Domingo, 31 de Julho de 2011

Cavaco e o fim de 800 kms de ferrovia

1980s 1990s 2010s - 3 gerações emparedadas - há que abrirmos um murro neste muro capitalista

1980s- Killing Joke - Proféticos com o seu "Eighities"



1990s - Nirvana -Come As you Are (curiosamente com o riff de guitarras dos Killing Joke)



2010s - Placebo - You Don't Care About Us



Se isto é só "lúdico"? Creio que não. São avisos artísticos de que algo vai mal, mesmo mal na sociedade das úlitmas 3 décadas. Tirem as vossas conclusões.

QUAL É A NOTÍCIA DO DIA?





Eis a notícia do dia na generalidade dos jornais do grande capital:
«As fortunas dos 25 mais ricos aumentaram 17, 8%»

No desenvolvimento da notícia, ficamos ainda a saber que
«As 25 maiores riquezas valem 17, 4 mil milhões de euros e representam 10, 1 % do PIB».

Os jornais não dizem, mas podiam e deviam dizer, que para estes 25, quanto mais «crise», melhor...
Mas deixemos isso, por agora, e fixemo-nos naquele que é o detentor da maior das 25 maiores fortunas: Américo Amorim: «2, 6 mil milhões de euros».

E, a propósito, ouçamos esta história exemplar que o Avante! de hoje nos conta:

Em Maio de 1974, a corticeira Mundet encontrava-se em falência técnica.
Graças à acção dos trabalhadores, com imenso trabalho, fruto de uma vastíssima carteira de encomendas, grande parte dela sustentada pelos países socialistas de então, e que permitiu retirar a empresa do atoleiro em que a administração corrupta, fascista e incompetente a tinha colocado, a Mundet foi salva.
Posteriormente, Mário Soares, então primeiro-ministro, recusou fazer da Mundet uma empresa pública e, seguindo pelos trilhos da sua democracia, optou pela democrática decisão de a entregar aos antigos patrões.
Assim começou o definhamento da empresa que, em 1985, deixou de pagar atempadamente aos trabalhadores e foi à falência.
Por iniciativa dos trabalhadores e das suas estruturas representativas, foi aprovado em assembleia-geral de credores um plano de viabilização da empresa, plano que os governos PS/PSD/CDS não respeitaram:
preferiram - sempre trilhando o caminho da democracia... - optar pela criação de monopólio no sector corticeiro e entregá-lo à família Amorim» - a tal que, como vimos lá em cima, é hoje a 25ª mais rica do País...
Quanto à Mundet, encerrou e 1988, ficando por pagar salários de trabalhadores, bem como as respectivas indemnizações.
Os trabalhadores recorreram para os tribunais.
A resposta destes tardou, tardou, tardou... e finalmente chegou: neste ano de 2011, 23 anos passados...

POR DECISÃO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE LISBOA, OS TRABALHADORES COMEÇARAM A RECEBER AS INDEMNIZAÇÕES.
Dir-se-á que mais vale tarde que nunca... mas quem isso disser está profundamente enganado: também a decisão do Tribunal segue à risca os trilhos de democracia nos quais se movimentam a política de direita e a sua justiça:
O VALOR DAS INDEMNIZAÇÕES DOS TRABALHADORES VARIA ENTRE 26 CÊNTIMOS E 30 EUROS.
Agora, digam lá: entre a notícia dos 25 mais ricos e a notícia das indemnizações de 26 cêntimos a 30 euros, qual é a notícia do dia?

Música do BioTerra: This Mortal Coil - You and Your Sister



Pai, onde estás mais em minha vida para me dares um conselho? Tu que morreste tinha eu 11 anos.
Mirinha, minha segunda mãe, me ajuda com alguma luz neste inferno que está a ser as minha férias e que não as tenho? Mas tu morreste quando eu tinha 22 anos.
Toninho, homem de força, precisava agora do teu abraço forte. Mas morreste tinha eu 39 anos.
Rosa, uma rosa do mundo, generosa e me deste do teu sorriso, onde estás para me ajudares, tu que morreste tinha eu 40?
Tio Zeca, amava-te tanto, homem dos sete ofícios e cosmopilita. Tenho tantas saudades tuas, morreste tinha eu 40?

Sinto tanto mas tanto a vossa falta! Tento ser como vós e sempre vos honrarei em vida.

Sábado, 30 de Julho de 2011

Cluster and Eno - Für Luise



Eu a avisar que Agosto ia ser medonho.. e afinal eu já estou neste turbilhão...Vou procurar falar com o ar, o meu amor, meu filho, para ganhar forças....estou num fio...falem baixinho, para sarar as feridas abertas. Com 19 anos de serviço, um Mestrado, efectivo e a meio de um contrato de 4 anos numa escola em que já lá estive 3 anos atrás, intercalados, fiquei sem horário. Disseram-me por mail, 5ª-feira para concorrer ao DCAL. Dizem no site do Minsitério da Educação que começa segunda-feira. Dia 1 de Agosto oficialmente é o meu primeiro dia de férias.Uma mãe de uma aluna minha levantou-me a moral dizendo que eu era um excelente profissional e que ganhasse auto-estima que tudo correira bem na nova escola. Outra amiga minha por mensagem escreveu-me como fui impecável durante a correcção de exames no ano passado. Entretanto, o que mais me doi nisto tudo é que ninguém da minha escola me telefonou directamente, falar comigo, saber como estou . Só 1 colega por mail e 3 (e agora mais uma) por facebook. ....tudo se retraiu...estou tão triste. Boa noite.

Os desvios colossais de Passos Coelho

Código de barras da vida acelera identificação das espécies

Divulgação/Unesp
Nos próximos quatro anos, 10% da biodiversidade brasileira será catalogada com ajuda da técnica conhecida como DNA barcoding e assim impedir o tráfego criminoso de animais exóticos

