Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Ainda os cépticos climáticos- esta semana conhecemos a verdade das mentiras dos negacionistas

Wanted for crimes against the climate

Foram conhecidos esta semana os relatórios sobre a investigação efectuada pelo parlamento Britânico relativos ao caso Climategate.
Phil Jones saíu intacto.
Aconselho uma consulta cuidada no Climate Progress

Entretanto a Greenpeace publica um relatório demolidor, desmascarando toda a corrupção da Fundação Koch envolvida em propaganda negacionista das alterações climáticas (de origem humana).

Mais info
Exposing the dirty money behind fake climate science (Greenpeace)

The Greenpeace report “Koch Industries: Secretly Funding the Climate Denial Machine” reveals the connections between the Koch family, their employees, and a global network of ‘front groups’ engaged in trying to sabotage climate science.

Download the whole report as a PDF to check out how the Kochs use their cash to block solutions to climate change. The interactive version shows who Koch money is going to, and has more information on how it is used to muddy the debate and prevent climate action.





Acidificação dos Oceanos* Acidic Oceans


posted by: Jasmine Greene 14.03.10

Acidic Oceans

The climate change issue has been a major topic among politicians and civilians alike. But while we spend much of our time looking to the skies, we've neglected our oceans. With the increase of CO2 in the atmosphere, acid levels in the oceans have been rising, which in turn could harm many marine animals including shellfish and corals.

Ocean acidification occurs when the ocean takes up extra CO2 from the atmosphere. When CO2 dissolves in water it increases the amount of hydrogen ions, when then decreased the pH levels. Since the industrial revolution, the ocean's pH level has lowered by 0.1 [Source: Yale]. While this might not seem like a huge drop, the truth is, the pH scale is logarithmic, each step up or down increases the amount of hydrogen ions tenfold. This roughly translates to a 30% decreased in pH levels in the ocean. [Source: Ocean Acidification]. with half of the anthropogenic CO2 stored in the upper 10% of the oceans [Source: NOAA]. Increase in acidity is particularly harmful to organisms that require calcium bicarbonate to build shells. If the water is too acidic, it can dissolve the shells, sometimes faster than organisms can rebuild them. The impact of this change has been seen in the US northwest, most notably Washington, where there has been a significant decrease in oysters along the coast. Other areas that would be highly sensitive to changing pH are the continental shelves since many marine organisms either live or spawn there. In 2008 a University of Chicago report stated that these changes were happening much faster than predicted and that "This increase will have a severe impact on marine food webs and suggests that ocean acidification may be a more urgent issue than previously thought..." [Source: Science Daily]

The growing urgency to halt the change in pH has forced the EPA to step in and "consider ways the states can address rising acidity levels in oceans" [Source: Seattle P.I.] in accordance with the Clean Water Act. This was brought on by a lawsuit from the Center for Biological Diversity, who wanted the EPA to address the acidity level of Washington's ocean. Many view this victory as another way for the federal government to put restrictions on greenhouse gases that also affect the oceans (only CO2 increases the acidity level of the oceans [Source: Treehugger]). There are, of course, organizations that argue that the increase acidity could be beneficial. While mollusks are growing thinner shells, other crustaceans (namely crab, lobster and shrimp) are forming thicker shells. This might sound beneficial, scientists from the Woods Hole Oceanographic Institution, state that "...any possible ramifications are complex. For example, the crab exhibited improved shell-building capacity, and its prey, the clams, showed reduced calcification. 'This may initially suggest that crabs could benefit from this shift in predator-pray dynamics. But without shells, clams may not be able to sustain their populations, and this could ultimately impact crabs in a negative way, as well..." [Source: WHOI].

It is difficult to say what exactly the long-reaching effects will have on all of the life forms in the oceans, however, it has become serious enough that the EPA, NOAA and various other organizations have begun taking action against ocean acidification.






Terça-feira, 30 de Março de 2010

Cartazes do Dia: Saúde



Enquanto nos EUA...
Obama consegue reforma do sistema de saúde dos EUA, uma vitória histórica

Em Portugal...

Valença sem Urgências e greve de 4 dias dos enfermeiros






Palestra de Murray Bookchin

Canadian famous contemporary anarchist speaks about America's problems and various things people can do about them
Speech recorded February 8, 1990, McGill Univ., Quebec City, Canada

Sítios

Murray Bookchin Bibliography at Anarchy Archives
Bookchin Tribute
Red de Ecologia Social
European Social Ecology Institute




Segunda-feira, 29 de Março de 2010

As Minhas Leituras: "O Património Genético Português" de Luísa Pereira e Filipa Ribeiro

A melhor sinopse que encontrei resume o queria dizer sobre este livro. Passo a transcrever.

A colecção Ciência Aberta, da Gradiva, publica mais um novo título: “O Património Genético Português”. Trata-se de uma obra onde as autoras combinam ciências tão variadas como a arqueologia, a antropologia, a história e a climatologia, para nos oferecer uma visão abrangente da memória que os portugueses deixam no mundo.

