Sábado, 30 de Dezembro de 2006

O Relatório Stern na íntegra


Table of contents
Summary of conclusions
Preface and acknowledgements
Introduction to Review
Executive summary (full)
Executive summary (short)
Abbreviations and acronyms
Part I: Climate change: our approach (Chapters 1-2)
Introduction
Chapter 1: The science of climate change
Chapter 2: Economics, ethics and climate change
Chapter 2 Technical annex: Ethical frameworks and intertemporal equity
Part II: Impacts of climate change on growth and development (Chapters 3-6)
Introduction
Chapter 3 How climate change will affect people around the world
Chapter 4 Implications of climate change for development
Chapter 5 Costs of climate change in developed countries
Chapter 6 Economic modelling of climate change impacts
Part III: The economics of stabilisation (Chapters 7-13)
Introduction
Chapter 7 Projecting the growth of greenhouse gas emissions
Chapter 8 The challenge of stabilisation
Chapter 9 Understanding the costs of mitigation
Chapter 10 Macroeconomic models of costs
Chapter 11 Structural change and competitiveness
Chapter 12 Opportunities and wider benefits from climate policies
Chapter 13 Defining a goal for climate change policy
Part IV: Policy responses for mitigation (Chapters 14-17)
Introduction
Chapter 14 Harnessing markets to reduce emissions
Chapter 15 Carbon markets in action
Chapter 16 Accelerating technological innovation
Chapter 17 Beyond carbon markets and technology
Part V: Policy responses for adaptation (Chapters 18-20)
Introduction
Chapter 18 Understanding the economics of adaptation
Chapter 19 Adaptation policies: key principles and applications in the developed world
Chapter 20 The role of adaptation in sustainable development
Part VI: International collective action (Chapters 21-27)
Introduction
Chapter 21 Framework for understanding international collective action for climate change
Chapter 22 Creating a global price for carbon
Chapter 23 Supporting the transition to a low carbon economy in developing countries
Chapter 24 Promoting effective international cooperation on technology
Chapter 25 Reversing emissions from land use change
Chapter 26 International support for adaptation
Chapter 27 Building international co-operation on climate change
PostscriptTechnical Annex to Postscript
Annex 7.a Climate change and the Environmental Kuznets Curve
Annex 7.b Emissions from the power sector
Annex 7.c Emissions from the transport sector
Annex 7.d Emissions from the industry sector
Annex 7.e Emissions from the buildings sector
Annex 7.f Emissions from the land use sector
Annex 7.g Emissions from the agriculture sector
Technical Annexes to Chapter 7
Stern Review Index
Independent Reviews Index

Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006

Promindelo- Balanço ambiental 2006




Mantendo a tradição fizemos o balanço ambiental de 2006 e preparamos a nossa lista de desejos para 2007.

Aplaudimos a chegada do Metro e a mobilização da população em defesa do ambiente. Em 2006 a Reserva Ornitológica de Mindelo passou de melhor para pior, em conjunto com o resto do litoral. Em 2007 esperamos revoluções na área do saneamento e da agricultura.

Então segue-se, em detalhe o balanço ambiental 2006: o melhor e o pior e os

desejos para 2007.


Alguns comunicados e publicações deste ano


Jornal Público – 3 de Setembro de 2006 – Reserva de Mindelo, Área protegida à vista

Jornal O Primeiro de Janeiro – 19 de Junho de 2006 – Construção em Árvore gera contestação


Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Para 2007 e sempre: as crianças...

Children See. Children Do.



ONG promotora desta importante iniciativa: CHILDFRIENDLY

* * * * * As crianças_ são os meus melhores desejos para 2007 * * * * *

Dossiê Política



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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2006

Michael Nichols - fotógrafo de causas


Dr. Jane Goodall touched by Jou Jou Photo: © Michael Nichols from Brutal Kinship (Aperture)


Michael Nichols, um fotógrafo da equipa de funcionários da National Geographic desde 1996, nasceu em ,Muscle Shoals Alabama em 1952. Sua primeira exposição fotográfia relacionou-se como um draftee do exército no princípio dos anos 70. Nichols estudou mais tarde seu ofício na universidade de Alabama norte. Sua fotografia ganhou diversos prémios da World Press e do Overseas Press Club, um deles para relatar a vida Acima e Além da Chamada do Dever , uma honra reservada geralmente para fotógrafos do combate. Seu trabalho apareceu em publicações como a Rolling Stone, LIFE, American Photographer, Stern e o The New York Times Magazine.