Análise de DNA ajudou a revelar uma nova espécie de Tetragonopterus, peixe que vive no rio Jari Análise de DNA ajudou a revelar uma nova espécie de Tetragonopterus, peixe que vive no rio Jari (Divulgação)
Para o Ibama, a cena não tem nada de inusitada. Uma pessoa é detida em flagrante no aeroporto com ovos presos ao corpo. Sabe-se que o tráfico de animais silvestres é considerado crime ambiental, mas não se sabe ao certo que espécie foi apreendida. Se a ave estiver na lista dos animais em risco de extinção, a punição pode ser mais dura. Mas como saber de que espécies são os ovos? A tarefa, às vezes árdua até para taxonomistas, deve receber uma mãozinha extra agora que brasileiros se uniram ao consórcio internacional Barcode of Life (iBol). Cerca de 10% da biodiversidade brasileira será catalogada em quatro anos com a ajuda de uma técnica conhecida como DNA barcoding, o ‘código de barras da vida’.
O código de barras tradicional é uma representação gráfica em preto e branco de dados numéricos, conforme as diferentes larguras das faixas. No código da vida, as cores correspondem às bases da sequência do DNA
Ficha de espécie catalogada. O código de barras tradicional representa em preto e branco dados numéricos. No código da vida, cores representam as bases da sequência do DNA
A ideia é a seguinte: um trecho da sequência de DNA de cada exemplar brasileiro será usado para produzir o que seria um ‘análogo’ do código de barras utilizado em produtos em geral. “A diferença é que para identificar produtos se utiliza uma sequência de números e nesta técnica se usam sequências de nucleotídeos, que são os bloquinhos que constituem o DNA”, explica Cláudio Oliveira, pesquisador do Instituto de Biociências da Unesp em Botuctatu e coordenador da Rede de Pesquisa de Identificação Molecular da Biodiversidade Brasileira (BR-BoL), criada no final de 2010. A meta é identificar 120.000 exemplares de 24.000 espécies nos próximos anos. “Assim como os códigos de barras são característicos dos produtos, as sequências de DNA são características das espécies."

Divulgação/Unesp
Pesquisador do Instituto de Biociências da Unesp, Cláudio Oliveira. coordena a rede brasileira envolvida no projeto de catalogação de 'códigos de barra da vida'
Cláudio Oliveira coordena a rede brasileira de barcoding
O primeiro passo da rede brasileira é analisar o material que há tempos está disponível em laboratórios e coleções científicas. Isso, contudo, não impede que exemplares nunca antes catalogados sejam identificados: muitas espécies não se distinguem do ponto de vista morfológico, e apenas análises genéticas podem diferenciá-las. É o caso de uma nova espécie de Tetragonopterus, identificada pela equipe coordenada por Cláudio Oliveira. Trata-se de um peixe encontrado nas águas amazônicas do Rio Jari, na divisa entre os estados do Amapá e Pará. Os resultados obtidos pelo DNA barcoding revelaram uma significativa diferença  entre a nova espécie e as demais do gênero.
Pressa - Existem atualmente cerca de 1,7 milhão de espécies catalogadas no mundo, e estima-se que haja mais 4 milhões ainda desconhecidas. Só no Brasil, acredita-se que haja 600.000 espécies por conhecer (estimativas mais ‘otimistas’ apontam que o número pode chegar a quase 2 milhões). Os cientistas até poderiam se valer de estratégias convencionais da taxonomia para encontrá-las ao logo dos anos, mas há certa urgência em função de ameaças ambientais, do desmatamento às mudanças climáticas. “É muito importante que possamos ter a visão mais ampla possível da nossa biodiversidade antes que impactos irreversíveis levem um grande número de espécies à extinção”, ressalta Oliveira. “E é muito mais fácil conservar o que conhecemos.”

O que é DNA barcoding?


É a identificação genética dos seres vivos segundo determinados padrões. Para tanto, dois aparelhos são utilizados. No chamado termociclador, amostras de DNA são copiadas, a partir de algum tecido do animal, como pele, carne, sangue etc. No sequenciador, é feita a leitura do código genético. É a mesma estratégia do sequenciamento de genoma, a não ser por um detalhe: apenas um fragmento de um único gene presente em todas as espécies é usado para comparações – o gene codificador da proteína Citocromo Oxidase I (COI). Ele é considerado um bom marcador por combinar trechos muito variáveis a outros de grande regularidade. Mas não é o único, nem se presta a todo tipo de espécie. Para plantas, por exemplo, os cientistas costumam usar outros trechos do DNA.
O entomologista José Albertino Rafael, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, acredita que a técnica é um avanço para a taxonomia: “Vamos demorar mais mil anos para catalogar todos os animais se continuarmos no ritmo que estamos”. Para identificar uma nova espécie, é preciso compará-la aos exemplares já identificados. “Conforme o grupo vai ficando maior, fica mais difícil descrever novas espécies, porque é preciso conhecer todas as existentes e catalogadas”, explica. Um banco de códigos de barra pode acelerar as comparações. Mas o cientista Rafael ressalva que isso não exclui a necessidade de caracterizar a espécie morfologicamente.
Escala - A análise de material genética faz tempo é uma ferramenta conhecida dos cientistas. A equipe do geneticista da PUCRS, Eduardo Eizirik, por exemplo, realizava trabalhos de identificação molecular de organismos com técnicas semelhantes há mais de cinco anos. “O que mudou com o barcoding foi a escala. É a ideia de padronizar os processos de identificação em nível global para toda a biodiversidade e prezar pelo zelo no processamento de vários passos necessários para criar uma base de dados completa e integrada”, explica o pesquisador, que passou a coordenar a geração de código de barras em mamíferos, aves, répteis e anfíbios.  “Até onde eu sei, nunca houve uma rede de pesquisa no Brasil focada nesse assunto com esta amplitude, então isso já é uma conquista”.
Para além do ambiente acadêmico, uma rede ampla e padronizada de identificação genética pode ter aplicações tanto no combate ao tráfico de animais como no controle de fraudes no comércio de produtos animais. Isso porque o barcoding permite a identificação da espécie a partir de partes dos bichos, como um pedaço de carne, osso ou pelos, sangue etc. Nos Estados Unidos, o código de barras da vida já está sendo usado pela Food and Drug Administration, que regula alimentos e medicamentos, como forma de conter fraudes na importação de produtos animais.
Arte/VEJA
A biodiversidade no Brasil e no Mundo

Ainda Diogo Leite de Campos, vice-presidente do PSD, e os ricos


Fonte: Aventar

Este vídeo cá da casa tem tido algum sucesso: 78º mais comentado, na sua categoria, na semana passada (contas do Youtube).

Desses comentários destaco este, de resto o mais votado, assinado por d3kay:

Houve alguém que disse que bom era este gajo levar 10000 chapadas por mês. Mas se levarmos em conta que sobre estas 10000 chapadas incidem 42% isto significa que este gajo fica reduzido a 5800 chapadas. Será que se pode dizer que 5800 chapadas por mês, em casa, de roupa lavada, com comida, por instrução dos filhos, e isso tudo, é muito? Largar 5800 chapadas por mês, em qualquer país europeu é de classe média baixa, será que são estes os costumes portugueses? Isto… não chega sequer pró kim sung.

