Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

29 de Setembro de 2010, Portugal tremeu

Há o 11 de Setembro do Chile e dos EUA...ontem conhecemos o 29 de Setembro de Portugal...Eu, professor, 44 anos, com 18 anos de serviço por causa de milhentos malabarismos financeiros que não sou responsável, fico à porta, uma vez mais, de mais que merecida progressão na carreira...ENTÃO PARA QUÊ A AVALIAÇÃO DOS DOCENTES?



10/10/10 - Marque esta data

Caros amigos,
O Secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki Moon afirma "está na hora de nós todos arregaçarmos as mangas e colocarmos mãos à obra em 10 de outubro". Por isso não esqueça de começar ou de se juntar a um evento 10/10/10 perto de você. 

10/10/10 está se preparando para ser o mais abrangente dia de ação sobre mudanças climáticas DA HISTORIA - mas há ainda 35 países da ONU que não têm eventos. Pode ajudar a espalhar a palavra para estes 35 que faltam? 


Temos novidades animadoras: Ban Ki Moon, Secretário Geral das Nações Unidas, acaba de nos enviar a seguinte mensagem de apoio relativamente apoio ao Dia Global de Soluções Climáticas de 10/10/10,

"Está na hora de todos nós todos arregaçarmos as mangas e colocarmos mãos à obra para construir o futuro de energias limpas que irá gerar oportunidades em termos econômicos e criar um futuro melhor, mais seguro, e mais saudável para os nossos filhos. Dia 10 de outubro, encorajo todos vocês a fazerem a sua parte do trabalho para se tornarem parte da solução no o desafio do clima."

A 350.org tem menos de 3 anos mas, graças a todo o vosso trabalho, rapidamente crescemos e nos tornamos num movimento internacional que está atraindo as atenções dos decisores pelo mundo inteiro. Ainda não conseguimos que a Casa Branca colocasse painéis solares no seu telhado, mas os líderes políticos de todos os cantos do mundo estão
reparando em nós. 

Afinal de contas, todos juntos somos difíceis de ignorar: há eventos 10/10/10 em quase todos os países do mundo. Quase. As Nações Unidas têm 192 Estados-membros. Neste momento, existem eventos 10/10/10 programados para 157 países, o que é impressionante. Isto deixa de fora apenas 35 países nos quais precisamos de registrar eventos para termos Dias Globais de Soluções Climáticas em todos os países da ONU.

Clique aqui para ver quais os países que estão faltando e descubra o que pode fazer para ajudar a trazê-los a bordo:
www.350.org/pt/missingcountries

No ano passado, muitos de vocês ajudaram a organizar manifestações de clima em 181 países no 24 de outubro. A CNN apelidou o nosso trabalho de "o mais abrangente dia de ação climática na história do planeta." Este amplo apoio com objetivo de reduzir o CO2 abaixo das 350 ppm teve um efeito poderoso - 112 países adotaram a meta das 350 nas conversações de clima da ONU em Copenhague.

  Agora, queremos ver se conseguimos tornar este movimento ainda mais abrangente e mostrar aos nossos supostos líderes que todo o planeta está já trabalhando duro para resolver a crise climática, e que é melhor que eles nos sigam. Você pode ajudar contatando para amigos que possam conhecer alguém em um dos 35 países que faltam, ou colocando mãos à obra na sua própria comunidade. 
Pode ajudar a recrutar um novo evento para o Dia Global de Soluções Climáticas de 10/10/10 ou registrar um você mesmo?

As Nações Unidas aproximam os governos do mundo inteiro. O nosso movimento pode aproximar os povos do mundo inteiro. Podemos não ter um edifício vistoso em Nova Iorque ou um Conselho de Segurança, mas temos criatividade, empenho, e paixão por centenas de milhares de pessoas - e o poder da internet para nos ajudar a trabalhar juntos como nunca antes.

Como disse Ban Ki Moon, "Está na hora de arregaçarmos as mangas." Vamos colocar mãos à obra fazendo pressão nesses 35 países que faltam e inscrever ainda mais eventos para o Dia Global de Soluções Climáticas de 10/10/10.

Todos juntos, vamos mostrar aos nossos países o que é a unidade,

Jamie Henn, 350.org

P.S. Mais uma forma de recrutar pessoas para se juntarem a nós em 10/10/10: um vídeo novinho em folha que mostra aquilo que o nosso mundo tem - e aquilo de que precisa. Clique aqui para vê-lo e divulgue o-quanto puder.

Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

Alien Forests, Oceans and Skies: Genetically Engineered Forests, Altering the Chemistry of the Atmosphere and Hydrosphere