A cobertura recente de Nichols' para a National Geographic inclui a Elefantes da Floresta em Fevereiro 1999 e Making Room for Wild Tigers em Dezembro 1997em dezembro 1997. Todos os seus trablhos e livros estão actualizados nos seu sítio. Vive com sua família em Charlottesville, Virgínia.

Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2006

Tempo de termos a mesma consciência Stern nas Alterações Climáticas


Economia das mudanças climáticas Por Nicholas Stern - 31/10/2006
in GDI

No início do segundo semestre do ano passado, o ministro das Finanças britânico, Gordon Brown, pediu-me que analisasse os aspectos econômicos das mudanças climáticas com base em análise científica sólida e na mais recente literatura econômica. A "Análise de Stern sobre a Economia das Mudanças Climáticas", apresentada ontem ao primeiro-ministro Tony Blair e ao ministro das Finanças, aceita as esmagadoras provas científicas de que a mudança climática é uma ameaça global - resultante das ações humanas - à sustentabilidade da vida na Terra. Mas nossas pesquisas indicam ser ainda possível evitar os piores riscos e impactos das mudanças climáticas a um custo razoável, se ações bem concebidas e coordenadas forem levadas urgentemente adiante. O fluxo anual de dióxido de carbono e de outros gases que provocam o efeito estufa que aquece a atmosfera da Terra tem acelerado desde que o carvão, e, em seguida, o petróleo e o gás, começaram a fomentar a revolução industrial que proporcionou vidas melhores para as pessoas. As bilhões de toneladas de dióxido de carbono e de outros gases-estufa que continuam se acumulando na frágil e protetora atmosfera terrestre já elevaram as concentrações para em torno de 430 partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono (CO2e) equivalente, em comparação com 280 ppm antes da revolução industrial. As atividades humanas estão despejando 45 bilhões de toneladas de gases-estufa (em CO2e) por ano na atmosfera - e a quantidade está aumentando. Os intrincados ecossistemas terrestres absorvem cerca de metade dessas emissões, mas o resto é retido na atmosfera, aumentando a cada ano o estoque acumulado de gases. Nossas pesquisas sugerem que os esforços mundiais deveriam concentrar-se em limitar o nível final de gases-estufa na atmosfera para entre 450 ppm e 550 ppm. Isso é factível, economicamente viável e reduzirá consideravelmente o risco de mudanças extremas de temperatura. Isso exige que reduzamos até 2050 o fluxo anual de emissões a pelo menos 25% dos níveis atuais, e que continuemos as reduções até que as emissões cheguem a cair para um nível pelo menos 80% inferiores aos atuais, o que permitiria uma estabilização. Os economistas descrevem as mudanças climáticas induzidas pela humanidade como uma "externalidade" e o clima como um "bem público". Os agentes que produzem os gases-estufa ao gerar eletricidade, operar fábricas, cortar florestas, voar em aviões ou dirigir automóveis nada têm de pagar pelos danos causados por suas emissões. As análises identificam três elementos de política pública para uma reação mundial eficaz. A primeira é a atribuição de um preço ao carbono, por meio de impostos, de um comércio de direitos de emissão ou de regulamentação, para que as pessoas paguem o custo social de suas ações. A segunda é uma política de apoio a inovações e à implementação de tecnologias que produzam baixas emissões de carbono. A terceira é a eliminação de barreiras à eficiência energética e a adoção de medidas para informar, educar e convencer. Políticas precisam também atacar as emissões não relacionadas com a geração ou consumo de energia, que são um terço do total mundial. Evitar mais desflorestamento precisa ser uma prioridade. Uma sinalização clara e crível sobre as políticas para os médio e longo prazos ajudará a motivar os investimentos privados, que reduzirão as emissões. À medida que houver um fortalecimento da compreensão do problema, cada vez mais as pessoas exigirão uma reação robusta de seus governos. A discussão pública é, em si mesma, um ingrediente crucial de política. Ignorar o problema comprometerá nossos padrões de vida e terminará por prejudicar nosso crescimento econômico Nossa análise concluiu que ações eficazes para conter as emissões poderão manter o custo das medidas necessárias para em torno de 1% do PIB mundial/ano. O que é crucial é que a economia mundial continuará a crescer, ao passo que a transição para uma economia geradora de baixas emissões de carbono abrirá fascinantes oportunidades de negócios, ao aumentar a demanda por novos produtos e serviços financeiros no valor equivalente a centenas de bilhões de dólares por ano. Em contraste, as evidências examinadas nesta analise confirma que continuarmos "como se nada estivesse acontecendo" não é uma opção. Tentativas de prosseguir no atual curso insustentável serão cada vez mais frustradas, à medida que o derretimento das calotas polares, temperaturas mais altas, furacões mais violentos, secas mais prolongadas, enchentes mais freqüentes e a elevação dos níveis dos oceanos passarem a cobrar um preço cada vez mais pesado em termos de bem-estar e de vidas. Ignorar o problema comprometerá nossos padrões de vida e terminará por prejudicar nosso crescimento econômico. Mudanças climáticas inclementes criam o risco de aumentar as temperaturas mundiais médias em mais de 5º - o equivalente à diferença entre hoje e a mais recente Idade do Gelo. Isso levaria a humanidade a um território desconhecido. Quanto mais alta a temperatura média, maior o risco de mudanças ecológicas irreversíveis e de uma multiplicação de impactos destrutivos. Tais mudanças transformariam a geografia física do planeta, assim como sua geografia humana - como e onde vivemos nossas vidas. Junto à redução das emissões, também precisamos incentivar adaptações ou ações para limitar os danos causados por mudanças climáticas já incorporados ao ecossistema pelas emissões passadas. Em algum momento, o mundo esgotará os combustíveis derivados de hidrocarbonetos causadores do problema. Mas se continuarmos a usá-los "normalmente", o mundo resultará irrecuperavelmente afetado bem antes do esgotamento desses combustíveis. Por isso, o rápido desenvolvimento de tecnologias para captura e armazenamento de carbono é essencial para harmonizar o uso continuado de combustíveis fósseis, especialmente carvão. A luta contra as mudanças climáticas também colocam importantes questões sobre equanimidade e colaboração internacional. Historicamente, a maior parte das emissões acumuladas foram geradas pelos pioneiros da revolução industrial - essencialmente, a Europa e os EUA. Mas a demanda de energia dessas regiões hoje está, em média, em crescimento relativamente lento. Os grandes emissores futuros são os países em desenvolvimento que possuem grandes populações e registram rápido crescimento, como a China e a Índia. É preciso canalizar fluxos financeiros do setor privado para investimentos em larga escala nesses países, para geração de energia com baixo teor de carbono. O preço adicional que pagarão os países em desenvolvimento para se adaptar às mudança climáticas exige que os desenvolvidos honrem compromissos assumidos em Monterrey, em 2002, e reforçados na cúpula do G-8 em Gleneagles em 2005, de dobrar os fluxos de ajuda até 2010. Apesar da dimensão dos desafios futuros, as conclusões da análise são fundamentalmente otimistas. Se agirmos já, e colaborarmos internacionalmente, poderemos reduzir enormemente os riscos a custos moderados. Mas se permanecermos inativos por mais apenas 10 ou 20 anos, os custos serão muito maiores, e os riscos também. Com ações fortes e urgentes, o trabalho conjunto de governos, empresas e cidadãos poderá salvaguardar nosso crescimento e prosperidade futuras. Não podemos desperdiçar a oportunidade. O futuro de nossos filhos depende do que decidirmos agora. Sir Nicholas Stern é diretor do Serviço Econômico Governamental britânico e foi economista-chefe do Banco Mundial.
Para saber mais (em francês)