E já agora, quem quiser ver a reportagem completa da SIC de onde foi retirado este tesourinho, pode fazê-lo aqui. Ainda há mais momentos épicos, como uma lição de fuga aos impostos, na condição de advogado, que vos deixo:



Ou sobre os coitadinhos dos ricos se lhes apertarmos o pescoço

Música do BioTerra: Chris Bell - You and your Sister



They say my love for you ain't real
But you don't know how real it feels
All I want to do
Is to spend some time with you
So I can hold you, hold you
Your sister says that I'm no good
I'd reassure her if I could
All I want to do
Is to spend some time with you
So I can hold you, hold you
Plans fail every day
I want to hear you say
Your love won't be leaving(Run Run, Run Run)
Your eyes ain't deceiving(Run Run, Run Run)
Fears will soon fade away
Smile now, don't be afraid
All I want to do
Is to spend some time with you
So I can hold you, hold you
And let me whisper in your ear
Don't you worry, they can't hear
All I want to do
Is to spend some time with you
So I can hold you

Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

Os companheiros de viagem



Eu teria milhões de razões para estar constantemente revoltado. Na minha vida já morreram muitos familiares meus e que os adoro e outros perdoei, uns são meus modelos de vida,outros são modelos daquilo que nunca serei na vida, me fizeram sofrer imenso, mas fiquei em paz comigo mesmo, PERDOANDO-OS. Os que me amaram deixaram-me "orfão" cedo - creio eu, olhando para a realidade que contacto com os restantes mortais - e cedo assumi muitas responsabilidades , sempre na senda de decencia, cresciemnto intelectual e de partilha e o que vejo é gente afunilada em mais lucro, mais juros para cobrar, mais vaidades- colegiozinhos privaods, 2 a 4 carros para cada membro da família....2 a 3 casas , senhorios que não querem fazer obras de restauro, etc  e não se apreceberem que quem recebe deve dar em troca- quer pela sua diplomacia, a sua honradez, algum voluntariado e porque não parar com o "crescimento do património familiar- porque só viver para "nós" destruiu o País.A nossa liberdade deve ter algum salário, e bem-estar  mas roubá-lo por intocáveis (com ou sem canudo) é CRIME. E depois: vem  um cancro e outras causas de morte e lá vão..., vidas (humanas e não-humanas) dos outros estragadas por causa de actos nossos é imperdoáveis bem como chutar para as outras gerações irresponsabilidades nossas é CRIME. Façamos a nossa parte, enquanto vivos.

Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

"Ética republicana" por Pedro Quartin Graça


I saw my lady weep: I saw my Democracy weep; I saw my Teachers (Education) weep; I saw my Nation weep, I saw my Earth weep



O Super Ministro Vitor Gaspar promete redução drástica das entidades públicas (mas não olha para o seu prórprio umbigo, isto é, os gastos e regalais na Assembleia da Republica, como denuncia  Pedro Quartin Graça)

Enquanto fui deputado (2005-2009)  defendi sempre uma melhor remuneração da classe política enquanto exerce  as funções públicas para as quais foi eleita/nomeada e, a par, a total  eliminação de pensões a serem pagas após o referido exercício de  funções. Cheguei, incusive, a propor a abolição total das pensões pagas a  ex-Presidentes da República, para escândadalo de quase todos os  deputados da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e  Garantias. Estou pois particularmente à vontade para poder criticar  mais esta manifestação daquilo que, à época, os socialistas invocaram  como argumento para recusar as minhas propostas: a chamada "ética  república", seja isso o que fôr. "Ética" esta que, pelos vistos, se  espalha a outras mentes e a outras cores. Neste caso o  visado/beneficiado é o Dr. Mota Amaral, pelo qual nutro estima, o que  não está em causa nestas minhas linhas. A ideia base é que é a mesma.  Enquanto este tipo de mentalidade existir o fosso entre a população e os  eleitos não cessará. Confira infra:




Despacho n.º 1/XII Relativo à  atribuição ao ex-Presidente da Assembleia da República Mota Amaral de  um gabinete próprio, com a afetação de uma secretária e de um motorista  do quadro de pessoal da Assembleia da República.

Ao  abrigo do disposto no artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento  dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR), publicada em anexo à  Lei n.º 28/2003, de 30 de Julho, e do n.º 8, alínea a), do artigo 1.º da  Resolução da Assembleia da República n.º 57/2004, de 6 de Agosto,  alterada pela Resolução da Assembleia da República n.º 12/2007, de 20 de  Março, determino o seguinte:
a) Atribuir ao Sr. Deputado  João Bosco Mota Amaral, que foi Presidente da Assembleia da República na  IX Legislatura, gabinete próprio no andar nobre do Palácio de São  Bento;
b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária;
c)  Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da  Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dr.a  Anabela Fernandes Simão;
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;
e)  Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da  Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge  Lopes Gueidão;
Palácio de São Bento, 21de Junho de 2011
A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.

Publicado
DAR II Série-E ? Número 1
24 de Junho de 2011
Fonte: Estado Sentido

Música do BioTerra: Andreas Scholl canta "Flow my tears"


Flow, my tears, fall from your springs!
Exiled for ever, let me mourn;
Where night's black bird her sad infamy sings,
There let me live forlorn.

Down vain lights, shine you no more!

No nights are dark enough for those
That in despair their lost fortunes deplore.
Light doth but shame disclose.

Never may my woes be relieved,

Since pity is fled;
And tears and sighs and groans my weary days
Of all joys have deprived.

From the highest spire of contentment

My fortune is thrown;
And fear and grief and pain for my deserts
Are my hopes, since hope is gone.

Hark! you shadows that in darkness dwell,

Learn to contemn light
Happy, happy they that in hell
Feel not the world's despite.


 

Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Jeg er norsk * Eu sou Norueguês

Compositor, cantor norueguês


A verdadeira generosidade para com o futuro consiste em dar tudo ao presente (Albert Camus)

Ekte generøsitet mot fremtiden ligger i å gi alle til i dag (Albert Camus)

We are NOT in the Moody`s | Moody`s, avalia isto!

Decência e Honestidade:: As Organizações Não Governamentais de Ambiente dizem "Não Obrigado!" ao Fundo Baixo Sabor



Comunicado de Imprensa

22 de Julho de 2011 (embargo às 5h da manhã)

As Organizações Não Governamentais de Ambiente dizem “Não Obrigado!” ao Fundo Baixo Sabor

As Organizações Não Governamentais de Ambiente boicotam o concurso de 2011 para o Fundo Baixo Sabor como protesto contra a destruição de ecossistemas de elevado valor ambiental por decisão do governo e da EDP. As principais ONGA dizem: “Não Obrigado! Abdicamos do Fundo Baixo Sabor enquanto se persistir nesta política de secundarizar as questões de ambiente e de desrespeito dos compromissos assumidos por Portugal em relação à protecção da Biodiversidade e da qualidade da água.