O primeiro capítulo, centra-se na história genealógica interpretável, ou seja, o ADN mitocondrial. O capítulo seguinte, avança com os acontecimentos da pré-história e com a visão da genética e da arqueologia sobre a origem do Homem moderno. O terceiro capítulo, foca as deslocações do Homem na Europa do Paleolítico e a partilha de genes, informação e cultura daí resultante. A quarta grande parte - uma das mais interessantes de toda a obra – explica como o Homem se desenvolveu com a Idade do Gelo, uma fase determinante para o destino humano, segundo a climatologia. Seguem-se as abordagens ao Neolítico, com o domínio do Homem sobre a natureza e a questão da homogeneidade genética feminina.

De interesse particular para os portugueses são o sétimo e oitavo capítulos. Abordam as questões da influência de África e do Mediterrâneo no nosso património genético. Verificando-se uma maior frequência de linhagem subsariana no sul do país, são apresentados os casos específicos de Mértola e Belmonte. Finalmente, temos a oportunidade de percorrer as várias paragens da expansão marítima portuguesa para perceber a sua influência na diversidade do nosso património genético.

Luísa Pereira e Filipa Ribeiro acompanham a evolução humana de forma interdisciplinar, explorando os recentes avanços do conhecimento com base nas origens e migrações humanas do passado. As duas jovens autoras, especializadas em genética populacional humana e jornalismo de ciência, respectivamente, conceberam um livro que realmente nos vais ensinar algo e despertar para muitos aspectos pelos quais, por vezes, nem damos conta. E conseguem tudo isso com bastante sentido de humor!







Kesang Marstrand: Tibet will be free







Rastreabilidade e Detecção no Sector Alimentar

Rastreabilidade e Detecção no Sector Alimentar






Domingo, 28 de Março de 2010

Mexilhões de água doce? Sim, em Portugal, na Lista Vermelha e há uma barragem no meio da história


O estudo de impacto ambiental da barragem de Padroselos descobriu uma colónia de Margaritifera margaritifera. A descoberta desta espécie no local onde deveria ser construída a barragem inviabiliza a construção.





Animal Collective - Summertime Clothes

Porque entramos na hora do Verão!




Sábado, 27 de Março de 2010

The Known Universe by American Museum of Natural History (AMNH)


The Known Universe takes viewers from the Himalayas through our atmosphere and the inky black of space to the afterglow of the Big Bang. Every star, planet, and quasar seen in the film is possible because of the world's most complete four-dimensional map of the universe, the Digital Universe Atlas that is maintained and updated by astrophysicists at the American Museum of Natural History. The new film, created by the Museum, is part of an exhibition, Visions of the Cosmos: From the Milky Ocean to an Evolving Universe, at the Rubin Museum of Art in Manhattan through May 2010.

Data: Digital Universe, American Museum of Natural History
http://www.haydenplanetarium.org/universe/





Porque hoje muda a hora - Fjordne - "Last Sun"







Avatar e a síndrome do invasor

Postado em 02/03/2010 por Marina Silva

Aviso: O texto a seguir menciona partes da história do filme Avatar de James Cameron e, por isso, pode tirar a surpresa de quem ainda não o assistiu.

Teve um momento, vendo Avatar, que me peguei levando a mão à frente para tocar a gota d´água sobre uma folha, tão linda e fresca. Do jeito que eu fazia quando andava pela floresta onde me criei, no Acre.

Lembranças

A guerreira na’vi bebendo água na folha como a gente bebia. No período seco, quando os igarapés quase desapareciam, o cipó de ambé nos fornecia água. Esse cipó é uma espécie de touceira que cai lá do alto das árvores, de quase 35 metros, e vai endurecendo conforme o tempo passa. Mas os talos mais novos, ainda macios, podem ser cortados com facilidade. Então, a gente botava uma lata embaixo, aparando as gotas, e quando voltava da coleta do látex, a lata estava cheia. Era uma água pura, cristalina, que meu pai chamava de água de cipó. E aprendíamos também que se nos perdêssemos na mata, era importante procurar cipó de ambé, para garantir a sobrevivência.

Me tocou muito ver a guerreira na’vi ensinando os segredos da mata. Veio à mente minhas andanças pela floresta com meu pai e minhas irmãs. Ele fazia um jogo pra ver quem sabia mais nomes de árvores. Quem ganhasse era dispensada, ao chegar em casa, de cortar cavaco para fazer o fogo e defumar a borracha que estávamos levando. A disputa era grande e nisso ganhávamos cada vez mais intimidade com a floresta, suas riquezas e seus riscos.

A gente aprendia a reconhecer bichos, árvores, cipós, cheiros. Catávamos a flor do maracujá bravo pra beber o néctar, abrindo com cuidado o miolinho da flor. Lá se encontrava um tiquinho de mel tão doce que às vezes dava até agonia no juízo, como costumávamos dizer.

É incrível revisitar, misturada à grandiosidade tecnológica e plástica de Avatar, a nossa própria vida, também grandiosa na sua simplicidade. Sofrida e densa, cheia de riscos, mas insubstituível em beleza e força. Éramos muito pobres, mas não passávamos fome. A floresta nos alimentava. A água corria no igarapé. Castanha, abiu, bacuri, breu, o fruto da copaiba, pama, taperebá, jatobá, jutai, todas estavam ao alcance. As resinas serviam de remédio, a casca do jatobá para fazer chá contra anemia. Folha de sororoca servia pra assar peixe e também conservar o sal. Como ele derretia com a umidade, tinha que tirar do saco e embrulhar na folha bem grande, que geralmente nasce em região de várzea. Depois amarrava com imbira e deixava pendurado no alto do fumeiro para que o calor mantivesse o sal em boas condições. Aprendi também com meu pai e meu tio a identificar as folhas venenosas que podiam matar só de usá-las para fazer os cones com que bebíamos água na mata.