Domingo, 24 de Dezembro de 2006

Blogosfera


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2.1. Outros blogues amigos do BioTerra (inactivosmas que mantiveram as postagens antigas

Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006

Mais Espaço e Tempo para Abraços....e Grátis

Campanha Abraços Grátis. História Inspiradora!!




CAMPANHA FREE-HUGS (sítio oficial)

Ver também, em Portugal, onde foi notícia,nos blogueiros Semear Criatividade e Origem-Somos Um

FELIZ ECO-NATAL

Mil abraços do BioTerra....e que tempo bem passado!

Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2006

Dossier Ode à Montanha

Agenda 21, Capítulo 13
GESTÃO DE ECOSSISTEMAS FRÁGEIS:
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DAS MONTANHAS



Introdução

13.1. As montanhas são uma fonte importante de água, energia e diversidade biológica. Além disso, fornecem recursos fundamentais,tais como minérios, produtos florestais e produtos agrícolas e são,ainda, fonte de lazer. Enquanto importante ecossistema que representa a ecologia complexa e interrelacionada de nosso planeta, os ambientes montanhosos são essenciais para a sobrevivência do ecossistema mundial. No entanto os ecossistemas das montanhas estão passando por uma rápida mutação. Eles são vulneráveis à erosão acelerada do solo, deslizamentos de terras e rápida perda da diversidade genética e de habitat. No que diz respeito ao homem, verifica-se um estado generalizado de pobreza entre os habitantes das montanhas e a perda do conhecimento autóctone. O resultado é que a maior parte das áreas montanhosas do mundo estão experimentando degradação ambiental. Por conseguinte, a gestão adequada dos recursos montanheses e o desenvolvimento sócio-económicos das pessoas exigem acção imediata.