O desenvolvimento das obras do empreendimento hidroeléctrico do Baixo Sabor, já com dois anos de percurso, mostra que as preocupações ambientais do governo e da EDP são secundárias, pois os relatórios periódicos entregues à comissão de acompanhamento ambiental mostram fortes impactes negativos e um desfasamento considerável entre as propostas de correcção dos problemas e a sua real implementação no terreno. O decorrer da obra tem revelado muitos problemas nos processos de monitorização, na poluição gerada e na afectação da fauna e flora das zonas intervencionadas.

A fraude é ainda maior, quando se constata que o “Fundo para a Conservação na Natureza e da Biodiversidade”, cujo prazo de candidatura termina hoje, exclui da tipologia de operações a aprovar os projectos de conservação da natureza e da biodiversidade.

Neste sentido, as principais ONGA de Portugal decidiram prescindir de candidatar-se ao Fundo Baixo Sabor de 2011 (este ano no valor de 800 mil de euros), como forma de protesto e em nome da transparência e da verdade sobre os impactes negativos das grandes barragens. As ONGA não se opõem à existência de fundos de Conservação da Natureza. As ONGA censuram, sim, a postura hipócrita dos governos que concedem licenciamentos causadores de capacidade destrutiva às empresas, em troca de programas de distribuição de verbas que, potencialmente, poderão ter valências positivas para o ambiente, a aplicar numa área que pode não corresponder à zona mais afectada pela destruição. O Estado e a EDP procedem assim a uma reprovável campanha de greenwashing, destinada essencialmente a mostrar uma postura de preocupação ambiental que não possuem, numa perspectiva de convencer as populações das zonas afectadas e das zonas a afectar em futuros empreendimentos, que a destruição da biodiversidade tem mais valor económico que a sua protecção. Tudo isto com o dinheiro dos consumidores que pagam na factura, com ou sem vontade.

Para que se compreenda melhor o processo é relevante informar que o Fundo do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor (AHBS), aqui designado por Fundo Baixo Sabor, foi criado pelo Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, por Despacho nº 14136/2010 (2ª Série), de 9 de Setembro e aprovado o seu Regulamento de Gestão, posteriormente alterado pelo Despacho nº 18872/2010 (2ª Série), de 21 de Dezembro. De acordo com as indicações do estado português, a EDP vai depositar uma verba anual de 800 mil euros no fundo financeiro durante os 75 anos da concessão da barragem do Baixo Sabor. Este valor é depois cobrado na factura de electricidade, pelo que, na verdade, a EDP não pagará nada, apenas aumentará o que cobra pelos serviços do monopólio que detém.

As políticas de ordenamento do território e de conservação da natureza levadas a cabo nas últimas décadas têm subvalorizado as questões ambientais, têm provocado fortes impactos negativos no património natural e têm tratado os ecossistemas e as espécies ameaçadas com a delicadeza de um rolo compressor. Raramente se tem atribuído aos ecossistemas e à Biodiversidade a importância que os mesmos têm para as populações humanas pelos serviços actualmente prestados e por prestar, a médio e longo prazo. Não há apostas na valorização dos recursos naturais numa perspectiva de sustentabilidade, no sentido de melhorar a vida das populações humanas. Mais ainda, o Estado vai-se demitindo das suas obrigações em termos de conservação da natureza e de garantia da qualidade da água e coloca as empresas a pagar projectos de compensação ambiental.

Por tudo isto, as ONGA abaixo indicadas dizem “Não Obrigado! Abdicamos do Fundo Baixo Sabor” enquanto se persistir na secundarização das questões ambientais e na continuação de políticas com forte destruição da Biodiversidade, enquanto se pretender calar as instituições com a distribuição de financiamento para actividades e acções que não conseguem repor sequer uma pequena parte do património perdido.


ONGA aderentes ao boicote:

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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

Se nada fizermos...vamos andar descalços enquanto uns poucos se deslocarão de helicóptero



Porque é que o governo decreta o aumento em 15% nos transportes públicos e não decrete a destituição as incompetentes administrações das empresas de transportes públicos? Porque quer dar a ideia de que há má gestão (é um facto) mas com o nosso salário vão capitazar a oferta, privatizando um serviço público! Ganha o Governo em populismo e ganham estes gestores e uma assembleia de accionistas hipócritas livrando-se eles da prisão...e quem paga é o mexilhão! Raios...Antigamente sabiam-se os vampiros....agora eles usam outras armas.

O dress-code no ensino e o ambiente e a hipocrisia

onde isto já chegou





A Universidade Católica Portuguesa (UCP) comunicou este assunto gravíssimo aos directores das faculdades e professores.

Engana-se quem acha que a forma de vestir é um assunto marginal ao bom funcionamento da UCP, sendo esta uma universidade e uma instituição eclesiástica. É do senso comum que as melhores universidades mundiais aplicam rigorosos códigos de vestuário aos seus alunos e funcionários contratados. Veja-se o caso anglo-saxónico de Oxford, Cambridge, Harvard ou MIT. Estas faculdades de topo obrigam, claramente, as pessoas que as frequentam a vestirem-se do modo mais impecável possível. Não se vêem, por lá, alunos com calças de fato de treino, chinelos, calções ou t-shirts. Aliás, o que é isso de estar confortável quando o mais importante é estudar?

Calções e saias acima dos joelhos? Jamais seria tolerado numa universidade quanto mais numa católica.

Ora estas universidade supracitadas estão a cometer um erro enorme: deixar as pessoas vestirem-se da forma que lhes é mais confortável e – atenção a esta palavra – natural (ou seja, como se sentem melhor). A UCP pretende dar o exemplo ao resto do mundo. De certeza absoluta que existe um relatório qualquer que justifique a clara relação entre vestir de acordo os critérios da Igreja Católica e ter melhores notas. Com efeito, sempre me questionei por que raio não tenho média de 20. Deve ser dos sapatos.

Brincadeiras à parte, este comunicado levanta uma série de questões que merecem reflexão e debate.

Desde logo, arbitrariedade nos critérios de ''bem vestir'', possibilidade de abuso de poder de quem determina o que é ''vestir bem'', censura à liberdade de expressão no que vestir e, mais grave, o incentivo à delação e à denúncia. No fundo, a UCP deve querer criar uma polícia de bons costumes. Tenho medo é de saber quem vão ser os agentes da autoridade.

E se os primeiros dois pontos são bonitos, o terceiro é lindo de morrer (mas com roupas decentes, claro).

O primeiro faz questionar o que é vestir de forma adequada a uma universidade e uma instituição católica. Batina? Hábito de monges?