Ficção e realidade

O filme foi um passeio interno por tudo isso. Chorei diversas vezes e um dos momentos mais fortes foi quando derrubam a grande árvore. Era a derrubada de um mundo, com tudo o que nele fazia sentido. E enquanto cai o mundo, cai também a confiança entre os diferentes, quando o personagem principal se confessa um agente infiltrado para descobrir as vulnerabilidades dos na’vi. E, em seguida, a grande beleza da cena em que, para ser novamente aceito no grupo, tem a coragem de fazer algo fora do comum, montando o pássaro que só o ancestral da tribo tinha montado, num ato simbólico de assunção plena de sua nova identidade.

O filme também me remeteu ao aprendizado ao contrário, quando fui para a cidade e comecei a aprender os códigos daquele mundo tão estranho para mim. Ali fui conduzida por pessoas que me ensinaram tudo, me apontaram as belezas e os riscos. E também enfrentei, junto com eles, o mal e a violência da destruição.

Impossível não fazer as conexões entre o mundo de Pandora, em Avatar, e nossa história no Acre. Principalmente quando, a partir da década de 70 do século passado, transformaram extensas áreas da Amazônia em fazendas, expulsando pessoas e comunidades, queimando casas, matando índios e seringueiros. A arrasadora chegada do “progresso” ao Acre seguiu, de certa forma, a mesma narrativa do filme. Nossa história, nossa forma de vida, nosso conhecimento, nossas lendas e mitos, nada disso tinha valor para quem chegava disposto a derrubar a mata, concentrar a propriedade da terra, cercar, plantar capim e criar boi. Para eles era “lógico” tirar do caminho quem ousava se contrapor. Os empates, a resistência, a luta quase kamikaze para defender a floresta, usando os próprios corpos como escudos, revi internamente tudo isso enquanto assistia Avatar.

A ficção dialoga muito profundamente com a realidade. Seres humanos, sem conhecimento sensível do que é a natureza, chegam destruindo tudo em nome de um resultado imediato, com toda a virulência de quem não atribui nenhum valor àquilo que está fora da fronteira estreita do seu interesse imediato. No filme, como o valor em questão era a riqueza do minério, a floresta em si, com toda aquela conectividade, toda a impressionante integração entre energias e formas de vida, não vale nada para os invasores. Pior, é um estorvo, uma contingência desagradável a ser superada.

Síndrome do invasor

Encontrei na tela, em 3D e muita beleza plástica e criatividade, um laço profundo e emocionante com a nossa saga no Acre, com Chico Mendes. E percebi que, assim como no filme, éramos considerados praticamente alienígenas, não humanos, não portadores de direitos e interesses diante dos que chegavam para ocupar nosso espaço.

É uma visão tão arrogante, tão ciosa da exclusividade do seu saber, que tudo o mais é tido como desimportante e, consequentemente, não deve ser levado em conta. É como se se pudesse, por um ato de vontade e comando, anular a própria realidade. Como se o que está no lugar que se transformou em seu objeto de desejo, fosse uma anomalia, um exotismo, uma excrescência menor.

E, afinal, essa arrogância vem da ignorância e da falta de instrumentos e linguagem para apreender a riqueza da diferença e extrair dela algum significado relevante e agregador de valor. Numa inversão trágica, a diferença é vista apenas como argumento para subjugar, para estabelecer autoritariamente uma auto-definida superioridade. Poderíamos chamar tudo isso de síndrome do invasor, cujo principal sintoma é a convicção cega e ensandecida, movida a delírios de poder de mando e poder monetário, de ser o centro do mundo.

No Acre nos deparamos com muitos que viam nossos argumentos como sinônimo de crendices, superstição. Coisa de gente preguiçosa que seria “curada” pelo suposto progresso de que eles se achavam portadores. Por outro lado, também chegaram muitos forasteiros que, tal como a cientista de Avatar e o grupo que a seguiu, compreenderam que nosso modo de vida e a conservação da floresta eram uma forma de conhecimento que poderia interagir com o que havia de mais avançado no universo da tecnologia, da pesquisa acadêmica e das propostas políticas de mudanças no modelo de desenvolvimento que eram formuladas em todo o mundo. Com eles, trocamos códigos culturais, aprendemos e ensinamos.

Avatar nos leva a tomar partido

Fiquei muito impressionada como esse processo está impregnado no personagem principal de Avatar. Ele se angustia por não saber mais quem é, e só recupera sua integridade e identidade real quando começa a se colocar no lugar do outro e ver de maneira nova o que antes lhe parecia tão certo e incontestável. Sua perspectiva mudou quando viu a realidade a partir do olhar e dos sentimentos do outro, fazendo com que a simbiose presente no avatar, destinado a operar a assimilação e subjugação dos diferentes, se transformasse num poderoso instrumento para ajudá-los a resistir à destruição.