13.2. Cerca de 10 por cento da população do mundo depende dos recursos montanheses. Uma percentagem muito maior utiliza outros recursos oferecidos pelas montanhas, inclusive e, principalmente, água. As montanhas são um reservatório de diversidade biológica e espécies ameaçadas de extinção.

13.3. Duas áreas de programas estão incluídas neste capítulo, com o objectivo de aprofundar o exame da questão dos ecossistemas frágeis no que se refere a todas as montanhas do mundo. Essas duas áreas de programas são as seguintes:

(a) Geração e fortalecimento dos conhecimentos relativos à ecologia e ao desenvolvimento sustentável dos ecossistemas das montanhas;

(b) Promoção do desenvolvimento integrado das bacias hidrográficas e de meios alternativos de subsistência.


No Mundo

UNEP/WCM_página sobre todas as montanhas e florestas de montanha em todo o mundo
Mountain Research Iniciative_organização científica multidisciplinar que aborda os problemas ambientais das montanhas em todo o mundo
Mountain Wilderness
Aliança pelas Montanhas_é uma associação voluntária cuja finalidade é melhorar a vida dos povos das montanhas e proteger os ecossistemas montanhosos de todo o mundo
A Federação EUROPARC _organização que reúne Espaços Naturais de 38 países europeus, é a entidade gestora e acreditadora da CETS
World Waterfalls Database_A maior base de dados sobre quedas de água do Mundo
Aquecimento global das montanhas _Climate change threatens mountain ecosystem services worldwide
Global change and mountain regions: research strategy- 2006 (UNESCO,pdf)
Montanhas Brasil
Ecosystem Restoration in Mountain _estudo de caso, com vários pdf
S.Tomé e Príncipe

Mundo Transfronteiriço
Euromontana
Red Montanas
Tatiana Moreira: Desenvolvimento e cooperação internacional.Territórios e Culturas Ibéricas(Conferências Dezembro 2004,pdf)
Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS)

ONG / Sítios em Portugal
ADRAMA ( Associação para o Desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira)
Amigos da Montanha
Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela
Associação Transumância e Natureza
Bivaque
Chão Sobral
Criar Raízes S. Pedro do Sul
Federação Portuguesa de Espeleologia
Língua Mirandesa
Loriga
Montesinho Vivo
Os Montanheiros_é uma ONG, constituída na cidade de Angra do Heroísmo a 1 de Dezembro de 1963, sendo uma das associações mais antigas em Portugal dentro da sua área de actuação.
Plataforma pelo Desenvolvimento Sustentável da Serra da Estrela
Portal Loriga News
Semente de Futuro (Arouca)

Bibliografia e E-Livros

Alves,A. L., Sequeira, H. & Tomás, L. 2002. Plano Zonal Agro-Ambiental do Parque Natural da Serra da Estrela
Brilha J. & Henriques R.F. 2000. Rochas de Portugal ao microscópio.Aplicação multimédia disponível on-line
Plano Zonal Agro-Ambiental do Parque Nacional da Peneda Gerês
Turismo de Natureza Enquadramento Estratégico Parque Nacional Peneda-Gerês
Plano Zonal Agro-Ambiental do Parque Natural de Montesinho
Turismo de Natureza Enquadramento Estratégico Parque Natural de Montesinho
Primeiro Geoparque Português
Perspectivas para a Sustentabilidade: Um Desafio na Região Autónoma dos Açores
Projecto Estrela: Processos Geomorfológicos e Biofísicos e Unidades de Paisagem em Ambiente de Montanha Mediterrânea. Aplicação à Serra da Estrela (ESTRELA)
Artur Cristovão. Áreas de Montanha: tão críticas, tão sensíveis, tão subestimadas
Luís Avelar Dicionário de Montanha e Escalada em Idiomas
Aguiar, C.2002. Flora e Vegetação da Serra de Nogueira e do Parque Natural de Montesinho. Dissertação para obtenção do grau de Doutor. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia.Lisboa. 661 pp.
Alves, J. M. S. et al .1998. Habitats Naturais e Seminaturais de Portugal Continental Tipos de Habitats mais significativos e Agrupamentos Vegetais Característicos. ICN, Lisboa, 155 pp.
Barbosa,A., Correia,A.1998.À Descoberta da Estrela.Grandes Rotas Pedestres.ICN,Lisboa,120 pp.
Brilha J. 2005. Património geológico e geoconservação: a conservação da natureza na sua vertente geológica. Palimage Editores, Viseu, 190 pp.
Jansen,J. 2002. Guia Geobotânico da Serra da Estrela.ICN.276 pp.
Farinha,J.C. 2000. Percursos-Paisagens e Habitats de Portugal. ICN,Lisboa,407 pp.
Pedro Cuiça .1995. Guia de Percursos Naturais.Fórum Ambiente
Pedro Cuiça 2000. Açores . Percursos Naturais.Fórum Ambiente
Pedro Cuiça .2001. Portugal Pé.Ante.Pé. Guia de Percursos Naturais.Fórum Ambiente e Bertrand Editora