O segundo tenta responder ao primeiro. ''Trajes próprios de locais de lazer e de desporto não são adequados''. Ora bolas, calças de ganga, t-shirts, calções, ténis, chuteiras de futebol são inadmissíveis a quem compõe o recheio da UCP. O que, diga-se, é uma enorme maçada pois acabei de comprar o novo equipamento de futebol do Benfica e não o vou poder usar no primeiro dia de aulas, como era o meu plano. Não se faz estas coisas às pessoas, no geral, e a mim, no concreto.

Mas, o terceiro ponto é de facto, o mais genial de todos. Vamos, então, incentivar a denúncia típica dos tempos da Inquisição e a delação pidesca. Acho muito bem.

Esta terceira consideração do Conselho Académico da UCP quer obviamente evitar problemas. Do género do acórdão da Coutada do Macho Ibérico. Eu explico: foi um acórdão do Supremo Tribunal de 18 de Outubro de 1989 sobre duas jugoslavas que foram violadas mas segundo o tribunal ‘’estavam a pedi-las’’. Por causa da roupa, obviamente. E ainda, mais recentemente do comissário canadiano, um tal de Michael Sanguinetti, numa conferência na Universidade de York, proferiu qualquer coisa como ''se vocês, mulheres, não querem ser violadas, não se vistam de modo ''slutty'' (qualquer coisa como ''oferecidas'')'', quando falava sobre prevenção de crimes.

Este comunicado não passa de um grave ataque à liberdade de expressão individual e merece ser denunciado. É um insulto a quem faz parte da UCP, como é o meu caso -- que ainda acho que ninguém vai nu para as aulas.

E fica a pergunta: o que aconteceu para que fosse estritamente necessário reunir o Conselho Académico e aprovar estas orientações?
publicado por José Maria Barcia às 20:20


Agora meu comentário:



No Brasil, alunos da Católica usaram fatos de banho no ano passado porque queriam ar condicionado nas salas de aula. Viessem para cá, que a Ministra Cristas ainda lhes dava um Louvor de DISTINÇÃO e abolia o dress-code que se impôs na Universidade Católica Portuguesa

Os políticos portugueses estão a comprar e a vender a piedade popular - um aviso


As variadas expressões de piedade popular têm o nome de "exercícios de piedade", que podem ser inspirados, sob a recomendação e autorização da Santa Sé e dos Bispos, a partir da liturgia ou ainda a partir das "devoções ou aspectos formais". Entre outras coisas, as devoções podem ser expressas em "fórmulas de orações" a Deus, a Jesus, à Virgem Maria e aos Santos (novenas, trezena, Santo Rosário...); em "peregrinações aos luga­res sagrados"; na veneração de medalhas, estátuas, relíquias e imagens sagradas e bentas; em procissões; e em outros "costumes populares".

No âmbito dos seus inúmeros exercícios de piedade, existe essencialmente dois tipos de piedade popular:

* o culto privado da veneração, que é voltado aos santos (chama-se dulia), sendo a veneração especial à Virgem Maria denominado de hiperdulia.
* o culto privado de adoração ou latria, que é unicamente dirigido e prestado à Santíssima Trindade (Deus). [fonte: Wikipedia]

Ora sucede que vamos entrar num ciclo da troika e muitas famílias vão entrar em grande sofrimento e ele vai ser desviado para formas de pidedade.E com recurso à piedade, o povo regressa a um amorfismo e uma insensibilidade crítica e contra-resposta a um Governo sujo e ímpio. Não é de longe o desejável, pois o que se está a ver é um Governo que vai empregar mais 30 consultores para um trabalho que é próprio do Ministério das Finaças, aumentou para o dobro o nº de administradores da Caixa Geral de Depósitos, vai privatizar sectores chave das nossa economia que é a EDP, PT, GALP, sem nunca se apurar as enormes e pronorgráficas regalias e ordenados desss gestores e os lucros dos accionistas....
Antigamente em antigas Agenda21 (ainda não exitiam) povos de diferentes cultos dentro da prórpia Igreja católica solucionaram convívios e mútuo respeito pelos credos (como comprovam este vídeo), até que a ortodoxia vaticana prevaleceu. Hoje, por causa do Business, temos atentados do 11 de setembro, fenómenos apocalíticos do atentado de Oslo...O primado Business. irá conduzir à III Guerra Mundial. Acreditem.  Prisão, fim dos paraísos fiscais  e vamos recuperar os valores éticos e salvar o que ainda temos de bom: solidariedade ente humanos e todas as formas de vida  e perdão. Seremos capazes?

Mário Soares e Cavaco Silva - "só nós dois é que sabemos"



UMA ENTREVISTA HISTÓRICA AO «LA REPUBBLICA»*

«Como homem e como político, Cavaco Silva não é de direita e poderá reservar algumas surpresas», afirma Mário Soares, em entrevista publicada no jornal «La Repubblica», de Roma. A entrevista foi feita pelo enviado do jornal a Lisboa, Sandro Viola. (…)
Viola afirma ter achado Mário Soares «sereno e bastante optimista» e cita o presidente português como tendo negado que «a espectacular vitória do PSD e de Cavaco Silva constitua um perigo para a democracia, como vêm repetindo os comunistas e alguns expoentes do Partido Socialista.
«Trata-se de uma derrota das esquerdas, mas não me parece que tenha sido uma derrota da democracia», argumenta o presidente.
Na opinião de Viola, a atitude de Mário Soares em relação a Cavaco Silva «é de estima».
«O que é certo é que o país está em movimento, os sinais de crescimento económico são evidentes, nasce uma nova classe de empreendedores activos e imaginosos, multiplicam-se as iniciativas de desenvolvimento, já não é o tempo dos grandes debates ideológicos, é o momento de trabalhar e de se ocupar da economia portuguesa», afirma o presidente da República.
Segundo o enviado de «La Repubblica», Mário Soares acredita que «Cavaco Silva levará a cabo uma reforma constitucional para dissolver os laços e lacinhos que a Constituição dos «capitães», inspirada no militar-comunismo dos meses quentes de 75, ainda impõe à iniciativa privada».
«Uma Constituição que fala de sociedade sem classes e de via para o socialismo é, no mínimo, datada», argumenta o presidente português.
Na sua opinião, os quatro anos de estabilidade poderão transformar-se em oito, justificando-se o optimismo dos empresários pelo facto de «o PSD nunca ter escondido que está do lado dos empreendedores e propor uma gestão eficientista da economia.»

«Jornal de Notícias», Setembro de 1987

Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

Eu estou a avisar- Agosto vai ser medonho...só estou a avisar...