by Rady Ananda
Global Research, September 8, 2010

Imagine our declining pollinators – bees, moths, butterflies and bats – coming upon thousands of acres of toxic trees, genetically engineered so that every cell in the tree exudes pesticide, from crown to root. Imagine a world without pollinators. Without seed dispersers. Without soil microbes.
It would be a silent forest, a killing forest, an alien forest. No wonder Vandana Shiva scoffs at the moniker, biotechnology. “This is not a life technology. It’s a death science.”
Genetically engineered forests are a holocaust on nature. An award-winning documentary, A Silent Forest: The Growing Threat, Genetically Engineered TreesAmazon.) (2005, 46 mins) details the appalling effects. (You can buy the full length film at
Global Justice Ecology Project director, Ann Petermann defines the issue: “Genetically engineered trees are the greatest threat to the world’s remaining forests since the invention of the chainsaw.”
Jim Hightower calls them, “wildly invasive, explosively flammable, and insatiably thirsty for ground water.”
If planting a sterile, killer forest isn’t freaky enough, some GM trees will be viable and can and will contaminate natural species. Tree pollen can travel over 600 miles, according to a model created by Duke University, reported Petermann in 2006. Another study found pine pollen 400 miles from the nearest pines. This year, a scientist was surprised to find viable seeds 25 miles offshore.
“Sterile trees would also be able to spread their transgenes through vegetative propagation,” notes Petermann. Unlike with animals, being sexually sterile does not preclude reproduction when it comes to plants.
GM contamination occurs around the globe, as documented by GM Watch and the GM Contamination Register (among others). The technology cannot be contained. Genetically modified organisms are dominant over natural species and will forever alter Earth’s natural plants.
By the way, the latest batch of approved GM trees – 200,000 eucalyptus for seven southern states (Texas, Louisiana, Mississippi, Alabama, Georgia, Florida and South Carolina) – are engineered to be cold tolerant. A lawsuit has been filed to overturn their approval.
Chemically altering the atmosphere to be cooler
Not only are the powers-that-be genetically altering trees, food crops and animals, they’re also chemically altering the atmosphere. In 1976, the United Nations banned hostile environmental modification, after investigative reporter Jack Anderson uncovered its use in Vietnam, Laos and Cambodia. Next month, October 2010, the UN will vote on a resolution to stop all EnMod activities.
While the thought police label chemtrails a “conspiracy theory,” it’s unlikely that the UN scientific body calling for their termination would base such a recommendation on fiction. Those interested in scientific and legal proof can review the sources in my piece on atmospheric geoengineering.
Climate change is still being debated, especially after the University of East Anglia was caught publishing false data showing temperature increases. Significant errors in a report by the UN Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), where it also falsely asserted as fact that Himilaya glaciers would melt by 2035, also fuel the debate.
Recently, an independent investigative body told the IPCC to stop lobbying on behalf of global warming programs. Members of the IPCC were also ordered to reveal their financial connections to such programs.
The temperature of the planet is characterized as too warm, and so the wealthy and powerful want to cool down the planet. If they do, those cold-tolerant GM trees will survive.
Altering the chemistry of the hydrosphere
Governments also support altering the chemistry of the hydrosphere. There is still much debate as to whether iron-seeding the oceans can remove enough carbon from the atmosphere to actually cool the planet. But, like the Cap and Trade scam, profit can be made so policy makers still support the idea.
Beyond deliberate attempts at geoengineering, we also have industry to blame for doing so. For over a century, humanity has been conned into poisoning the environment with toxic chemicals that end up in our streams, lakes and oceans. “Conventional” agriculture and industrial pollution is killing us.
Corporations profit by this, of course, enabled and protected by governments. The most recent example, allowing BP to spray at least two million gallons of toxic oil dispersants into the Gulf of Mexico, is a case in point. This is after the Earth Day Blowout that released up to 350 million gallons of oil into the Gulf. Those dispersants enable oil to more readily penetrate the bodies of sea life, and they interfere with oil-eating microbes.
They’re destroying an ocean and the US Senate is giving BP a pass. It refuses to grant subpoena power to investigate, let alone criminally prosecute. Forget partisanship, says Dateline Zero, “they are the same party, and they get their money from the same people, they get their orders from the same people — and that includes big oil.”
The actions of the corporations involved and the governmental agencies charged with regulating them have caused an ongoing Extinction Level Event.
This is happening all over the world. Corporations are destroying the planet under the guise of seeking profit. But their ecocidal activities are so horrendous and so ubiquitous that profits seem hardly plausible as authentic motive.
When taken together – chemically altered skies and waters and genetically altered plants and animals – reasonable minds cannot but wonder at the alien transformation of Planet Earth that we are witnessing.

Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

Cidades já consomem 70% dos recursos naturais do planeta

 
Data: 13/9/2010, Fonte: MMA
Dados da Organização das Nações Unidas constatam que mais da metade da população mundial está nas cidades e já é responsável pelo consumo de 70% de todos os recursos que o homem retira da natureza. Até 2050, com a estimativa de que a população do planeta supere 9,2 bilhões, a Terra terá 6 bilhões de habitantes, quase 90% da população atual, vivendo no espaço urbano. Diante desses números, governos estaduais, prefeituras e comunidades precisam reconhecer o valor do capital natural (água, solo, biodiversidade). Os formuladores de políticas públicas têm razões de sobra para tentar encontrar, o mais rápido possível, soluções de combate à degradação dos ecossistemas e minimização da perda da biodiversidade.

O alerta está no relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais (TEEB, sigla em inglês), lançado no Brasil, em workshop realizado nesta quinta-feira (09/09) em Curitiba (PR) e simultaneamente na Bélgica, Índia, Japão e na África do Sul. Nele, 140 especialistas das áreas de ciência, economia e política de mais de 40 países concluíram que os serviços ambientais podem impulsionar as economias locais, gerar milhões de novos empregos e melhorar a qualidade de vida nas cidades.

Segundo o diretor do Departamento de Biodiversidade do MMA, Bráulio Dias, que representou a ministra Izabella Teixeira no encontro, o relatório é importante para que os gestores públicos reconheçam o valor econômico da biodiversidade. Par ele, o documento pode ajudar na solução do impasse entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico. Mostra (o TEEB) que os serviços ambientais têm o papel de reduzir os impactos ecológicos do desenvolvimento.