Pode-se até ver no filme um fio condutor banal, uma história de Romeu e Julieta intergalática. Não creio que isso seja o mais importante. Se os argumentos não são tão densos, a densidade é complementada pela imagem poderosa e envolvente, pelo lúdico e a simplicidade da fala. Se houvesse uma saturação de fala, de conteúdos, creio que perderia muito. A força está em, de certa maneira, nos levar a sermos avatares também e a tomar partido, não só ao estilo do Bem contra o Mal, mas em favor da beleza, da inventividade, da sobrevivência de lógicas de vida que saiam da corrente hegemônica e proclamem valores para além do cálculo material que justifica e considera normais a escravidão e a destruição dos semelhantes e da natureza.

Achei meu “povo”

E, se nada mais tenho a dizer sobre Avatar, quero confessar que aquele povo na’vi tão magrinho e tão bonito foi para mim um alento. Quando fiquei muito magra, na adolescência, depois de várias malárias e hepatite, me considerava estranha diante do padrão de beleza que era o das meninas de pernas mais grossas, mais encorpadas. Sofria por ser magrinha demais, sem muitos atributos. Agora tenho a divertida sensação de que, finalmente, achei o meu “povo”, ainda que um pouco tarde. Houvesse os navi na minha adolescência e, finalmente, eu teria encontrado o meio onde minhas medidas seriam consideradas perfeitamente normais.





Sexta-feira, 26 de Março de 2010

WWF começa a branquear os transgénicos


Vamos questionar a WWF portuguesa se também tencionam vir para Portugal pregar que os transgénicos são a solução para os problemas da agricultura?





Contacto: Angela Morgado

WWF Mediterranean Programme Office Portugal

Mobile: (+ 351) 91 842 8829

E-mail: amorgado@wwfmedpo. org

Skype:angela.morgado


Notícia completa:
http://blogs.desmoinesregister.com/dmr/index.php/2010/03/17/freeze-your-footprint-agribiz-told/


The world has got to stop increasing the environmental impact of producing food, and that will mean reducing consumption in rich countries as well as using more biotech crops. That was the message that Jason Clay, the senior vice president for market transformation at the World Wildlife Fund, gave to a meeting of the Global Harvest Initiative, a forum set up by Monsanto, Pioneer and other agribusiness giants. “We think we need to freeze the footprint of agriculture,” he said.

His is a message that’s guaranteed not to make anyone entirely happy. Anti-biotech advocates don’t like the message that gene-altered crops are needed to increase production. And the idea that a billion people on the plant consume too much is not one often heard from farm organizations.

“We’re asleep at the wheel. We’ve got to wake up,” Clay said.

The world’s population is expected to rise from 6.7 million now to 9 billion people by 2050 and that increase coupled with rising incomes and changes in climate is expected to put more pressure on food supplies, especially in developing countires.

In addition to better crop genetics, Clay said improvements in farming practices need to be spread around the world faster and farmers also need to make better use of water, fertilizer and degraded lands. Less food should go to waste, too. An estimated 35 percent of the calories that farmers produce today doesn’t make it to the farmer, said Clay.



Para quem não sabe quem é Jason Clay
Jason Clay is Senior Vice President of Market Transformation at the World Wildlife Fund. In addition, he manages the
WWF Network’s private sector advisory board and led the development of WWF’s private sector engagement strategy.
Dr. Clay is a leader within WWF and the NGO community more broadly on identifying global trends and issues as well as supply chain management.
E vou editar mais uma nota de um texto seuClay has a doctorate in anthropology and international agriculture from Cornell University.

E para que não restem dúvidas leiam este texto:
Agriculture from 2000 to 2050 - The Business as Usual Scenario, by Dr. Jason Clay
http://www.globalharvestinitiative.org/GHIBooklet_NoBleed.pdf




E-livro Enciclopedia de Genética, por George Redei (2008)

Encyclopedia of Genetics, Genomics, Proteomics and tics






Quinta-feira, 25 de Março de 2010

Construção de mais Barragens pode danificar 70% da costa portuguesa e nova concentração Salvar o Tâmega, 28 de Março

1. Concentração dia 28 de Março

Sabia que…?

…Os Estudos de Impacte Ambiental (EIA) – quer da EDP quer da IBERDROLA –, revelam que com o rio artificializado em cascata de águas mortas a qualidade da água vai ter um índice de eutrofização elevado?

…Com a qualidade da água mais degradada no sector a montante, poderá colocar em causa a sua utilização?

…A eutrofização é um dos problemas ambientais da água mais frequente em albufeiras e outros meios de águas paradas?

…Dada a existência de unidades potencialmente poluentes na bacia hidrográfica do TÂMEGA, existe o risco de poluição acidental com atribuição de grau elevado?

…O EIA da IBERDROLA, além da ruptura das barragens, prevê também a possibilidade de deslizamento de encostas, o que provocaria uma onda de água com efeitos devastadores, nomeadamente na vila de Mondim e em Amarante, causando destruição de casas e perdas de muitas vidas humanas?