1.Questiono-me e ainda não percebi muito bem como António Seguro (e parabenizo a sua enorme saúde física) de enquanto eurodeputado (a ganhar muito bem) ia ainda a umas aulas em Lisboa e concluiu a Licenciatura em Relações Internacionais (ganhando assim muito mais) e já é Docente Universitário, sem Mestrado concluído...e já agora quantos alunos de classes mais desfavorecidas poderão pensar num futuro de emprego em Relações Internacionais?

2.Agosto bem quente...
 4. Agosto da Nossa Senhora das Privatizações- com um jeitinho a CGD


  
5. Agosto da Nossa Senhora do Nuclear e Energia (ou falta dela)

Pois a Nª Srª do Professores essa malandra, está calada, que tens emprego. a todo custo mas ja é bom. come sopa da pedra. A Nª Srª dos Golfistas ah, essa é bem preciso a bem da Nação. Precisa de empresários, recolhem todos os trabalhos aos outros  e restos de cursos superiores que há, pois, são muito católicos e depois dizem que vão entregar toda a riqueza à Igreja. Ah, pois é. 

Uma notícia que "escapou" do clipping do bonzinho BCE - mostrando a sua verdadeira segunda natureza

BCE não compra dívida há 17 semanas | Económico
A instituição liderada por Jean-Claude Trichet manteve em 'hibernação' o seu programa de compra de dívida dos países da zona euro pela 17ª semana seguida.
A decisão de continuar fora da compra títulos de dívida surge depois de os líderes europeus terem acordado, na passada quinta-feira, um novo pacote de ajuda à Grécia no valor de 109 mil milhões de euros. O novo pacote aliviou os receios em torno dos países periféricos, levando a fortes quedas dos juros no mercado secundário.
Além disso, os responsáveis da zona euro flexibilizaram o fundo europeu de estabilização financeira (FEEF), melhorando as actuais condições dos empréstimos concedidos à Grécia, Portugal e Irlanda e passando a intervir no mercado secundário de dívida.Recorde-se que o BCE iniciou o programa de compra de títulos de dívida dos países mais problemáticos da zona euro em Maio do ano passado, tentando dessa forma travar a escalada dos juros.




Mais exclarecimentos para quê? Estamos entregues a animais financeiros a todo o preço...não há "solidairedade" ela é zero...sonsa e casineira...

The World at 7 Billion People: How Much More Growth Can the Planet Support?



With global population expected to surpass 7 billion people this year, the staggering impact on an overtaxed planet is becoming more and more evident.
Global warming, food and water crises, even international conflict -- you can trace all these societal problems to overpopulation.
Demographers aren't known for their sense of humor, but the ones who work for the United Nations recently announced that the world's human population will hit 7 billion on Halloween this year. Since censuses and other surveys can scarcely justify such a precise calculation, it's tempting to imagine that the UN Population Division, the data shop that pinpointed the Day of 7 Billion, is hinting that we should all be afraid, be very afraid.
We have reason to be. The 21st century is not yet a dozen years old, and there are already 1 billion more people than in October 1999 — with the outlook for future energy and food supplies looking bleaker than it has for decades. It took humanity until the early 19th century to gain its first billion people; then another 1.5 billion followed over the next century and a half. In just the last 60 years the world's population has gained yet another 4.5 billion. Never before have so many animals of one species anything like our size inhabited the planet.
And this species interacts with its surroundings far more intensely than any other ever has. Planet Earth has become Planet Humanity, as we co-opt its carbon, water, and nitrogen cycles so completely that no other force can compare. For the first time in life's 3-billion-plus-year history, one form of life — ours — condemns to extinction significant proportions of the plants and animals that are our only known companions in the universe.
Did someone just remark that these impacts don't stem from our population, but from our consumption? Probably, as this assertion emerges often from journals, books, and the blogosphere. It's as though a geometry text were to propound the axiom that it is not length that determines the area of a rectangle, but width. Would we worry about our individual consumption of energy and natural resources if humanity still had the stable population of roughly 300 million people — less than today's U.S. number — that the species maintained throughout the first millennium of the current era?
It is precisely because our population is so large and growing so fast that we must care, ever more with each generation, how much we as individuals are out of sync with environmental sustainability. Our diets, our modes of moving, and our urge to keep interior temperatures close to 70 degrees Fahrenheit no matter what is happening outside — none of these make us awful people. It's just that collectively, these behaviors are moving basic planetary systems into danger zones.
Yet another argument often advanced to wave off population is the assertion that all of us could fit into Los Angeles with room to wiggle our shoulders. The image may comfort some. But space, of course, has never been the issue. The impacts of our needs, greeds, and wants are. We should bemoan — and aggressively address — the gross inequity that characterizes individual consumption around the world. But we should also acknowledge that over the decades-long span of most human lifetimes, most of us are likely to consume a fair amount, regardless of where and how we live; no human being, no matter how poor, can escape interacting with the environment, which is one reason population matters so much. And given the global economic system and the development optimistically anticipated in all regions of the world, we each have a tendency to consume more as that lifetime proceeds. A parent of seven poor children may be the grandparent of 10 to 15 much more affluent ones climbing up the ladder of middle-class consumption.
This, in fact, is the story of China, often seen not as an example of population's impact on the environment but that of rapid industrialization alone. Yet this one country, having grown demographically for millennia, is home to 1.34 billion people. One reason the growth even of low-consuming populations is hazardous is that bursts of per-capita consumption have typically followed decades of rapid demographic growth that occurred while per-capita consumption rates were low. Examples include the United States in the 19th and 20th centuries, China at the turn of the 21st, and India possibly in the coming decade. More immediately worrisome from an environmental perspective, of course, is that the United States and the industrialized world as a whole still have growing populations, despite recent slowdowns in the growth rate, while already living high up on the per-capita consumption ladder.


Universidade de Verão Bioterra :: Actualizações de Dossiês BioTerra- Jornalismo e Ensino

Créditos: Wire

1. Abaixo estão listados 318 livros (a lista sempre irá crescer com a ajuda de vocês) em inglês, espanhol e, é claro, em português. É só clicar no nome  da obra para fazer o download da respectiva publicação, directo da página ou aqui, no BioTerra.

318 livros sobre redes sociais, comunicação e web 2.0 para download

Repasso a colecção do domínio público chamada "Coleção Educadores"

Boa leitura a todos!

Dossiês Actualizados

Educação

Jornalismo


Domingo, 24 de Julho de 2011

Quercus Alerta Para o Início da Destruição da Paisagem Património Mundial do Douro Vinhateiro




Iniciado formalmente um novo ciclo político, a Quercus - ANCN, através do Núcleo da Quercus de Vila Real e Viseu, não poderia deixar de alertar os novos responsáveis políticos nacionais para o atentado que se tem vindo a perpetrar contra o Douro Património da Humanidade classificado pela UNESCO em 2001, na Foz do rio Tua (ver fotos).