O documento reconhece e recorre a dados e exemplos para demonstrar que ecologia e economia não só podem, como devem, caminhar juntas nas políticas públicas. O relatório levanta, principalmente, a questão de valoração e impacto do uso e preservação dos recursos naturais. Os atuais níveis da pegada ecológica e social do homem, nome que os especialistas dão aos recursos naturais necessários para que cada ser humano viva, devem ser incluídos nas contas de planejamento das economias locais. Bráulio cita como exemplos recentes enchentes e desmoronamentos no Brasil com prejuízos econômicos elevados, e bem superiores ao que seria gasto com medidas de preservação do meio ambiente.

O relatório chama a atenção em três aspectos para as quais as políticas públicas precisam estar voltadas: a distribuição dos benefícios da natureza, o uso do conhecimento científico disponível e o engajamento dos gestores e das comunidades envolvidas nas ações de preservação. O relatório estuda, ainda, áreas protegidas e o aumento dos benefícios locais da conservação, e dá orientações sobre os incentivos de recompensa da boa administração de capital natural local, tais como sistemas de pagamento localmente adaptados por serviços ambientais, certificação e rotulagem.

Esse é o primeiro de uma série de cinco relatórios, que serão levados à Convenção da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, no Japão. Ele contribui também para o Atlas Ambiental online da Agência Europeia de Meio Ambiente, com estudos de vários esforços que já vêm sendo feitos para associar ecossistemas e a biodiversidade nas iniciativas de políticas locais. Segundo Achim Steiner, diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, um dos organismos que realizam o workshop, alguns governos locais já acordaram para o problema da preservação ambiental e têm adotado as medidas necessárias, com ganhos para suas economias locais. Mas muitos ainda precisam aderir, acredita.

Saiba mais:TEE

Nota: 1 bilhão= 1.000 milhões

Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

Carta Aberta aos Portugueses e ao Dr. Moita Flores sobre a sua petição "Em defesa da festa brava"