…No EIA da IBERDROLA, apontam como consequência negativa no clima o aumento nos valores de humidade do ar e na frequência de nevoeiros e de neblinas?

…Enquanto no EIA de Fridão a EDP não diz o mesmo. Será que o rio e o vale não são os mesmos?

…Passará pelo concelho de Mondim uma Linha de Muita Alta Tensão com cerca de 50 Postes, condicionando ainda mais o nosso território, e sendo negativo para a Saúde das pessoas também é desfavorável no comportamento social e uma intrusão visual, desfigurando a paisagem do nosso Monte Farinha (Sr.ª da Graça)?

…Com a construção das barragens e a inundação do vale serão eliminados centenas ou milhares de empregos, recursos da terra e fontes de rendimentos proveniente da agricultura ou de outras actividades económicas?

…Ainda está por provar que uma barragem seja um investimento que ajude a combater a pobreza, aumentar o nível de educação e a aumentar a esperança de vida das populações?

…Há alternativas à construção de mais barragens, mais baratas e com menos prejuízos para o Ambiente e para as populações?… Como por exemplo o aumento de potências das barragens já existentes, a aposta na eficiência energética, a energia solar?

Nós já temos um património, que é o nosso rio, património esse, que poderemos reactivá-lo a qualquer momento, basta haver vontade e estratégia para o valorizar e desenvolver o concelho de Mondim e toda a região!

NÃO PRECISAMOS DE BARRAGENS COM ÁGUAS EUTROFIZADAS!!!

Apareça dia 28 de Março e junte-se na defesa desta causa de todos pelo bem de Mondim, do Tâmega e da nossa região.

«Salvar o Tâmega» ainda é possível!

2. Construção de mais Barragens pode danificar 70% da costa portuguesa






Os Produtos Transgénicos- Avanços e Recuos

Intervenção de Maria Alexandra Santos de Azevedo, da Plataforma Transgénicos Fora, na III Conferência Nacional da Segurança Alimentar
Escola Superior Agrária de Coimbra
4 e 5 de Março de 2010

Os Produtos Transgenicos_avanços e Recuos





Quarta-feira, 24 de Março de 2010

Ensaios com transgénicos em Portugal - Participe na consulta pública!

Caríssim@s,

Está aberta até às 24h de 28 de Março de 2010 (domingo) a consulta pública sobre o pedido da Monsanto para ensaios de campo durante 3 anos com o milho transgénico NK 603. Se quiser mostrar a sua discordância é muito simples: assine e envie a carta abaixo, com ou sem as suas alterações, para o email da consulta: cpogm@apambiente.pt

Se quiser que o presidente da Agência
Portuguesa do Ambiente também receba, inclua igualmente este email: agh@apambiente.pt
Depois de enviar, divulgue esta mensagem pelos seus amigos e conhecidos para que participem também!

Para consultar o dossier da Monsanto, veja http://stopogm.net/webfm_send/16
Para consultar o parecer de 2009 da Plataforma Transgénicos Fora (que se refere a um pedido muito semelhante), veja http://stopogm.net/sites/stopogm.net/files/ParecerUEvora2009.pdf
Para mais informações, contacte mailto:info@stopogm.net

CARTA TIPO:
---------------------------

Exmo Sr. Prof. António Gonçalves Henriques, Director Geral da Agência Portuguesa do Ambiente,

Ref: Consulta Pública sobre a notificação B/PT/10/01

Está em curso até dia 28 de Março de 2010 mais uma consulta pública relativa a experiências em campo aberto que envolvem o cultivo de milho transgénico da Monsanto. Desta feita os pedidos são para terrenos em Monforte e Monção. Porém, não é a localização que sobretudo nos preocupa. O que pretende o cidadão, e cremos que deveria ser igualmente pretendido pela APA, é que as consultas públicas sejam levadas realmente em consideração na decisão final pela APA. Mas tal não tem acontecido. Custa-nos a crer que a APA não dê toda a importância necessária à protecção do ambiente com base nos contributos dos cidadãos.

Como sabe, em 2009, a APA recebeu 670 contributos para a consulta pública, dos quais apenas 18 eram favoráveis à realização dos ensaios de campo. Os documentos a solicitar a não aprovação dos ensaios invocaram muitos argumentos sólidos, concretos e científicos em sua justificação. No entanto, tanto no relatório final da consulta pública como no relatório final com a decisão de autorização de duas localizações, a APA ignorou ostensivamente a validade de tais argumentos, muito menos se dando ao cuidado de lhes responder ou de explicar as razões para não os considerar. Essa atitude não é consentânea com o respeito que a Administração deve aos cidadãos. Ainda assim, e porque os ensaios deste ano são com o mesmo milho transgénico NK 603 discutido em 2009, aguardamos que a APA não se furte a ler os documentos enviados no ano passado. Poderá assim compreender melhor porque é que este milho não é seguro nem deve ser cultivado no Alentejo, no Minho, ou em qualquer outro local.

Apelo à APA para que, em 2010, assuma de outra forma as suas relações com os cidadãos e suas organizações respeitando escrupulosamente os procedimentos verdadeiramente democráticos em matéria de consulta pública. Aguardo a resposta de V. Exa, no pressuposto de que a APA deve passar a agir de forma mais transparente e a respeitar cabalmente os direitos dos cidadãos.