A lamentável ferida que se rasga na foz do rio Tua, com o início dos trabalhos de construção da Barragem do Tua, é já visível a quilómetros de distância, em diferentes locais de ambas as margens do Rio Douro.

A destruição do Vale do Tua, do rio, da paisagem, da linha centenária, da identidade da região a que se junta ainda o património classificado pela UNESCO, é no seu conjunto semelhante ao que aconteceu em Março de 2001 às estátuas dos Buda de Baiyman, património da Humanidade igualmente destruído.

É preciso repensar e inverter com urgência a anunciada sentença de morte do Vale do Tua e, e nesse sentido, a Quercus apela aos novos decisores políticos que revejam não só o projecto da Barragem de Foz Tua, mas todas as barragens do Plano Nacional de Barragens com Elevada Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH).

Com estas grandes construções, nomeadamente a Barragem de Foz Tua, para além de perdas irrecuperáveis no que toca ao património natural, cultural e humano, está também em causa a oportunidade de um desenvolvimento sustentável na região, assente na agricultura e no turismo de natureza, cultural e ferroviário.

No passado 10 de Junho, o Prof. Cavaco Silva, referia no seu discurso a necessidade de “mudança de atitude, de desenvolver uma estratégia clara de revalorização do interior do país, incentivando e apoiando aqueles que aqui vivem e trabalham” e ainda a ”aposta na agricultura e no turismo.”

Tal não poderá acontecer enquanto os sucessivos governos, com o apoio cego das autarquias locais, continuarem a destruir o território, o seu património único, a sua identidade, promovendo o abandono e a migração das suas gentes, a perda de referências locais e identitárias, as fontes de riqueza, os serviços, e entre muitos outros factores, também a motivação e a auto-estima.

É urgente alterar as políticas energéticas e os conceitos de desenvolvimento/progresso que se querem para o país; tendo como premissas a eficiência e a sustentabilidade, é preciso caminhar para o equilíbrio harmonioso entre o Homem e a Natureza. O Vale do Tua não pode ser sacrificado pelos interesses de alguns grupos económicos portugueses como sejam a EDP ou a Mota Engil.

É urgente rever as concessões e parcerias público privadas, tal como exige a `troika´ e como anunciado pelo novo Governo, sendo as barragens a 3ª Parceria Público Privada (PPP) mais cara para o país. E estimado que o custo total das novas barragens (durante a vida da concessão) seria cerca de 15 000 milhões Euros = 4600 € por família [1].

O que ganha um país quando destrói uma linha-férrea centenária que atravessa toda a região uma região interior que não tem outra alternativa que não uma futura auto-estrada com portagens? A Linha do Tua percorre Trás-os-Montes, lado a lado com um dos últimos rios livres de Portugal, serve as gentes locais, transporta milhares de turistas de todos os cantos do mundo e, com a sua ligação a Puebla de Sanabria e à Alta velocidade Espanhola, poderia trazer a casa, pelo Verão e pelo Natal, milhares de emigrantes transmontanos.

O que ganha um país quando destrói um vale milenar único como o vale do Tua, para aumentar a sua produção energética em algo tão insignificante como 0,7% [2]?

Os impactos da construção desta barragem são irreversíveis e hipotecam para sempre o futuro de Trás-os-Montes. É urgente um novo olhar para Trás-os-Montes e para o desenvolvimento transmontano, em particular, para o Vale do Tua.

Deste modo, o Núcleo Regional de Vila Real e Viseu da QUERCUS apela a novo Governo de Portugal para que mande suspender as obras da barragem de Foz Tua para salvaguarda dos interesses locais e nacionais, bem como do Património Mundial.

Contactos

João Branco 964534761 e 924369250 - Núcleo Regional de Vila Real da Quercus
Melissa Shinn – 91 74 74 474 – GT água da Quercus
[1] Memorandum- The Portuguese Dam Program: an economic and environmental disaster
GEOTA, FAPAS, LPN, Quercus, CEAI, Aldeia, COAGRET, Flamingo — April 2011

[2] A capacidade de produção prevista pelo Tua é de 350 Gwh/ ano o que corresponde a menos de 0.7% dos 52.2 TWh eléctricidade consumida em Portugal em 2010 (DGEG 2011),

Cocteau Twins - She Will Destroy You & Coil - The Dreamer Is Still Asleep

Sem surpresa o votinho em António Seguro é o mesmo que apoiar a Troika e ela irá drestruir-nos...numa agonia sofredora...temos que carregar estes nossos braços com poesia, sonhos e daí ...força...e erguermo-nos!





Há ainda muitos enviro dreamers....precisamos de poeticamente derrubar esta massificação material numa tradição mais imaterial em torno de uma nova focagem....para isso travar o FMI supender as bolsas e realizar a sustentabilidade...Os vossos poetas estão a ficar com insónias e nós Poetas não estamos a sonhar em vida!



Musica do BioTerra: Saltarello por Arany Zoltán

Sábado, 23 de Julho de 2011

My tribute to Oslo Victims - Blind Dumb Deaf




Anders Behring Breivik não é islâmico, nem comunista. Não é da Al Qaeda, nem de nenhuma organização marxista. É de direita, não fala árabe, consta que não tem grandes antecedentes criminais e terá sido ele o autor dos atentados que deflagraram na Noruega, com um número ainda indeterminado de vítimas mortais.

Blast rocks central Oslo, Norway PM's office
 
Extrema-direita....um aviso vindo do frio.Já há alguns anos eu vinha denunciando junto da AI para a concentração de bandas de rock nórdicas de extrema direita...eis os resultados. Ainda estão insatisifeitos -tem quase toda "riqueza" do mundo, consomem droga vinda dos países periféricos, diamantes vindas dos países periféricos, carne vinda dos países periféricos mas têm ódio a outros países, os perfiéricos....
Quem são os terroristas? O espaço shengen ou as empresas de rating? os muslims com fome e tiranias a peso da droga e dos diamantes ou os nórdicos seus consumidores e donos do petróleo e do nuclear e das telecomunicações? Os que morrem à fome e até à morte 4 milhões de pessoas ma Somália ou os milhões de obesos e as vidas de estrelas dos bilionários deste mundo, aparecendo nas capas das Forbes, sem nunca serem presos? Perguntas que ficam no ar! Por isso tenho uma música que exprime muito o que se está a passar nest atribulado 2011! 