Chamo-me Paulo Borges. Sou professor na Universidade de Lisboa e escritor. Dirijo a revista Cultura ENTRE Culturas. Tenho dois filhos. Sou o primeiro signatário da Petição "Pela abolição das touradas e de todos os espectáculos com touros", que circula na net e em versão impressa. A petição, lançada pelo Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), serviu de base à constituição da plataforma "Basta de Touradas", que conta já com a adesão de 24 associações e entidades de defesa dos animais e com vários apoios de figuras públicas, nacionais e internacionais.
O Dr. Moita Flores, figura pública e actual presidente da Câmara de Santarém, lançou uma petição contra a nossa, redigida em termos que considero deveras preocupantes, vindos de uma pessoa com a sua responsabilidade cultural, cívica, social e política. Sei que se sente ameaçado pelo movimento de defesa dos animais, mas isso não justifica tudo.
No texto da sua petição chama hipócritas, histéricos, angustiados, "talibãs" e "horda de analfabetos" a todos os que são contra as touradas. Diz que chegou à idade "onde já não há paciência para ser insultado", quando ninguém o insultou. Pelos vistos chegou à idade onde só tem paciência para insultar os seus concidadãos. Para insultar os milhões de portugueses que, por serem contra o sofrimento dos animais e contra a degradação dos homens que se divertem com isso, são considerados psicopatas, terroristas e incultos.
Fui amigo do Professor Agostinho da Silva, sou editor das suas obras e presido à Associação com o seu nome. Aprendi com ele e com muitos outros - desde São Francisco de Assis, Leonardo da Vinci e Antero de Quental a Gandhi e ao XIV Dalai Lama - a defender a causa do bem de homens e animais e recordo que Agostinho da Silva dizia haver dois tipos de "analfabetos": os que não sabem ler e os que sabem, mas não conseguem entender o que lêem. Creio que o Dr. Moita Flores se arrisca a ser suspeito de um terceiro caso, ainda mais grave: não conseguir sequer entender o que escreve. Pergunto-lhe quem dos opositores às touradas comete atentados bombistas ou pretende impor as suas ideias pelo terror e pela violência. Pergunto-lhe porque é que ser contra o sofrimento de touros e cavalos e contra a degradação dos homens que com isso se divertem é ser "analfabeto". Sou autor de 22 livros (de poesia, ensaio, ficção e teatro) e sou professor na Universidade de Lisboa há 22 anos: os portugueses ficam a saber, pela superior inteligência do Dr. Moita Flores, que a dita Universidade contratou um "talibã" e um "analfabeto" que anda a converter ao terrorismo e à incultura os milhares de alunos que o têm tido como professor.
Não gosto de falar de mim, mas tenho de o fazer pela causa que defendo e porque isto é gravíssimo, vindo de um criminologista, de uma figura pública e de um supremo responsável político camarário. O Dr. Moita Flores insulta desavergonhadamente a maioria da população portuguesa que, como o indica um estudo recente (2007) do ISCTE, é contra as touradas. Segundo a brilhante dedução deste senhor, Portugal tem assim, a par da crise económica, mais um problema grave: a maioria da sua população é composta de desequilibrados mentais, "talibãs" e "analfabetos".
A solução para este estado de coisas seria, segundo fica implícito no espírito da sua petição, irmos todos curar-nos, reabilitar-nos e cultivar-nos, com as nossas famílias, filhos e netos, para essas vanguardas da alta cultura que são as praças de touros, onde se descobre o sentido da vida e da existência, e se aprende a amar os animais e a natureza, aplaudindo num êxtase de alegria o espectáculo da dor e do sangue. Desprezemos as artes, as letras e as ciências, deixemos as escolas, abandonemos as universidades, onde segundo Moita Flores ensinam "talibãs" e "analfabetos", e vamos todos atingir a maioridade cívica, mental e cultural a gritar "Olé!" nas touradas.
Agora sem ironia: o seu texto, Dr. Moita Flores, de uma retórica literária completamente desprovida de coerência racional e apenas cheia de arrogância e insultos a quem não pensa como o senhor, confrange pela desonestidade e/ou confusão mental de que dá mostras. Pois não sabe o senhor que os defensores dos animais são contra todas as formas do seu sofrimento, incluindo essas que refere, e não apenas contra as touradas? Diz que se converteu ao franciscanismo e que São Francisco de Assis lhe ensinou o "caminho ético e moral" para educar os seus filhos e eu pergunto: já alguma vez leu as biografias de São Francisco, onde por exemplo se diz que "Chamava irmãos a todos os animais [...]" (Tomás de Celano, Vida Segunda, CXXIV, 165) e se compadecia perante os sofrimentos que os homens lhes infligiam? E porque é que o "touro bravo" é uma "fera negra, símbolo da morte e do medo"? Não serão antes o toureiro e todos os aficionados que aplaudem o espectáculo da dor que são temíveis e negros símbolos - embora muitas vezes inconscientes - do pior que a humanidade traz em si? Fala do ritual trágico onde "vence a vida ou vence a morte" e eu pergunto se a evolução dos costumes não nos oferece outras formas, mais nobres, de fazer a catarse das paixões e vencer o medo, sem fazer sofrer ninguém? Não há hoje formas superiores de heroísmo, como dedicar-se às grandes causas de defesa dos homens, dos animais e da natureza? Não é isso mais benéfico, útil e urgente do que a religião cruel das touradas, anacrónica persistência dos arcaicos sacrifícios sangrentos? E não é uma grosseira mistificação identificar os opositores das touradas com a cultura urbana, quando há quem deteste touradas em todos os pontos do país, incluindo no Ribatejo e no Alentejo? Para já não falar da sua patusca ideia de que nós defendemos a "ditadura do 'hamburger' urbano" (!?...) e de que é pelas touradas que se defendem os "Direitos do Homem", dos animais e da "Terra"... Sinceramente, Dr. Moita Flores, o que há de lógico e sério nisto? Defendem-se os animais criando-os para os torturar? O toiro bravo tem de ser torturado numa arena para continuar a existir e com ele os montados? Fala por fim da identidade nacional, da preservação da memória histórica de Portugal: triste identidade e triste país que depende de manter tradições eticamente inadmissíveis para subsistir! Pois eu digo-lhe: Portugal será muito mais motivo de orgulho para os portugueses, e muito mais respeitado internacionalmente, quando, após ser pioneiro na abolição da pena de morte, abolir as touradas e todas as formas de sofrimento animal. Portugal não desaparecerá, mas será um outro Portugal, que manterá na sua riquíssima tradição e cultura tudo o que for ético, relegando para os museus do passado a não repetir tudo o que hoje nos envergonha, como autos-de-fé, esclavagismo, perseguições político-religiosas e touradas.
Esta carta dirige-se a si, mas sobretudo a todos os Portugueses. Leiam-se as duas petições, o espírito, a argumentação e os objectivos de uma e outra, e vejamos o que queremos de melhor para o país, para nós e para as futuras gerações: aplaudir como cultura a tortura dos animais para divertimento dos homens, com prejuízo da sua humanidade e sensibilidade ética, ou dar um passo corajoso para abolir esta e todas as formas de fazer sofrer os animais, nossos companheiros na aventura da existência, em prol do seu bem e da nossa evolução pessoal e colectiva.
E vejamos quem queremos ter como representantes. É muito grave que num Estado de direito as forças policiais não sejam capazes de ou não queiram fazer cumprir a lei, como no recente caso da morte do touro em Monsaraz. Como é muito grave que uma figura como o Dr. Moita Flores desrespeite e insulte impunemente os seus concidadãos que, por imperativo de consciência, não pensam como ele. Está na hora de dizer "Basta!": às touradas, a todas as formas de infligir sofrimento a homens e animais e a uma geração de políticos que coloca os seus duvidosos gostos pessoais, bem como os interesses de grupos minoritários, acima da sensibilidade maioritária da população. Está na hora de surgir uma nova geração, com um novo paradigma, que traga a ética para a política e assuma numa mesma bandeira a defesa dos homens, dos animais e da natureza.
Está na Hora! Basta!
Vamos assinar em massa:
http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=010BASTA
Paulo Borges
Lisboa, 21 de Setembro de 2010

Sábado, 25 de Setembro de 2010

Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Artigo muito importante: S150 e Codex Alimentarius- the removal of nutrition

 
S 510 includes passages that would force harmonization with Codex Alimentarius. It is a name most people do not know and one that the media has not exposed though its consequences to human health would be extreme. Codex threatens the lives of millions through limiting access to adequate supplementation.

From an open letter by Dr. Matthias Rath, a renowned cardiologist, sent to Helmut Kohl, the German chancellor and one time pharmaceutical lobbyist who introduced Codex to the world.