Filmografia
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Terça-feira, 19 de Dezembro de 2006

Coexistência e o Museu de Seam

Toda a lei se cumpre plenamente nesta única palavra: ama o teu próximo como a ti mesmo.Carta aos Gálatos 5, 14

Exposição e Trabalhos sobre Coexistência (Brasil)

Não há entendimento sem diálogo, e não pode haver diálogo se não houver coexistência. Coexistência não pressupõe viver junto, mas apenas viver lado a lado. Coexistir é tolerar, respeitar e entender o outro, nosso semelhante.A partir dessa temática, a coexistência, 70 artistas brasileiros inscreveram seus trabalhos no Concurso Coexistence, cuja finalidade foi escolher uma obra que passasse a fazer parte da exposição itinerante de mesmo nome. Em sua passagem pelo Brasil, ocorrida entre agosto e setembro de 2006, a exposição Coexistence teve como cenário a Praça da Paz, no Parque do Ibirapuera.Sob a curadoria de Anita Kaufman e Edith Derdyk, o Centro da Cultura Judaica selecionou 30 dessas obras e as expôs de 10 de abril e 31 de maio de 2007 na Galeria do CCJ. A exposição teve entrada franca e foi aberta ao público. Aproveitando a presença de monitores que acompanhavam e explicavam os trabalhos, várias escolas trouxeram seus alunos para conhecer a exposição Coexistência. Uma oportunidade para que crianças e adolescentes pudessem refletir sobre o que é coexistir e as formas como as pessoas podem viver em coexistência umas com as outras.

Museum on the Seam Informações sobre a exposição Coexistence e os lugares pelos quais passou, além das mostras que ocorrem no próprio museu, em Jerusalém.

Domingo, 17 de Dezembro de 2006

As 7 Novas Maravilhas do Mundo e outras e muitas mais


Texto adaptado daqui e com as respectivas hiperligações



As 7 Maravilhas do Mundo eram monumentos construídos pelo homem e foram selecionados por Philon of Bizantium no ano de 200 AC com seus amigos gregos. Talvez por esta razão todas eram próximas ao Mar Mediterrâneo.
Estes monumentos eram os seguintes:
1) O Farol de Alexandria

2) O Templo de Artemis

3) A Estátua de Zeus

4) O Colosso de Rhodes

5) Os Jardins Suspensos da Babilónia

6) O Mausoléu de Halicarnassus

7) As Pirâmides do Egito (Gize)

Todos foram construídos entre os anos de 2.500 AC e 200 AC.Das 7 Maravilhas do Mundo, originais, resta somente hoje, as Pirâmides de Gize no Egito.

Este fato foi determinante para que o suiço Bernard Weber aproveitasse a oportunidade para lançar uma proposta global de escolha das 7 Novas Maravilhas do Mundo (The New 7 Wonders of the World) em 2000.