Blind dumb deafen offends
I was never a part of it
[x2]

At the bosom
Or the breast
Or the forehead
Or the fist

Blind dumb deafen offends
I was never a part of it
[x2]

My mouthing at you
My tongue the stake
I should welt should I hold you
I should gash should I kiss you

Blind dumb deafen offends
I was never a part of it
[x4]

Porque sou Poeta, sabias?



A Paz, de acordo com o que vou lendo, depende do destino comum do mundo em relação a 2 blocos EuroEUA e ChinAsia. Preocupante, pois são dois megapaíses onde está/tem tudo de bom e tudo de mau em vários sectores...a ler e partilhar 
China’s Perception Vacuum | China Power


Who Rules America?

As respostas estão na sociedade civil. Livre e Justa. A poesia dá respostas. É preciso acontecê-la!

Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

O QUE SÃO AGÊNCIAS DE RATING? (narrativa bem criativa e realista)


Todos os dias o Miguel, filho do dono da mercearia, rouba pastilhas elásticas ao pai para as vender aos colegas na escola.

Os colegas, cujos pais só lhes dão dinheiro para uma pastilha, não resistem e começam a consumir em média cinco pastilhas diárias, pagando uma e ficando a dever quatro.

Até que um dia, quando já todos devem bastante dinheiro ao Miguel, ele conversa com o Cabeças, - alcunha do matulão da escola, um tipo que já chumbou quatro vezes - e nomeia-o como a sua agência de rating.

Basicamente, cada vez que um miúdo quer ficar a dever mais uma pastilha ao Miguel, é o Cabeças que dá o aval, classificando a capacidade financeira de cada um dos putos com "A+", "A", "A-", "B"...e por aí fora.

A Ritinha, que já está com uma dívida muito grande e com um peso na consciência ainda maior, acaba por confessar aos pais que tem consumido mais pastilhas do que devia.

Os pais, percebendo que a Ritinha está endividada, estabelecem um plano de ajuda para que ela possa saldar a sua dívida, aumentando-lhe a semanada mas obrigando-a a prometer que não irá gastar mais enquanto não pagar a dívida contraída.

O Cabeças quando descobre isto, desce imediatamente o rating da Ritinha junto do Miguel que, por sua vez, passa a vender-lhe cada pastilha pelo dobro do preço. A Ritinha, já viciada em pastilhas, prolonga o pagamento da sua dívida, dividindo o Miguel o lucro daí obtido com o Cabeças que, sendo o mais forte, é respeitado por todos.

In blog "Partilhar Diferenças"

Caminha por ti em comunidade - só assim saíremos desta burrice neo-capitalista



Bom dia:) Os básicos são os mais encantadores....Precisamos de rebentar este sistema...já deu...passemos para a transição, antes que ele nos derrube a todos.

A desestruturação da dívida é como adiar o problema por uns tempos. A sociedade globalmente e a nível das suas nações tem que minar e destruir o FMI e a sempresas de rating e acabar com os paraísos ficais , caso contrário este cancro vai matar-nos a todos- nada de vale discursos e programas de edcucação ambiental e cartas da terra e intenções....esse é o cancro...tem cura...se insitirmos na revolta que isso provoca e definhá-lo com medidas concretas. Convençam-se também que o mundo do plenty acabou, que as tecnologias que queremos ultizar umas ditas modernas são obsoletas e caras a atodos os níveis e outras tecnologias "obsoletas" podem melhoradas reduzir o impacto da pegada de carbono e dimunir o passivo ecológico. O consumismo tamém deve ser equacionado, perguntando cada um de nós se vale a pena comprá-lo e procura no made in e imaginar em que condições humanas e ambientais e questionar se preço desse bem sera eco-solidáriamente JUSTO!

Curta-metragem da Semana: The American Dream



Cinco estrelas. Uma perspectiva para compreender a dividocracia, plutocracia e oligarquias financeiras que estão a controlar os nossos movimentos, acelerar as nossas vidas e a alienar tudo (bens materiais e imateriais) e no fundo privar-nos da liberdade.

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Música do BioTerra - a profecia dos Jam: News Of The World


Power, Pop!
Read about the things that happen throughout the world
Don't be believe in everything you see or hear
The neighbours talk day in day out about the goings on
They tell us what they want - they don't give an inch

Look at the pictures taken by the cameras they cannot lie
The truth is in what you see - not what you read
Little men tapping things out - points of view
Remember their views are not the gospel truth

Don't believe it all
Find out for yourself
Check before you spread
News of the world

Never doubt
Never ask
Never moan
Never search
Never find
Never know

Each morning our key to the world comes through the door
More than often its just a comic, not much more
Don't take it too serious - not many do
Read between the lines and you'll find the truth

Read all about it, read all about it - news of the world


O caso News of The World - quando a imprensa pode derrubar ou eleger chefes de estado

Incompreensível como uma das "democracias" mais antigas e "monarquias" mais antigas se relaxaram tanto, nos níveis de policiamento da segurança financeira e estruturante, de uma Nação? 
Acho que estamos no maior caso da década de 10.

A Inquisição capitalista segue dentro de momentos

Inquisidores=FMI e Banco Mundial;  Papa=Empresas Rating; Cristãos= Liberais; Republicanos; Socialistas Centro-Direita;  Hereges= alternativos e contestatários; Officium: Bíblia Capitalista



ProfBlog: 20 mil avaliadores para avaliar 118 mil docentes 16% dos professores. Bem não invejo-lhes a sorte de serem os algozes de um rating de miserabilismo e no fundo da perversão do que é SER professor. Curioso que em França só em 1977 é que foi extinta a sentença de morte por guilhotina. Bem vindos às praças medievais onde rolarão várias cabeças inocentes praticamente. 

Não se pode fazer política sem ludibriar? Crónica de Santana Castilho no Público de 20 de Julho

Obviamente estou em completo acordo com Santana Castilho. Demos oportunidade aos alunos de conhecerem outras matérias e interessarem-se por outras disciplinas e parem com esta obsessão infernal de Português e Matemática. Paremos colectivamante de "encarreirar" e "afunilar" todo o ensino básico e secundário em função das médias de entrada nos curos da moda: medicina e arquitectura. Eu sei, é que depois há prémios internacionais de grande prestígio, há capitalização na oferta de serviços de pós-graduação que carecem depois de um estímulo à sua procura pelos cursos "inquisitórios" de Medicina e Arquitectura. Há mais vida activa para lá destes dois cursos. E há uma razão inconfessável para este "estreitamento": é que capitalizaram imenso a oferta de medicina privada. Mais uma vez o ensino ao serviço dos grandes interesses do capital.

Que revolta que me dá, que revolta!

Vamos falar de Pós-Capitalismo! Vamos falar da importância de uma Organização Mundial do Meio-Ambiente! Que vos parece?



Rumo à Rio+20


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