This "Codex" Commission is overwhelmingly composed of representatives of German and international pharmaceutical corporations, and its aim is to set world-wide guidelines for vitamins, amino acids, minerals and other dietary supplements. Spearheaded by the German pharmaceutical corporations, this Codex Commission plans to ban, on a world wide scale, any health statements in relation to vitamins, be it preventive or therapeutic. Moreover, the only vitamin formulas which would still be available would have to meet the arbitrary restrictions of the Codex Commission. The nations that do not comply with these restrictions are faced with economic sanctions.
These plans of the pharmaceutical corporations and the Codex Commission are in direct opposition to the overwhelming importance of vitamins and other essential nutrients for human health and, in particular, for preventing cardiovascular disease. ...
With this background, the attack of the Codex Commission is a desperate act by pharmaceutical companies to protect their world-wide drug market against naturally effective and much more affordable vitamins. Particularly disturbing is the spearheading role of the German pharmaceutical corporations within the Codex Commission. Once before in this century, a German pharmaceutical and chemical corporation, I.G. Farben, became responsible for the deaths of millions of people and consequently, was dismantled in 1946 by the Nuremberg Tribunal and split into Bayer, BASF and Hoechst. With the current plans of the German pharmaceutical companies, the predictable dimension of the unnecessary and premature death of millions of people is unavoidable. If the Codex Commission is allowed to obstruct the eradication of heart disease by restricting access to nutritional supplements, more than 12 million people world-wide will continue to die every year from premature heart attacks and strokes. Within the next generation alone, this would result in over 300 million premature deaths, more than in all the wars of mankind together.


Codex for the US began on December 31, 2009. There have been five bills so far this year to remove access to supplements, if one adds S 3767 introduced by Senators Leahy, Klobuchar, and Franken on September 13th.
How dangerous are supplements that they are subject to FDA armed raids?



The Hazardous-Nutritional-Supplements -Target of FDA Police Raids:

Annual Deaths From:

FDA-Approved Drugs (1).......60,000 - 140,000
Food Contamination (2)...........................9,100
Aspirin (3)......................................................90
All vitamins (4). ............................................ 0
Uncontaminated amino acids (4)..................0
Commercial herbs (4).................................... 0

Why is this happening? The logic is inescapable - illness is worth money and health is worth $0. The FDA would be in charge of whatever agency is set up under S 510 (and S 3767) which would destroy availability of adequate nutrition. The dark history of the FDA's work to cut off knowledge of and access to all treatments for cancer not coming from the pharmaceutical industry is extensive but mostly unknown. The current FDA, pleading it doesn't have enough power to stop food contamination, finds power when it comes to stopping gentle cancer treatments and safe treatments for pain, and loses it again when it comes to drugs causing thousands of heart attacks or deaths and is silent on common pharmaceutical industry pain medications which routinely kill.

The value of supplements is abundantly clear to the pharmaceutical industry. When they were the main support for Germany during WWII, it was "A crime punishable by death to spread information in regard to nutrition in Norway, Belgium, Holland, and all other conquered countries." - D.T. Quigley, MD, Fellow American College of Surgeons, in The National Malnutrition

Today, the FDA is involved in an on-going, unconstitutional effort to stop information about the effectiveness of supplements, especially those which offer alternatives to H1N1 vaccines. The FDA has been and is increasing its removal of freedoms around speech, and health (as relates to food and vaccines/drugs), and now, just as they hope to control vast power over food and remove supplements, has gone so far as to assert in court that there is no fundamental right to one's bodily and physical health. (Is this a necessary legal accompaniment to the devastation that Codex would cause, and to forcing people into exposure to pharmaceutical industry's vaccines which have become increasingly unsafe?)

The removal of rights is the focus of this video on Codex: "We Become Silent - The Last Days of Health Freedom" with Dame Judy Dench.


Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

Lixo Zero: atingidos 82% de reciclagem em vila italiana



O ciclo do lixo zero
Capannori, na Toscana, em Itália, é um lugar onde o lixo é um verdadeiro activo. Isto porque a vila adoptou a política “lixo zero”: graças à recolha a domicílio e às políticas de rdução dos detritos, conseguiu-se chegar à impressionante taxa de reciclagem de 82%. O objectivo é chegar aos 100% em 2020. Neste esforço, participam quase todos os 46.000 habitantes da vila.
Todos os dias, 40 veículos a gás e electricidade percorrem os vários bairros da vila para recolher o lixo. Esta actividade emprega 40 pessoas. Os habitantes foram formados para utilizar as políticas do “lixo zero” e têm uma redução de 20%no imposto sobre os detritos. Todos os dias, recolhem um tipo de lixo diferente. Graças à triagem, foram poupadas 100.000 árvores e a emissão de mais de 9000 toneladas de CO2, no ano passado. Capannori recebeu 340.000 euros da reciclagem de papel. A reciclagem de outros materiais é feita a custo zero e a de materiais orgânicos faz-se a 80 euros por tonelada. De 2004 a 2007 foram recicladas 56.000 toneladas de lixo e, só em 2007, o número atingiu as 16.000 toneladas. Esta política é eficaz, em termos de custos, como explica um vereador de Capannori. O gasto com a incineração teria sido muito maior. Com a redução do lixo foram criados, por exemplo, equipamentos que permitem às pessoas encher garrafas com detergente nas próprias lojas. O mesmo acontece com o leite. Um produtor local criou um ponto de distribuição, em que o leite se vende a um euro por litro. É mais barato para os consumidores, ajuda a economia local e reduz o número de garrafas. A cadeia de reciclagem fica completa com uma rede de centros, onde as pessoas podem levar os objectos mais pesados ou volumosos e em troca recebem um cheque, cujo montante depende da quantidade de lixo que reciclam ao longo do ano. Aqui, cada um tem o seu papel.