Com os melhores cumprimentos,

[NOME]
[BI]





Ciência e Arte - o Projecto Sinfonia da Ciência



O Symphony of Science é um projecto musical dirigido por John Boswell concebido para proporcionar o conhecimento científico e da filosofia em forma de musical.
Aqui você pode assistir vídeos de música, baixar músicas, ler as letras e encontrar links relacionados com as mensagens transmitidas pela música.
O projeto deve a sua existência, em larga medida, à maravilhosa obra de Carl Sagan, Ann Druyan, Soter e Steve, de Sagan Druyan-Associates, e sua produção do clássico PBS série Cosmos, assim como todas as outras. individualidades do mundo da ciência, com intuito de sensibilizar os leitores e fazê-los reflectir ao longo dos vídeos.

Here you can watch music videos, download songs, read lyrics and find links relating to the messages conveyed by the music.The project owes its existence in large measure to the wonderful work of Carl Sagan, Ann Druyan, and Steve Soter, of Druyan-Sagan Associates, and their production of the classic PBS Series Cosmos , as well as all the other featured figures and visuals.
TEXTO

[Michael Shermer]
Science is the best tool ever devised
For understanding how the world works

[Jacob Bronowski]
Science is a very human form of knowledge
We are always at the brink of the known

[Carl Sagan]
Science is a collaborative enterprise
Spanning the generations
We remember those who prepared the way
Seeing for them also

[Neil deGrasse Tyson]
If you're scientifically literate,
The world looks very different to you
And that understanding empowers you

Refrain:
[Richard Dawkins]
There's real poetry in the real world
Science is the poetry of reality

[Sagan]
We can do science
And with it, we can improve our lives

[Jill Tarter]
The story of humans is the story of ideas
That shine light into dark corners

[Lawrence Krauss]
Scientists love mysteries
They love not knowing

[Richard Feynman]
I don't feel frightened by not knowing things
I think it's much more interesting

[Brian Greene]
There's a larger universal reality
of which we are all a part

[Stephen Hawking]
The further we probe into the universe
The more remarkable are the discoveries we make

[Carolyn Porco]
The quest for the truth, in and of itself,
Is a story that's filled with insights

(Refrain)

[Greene]
From our lonely point in the cosmos
We have through the power of thought
Been able to peer back to a brief moment
After the beginning of the universe

[PZ Myers]
I think that science changes the way your mind works
To think a little more deeply about things

[Dawkins]
Science replaces private predjudice
With publicly verifiable evidence

(Refrain)

Terça-feira, 23 de Março de 2010

Documentário "O Sabor da Despedida" amanhã no Clube Literário do Porto, 21:30

Dia 24 de Março, pelas 21:30, no Clube Literário do Porto (Rua Nova da Alfândega, 22 – à Ribeira)

A história do último rio selvagem Português, que, apesar dos valores naturais e patrimoniais que possui, foi barbaramente destruído por mais uma barragem.

Assista à exibição de um documentário de grande qualidade. No final participe ainda um debate com Arminda Deusdado (produtora e directora da Farol de Ideias, responsável pelo documentário), e com José Teixeira, da Plataforma Sabor Livre.

Texto publicado na página da Farol de Ideias:

Portugal prepara-se para perder o último troço de vida selvagem. Depois de milhões de anos a traçar o percurso até ao Douro, o rio Sabor, em Trás-os-Montes, fica refém da estratégia energética do pais. A construção da Barragem do Baixo Sabor (em alternativa ao Baixo Côa) vai inundar milhares de espécies, muitas delas protegidas. A albufeira vai atingir quatro municípios e guardar água suficiente para encher mais de 600 estádios de futebol. Em 2013 nada será como antes e os 40 kms da albufeira a ser criada, e amparada por um muro com mais de 120 metros, apaga as memórias de uma região ligada à terra que a sustentou durante muitas décadas. A nível natural há espécies endémicas que não poderão ser recuperadas e tudo aponta para que o espelho de água que aí vem não poderá ter aproveitamento turístico. A nível energético passa a ser possível retirar água do Rio Douro e guardá-la a montante no Sabor para ser usada sempre que a pressão na rede eléctrica justificar. O rio vai muitas vezes correr ao contrario, mas à mercê do que a EDP entende ser um armazenamento estratégico de água. Durante mais de um ano todos os passos deste processo foram registados.

O documentário também está disponível online.

Expedição ao Rio Sabor Para acompanhar, pode ver uma colecção de imagens tiradas pelo grupo durante os oito dias que a expedição durou!

Negrito


Cinema- Documentário: Food Inc, 2008, por Robert Kenner


Até se arranjar uma tradução e um video gratuito em lingua portuguesa, é a melhor fonte que encontrei.

Tem um lado bom, pode ser que alguns leitores japoneses ou chineses dentro e fora de Portugal o vejam! Mas ultrapassando isso, é mais um documentário que nos faz pensar.

O documentário Food Inc apresenta a realidade por trás das indústrias de alimentos, que dificultam ao máximo que os consumidores saibam a verdadeira origem do que estão a comprar ou ingerir.