O conceito para a escolha permaneceu o mesmo, ou seja, os monumentos têm que ter sido construídos pelo homem.A eleição para a escolha das 7 Novas Maravilhas do Mundo será feita através dos votos de toda a população e abrangem os monumentos erguidos desde o início da civilização até o ano de 2000 quando foi lançado o projeto.Após as duas primeiras seleções realizadas pelo voto de cerca de 19 milhões de pessoas pelo mundo todo, restaram somente 21 monumentos que são os seguintes:
01) Acrópolis – Athenas/Grécia

02) Alhambra – Granada/Espanha

03) Angkor – Cambodia

04) Chichen Itza – Yucatan/México

05) Cristo Redentor– Rio de Janeiro/Brasil

06) Coliseo – Roma/Italia

07) Estátuas da Easter Island – Chile

08) Torre Eiffel – Paris/França

09) Grandes Muralhas – China

10) Hagia Sophia – Istambul/Turquia

11) Templo Kyomizu – Kyoto/Japão

12) Kremlin – Moscou/Rússia

13) Machu Picchu – Perú

14) Castelo de Neuschwanstein – Fussen/Alemanha

15) Petra – Jordania

16) Piramides de Gize - Egito

17) Estátua da Liberdade – Nova York/USA

18) Stonehenge – Amesbury/Inglaterra

19) Ópera de Sydney – Austrália

20) Taj Mahal – Agra/India

21) Timbuktu – Mali

As 7 Novas Maravilhas do Mundo serão conhecidas num grande espectáculo em Lisboa, no próximo dia 07 de Julho de 2007, após a apuração dos votos pelo mundo todo. E todo mundo poderá votar.

Votei em Stonhenge
Em Portugal também nós temos muitos vestígios megalíticos, principalmente no Interior e Sul, onde estão mais bem preservados. Eu já visitei Carnac (France) e megalitismo em Espanha e Malta. Por quê? Talvez poruqe representam o poder metabólico verdadeiro do Homem (usando poucas ferramentas) e o respeito profundo à natureza (pedras locais) e ao Cosmos (geralmente são templos em devotação às estrelas ou Sol ou Lua. Megalitismo porque também é essa resposta ligada, contrapeso e dimensão espiritual, perpetuando-se essa mensagem em rocha.
Mas quantas maravilhas poderiam ser eleitas: umas 860 que são já Património Mundial da UNESCO....ou todos os centros históricos de todas as cidades do mundo ou todas as paisagens protegidas....

Mário Ruivo - brilhante personalidade ligada à investigação oceanográfica e marinha portuguesa


Biografia 1
O Professor Mário Ruivo, que tomou posse como Presidente do CNADS no dia 28 de Novembro de 1997, tem visto o seu mandato sucessivamente renovado pelas Resoluções do Conselho de Ministro n.º 156/2000 (2ª série) de 23 de Novembro, e n.º 2/2000 ( 2ªSérie) de 17 de Dezembro de 2003.
O Professor Mário Ruivo é por formação biólogo (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, 1950), especializou-se em Oceanografia Biológica e Gestão dos Recursos Vivos Marinhos (Universidade de Paris – Sorbonne, Laboratoire Arago: 1951-54). Foi Director da Divisão dos Recursos e Ambiente Aquático da FAO (1961-74), tendo participado na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente Humano (Estocolmo, 1972). Secretário da Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) da UNESCO (1980-89) e Professor Catedrático Convidado da Universidade do Porto/ICBAS (Curso de Política e Gestão do Oceano).
É, actualmente, Presidente do Conselho Científico das Ciências do Mar e do Ambiente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e Presidente do Comité Português para a COI/MNE, tendo sido eleito Vice-Presidente daquele organismo intergovernamental (COI/UNESCO), em 2003. Foi membro da Comissão Estratégica dos Oceanos, criada na dependência do Primeiro-Ministro do XV Governo Constitucional.