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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

Univerdidades: planos internos de zero carbono






A grande maioria das escolas nacionais dos ensinos pré-primário, primário, básico e secundário estão no programa Eco-Escolas e portanto têm planos de redução de pegada ecológica. Agora a nível das nossas universidades tenho a impressão que nada existe.
Um excelente exemplo, retirado da Universidade de Arizona. Oxalá mais universidades Portuguesas e de todo o mundo sigam planos idênticos. Se conhecem algum, por favor indiquem-no em comentários, para actualizar esta postagem.

Sábado, 18 de Setembro de 2010

Amigos que estiveram na FCUP-Biologia entre 1985 e 1990

Esq. para a dir- Ângela,Nelson, Paula , Guerner (óculos), David, Tó Keating (ao centro fundo), Luís, Susana, Eu, Edgar, Isabel, Nuno, Valdemar e Quim




Jantar de comemoração dos 25 anos dea entrada FCUP-Biologia. A amizade que nos caracteriza manteve-se intacta neste reencontro. Inclusive a Ângela que veio de propósito da Suécia.Muitos de nós são professores, investigadores em Universidades, professores universitários. Mostramos que valeu a pena, temos vidas já muito ricas e cada um à sua maneira, 25 anos depois, acredita  que tem contribuído bastante para um País melhor!! Já nos temos encontrado em anos anteriores. Vamos repetir brevemente.

Hector Zazou & Lioudmila Khandi - iacoute song


Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Foto da semana: Todos os animais têm as mesmas partes

Em Português, o slogan diz: «Todos os animais são compostos das mesmas partes. Tenha um coração - Seja vegetariano». (Photo: Gracieuseté)

Dilema (s): As autoridades municipais de Montréal não aceitaram a afixação deste cartaz por ser declaradamente sexista. 
Ativista dos direitos dos animais há muitos anos, a estrela de Baywatch  tinha planos de organizar um evento promocional nesta cidade. [notícia: aqui, 16 de Julho de 2010]


Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Documentário- Peepli: na Índia 200 000 agricultores suicidaram-se nos passados 10 anos



O conhecido cineasta de Bollywood Aamir Khan atribui esta estatística surpreendente ao fato de que muitos agricultores desavisados estão convencidos de que as sementes geneticamente modificadas, pesticidas e fertilizantes de empresas americanas como a Monsanto irão aumentar os seus lucros. Khan espera consciêncisar o mundo sobre esta tendência preocupante neste novo filme.


Notícia original em Care2


Sítio oficial do filme: Peepli

Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

O Último Barril, por Aurélio Porto





Quando a armada persa foi desfeita em Salamina,
aqui diante de meus olhos pairando na neblina levíssima
toda atravessada de luz,
os vencedores, sentindo-se em casa, vieram às águas de Éguina
de onde a vejo,
tranquilamente partilhar os despojos.
Hoje, os que vão longe fora de casa ocupar,
dominar e vencer
não ousam porém confessar que são os despojos de guerra
o que os move.
Belos pretextos, generosas intenções proclamam.
Mentira maior dos tiranos de mãos nuas que apenas tiranizar
procuram, sob o véu diáfano da pretensa liberdade.
Cruéis, a tudo decididos, nem por um momento hesitame as mais ridículas mentiras propagam.
Eles sabem que os ingénuos,
e são a imensa multidão,
apenas tarde descobrirão a falsificação sem disfarce.

E então o solo estará já nas suas mãos,
os despojos bem seguros,
os dividendos, as encomendas, os fluxos do negro óleo garantidos.
E as legiões ficarão, quanto tempo eles quiserem,
até que as contas se fechem em excesso,
o povo exótico tenha sido domesticado,
quiçá anestesiado,
e alguns prófugos regressados tenham fingido legitimar
a desapiedada conquista.
Os antigos pilhavam e repartiam
e outra coisa não diziam que faziam.
Progresso enorme hoje o da perversidade, porém ambíguo
porque o comum dos mortais não dispensa um pretexto
para a expoliação. E tomando à letra o pretexto,
eis que o ingénuo e volátil cidadão exige contas.
E os expoliadores habilidosos mas apressados,
já os enreda a própria perversidade.
Crentes da impunidade,
assegurando-a com as prodigiosas armas guiadas
pela informatizada rede, a mais infame,
eis que mais depressa do que supunham são despidos na praça.
O imperador vai nu,
mas ainda impera. Na universal cobardia se protege,
sabe que o hipotético sucessor contemporizará,
e tão só se dará ao trabalho de envernizar o império,
depois de feito o trabalho sujo. De mãos limpas,
e belos pretextos, perpetuará a presença das legiões
décadas a fio, até que o último barril seja vendido
ao preço do último diamante.
Imenso retrocesso do progresso,
hipocrisia imensa de uma época!

Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Discurso e Prática na Comunicação Ambiental, por Ricardo Goothuzem

Recentemente, descobri um interessante resumo dos discursos vigentes na área ambiental em um excelente artigo da pesquisadora norte-americana Tema Milstein, publicado na revista ‘Environmental Communication’, sobre o papel dos zoológicos como agentes sistêmicos de transformação cultural e ambiental. Partindo do princípio de que a prática discursiva abriga conteúdos ideológicos que podem revelar relações de poder e subordinação – e, ao mesmo tempo, pressupõe o surgimento de discursos opostos –, ela estabelece três formas de dialética entre os discursos dominantes na área ambiental.
A primeira seria a dialética entre Domínio-Harmonia: o tradicional discurso do progresso com base no indispensável domínio sobre e transformação da natureza para atender às necessidades da sociedade industrial gera seu oposto – a argumentação de que há uma forma de viver em harmonia com o todo. Ao contrário do que se possa pensar, essa última forma de pensar não é recente e foi manifestada na obra de filósofos e pensadores durante o surgimento e a consolidação da revolução industrial.
Outra dialética seria a da “Outrização” (sim, essa é a esquisita tradução para Othering) em contraposição à Conexão. O discurso da Outrização estabelece a predominância e a separação de alguns seres humanos com relação à natureza e a outros seres humanos, o que ajuda a justificar as práticas abusivas de exploração econômica e social. Em contraposição, temos o conceito Conexão como interconectividade universal, a relação de interdependência que impera na natureza e que compreende o homem apenas como mais uma espécie.

Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Green Fest 2010 de 10 a 17 de Setembro






O Green Festival, inspirado no formato americano - Greenfest -, é o maior evento de sustentabilidade do país, e celebra o que de melhor já se faz nas três vertentes social, ambiental e económica.

No festival vão estar presentes empresas e cidadãos que se preocupam com o futuro. Para as empresas, o espaço representa o local ideal para divulgarem tendências responsáveis. Para o cidadão,uma experiência única de contactos e aprendizagem de uma postura que promove um Mundo melhor, contribuindo para uma mudança de atitudes e de comportamentos das comunidades.

O Green Festival 2010 vai contar com um conjunto de conferências e workshops a cabo de organizações como a Quercus, a WWF, a EDP, assim como actividades como rastreios de saúde, pedipapers, aulas de bem estar, actividades para crianças e concertos.

O Green Festival, decorre do dia 10 ao dia 17 de Setembro, no Centro de Congressos do Estoril, das 9h às 19h e no Espaço Fiartil, das 17h às 23h.  
A entrada é gratuita.







Yin e Yang:o equilíbrio do movimento, por Leonardo Boff






A tradição do Tao vê a história como um jogo dialético e complementar de dois princípios: yin e yang, forças subjacentes a todos os fenômenos humanos e cósmicos. Procurando luzes para entender e sair da crise global talvez este olhar holístico dos sábios orientais nos possa inspirar.


A figura de referência para representar estes dois princípios é a montanha. O lado norte, coberto pela sombra, é o yin, que em chinês quer dizer sombreamento e corresponde à dimensão Terra. Ele se expressa pelas qualidades da anima, do feminino nos homens e nas mulheres: o cuidado, a ternura, a acolhida, a cooperação, a intuição e a sensibilidade pelos mistérios da vida.


O yang significa a luminosidade do lado sul e corresponde à dimensão Céu. Ele ganha corpo no animus, as qualidades masculinas no homem e na mulher como o trabalho, a competição, o uso da força, a objetivação do mundo, a análise e a racionalidade discursiva e técnica.



Domingo, 12 de Setembro de 2010

Imagem da semana- vencedora do Prémio de Fotografia em Astronomia, do Royal Observatory, Greenwich






Uma das árvores mais antigas do mundo tendo como fundo um dos braços da Via Láctea. Notícia e as outras fotografias premiadas aqui


Por falar em Árvores, sabiam que existe a Associação Árvores de Portugal e também está no facebook? Vamos fazer crescer o seu número de fãs!!

Jessye Norman - Great Day




Ao Mário Costa, com orgulho também é meu cunhado e padrinho do meu filho, grande Professor, agora reformado, Muitos Parabéns!! Have a Great Day!

Sábado, 11 de Setembro de 2010

Teledisco da noite- paz


 Obg, André Freitas

Muito mais profundo que o vídeo MIA original, esta adaptação juvenil é deveras criativo e o apelo que fazem no Youtube a algumas ONG promotoras da Paz, é uma mais valia. Atento às novas sonoridades (rap, hip-hop, etc) não as rejeito completamente, e abraço-as sempre que traz um sentido, uma linha de pensamento e melodia. A ouvir e (re)ler a letra activista. 

World Town
Paz é possível! Não mais 11 de Setembro, não mais blocos, não mais guerra-fria, não mais vietnam, não mais afeganistão, não mais iraque, não mais darfur, não mais ruanda, não mais nato. Não mais!



Compilação de conflitos armados e impactes ambientais até 2007


Hands up
Guns out
Represent the world town

Sick of all the shit that's keeping me down
Dead from the waist down
It's easy staying down
I never thought about it twice
But you do pay the price
It aint your weekly cash that feeds my mum the rice

Yo don't be calling me desperate
When I'm knocking on the door
Every wall you build I'll knock it down to the floor
See me see me bubbling quietly
See me see me acting like you ain't met me

Hands up
Guns out
Represent the world town

Look at what you did, you done it before
Every little dollar just keeps me down more
I never had you on my side bubbling on my side
Why they tell me different
When they make me explodified

Yo dont be calling me desperate
When i'm knocking on the door
Every wall you build i'll knock it down to the floor
See me see me bubbling quietly
See me see me acting like you ain't met me

FC Porto distinguido internacionalmente por boas práticas ambientais


 
Como tudo na vida, embora critique duramente a futebolização, não deixo de ficar contente com esta notícia, enquanto adepto portista (lol).

Toda a notícia em Naturlink e European Club Association (ECA)

11 de Setembro * 9/11


Global Nuclear Energy Developments [fonte]

Neste dia lembramos a tragédia de 9 / 11. Sim, o mundo está a iniciar algo de tenebroso neste momento .... eu sinto isso: os ganhos do nuclear, o ressurgimento de neo-fascismos , a política racista Sarkosy e as  alterações  climáticas em toda parte. Temos a força, tecnologia e  nossa esperança de maneira a que a História das  Guerras Mundiais não vai acontecer novamente.