A realidade que a indústria pretende esconder a todo custo é baseada num cenário perverso: uma vida de sofrimento, tortura e confinamento de animais que são explorados para o consumo humano. O filme foi produzido e dirigido por
Robert Kenner.





Segunda-feira, 22 de Março de 2010

Fad Gadget - State Of The Nation - original e ao vivo em 2002


State of the nation
A room you never use
See yourself in power
That sweet sick enemy
Home is where there's danger
Send it to your friend
State of the nation
A room you never use

Life begins when you're ready to face it
I've changed my mind because I'm stuck on
The state of the nation

I know you've got potential
So what's your price, I'll pay it
Consumer guide to help you
And a cheque card just to let some (fun)
It's time I had a wash out
Cold storage, no more head room
Collecting things I don't need
In a room I never use

Life begins when you're ready to face it
I've changed my mind because I'm stuck on
The state of the nation


Obg Zé Pinheiro, já há muito tempo que os não ouvia



Água Pública para um Mundo Justo




O dia 22 de Março foi instituído pelas Nações Unidas em 1993 como Dia Mundial da Água, decorrendo este ano sob o lema “Água Limpa, para um Mundo Saudável”.

Neste dia, a Associação Água Pública e o STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local - saúdam os trabalhadores e organizações que lutam no mundo inteiro pela água pública e manifestam o regozijo pelas vitórias conseguidas, cada vez mais numerosas.

Mas tanto à escala mundial, como à escala nacional, são ainda muitos os motivos de apreensão.

A poluição e a utilização desregrada da água, do solo e dos recursos vivos, conduzida essencialmente por lógicas especulativas e de lucro individual de curto prazo, tem vindo a agravar aceleradamente a dimensão dos problemas sociais, ecológicos, económicos e de catástrofes associadas à água.

As políticas privatizadoras têm vindo a entregar a um pequeno número de multinacionais a exploração e administração de facto dos mananciais de água. São privatizados os rios, os aquíferos subterrâneos, os recursos pesqueiros, as praias, as margens e os leitos dos rios.

Os leitos de cheia são disputados pela especulação imobiliária. À poluição industrial e à agricultura intensiva com elevada aplicação de pesticidas e adubos, soma-se a nova corrida aos biocombustíveis e às hidroeléctricas, aumentada pela crise energética, e a apetência por esses negócios de elevada aplicação de água. A visão de curto prazo conduz à exaustão e degradação dos recursos e das infra-estruturas e à precarização do trabalho.

A degradação da natureza, a exploração do trabalho e a maximização do lucro, estão cada vez mais presentes nas políticas da água impostas, nomeadamente em Portugal. Marcam toda a legislação, com ênfase para as Leis da Água e da Titularidade dos Recursos Hídricos aprovadas em 2005 e a profusa legislação sectorial posterior.

O Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico aguardou esta legislação para ser lançado, configurando-se agora as concessões que entregam os rios e o maior potencial energético português a privados em que se incluem a IBERDROLA e a EDESA. São cobradas taxas pela utilização da água, do domínio público hídrico e das infraestruturas públicas que recaem sobre a População. Despreza-se o uso harmonioso e
sustentado da água.

O acesso à praia de Tróia é já um negócio privado.

Prepara-se a abertura do mercado da água e do domínio público hídrico.

O abandono das responsabilidades do Estado e a destruição dos serviços públicos para deixar campo aberto aos grandes interesses é manifesto na legislação que subverte a função pública, na eliminação dos postos de trabalho, no estrangulamento financeiro e operacional das autarquias, e ainda, na empresarialização dos serviços públicos visando a sua futura privatização.

O impacto destas políticas é devastador em todos os sectores económicos utilizadores da água, com destaque para a agricultura, pesca, pecuária, produção eléctrica e indústria transformadora - na vida quotidiana dos cidadãos e na exposição a acidentes e catástrofes, - nos ecossistemas, no território e no património natural – na economia doméstica, na microeconomia e na macro-economia – bem como no agravamento das assimetrias económicas e sociais.

O abastecimento de água às populações

Perante a oposição das populações e a recusa da larga maioria das autarquias à entrega do “mercado do abastecimento de água”, o Governo desencadeou uma ofensiva para arrancar as competências autárquicas e engordar o negócio da água.

A par do estrangulamento financeiro, acentuam-se as restrições e exigências legais cada vez mais pesadas com o objectivo de impossibilitar as autarquias de prestar esses serviços. Ilegaliza-se o auto-abastecimento e outras formas de acesso comunitário não comercial, como pequenos sistemas geridos a nível de freguesia.

Dificultando de todas as formas a intervenções e melhoramentos autárquicos nos sistemas de águas, pressiona-se as Autarquias à privatização directa ou a transferir as competências para o Governo, total ou parcialmente, através de uma figura legal criada para esse efeito, os Sistemas Multimunicipais, que imediatamente são concessionados a sociedades anónimas do Grupo Águas de Portugal SA, de capitais maioritáriamente públicos, controlados pelo Governo.