Biografia 2


Mário João de Oliveira Ruivo

Nome Científico: Ruivo, M.J.O.
Nacionalidade: Portuguesa
Área: Personalidades Estrangeiras
Classe: Grã-Cruz
Data de Ingresso como Grã-Cruz: 15/10/1998
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Endereço
Rua da Imprensa Nacional 81 2ª Esq.
Lisboa - - Portugal - 1200
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Pesquisas
Política e gestão de pesca e de oceanos.
Ciência, sociedade e ética.
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Títulos
Biologia - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - 1950.
Professor catedrático convidado (Gestão dos Oceanos) - Universidade do Porto/ICBAS.
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Histórico
Biólogo, especializou-se em oceanografia biológica e recursos marinhos na Universidade de Sorbonne. É atualmente membro e coordenador da Comissão Mundial Independente para os oceanos, presidente do comitê português para a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO, representante de Portugal no Conselho Executivo da COI. No período de 1980 a 1988, foi secretário da COI em Paris. Outro organismo internacional em que atuou é a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - FAO, tendo sido por mais de 10 anos diretor da divisão de Recursos Aquáticos e Ambiente do departamento de Pescas. Preside a comissão oceanográfica intersectorial do Ministério da Ciência e Tecnologia de Portugal, a Federação Portuguesa das Associações e Sociedades Científicas e o Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Atuou como conselheiro científico da Exp ´98, cujo tema foi "Os Oceanos - um Patrimônio para o Futuro". Foi membro do Board of Trustees do International Ocean Institute e vice-presidente da Associação Européia da Ciência e Tecnologia do Mar. Exerceu inúmeros outros cargos e funções relevantes no governo português, tendo sido Secretário de Estado das Pescas e Ministro dos Negócios Estrangeiros no período 1974/1975. Chefe da Delegação Portuguesa à Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar no período 1974/1978. Presidente da Comissão Nacional da FAO de 1974 a 1980. Diretor-geral da Investigação e da Proteção dos Recursos do Meio Aquático (Ministério da Agricultura e Pescas no período 1974/1979). Secretário da Comissão Oceanográfica Intergovernamental - COI, da UNESCO no periodo 1980/1988. Membro do Conselho Coordenador da Comissão nacional da UNESCO de 1989 a 1995. Membro do Conselho Consultivo da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica - SFCT no período 1986/1995. No âmbito do MCT, coordenou de 1996 a 1997: i) a Avaliação das Unidades de Investigação em Ciências do Mar; ii) o Painel de Ciências do Mar (Praxis XXI); iii) a Comissão de Acompanhamento dos Laboratórios do Estado (IPIMAR e IH). Presidente da Comissão de Avaliação e Controle Independente - Projeto COMBO, MEPAT de 1996 a 1997. Coordenador da Equipe de Missão para o Programa Dinamizador em Ciências e Tecnologia do Mar - PDCTM no período 1998/2000 assim como do respectivo Painel de Avaliação de 1999 a 2000. Conselheiro Consultivo da EXPO'98 "Os Oceanos - Um Patrimônio para o Futuro". Membro e Coordenador da Comissão Mundial Independente para os Oceanos de 1995 a 1998. Além de numerosas publicações científicas no campo da oceanografia biológica e gestão de pesca, é autor de estudos, ensaios e artigos sobre política e gestão dos oceanos, ciência, sociedade e ética, aspectos institucionais da cooperação internacional em assuntos do mar e ambiente.
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Prémios

Condecorações
Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique - Governo de Portugal
Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago de Espada - Governo de Portugal
Grã-Cruz da Ordem do Mérito - Governo de Portugal
Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico - Presidente da República do Brasil - Out/1998

Distinções
Açor de Cristal atribuído pela Mostra Atlântica de Televisão - MAT'97 - 1997

Medalhas
Medalha de Ouro - Foundation for International Studies - 1996

Prémios
Prémio "Prestígio" - 1997
Prémio Bordalò de Honra - Casa da Imprensa - 2000

Condecoração de Mario Ruivo Cavaleiro da Legião de Honra . Ler o discurso do Embaixador aqui e o respectivo discurso de agradecimento por Mário Ruivo (em francês)


Intervenção na Conferência Ambiente 2002 (pdf)
International Conference on Integrated Ocean Policy:National and Regional Experiences, Prospects, and Emerging Practices
11-13 October 2005 | Lisbon, Portugal