This day we remember the tragedy of 9/11. Yes the world is starting something darkish here....i feel it: nuclear gains, neo-fascisms arrise again, Sarkosy racist politics, climate change everywhere. We have to strength our hope and adhere all one so History of World Wars will not happen again. 

Diamanda Galas - Aman (with Khan)



Às vezes qual mocho caçando em noites de luar intenso, me encantam as sibilas, vampiros e lobisomens...e todas essas trevas densas que povoam os nossos medos, frustrações e dor. Diamanda Galas exprime-as com muita mestria.

Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010

Novo Relatório da Agência Europeia do Ambiente (EEA) confirma: recessão acelerou o declínio dos gases efeito de estufa



Como mais que previsível --- a recessão provocou um declínio acentuado nas emissões de gases efeito estufa. Contudo, preocupa-me mais a vontade em mudar de paradigmas (sobretudo energéticos, água e serviços) e quanto estamos dispostos colectivamente a fazer a transição (urgente) para uma economia pós-carbono.

Todo o estudo aqui 


CICLO DE CINEMA "Alimentação, Agricultura e Transgénicos", Setembro e Outubro - Cadaval, Lourinhã, Torres Vedras




A nossa alimentação e o modo de produção dos alimentos alterou-se mais nos últimos 50 anos do que nos 10.000 anos anteriores.
Comer é um direito de todos e aparentemente um acto banal, pois fazemo-lo todos os dias, mas pelo impacto ambiental, social e económico que as nossas opções alimentares e o modo de produção dos alimentos podem causar, estaremos conscientes que comer é acima de tudo um acto político?


Integrado no Iº Forum do Oeste pela Educação e Desenvolvimento Sustentável, actividade da Rede CREIAS-Oeste voltamos com o ciclo de cinema para continuar a reflectir sobre o que se esconde para lá da aparente “eterna Primavera” das prateleiras dos supermercados, as alternativas ao nosso alcance e o papel de todos nós, produtores e consumidores.


Com os convidados para o debate, integrado na IX Festas das Adiafas e Festival Nacional do Vinho Leve (Cadaval), vamos ainda discutir a importância dos produtos regionais, as potencialidades da produção biológica e da gastronomia tradicional para uma alimentação mais saudável e o estímulo da economia.


Os animais do RIAS (Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens - Ria Formosa) precisam da sua ajuda

Campanha de Apadrinhamentos RIAS




Até ao dia de hoje, o RIAS atingiu já o nº de ingresso 673, sendo que actualmente se encontram em recuperação 128 animais de diversas espécies. Deste modo, e atendendo às várias necessidades deste centro, renovamos a nossa Campanha de Apadrinhamentos, apresentando uma listagem actualizada das espécies que se encontram em recuperação actualmente e que poderão ser apadrinhadas.

Frisada (Anas strepera)

Ao apadrinhar um animal terá a possibilidade de assistir à sua devolução à Natureza (se tal for possível no final do processo de recuperação) e receberá um certificado de apadrinhamento. Poderá também solicitar informações e fotos do animal apadrinhado. O seu contacto será inserido na lista de divulgação do RIAS para que possa receber informações sobre as próximas actividades em que poderá participar, tornando-se, desta forma, um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.

Mocho-galego (Athene noctua)
Peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)


Espécies de animais actualmente em recuperação no RIAS:

Com uma contribuição mínima de 15€ cada:
Mocho-galego (Athene noctua)
Coruja-das-torres (Tyto alba)
Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo)
Águia-calçada (Aquila pennata)
Águia-cobreira (Circaetus gallicus)
Peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)
Gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Gaivota-de-asas-escuras (Larus fuscus)
Cegonha-branca (Ciconia ciconia)
Pato-real (Anas plathyrhynchos)
Frisada (Anas strepera)
Pato-trombeteiro (Anas clypeata)
Galeirão (Fulica atra)


Com uma contribuição mínima de 25€ cada:

Grifo (Gyps fulvus)
Texugo (Meles meles)
Raposa (Vulpes vulpes)
Falcão-peregrino (Falco peregrinus)
Corvo (Corvus corax)
Bufo-real (Bubo bubo)
Marrequinha-comum (Anas crecca)


Nota: os valores indicados referem-se a apadrinhamento individual/particular. Caso pretenda ceder apoios através de uma instituição / empresa, os valores mínimos serão de 250€ para qualquer espécie indicada anteriormente (podendo ser deduzidos no IRS ao abrigo da lei do mecenato ambiental).

Corujas-das-torres (Tyto alba)

Esta campanha pretende ser assim um meio de angariação de fundos para a manutenção e gestão deste centro. Visa também ser uma forma de divulgação e aproximação da população em geral ao trabalho desenvolvido pelos centros de recuperação de fauna selvagem.

Modos de pagamento:
- CHEQUE: Em nome de Associação ALDEIA enviado juntamente com a ficha de apadrinhamento para: RIAS — Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens Quinta de Marim — Parque Natural da Ria Formosa — Quelfes 8700— Olhão
- TRANSFERÊNCIA*: NIB: 003505550004877083028 (Caixa Geral de Depósitos de Olhão)
* Enviar comprovativo de transferência por correio para a morada acima indicada ou por correio electrónico para rias.aldeia@gmail.com, juntamente com a ficha de apadrinhamento.


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