O Grupo Águas de Portugal, SA, tem vindo a ser moldado na óptica empresarial, de geração de lucros, e na perspectiva da sua futura privatização -à semelhança do que o Governo pretende agora fazer com a Rede Eléctrica Nacional. Operação que só não foi ainda iniciada porque não está completa a transferência de propriedade pública para as Águas de Portugal e pela luta das populações. Contudo, isto não impediu o governo PS de ter privatizado a empresa desse grupo, a Aquapor (presente em 24 municípios/345 mil pessoas abastecidas).

Para assegurar lucros sem risco e cobertura financeira das empresas, impõem-se subidas obrigatórias da factura da água à população e o nivelamento dos tarifários pelos valores mais altos praticados como é o caso da empresa Águas da Região de Aveiro.

É imprescindível travar a visão mercantilista da água e de destruição dos serviços públicos, dos direitos das populações e dos trabalhadores que ao longo de décadas têm colocado a sua experiência e saber ao serviço de todos os portugueses.

É por isso que neste dia, a Associação Água Publica e o STAL reafirmam uma vez mais o seu empenho na defesa da água como bem público, comum e universal e exigem uma gestão pública democrática, de qualidade, sustentável e próxima dos cidadãos, garantindo que a água que é de todos continuará acessível a todos.


Para assinalar esta data estão já agendadas as seguintes iniciativas:
Segunda-feira 22 de Março, em Lisboa

* 17h30m – Distribuição de folheto à população em defesa da Água Pública, junto à Casa do Alentejo (Rua Portas de Santo Antão)
* 21h00m – Projecção do filme «H2O-Água à venda», Casa do Alentejo (Entrada livre)

Durante a próxima semana estão previstas diversas iniciativas regionais de contacto com a população em Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Faro, Guarda, Lisboa, Vila Real entre outras.

[fonte: Agua Info]



Domingo, 21 de Março de 2010

E 21 de Março é também Dia Mundial Contra o Racismo e a Xenofobia



International Day for the Elimination
of Racial Discrimination

21 March

The International Day for the Elimination of Racial Discrimination is observed annually on 21 March. On that day, in 1960, police opened fire and killed 69 people at a peaceful demonstration in Sharpeville, South Africa, against the apartheid "pass laws". Proclaiming the Day in 1966, the General Assembly called on the international community to redouble its efforts to eliminate all forms of racial discrimination (resolution 2142 (XXI)).

Links to UN and UN System sites:

Office of the UN High Commissioner for Human Rights

International Day for the Elimination of Racial Discrimination (Cyberschoolbus)

World Conference Against Racism, Racial Discrimination, Xenophobia and Related Intolerance (2001 : Durban, South Africa)

Unesco


ADDITIONAL RESOURCES:

The additional resources links on this page are provided for information purposes only and do not necessarily represent an endorsement by the United Nations.

Amnesty International

Anti-Racism Information Service

AntiRacismNet

European Commission against Racism and Intolerance (Council of Europe)

European Monitoring Centre on Racism and Xenophobia

European Network Against Racism

International Federation for Human Rights

International Movement against All Forms of Discrimination and Racism

Internet Centre Anti-Racism Europe

Minority Rights Group International

Racism and Human Rights (Human Rights Watch)







Dia Mundial da Poesia, com João Negreiros

Poema feito à Imagem - "É agora que os mato agora" from Abraham Tark on Vimeo.







Primavera - Sigur Ros Fljotavik

We look over the rudder
Cut off the sea
We sail by the mast
Stretch the sails
We steer towards the bridge

We sail ashore
Up on the large rocks and the sand
We wade ashore
What a mess!


There I found myself
Endlessly thanking
Sheltered in a makeshift house
And we slept
As the storm died down
Obg, Cornélia Castro por me dar a conhecer.Lindo.Beijinho





Limpar Portugal e Plantar Portugal - limpa-se e depois planta-se



Mensagem da Organização

Hoje comemoramos, mais uma vez, o ambiente! 1 Cidadão, 1 Árvore! Depois, às 18h, compareçam no Centro Cultural das Caldas da Rainha e assistam à maior Gala do Ambiente em Portugal, a Gala do Prémio Árvore de Cristal (entrada livre). Por um futuro mais sustentável, Vamos Todos Plantar Portugal!










O objectivo da iniciativa Plantar Portugal e um outro da Comissão Europeia
http://ec.europa.eu/portugal/comissao/destaques/20100312_plante_arvore_pt.htm
é louvável: dar uma dimensão nacional a um conjunto de iniciativas dispersas associadas ao dia da árvore, integrando-as na lógica das alterações climáticas e lembrando o ano internacional da biodiversidade.

Contudo o dia da Árvore a 21 de Março com o objectivo de plantar árvores não é o mais adequado a Portugal. Quando é que todas as autoridades municipais e escolares dirigem todo o esforço de plantio de árvores para o dia 26 de Novembro (dia da Árvore Autóctone) e/ou entre os meses de Novembro a Janeiro?

Este dia anual de 21 de Março deveria agrupar outras iniciativas como engrossar a lista de árvores monumentais das nossas cidades, fazer o arboreto de cada cidade, etc.

Uma outra iniciativa interessante é a World Tree Day. Concluo a minha postagem com esta canção de simples mas tão sentida (de um músico malaio Jes Ebrahim do The Tree Theatre Group,) tocou-me profundamente




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