Sábado, 16 de Dezembro de 2006

Vários artigos sobre Fotografia da Natureza e fotógrafos

Fotografia
de Frans Lanting e as imagens da vida na Terra
16.12.2006Se você é daqueles que acredita que eventos ocorridos há bilhões de anos só podem ser vistos pelo olho humano através do trabalho de ilustradores, é porque não conhece o mais recente trabalho do holandês Frans Lanting, 56 anos de idade e desde a década de 80 reconhecido como um dos mais importantes fotógrafos de natureza do mundo. Em seu último projeto, Life, a Journey Through Time, Lanting conseguiu o milagre de capturar imagens para contar os quase 14 bilhões de anos de história da vida no planeta Terra apontando suas lentes para objetos e paisagens naturais do presente.O Big Bang, por exemplo, ele encontrou nos nós de uma tora de madeira petrificada no deserto do Arizona, nos Estados Unidos. O evento em que o núcleo do planeta começou a cuspir lava e fogo que acabaram formando a crosta terrestre, Lanting buscou nos vulcões do Havaí. As chuvas que formaram os oceanos surgem numa imagem fantasmagórica das Cataratas do Iguaçu, no Brasil. A extinção do Cretáceo, ocorrida há 6, 5 milhões de anos, está registrada numa fotografia de répteis ao pôr do sol em Galápagos na qual a gaivota que aparece em segundo plano dá a impressão de ser um pterodáctilo.Esse esforço fotográfico monumental de Lanting rendeu um livro e um site espetacular onde ele, ao mesmo tempo em que dá aulas de fotografia, dá uma lição de como empregar a tecnologia da internet. Quem apontar o browser para http://www.lifethroughtime.com e clicar no primeiro link à esquerda, Start the Journey, vai se deparar com um slideshow de 86 imagens que pode ser visto ao som de uma composição para orquestra de Phillip Glass. Essa exposição virtual cruza-se com uma linha do tempo, para onde se vai com um clique na imagem. Lá, conta-se o que estava acontecendo com a Terra naquele exato momento e como e onde a fotografia foi feita.Lanting, como o brasileiro Sebastião Salgado, estudou para ser economista e é um auto-didata. Começou a fotografar natureza numa viagem de férias a um Parque Nacional dos Estados Unidos, onde estava fazendo sua pós-graduação. As imagens eram imprestáveis e ele resolveu dedicar o tempo livre que lhe sobrava dos estudos de economia para ler livros de fotografia. Tão logo ganhou o diploma de doutor, avisou a família que ia largar tudo para viver do registro de imagens da natureza. Não demorou muito para ele fazer seu nome no meio. Logo virou fotógrafo-residente da National Geographic. Ele tem dez livros publicados, boa parte deles em parceria com sua mulher, a jornalista Christine Eckstrom, que também assina a produção e os textos que acompanham as imagens de Life, a Journey Through Time. Olhando suas fotografias, fica fácil de entender porque uma resenha na New Yorker sobre um livro seu, publicada no início dos anos 90, dizia que Lanting é um dos poucos fotógrafos que conseguiu elevar a fotografia de natureza à arte.


Veja as outras seções de fotografias:
Bafo (encurralado) de onça
Floresta branca ou Sem-floresta?
Maristela Colluci e seu olhar submerso
Mulheres...
A primeira aula
A Serra da Canastra
2007: caminhar é preciso, mudar também é preciso
2006 imagem ou ação?
João Marcos Rosa e as harpias
Dante Buzzetti e o ninho das aves
Olho no olho, com Rogerio Cunha de Paula
No topo - Banff Mountain Photography Competition
Nature Photographers, para amantes de fotografia
Daniel de Granville, um guia para as melhores imagens do Pantanal
A natureza na lente do geólogo, com Adriano Gambarini
Arte até no nome, a fotografia de Art Wolfe
O montanhista Galen Rowell e a câmera
John Shaw e a ética natural
A Fotografia alada de Ruy Salaverry
Aelson Amaral, o leitor fotógrafo
George Lepp, tecnicamente perfeito
Família Zuppani, de pai para filhos
Rodrigo Petterson e o ativismo ambiental
Luciano Candisani e a biodiversidade brasileira
Águas que falam, por Maurício Simonetti
Gustavo Stephan à trabalho, com Amyr Klink
Laércio Horta e Eliana Fernandes na superfície
A lente submersa de Laércio Horta e Eliana Fernandes
José Caldas e a natureza pura
Charles Muratori e os pequenos detalhes
José Bernardo e a Ilha Grande
Ricardo Gomes, o craque das câmeras
O Brasil em várias viagens por Lena Trindade
Jurandir Lima e as expedições brasileiras
Cláudio Bellini e os cascos do ofício
Guto Bertagnolli, a revelação pantaneira
Custódio Coimbra e a arte de um grande fotojornalista
Zeka Araújo e um Jardim para o Tom
Miriam Prochnow com olho de cidadã
Bruno Veiga e um encontro inesperado
O casal Moss e um país no espelho d’água
De olho na literatura com João Quental
A aventura de fotografar de Renato Grimm
Os monumentos geológicos de Ricardo Siqueira
Paixão ao primeiro clique de Felipe Dumont
Os acidentes de trabalho de Renato Soares
Alex Uchôa e a propaganda da paisagem
Coruripe em fotos de Juarez Cavalcanti
Mauricio Andrade e o mundo macro-submarino
O físico Germano Woehl Júnior e os sapos
Marcos Bonisson e as águas diamantinas
Marigo e a sensibilidade da técnica
A Amazônia por Andreas Valentin
Ecologia terapêutica de Ednamara e Breno
Alex Ferro e as salinas
Minha terra tem palmeiras por Harri Lorenzi
Carlos Terrana e o cerrado
Luciana Whitaker e os caçadores milenares
Carlos Secchin e a fotografia de resultados

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