expressão do ser humano sejam preteridas pela sociedade. Ou seja, o que não estiver dentro dos padrões sociais, é considerado desvio, anomia, doença social, patologia. Logo, deve ser tratado como tal. O que faz muito mal para a criatividade, para a espontaneidade, para a liberdade, para a vida humana. Tudo isso é muito louco, porque em meio a uma série de normas, padronizações de condutas e comportamentos, exigências e competitividade, concorrências, corrupção, desonestidade etc, existe também o espaço para a cooperação, solidariedade, amizade, honestidade, etc. E não são espaços paralelos, bem definidos por si só. São espaços de mútua convivência. E logo me lembrei de Lya Luft, no seu livro “Múltipla Escolha”. Ela diz que a coerção social é muito poderosa, e o espírito de manada, o desejo de nos adequarmos ao grupo, à tribo não é ruim, mas quando é excessivo nos infantiliza e nos inibe no nosso crescimento enquanto indivíduos e sociedade. A imposição cultural é muito forte, vinda de modelos que, em geral, são impossíveis e, muitas vezes, desastrados. Aceitar as diferenças, essa dança dos desiguais que é a vida, o convívio, a família, o trabalho, etc, é um tipo de sabedoria que a gente devia buscar. Penso que a questão ecológica trouxe para a sociedade atual a capacidade de enxergar o outro na sua amplitude, esse outro é o humano e não humano. E nessa medida, possibilitar a conjunção ser humano-natureza, que havia sido cortada no Iluminismo, com o império do progresso e da razão. E finalizo soltando as asas, pois, enquanto escrevia, não sei por que me veio à memória a música Dancing Days, de Lulu Santos: “abra suas asas, solte suas feras, caia na gandaia, entre nessa festa. E leve com você, seu sonho mais louco, eu quero ver seu corpo lindo leve e solto. A gente às vezes sente, sofre, dança sem querer dançar...Na nossa festa vale tudo, vale ser alguém como eu, como você...” 
 Referências 
CARVALHO, Marcos. O que é natureza. São Paulo:Brasiliense, 2003. (Coleção Primeiros Passos; 243). CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. 
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des) caminhos do meio ambiente. 14 ed. São Paulo: Contexto, 2006. 
LUFT, Lya. Múltipla escolha. Rio de Janeiro: Record, 2010. 
KLOETZEL, Kurt. O que é meio ambiente. São Paulo: Brasiliense, 1998. (Coleção Primeiros Passos; 281).

Domingo, 8 de Janeiro de 2012

Sons dos planetas do sistema solar gravados pelas sondas espaciais (NASA)


Escolhi os sons de Júpiter, mas no youtube já podem encontrar desde filmes inteiros da NASA ou partes, com sons electomagnéticos irradiados de planetas principais, como Saturno e Úrano, mas também das luas destes planetas. Os sons são de facto surpreendentes (ouçam também nesta postagem os sons da Terra no espaço), num Universo em que o senso comum imaginará "silencioso".

Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

A informação geográfica como ferramenta essencial para o planeamento e gestão sustentável do litoral

Mestrado em gestão do território da zona litoral costeira portuguesa (resumo alargado)

Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

UNEP/GRID-Arendal


O Programa Ambiental das Nações Unidas – United Nations Environmental Program – tem na Grid-Arendal uma instituição de apoio ao seu objetivo de investigar, disponibilizar e fazer a gestão de informações ambientais de forma acessível para o público em geral. Seleccionei este gráfico pois demonstra o grau de dificuldade de penetração das famosas TIC - tecnologias de informação e comunicação- em muitos países, bem como as gritantes assimetrias de gastos/investimento bem como nalguns países o grau de silenciamento das mesmas.

Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

Palestra da Semana: Segurança energética e alterações climáticas

Segurança energética e mudanças climáticas from cpfl cultura on Vimeo.

Todos sabemos que a relação economia, poder, política e ambiente nunca foram tão questionadas como nos últimos 40 anos. Contudo, o divórcio continua e corremos seriamente o risco de alterações "subtis" (degelo das calotes polares, furacões mais intensos, secas prolongadas) poderão esconder cataclismos de ampliação imprevisíveis (pandemias víricas e bacterianas, destruição de depósitos de lixo radioactivo, enriquecimento de urânio/plutónio para fins (para)militares,  insegurança alimentar e energética) devido à acção do Homem. Não há crise de opinião pública: as estatísticas demonstram que muitas pessoas gostariam de ter fontes de energia limpa, produtos alimentares biológicos, etc. Não há crise tecnológica igualmente importante! A crise é política.
Neste vídeo, estas e outras questões são levantadas pelo professor e pesquisador Roberto Schaeffer que comenta as questões de segurança energética e alterações climáticas. Os grandes eventos desportivos como a Copa 2014 começam também a interessar-se por estas questões e ainda bem!

Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

Sem matar é possível. Para uma nova ciência política global por Glenn Page





Num 2011 em que o medo vai infiltrando e matando a humanidade, vamos agarrar 2012 com energia e realizações construtoras da Paz e Sustentabilidade. O livro Sem matar é possível. Para uma nova ciência política global por Glenn Page fala que temos um meme em que dada as diversas formas de expressão da Paz (orações, poesias, arte, acções, religião) ela é transmissível  às gerações seguintes e obedece a regras hereditárias, como genes. 
Estes temas também inspiram-nos.





Os Dossiês Alterações Climáticas e Paz foram actualizados.

Blogue da Semana - Sky Truth

Containers on the stern deck of the 47,230 tonne Liberian-flagged Rena hang precariously, about 12 nautical miles (22 km) from Tauranga, on the east coast of New Zealand's North Island. Photo courtesy of SeaNews.com.
Tradução livre do que é este excelente blogue para o séc.XXI- Sky Truth. Guarde já nos seus favoritos.



SkyTruth promove a conscientização e proteção ambiental com sensoriamento remoto e tecnologia de mapeamento digital. Nós fornecemos imagens impressionantes apoiado por informações cientificamente sólidas sobre o nosso ambiente em mudança para estimular mudanças na proteção do habitat, conservação da biodiversidade e gestão sustentável dos recursos. Nós projetamos e realizar os nossos projectos em estreita parceria com grupos ambientalistas, planejadores locais e gestores de recursos para complementar o seu trabalho em um amplo espectro de questões ambientais.

SkyTruth missão é motivar e capacitar novos grupos de proteção ambiental. Nós usamos imagens de satélite cientificamente credível e outras tecnologias de visual para criar imagens atraentes que ilustram vividamente os impactos ambientais e fornecer essas fotos e dados de apoio para os defensores do ambiente, da mídia e do público.

SkyTruth vislumbra um mundo onde todas as pessoas podem ver e compreender as conseqüências ambientais da atividade humana em toda parte na terra, e são motivados a tomar medidas para proteger o meio ambiente.

Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Declaração de Interdependência, por David Suzuki, faz 20 anos!

A Declaração de Interdependência expressa os nossos valores como uma organização. Foi escrita para a Cimeira da Terra 1992 das Nações Unidas no Rio de Janeiro.





Isto nós sabemos

Nós somos a terra, através das plantas e animais que nos alimentam.
Nós somos as chuvas e os oceanos que fluem através de nossas veias.
Estamos a respiração das florestas da terra, e as plantas do mar.
Somos animais humanos, relacionadas com todas as outras formas de vida como descendentes da célula primogénito.
Partilhamos com esses parentes uma história comum, escrito nos nossos genes.
Partilhamos um presente comum, cheio de incertezas.
E nós compartilhamos um futuro comum, ainda incalculáveis.
Nós, seres humanos somos apenas uma das 30 milhões de espécies a tecer a fina camada de vida que envolve o mundo.
A estabilidade de comunidades de seres vivos depende dessa diversidade.
Ligados nesta teia estamos interligados - usando, limpeza, reposição de partilha e os elementos fundamentais da vida.
Nossa casa, o planeta Terra, é finito; toda a vida partes dos seus recursos e da energia do sol e, portanto, tem limites para o crescimento.
Pela primeira vez, temos tocado os limites.
Quando comprometer o ar, a água, o solo e a variedade da vida, roubar o futuro sem fim para servir o presente fugaz.

Isto cremos


Os seres humanos tornaram-se tão numerosos e nossas ferramentas tão poderosas que temos conduzido criaturas à extinção, os grandes rios represados, florestas derrubadas antigas, envenenado a terra, chuva e vento, e os buracos rasgados no céu.
Nossa ciência tem trazido dor, bem como a alegria, o nosso conforto é pago pelo sofrimento de milhões.
Nós estamos aprendendo com nossos erros, estamos de luto nossos parentes desapareceu, e nós agora construir uma nova política de esperança.
Nós respeitamos e defender a absoluta necessidade de ar limpo, água e solo.
Vemos que as atividades económicas beneficiando poucos e reduzindo a herança de muitos estão errados.E uma vez que a degradação ambiental corrói o capital biológico para sempre, custo ecológico e social plena deve entrar todas as equações de desenvolvimento.
Nós somos uma geração breve na longa marcha do tempo; o futuro não é nosso para apagar. Então, onde o conhecimento é limitado, vamos lembrar de todos aqueles que andarão cá depois de nós, e decidirmos sempre do lado da prevenção/precaução.

Isto resolvemos

Tudo isto que nós conhecemos e cremos deve agora se tornar a fundação da nossa maneira de viver.
Neste ponto de viragem no nosso relacionamento com a Terra, nós trabalhamos para uma evolução: da dominação para a parceria; da fragmentação à conexão, da insegurança para a interdependência.

Ainda não Assinou?

Assinar a Declaração de Interdependência

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